"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

31/03/09

Visita Pascal!




Desde o século XIX que, por alturas da Páscoa, no Norte e Centro do País pratica-se um ritual importantíssimo: a Visita Pascal. Nesta, o pároco da localidade visita todas as casas da aldeia, abençoando-as e agradecendo as oferendas. Durante todo o percurso, alguns sacristãos acompanham-no, carregando um crucifixo florido, o qual as famílias costumam beijar.


Crê-se que este hábito surgiu quando um pároco começou a visitar as famílias que tinham pessoas doentes.


Uma das curiosidades é que esta visita também é conhecida pelo nome Compasso, visto que em muitas localidades é acompanhada de uma tuna, imprimindo um certo ritmo a todo o percurso.


É assim que eu vou viver a Páscoa, na minha aldeia transmontana.

Pel Saudável



Descobri no blogue do 6ºG...autênticas obras de arte...Esta é uma turma de artistas!
Estão de parabéns...mostro aqui um dos trabalhos dessa turma: simplesmente sem palavras!

Passem por lá, para ver os outros...Vale a pena ver.
Para os distraídos, aqui fica o endereço...além dos trabalhos lindos, podem aí descobrir receitas fabulosas...

30/03/09

Bom descanso!

Desejo aos meus alunos boas férias...descansem...Em breve voltaremos com muita força, para vencer.
Beijinhos doces da "stôra" que vos adora.



recados orkut

RecadosOnline - Mensagens de Bom Descanso atualizadas em Recadosonline.com

29/03/09

Mais Música!

Estamos vivos, somos lindos!


Acordar devagarinho, porque é domingo e raramente tenho a sorte das meninas acordarem tarde! Acordar, ouvindo declamar poesia com a alma, ainda melhor...Vale a pena ouvir...alguém que faz da vida algo mais forte, mais bonito.
José Fanha

28/03/09

O Brinquedo


O Brinquedo
Foi um sonho que eu tive:
Era uma grande estrela de papel,
Um cordel
E um menino de bibe.

O menino tinha lançado a estrela
Com ar de quem semeia uma ilusão;
E a estrela ía subindo, azul e amarela,
Presa pelo cordel à sua mão.

Mas tão alto subiu
Que deixou de ser estrela de papel,
E o menino ao vê-la assim, sorriu
E cortou-lhe o cordel.

MIGUEL TORGA “Diário”

Bed of roses

27/03/09

Sorriso!


Era uma vez uma velhinha, que tinha um único filho. Viviam sozinhos, isolados de tudo, na floresta.

Um dia, a velhinha sentiu-se muito doente. Chamou o filho e entregou-lhe três pedras.

Disse-lhe para ir correr o Mundo, tentar encontrar três senhoras: uma vestida toda de negro, outra vestida toda de branco e outra que vestia um sorriso. A todas elas entregaria uma das pedras.

Assim foi. No dia a seguir, de manhã, pôs-se à estrada e aí vai ele. Na mochila, levava apenas alguma comida e as três pedras.

Procurou, procurou..... e, por fim, decidiu perguntar a uma velhinha que encontrou na estrada.

Ela olhou para ele e disse-lhe:

- Procura o silêncio. Lá encontrarás uma senhora toda vestida de preto.

E assim foi. No dia seguinte, encontrou o silêncio. Perguntou-lhe pela senhora vestida toda de negro e ele levou-o até ela.

Quando o menino entregou uma das pedras à senhora vestida toda de negro, a cara da senhora mudou, subitamente. Num só gesto, apareceu um castelo de prata e disse ao menino:

- É teu. Será todo teu, se vestires sempre o preto.

O menino olhou para ela, viu-a tão triste e pensou:

- Não. Não é isto que eu quero. Não quero a prata, se tiver que ser triste.

E, assim, pôs-se à estrada novamente.

No dia seguinte, encontrou outra velhinha na estrada e perguntou-lhe por uma senhora vestida toda de branco.

A velhinha disse-lhe então para procurar a ganância.

E assim foi. No dia seguinte, encontrou a ganância, que o levou junto duma senhora toda vestida de branco.

Quando o menino lhe entregou uma das pedras, a cara da senhora mudou radicalmente e, num só gesto, ofereceu-lhe um castelo de ouro.

O menino olhou para o castelo e ficou deslumbrado. Estava quase a aceitar, mas, de repente, viu que as pessoas que lá viviam não tinham amigos e disse:

- Não. Não é isto que eu quero! Muito ouro, mas sem amigos, não me satisfaz!

E assim partiu novamente a correr mundo.

Faltava-lhe encontrar uma senhora. Começava a desesperar. Não sabia o que lhe iria acontecer. Como iria viver?

No dia seguinte, encontrou outra velhinha no caminho e perguntou-lhe pela senhora que vestia um sorriso simplesmente.

A velhinha olhou para ele e disse-lhe:

- Oh! Essa senhora é muito difícil de encontrar. Poucas pessoas a encontram. Mas, para a encontrar, tens que procurar a felicidade.

E assim foi. Foi ter com a felicidade, que o levou até à senhora toda vestida com um sorriso.

Quando o menino lhe entregou a última das pedras, olhou para ele e disse-lhe:

- Ofereço-te apenas um sorriso. Para viveres na felicidade precisas apenas dum sorriso.

Ele olhou para ela, estupefacto. Pensou, pensou ...... e disse:

- É isso que eu quero. Quero viver o resto da vida na felicidade. E assim foi. É onde ele ainda vive hoje. Muito feliz e apenas com um sorriso.


António Ramalho

Aquarela

Vovó Tsongonhana



História comovente de um idoso, que sensibilizado com a vida desafortunada de um menino sem abrigo, o recolhe, ampara e encaminha…«[...] Tsongonhana foi contando a história infeliz de muitos meninos que ficam órfãos por causa da malvada guerra… por causa de alguns homens serem maus, não se importarem com os mais desfavorecidos… alguns só pensam mesmo é nas suas barrigas…![...] Agora queria aprender a talhar a madeira. Que peças lindas… o avô fazia! As garças… que espanto! Cora seus bicos pontiagudos, pernas altas feitas em arame zincado… Que aves esbeltas! As suas cores brilhantes onde o vermelho, o preto e o branco contrastavam. Os seus olhos feitos com incrustações de sementes bravias - tudo com grande delicadeza.»

Pata-Paper


Chegámos ao fnal de mais uma etapa, neste ano lectivo. À semelhança dos últimos anos lectivos, todos nos envolvemos numa actividade, que já conseguiu conquistar toda a comunidade educativa: o famoso "Pata-Paper".

A minha equipa foi fantástica, pois divertimo-nos a valer!

Foi bom, poder sair dos muros da escola e passear à beira-rio, num dia radiante de Sol!

Dia do Teatro!

O Teatro é uma das mais belas artes! Através do teatro vivemos outras vidas...somos capazes de criar, imaginar e inventar... No colégio, tiveram mais uma ideia bonita, para recordar o dia do teatro! As meninas vinham felizes, com os "seus fantoches"...Este colégio é fantástico! Não se esquecem de nada!

26/03/09

A indisciplina nas escolas!

A indisciplina nas escolas (vista por F. Savater)
Especialistas reunidos em Espanha...
Aumento da violência nas escolas reflecte crise de autoridade familiar. Especialistas em educação reunidos na cidade espanhola de Valência defenderam hoje que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo facto de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores. Os participantes no encontro 'Família e Escola: um espaço de convivência', dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas.'As crianças não encontram em casa a figura de autoridade', que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.'As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa', sublinhou.Para Savater, os pais continuam 'a não querer assumir qualquer autoridade', preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos 'seja alegre' e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores.No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador, 'são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os', acusa..'O abandono da sua responsabilidade retira aos pais a possibilidade de protestar e exigir depois. Quem não começa por tentar defender a harmonia no seu ambiente, não tem razão para depois se ir queixar', sublinha.Há professores que são 'vítimas nas mãos dos alunos'.Savater acusa igualmente as famílias de pensarem que 'ao pagar uma escola' deixa de ser necessário impor responsabilidade, alertando para a situação de muitos professores que estão 'psicologicamente esgotados' e que se transformam 'em autênticas vítimas nas mãos dos alunos'.A liberdade, afirma, 'exige uma componente de disciplina' que obriga a que os docentes não estejam desamparados e sem apoio, nomeadamente das famílias e da sociedade.'A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara', afirma, recomendando aos pais que transmitam aos seus filhos a importância da escola e a importância que é receber uma educação, 'uma oportunidade e um privilégio'.'Em algum momento das suas vidas, as crianças vão confrontar-se com a disciplina', frisa Fernando Savater.Em conversa com jornalistas, o filósofo explicou que é essencial perceber que as crianças não são hoje mais violentas ou mais indisciplinadas do que antes; o problema é que 'têm menos respeito pela autoridade dos mais velhos'.'Deixaram de ver os adultos como fontes de experiência e de ensinamento para os passarem a ver como uma fonte de incómodo. Isso leva-os à rebeldia', afirmou.Daí que, mais do que reformas dos códigos legislativos ou das normas em vigor, é essencial envolver toda a sociedade, admitindo Savater que 'mais vale dar uma palmada, no momento certo' do que permitir as situações que depois se criam.Como alternativa à palmada, o filósofo recomenda a supressão de privilégios e o alargamento dos deveres.

Emoções!

Sinto-me mergulhada num mundo de emoções! O cansaço agudiza tudo...até as pequenas coisas!
O João, sem mais nem menos, bateu a uma das meninas da turma, antes da aula...mais uma das complicações do dia! Estou atolada de trabalho! Faltam níveis para decidir...As "papeladas" da Direcção de Turma...Os relatórios...para escrever...Amanhã é o "Pata-Paper", na Escola e depois...tudo para fazer...Está a ser um final de Período complicado! Amanhã sei que vou ficar mais leve, divirto-me muito no "Pata-Paper"...a minha equipa chama-se " Crazy" e somos mesmo...pois vou com os alunos mais complicados de uma das turmas, mas também aqueles que mais carinhosos são, se lhes "falo ao coração"...e vou com o meu querido Guga, que não tem um pingo de maldade...por isso vou sentir-me mais leve deste fardo, que hoje me verga!

Desalento...

Sinto algum desalento e cansaço, a abater-se sobre mim...Final de Período é complicado, sobretudo avaliar...confesso que me custa imenso...pois valorizo tudo que eles fazem, a tal ponto que para avaliar negativamente, é muito difícil.
A Bela terminou esta poesia visual...nas aulas estiveram entretidos a reescrever poemas, mas nada me alegrou, pois a descoberta de que uma das meninas sofre desalmadamente, me marcou fundo...Tenho de fazer alguma coisa!
Também me custou ver que três dos alunos vindos recentemente de Cabo Verde, com grandes dificuldades e pouco ou nenhum apoio...estão a ser penalizados...de quê? de mal conhecerem a Língua? E as aulas individualizadas que deviam ter e não têm?
Outros, menos interessados, têm tudo...Mas é esta a Escola que temos...Estou amarga...por isso não me alongo mais...A Bela, que é a menina mais doce que conheço, fez com a ajuda de outra das minhas turmas ovos de cartolina enfeitados para todos os colegas!
Obrigada, minha querida.

25/03/09

Uma Excelente Memória!


Descobri esta história interessante, da autoria de Teresa Martinho Marques, uma professora que muito admiro, por ser excelente, inteligente...alguém com quem muito aprendo. Achei que os meus alunos também iam gostar...






UMA EXCELENTE MEMÓRIA


Por causa de certa história
a tartaruga vaidosa
achava-se nas corridas
rápida e talentosa.

Então desafiou uma lebre
que ali passava a correr:
“Aposto umas cenouras
em como te posso vencer!”

A lebre com a surpresa
até tropeçou e caiu.
Nem queria acreditar
no desafio que ouviu.

Mas aceitou a aposta
e sem perder um momento
foi à toca e preparou-se
com excelente equipamento.

T-shirt de boa marca
sapatilhas e calções
joelheiras apertadas
para evitar as lesões.

A tartaruga convencida
não se quis ir equipar.
Tinha a certeza absoluta
que à lebre iria ganhar...

Atentas e bem colocadas
na linha de partida
aguardaram o sinal
para começar a corrida.

Em poucos segundos a lebre
chegou ao fim da corrida
A tartaruga, com o espanto,
paralisou à saída!

A lebre foi ter com ela
que chorando sem parar
quis conhecer o segredo
que a tinha feito ganhar

“Há muitos anos atrás
aprendi uma lição...
A arrogância e a vaidade
são a nossa perdição

Por isso resolvi ser
humilde e aplicada.
Sem trabalho e sem esforço
nunca se ganha nada!”

(É que a lebre vencedora
tinha uma boa memória…
Era neta da lebre vencida
numa antiga história)

Se a tartaruga aprendeu
não ficámos a saber
mas teve de pagar as cenouras
que a lebre ficou a comer…

Teresa Martinho Marques

O Príncipe feliz!


Meus " amores", deixo-vos um excerto de uma linda história de amor que, pela sua magia, aconselho a ler na íntegra.
O Príncipe Feliz
"Na mais central praça da cidade erguia-se a estátua do Príncipe Feliz. Era uma autêntica jóia.
Um dia pousou aos pés da estátua uma formosa andorinha, que estava de passagem para o Egipto. Era a sua última oportunidade, pois havia-se atrasado ao querer convencer um junco a acompanhá-la na viagem. Mas o junco não pode separar-se da terra que lhe dá a vida, apesar do amor que o liga à andorinha...!
Olhando com mais atenção para a estátua, a andorinha notou que duas gotas lhe molhavam a cara... Eram duas grossas lágrimas!
-Porque choras, Príncipe?
-Pelos pobres da cidade, amiguinha. Há tantos! Quando reinava ninguém me contava nada do que sucedia, e os altos muros do Palácio não me deixavam ver. Mas desde que me colocaram aqui posso ver a pobreza e a miséria de tanta gente, e sinto-me angustiado. Queres ajudar-me?
-Estou de passagem para o Egipto... -respondeu-lhe a andorinha.
Mas o Príncipe pediu-lhe tanto, que acabou por dizer que sim.
-Arranca o rubi da minha espada. Leva-o ali àquele casebre em frente. Lá vivem uns meninos pobres que não podem pagar o aluguer. Querem -los na rua... Impede-o!
A andorinha arrancou o rubi da espada e levou-o ao casebre.
-Olhem, deixou-nos uma coisa.
-É uma jóia. Podemos vendê-la e com o dinheiro pagar o aluguer da nossa casa. -disse a mais velha.
Voltando para junto da estátua, a andorinha disse ao Príncipe:
-Terminei, Príncipe. Agora vou partir para o Egipto.
-Espera um pouco, amiguinha. Há mais pobres na cidade. Leva uma safira a um escritor doente, que é tão pobre que nem pode pagar os remédios.
-Mas a safira é um dos teus olhos. Vais ficar vesgo se t'o arrancar.
-Não faz mal! Anda, vai ajudá-lo.
A andorinha voou até à arruinada cabana que o Príncipe lhe tinha indicado. E a safira serviu para salvar o velho escritor.
Havia mais pobres na cidade. A andorinha tinha que voar para o Egipto, onde passaria o Inverno junto com as irmãs... mas o Príncipe pediu-lhe que tirasse a outra safira do olho.
-Se o fizeres, FICARÁS CEGO!
-Não faz mal, andorinha.
Estava muito frio. O Inverno já se instalava. E a andorinha foi socorrer outros pobres. Arrancou uma a uma as lâminas de ouro da estátua. E quando acabou e dela já nada de valor restava, deitou-se aos pés do amigo. Não o abandonaria assim cego...! E numa noite ainda mais fria a andorinha morreu, o que feriu profundamente o coração de chumbo do Príncipe Feliz.
Como a estátua sem os enfeites ficara muito feia, um dia baixaram-na do pedestal e levaram-na para uma fundição. Mas ao fundi-la verificaram que o coração de chumbo resistia ao calor mais elevado. Deram-no então a outro ferreiro, que também não conseguiu fundi-lo.
-Tragam ao Céu o coração de chumbo do Príncipe Feliz e o corpo da Andorinha -ordenou Deus, sorrindo.
-Nunca na Terra ninguém demonstrou tanto amor pelos pobres -acrescentou. -Por isso vão ficar eternamente a meu lado."
Óscar Wilde

As minhas músicas

24/03/09

Bons Sonhos!

Azul do mar, azul do céu, da harmonia...Branco de paz, de inocência, de pureza...de magia...Imagens que convidam a sonhar e nos acalmam...onde as palavras são de riso, de criança e de magia.
Bons Sonhos e durmam bem.

O Palhaço!



A Ana Queli Real do 5ºF ilustrou...Lindo!

Este desenho é baseado no livro "O Palhaço Verde",escrito pela Maria Rosa Araújo.

Aqui fica um excerto, em desordem. Tenta organizá-lo:

O Palhaço não tinha pai nem mãe. Sonhava que no mundo todos deviam ser bons, alegres, bem dispostos. E as mãos, quando estavam fora das luvas grandes, eram grandes, isso eram, mas meigas e bonitas. E no peito um coração de oiro - os olhos brilhavam como estrelas porque ele tinha um coração de oiro. Vivia sozinho desde criança.

Vou falar-lhes de um palhaço. Sozinho com o seu coração de oiro. Tinha um nariz muito grande e uns olhos que brilhavam como estrelas. O Palhaço era bom. Sonhava muito.

Pescador de Palavras




No Clube de Língua Portuguesa, decidimos recriar um poema...aqui ficam duas maneiras diferentes de ver o Poema.

As Quatro Estações!

Quadro da Brenda, 6ºB

23/03/09

Dedicatória!


Dedico este poema à Luz de Pequenos Passos


Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.

Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.

Chegamos? Não chegamos?

- Partimos. Vamos. Somos.

in Pelo Sonho é que vamos, Sebastião da Gama

Para terminar o dia!

Conselhos de Papel


Conselhos de papel

"Encontra a reticência
O avesso, a negativa
Desarruma as palavras,
Reflecte, mastiga.

Desembrulha a letra,
Guarda o verso, esconde
Recorta a rima
Rompe o sono,
Não importa onde

Vira a página, segue
Inventa e procura
Pousa a desculpa,
Insiste na hora escura

Puxa-lhe o fogo, acende a cegueira
Busca o ruído na rouquidão
Lança a cinza
Derrama, sustenta
Cultiva a terra na tua mão."

Vera Vilhena

Fantoches na sala de aula!




O fantoche faz rir, descontrair...


O fantoche faz sonhar, viver...


O fantoche faz aprender, saber, conhecer...


O fantoche faz ver o desconhecido, ver a vida...


O fantoche faz ver o mundo em que vivemos, ou o mundo em que desejamos viver...


O fantoche faz ver o erro e as consequências dos erros...


O fantoche faz ver o caminho em que se deve andar...


O fantoche faz pensar, sentir...


O fantoche faz querer mudar...


O fantoche faz raciocinar...


O fantoche faz-se de exemplo a ser seguido...


O fantoche faz amar mais a família, o amigo, a escola, o livro...




Pois é o "professor Sabichão" e o "menino Aniceto" voltaram à acção, desta vez nos 6ºB e C...Os alunos adoraram e quiseram ser eles a representar. Claro que os deixei fazer. Além de os fazer regressar um pouco à infância, fi-los aprender os assuntos, subrepticiamente. Foi giro...e vou repetir, pois acredito que os fantoches dão vida às aulas, captam mais a atenção do que se for apenas a professora a explicar.
A Ana Sofia da turma B leu tão bem, na pele do fantoche, escondida atrás da "casinha"! Estava muito mais descontraída, expressiva e confiante.
E fazer fantoches não é muito complicado...O professor Sabichão e o menino Aniceto foram ideia da minha mãe, que sempre me ajuda...mas ainda não há muito tempo, os próprios alunos fizeram uns com colheres de pau...bem giros...ora vejam.

Uma História de Pasmar!



Vou contar-vos uma história
Uma história de pasmar
Sobre um coelho que encanta
E uma bruxa que espanta!

Era uma vez um coelho que não tinha medo de nada. Nunca se assustava!
Um dia um bruxa muito desastrada e ainda mais maléfica, aprisionou o pobre coelho, apenas por se tratar de um coelho sem medo!
Preso numa caverna, pensava que não havia saída, o coelho começou a sentir algo diferente e pouco habitual nele: o desespero...mas eis que surge a bruxa:
-Ai, ai coelho palerma! Não sabes que há uma saída?
-Não!- respondeu o coelho com firmeza.
-E então, diz-me lá, tens medo de alguma coisa?
-Não! Eu sou o mais destemido de toda a floresta!
-Então, para ganhares medo e saíres da minha prisão...
-Alto!- interrompeu o coelho-Eu não quero ter medo!
-Mas o problema, meu querido, é que para te libertares, tens de sentir medo-exclamou a bruxa malvada, argumentando com prazer...E a única maneira de ganhares medo é se encontrares a chave mágica, que abre o poço misterioso, que contém o medo!- disse rindo.
-E onde é que eu encontro essa tal chave?
-Tens de procurar a chave na floresta do terror, lá a minha irmã, a bruxa Claudina irá ajudar-te.
Com um passe de mágica, a bruxa enviou o coelho para a floresta do terror, não sem antes lembrar:
- Se me desobedeceres, irei matar-te! Irei comer-te acompanhado com batatas fritas!
Na floresta, nada espantava ou assustava o coelho: nem os sustos que as árvores lhe pregavam!
Começou à procura da bruxa Claudina, mas o problema é que não vislumbrava nem sombra de vida humana!
Para o coelho passara uma eternidade, mas na verdade haviam passado apenas quinze minutos!
Começava a perder a esperança, até que viu ao longe uma pequena torre com três caveiras na porta e muitas, muitas mais coisas assustadoras! Porém, o nosso herói não se assustou!
Aproximou-se da torre da velha Claudina e ao bater à porta, logo uma voz horrível indagou:
-Quem ousa bater na minha porta?
-Sou o coelho Alfredo, também conhecido por coelho destemido. Venho da parte da sua irmã e procuro a chave mágica que abre o poço do medo...
-Ah! Estava à tua espera há um século! Finalmente!
Logo que proferiu estas palavras, ouviu-se um click e o coelho caiu no que parecia ser um buraco negro, que nunca mais acabava!
Aterrou numa almofada vermelha e reparou que a torre por dentro era mais calma e muito menos assustadora, do que por fora. Mal viu a bruxa, perguntou:
-É mesmo verdade que me esperavas há tanto tempo? que idade tens tu afinal?
-Isso não vem ao caso, tu não irias acreditar que eu tenho dois mil anos...Nós bruxas somos imortais!
-E sabes onde está a tal chave? E porquê eu?
-A minha irmã foi acusada de vários crimes, perdendo a imortalidade...Vai morrer, daqui a dois dias, a menos que tu a salves! Para isso, é absolutamente necessário que sintas medo! Vou acompanhar-te até à chave mágica!
-Olha lá...ela é inocente ou culpada? Eu cá não ajudo monstros!
-Claro que está inocente, foi uma outra bruxa que cometeu todos esses crimes!
Fez um pequeno movimento com as mãos e, de repente, os dois foram parar a uma floresta de espinhos...Um pouco mais à frente, ali estava a chave. Ora além da chave, havia um gigante, que dizia:
-Para por mim passar
Vais ter de me fazer chorar
Mas só três tentativas vais ter
Ou muito vais sofrer!
- Já sei, gigante! É só para isso, que serves? Pareces um miserável! Que versos parvos! Vai mas é para casa!
-Pensas que me incomodas? Vais ter de fazer melhor!
-Pois então fica a saber que os teus pais têm vergonha de ti! Não serves para nada! Passas os dias aí especado, sem serventia nenhuma! Não prestas!
O gigante sentiu dor e entregou a chave ao coelho...
-Todos sentem vergonha de mim... Anda duzentos metros e encontrarás o poço!
O coelho agradeceu e segui a sua viagem...mal introduziu a chave na fechadura...ouviu-se uma explosão de poderes obscuros, que entraram no corpo do coelho Alfredo! Nesse instante, o coelho tornou-se medroso.
A bruxa percebeu que a sua missão estava terminada, fez o coelho regressar para junto da sua irmã.
Esta abraçou o coelho e disse:
-Obrigada por me salvares. Eu não sou má, apenas desastrada!
-De nada...acho eu...gaguejou o coelho com medo do comité de bruxas, que ali estava!
O Presidente ou rei, como quiserem chamar-lhe, afirmou:
-Bem coelho, obrigada por devolveres a imortalidade á nossa bruxa Amélia...Não vejo razão para continuares medroso. A partir de agora, serás ainda mais corajoso que antes!
Assim regressou o coelho, como por magia, a sua casa...Aprendeu que as bruxas não são malvadas...a maldade do coração é apenas uma ilusão...Ou talvez não!
Texto de: Inês, Jéssica, Bruna e Brenda...Ilustrado pelo Paulo 6ºC

Árvores e Mensagens






















22/03/09

Sapatos Sujos

O Principezinho

Saudades de casa

Como já perceberam, este fim-de-semana deu-me uma saudade imensa das raízes...do meu pai, da minha mãe, da minha avó...de casa...sim, lá é a minha casa, o meu lar...mas estou longe...num turbilhão de emoções, onde a vida corre depressa demais...sinto falta daquela calma, daquela paz...para apaziguar a minha alma, fui à missa como fazia sempre lá...ao Domingo, todos vão à missa...fiz um bolo de laranja, como a minha mãe ao domingo faz...mas sinto saudades...que só a alegria das minhas filhas acalma...amanhã regresso à escola e os meus alunos, ajudar-me-ão a não pensar tanto nestas saudades...

21/03/09

Uma árvore, um amigo


" Quando uma árvore está a ser cortada...observa com tristeza que o cabo é de madeira!"

Provérbio árabe


" Se quiser derrubar uma árvore em metade do tempo, passe o dobro do tempo, amolando o machado!"

Provérbio chinês

"A copa da árvore é tecto de quem não tem o que quer que seja, mas fugi dela quando troveja. "

"Aquele que debaixo de árvore se acolhe, arrisca-se a que duas vezes se molhe."
"Quem me vir e ouvir, guarde pão para Maio e lenha para Abril."
"Quem não poupa água e lenha não poupa nada que tenha. "
"Lenha verde mal se acende, quem muito dorme pouco aprende."
"Lenha verde e velho gogo, muito fumo e pouco fogo."
"Lenha vozeira, sinal de ventaneira. "
"Lenha verde e direita o fogo a espreita."
"Lenha verde é que faz fumaça."
"Lenha verde e torta o fogo a corta."
"Quem quer fogo, busque a lenha."


"Grandes árvores ,dão mais sombra do que fruto!"
"A árvore conhece-se pelo fruto."
" A árvore caída , todos vão buscar lenha."
"As árvores morrem de pé."

Madredeus

Hoje deu-me para a nostalgia...e por isso...busco a música, que acalma a minha alma...Aqui fica outra, muito especial para mim...aliás todas as músicas dos "Madredeus"...

Meu pai, Querido!

O meu pai adora fado...e tenho-o sempre no pensamento! Hoje, tenho-me lembrado muito dele...Quem dera tê-lo aqui e poder abraçá-lo...Estou com tantas, tantas saudades dele! Dedico-lhe um dos fados de que ele mais gosta.

Dedico a todos aqueles que amo!

Dulce Pontes...

Música e poesia andam de mãos dadas...Além disso esta música traz-me muitas recordações: a festa de Natal do colégio, em que a Sara dançou ao som desta melodia; o meu pai que adora música...o mar...a poesia.

A Fonte Misteriosa!


Era uma vez um velho chamado Miguel, que vivia sozinho. Como era muito curioso, resolveu viajar para África...
Quando chegou a uma aldeia africana, parou para repousar e descansar um pouco e também para comer.
Foi passear na selva e encontrou uma serpente. Ficou tão assustado, que desatou a correr, mas ouviu a serpente gritar:
-Espera! Não te vou fazer mal! Só quero contar-te um segredo...
Mau...Que era aquilo? Em África, as serpentes falam? Devia estar a sonhar, mas como não queria mostrar medo, fingiu-se de corajoso e ... lá se aproximou da serpente.
-Que mistério é esse, que me queres contar?
-No fundo da selva há uma fonte e, nessa fonte, há um objecto mágico...
De repente, o bicho desapareceu! Então o velho curioso foi procurar a fonte, que estava protegida por animais ferozes! Estes exclamaram:
-Se queres passar por nós, um enigma vais decifrar!
Miguel já não estranhava nada naquela terra...por isso, viu-se a responder:
-Digam lá esse enigma. Eu sei tudo!
-Qual é a coisa
Qual é ela
Que simboliza união e se mete no dedo?
O velho pensou, pensou, pensou..até que descobriu que era um anel, mais concretamente uma aliança de casamento!
Foi tirar o anel da fonte e ao experimentá-lo viu uma pedra muito preciosa e...mágica!
A pedra começou a brilhar e disse:
-Finalmente, tenho um dono!
Bem...animais que falam...já vira, mas até anéis?!
Decidiu não se admirar com mais nada! Devia estar a viver um sonho qualquer!
Voltou para o seu País muito contente, graças ao anel mágico podia obter o que quisesse! Assim, nunca mais houve pobres na sua terra e vivia rodeado de gente que queria ouvir a sua estranha aventura...
Vitória, Vitória
O anel contou a história.
Autores: Gracelina, Luana, Vanessa, Miriam e Miguel 6ºC

20/03/09

Pudesse Eu...

"Pudesse eu
prender entre os dedos
os suspiros do mar e
distribuí-los às crianças
Pudesse eu
acariciar com os dedos
A suave brisa das ondas
e sentir cabelos de crianças
Pudesse eu
sentir nos dedos
o beijo das espumas
e ouvir os risos das crianças
Pudesse eu
tocar com os dedos
o sono do mar
e embalar os olhos de crianças..."
Xanana Gusmão

Árvores e Poesia




Paisagem
"Passavam pelo ar aves repentinas,
O cheiro da terra era fundo e amargo,
E ao longe as cavalgadas do mar largo
Sacudiam na areia as suas crinas.
Era o céu azul, o campo verde, a terra escura,
Era a carne das árvores elástica e dura,
Eram as gotas de sangue da resina
E as folhas em que a luz se descombina.
Eram os pinheirais onde o céu poisa,
Era o peso e era a cor de cada coisa,
A sua quietude, secretamente viva,
E a sua exaltação afirmativa.
Era a verdade e a força do mar largo,
Cuja voz, quando se quebra, sobe,
Era o regresso sem fim e a claridade
Das praias onde a direito o vento corre."
Sophia de Mello Breyner Andresen In : Poesia (1944)

Relógio da Sabedoria

Há muito, muito tempo, no Santuário da Sabedoria, havia um relógio sagrado, que fazia parar o tempo. Este relógio era cobiçado por todos, especialmente pelo Rato Furioso, que vivia numa gruta não muito longe dali.
Certo dia, o Rato Furioso invadiu a vila com um exército de ratos, distraindo os guardas e roubando o Relógio da Sabedoria!
O único que percebeu a manobra foi o cavaleiro Philip, que tentou impedi-lo a todo o custo, mas foi derrotado e aprisionado na gruta do Rato Furioso...
Passaram dias e mais dias...a vila foi esquecendo o cavaleiro, mas continuava preocupada com o relógio sagrado!
O nosso cavaleiro, na gruta, passava fome e era maltratado!
O Rato Furioso ia ficando rico, com as riquezas que roubava graças ao relógio da Sabedoria!
Certo dia, ordenou que fizessem um banquete...os ratos facilmente se organizaram e já estavam prontos para ir roubar comida e bebidas para a festa...
Saíram todos, menos um que foi ter com o cavaleiro à sua cela e disse:
- Hei, tu aí!
-Estás a falar, comigo?- estranhou o cavaleiro.
-Claro! Preciso da tua ajuda...ordenaram que trouxesse um veado, que é a carne preferida do mestre, mas sou fraco e lento...Não conseguirei apanhar um veado! Tens de me ajudar...
-É que nem pensar! Depois de teres gozado comigo e tudo mais, por que haveria de te ajudar'
-Tens fome, não tens? E sede também, suponho! Dar-te-ei a minha porção de comida e vou dar-te o melhor vinho desta terra...Mas nem penses enganar-me...Levarei uma espada comigo e tu vais conforme estás.
-É tentador, mas com tanta fome não consigo ir caçar...
-Dou-te um pedaço de pão e queijo e apenas vais beber um pouco de água! Mais nada!
O cavaleiro aceitou. Assim saíram da gruta e partiram à procura de um veado. Com muito esforço e algumas armadilhas, o cavaleiro lá conseguiu caçar um veado.
Quando regressaram à gruta, encontraram todos os ratos reunidos em frente à cela do cavaleiro! Pensaram que ele havia fugido! Para grande espanto de todos, viram o cavaleiro acompanhado de um dos deles! Para disfarçar, este saltou-lhe para cima:
-Maldito, sejas! A tentar escapar ao meu Mestre! Nem pensar! Encontrei-o a vaguear nas redondezas, enquanto caçava o veado!
O cavaleiro percebeu que tudo não passava de uma encenação, por isso não reagiu, sendo preso novamente!
Deu-se a festa, muito animada...No meio de tanta confusão, o rato aproveitou para cumprir a sua parte do acordo, levando a comida ao prisioneiro. Este, então, teve a ideia de lhe pedir um último favor...que o libertasse temporariamente, para sentir a brisa refrescante da noite, uma última vez.
-Correu tudo às mil maravilhas!-exclamou o rato- O mestre está muito satisfeito comigo, mas não posso deixar-te partir, para ninguém suspeitar de mim...
Saíram ambos um pouco, conforme pedira o cavaleiro...estavam à entrada da gruta e, mesmo no ponto mais alto da entrada da gruta, estava o relógio da Sabedoria pendurado!
O cavaleiro, ao ver o relógio, deixou cair um pedaço de pão, pedindo ao rato que lho apanhasse. Quando o rato se agachou para o apanhar, o cavaleiro apoiou-se nele, saltando na direcção do Relógio da Sabedoria...e conseguiu alcançá-lo. Então parou o tempo na gruta, pensando no que iria fazer a seguir.
-Primeiro vou ensacar todas as riquezas roubadas e depois vou mandar selar esta gruta para sempre! Acabarão os roubos na minha vila! Mas esse rato...Não o posso trair! Vou deixá-lo partir!
Então com tudo preparado, voltou para a vila. As riquezas foram devolvidas aos respectivos donos, o Relógio da Sabedoria voltou para o Santuário e a gruta foi selada.
A vila entrou em festas, durante um mês inteiro!
Autores: André, Eliana, Bárbara, Bruna e Andreia 6ºB

Para os apaixonados!

Comemorações do Centenário da Primeira Vereação Republicana!


Comemorações do Centenário da Primeira Vereação Republicana em Lisboa (1908-2008)Lisboa e a República:



Em Dezembro de 2008 comemoraram-se os cem anos da primeira vereação republicana em Lisboa. A Câmara Municipal de Lisboa preparou, no centenário de tão importante acontecimento, um luzido programa de comemorações, exposições e homenagens, que se prolongarão por alguns meses. Assim, as Turmas D e E puderam assistir ontem a uma "viagem no tempo", que começou no Terreiro do Paço, revivendo os acontecimentos da morte do Rei, acabando essa viagem na Câmara de Lisboa, onde visitámos uma exposição, que vale a pena ver.

À entrada, vimos a porta que se salvou de um terrível incêndio e a Exposição de " Os Ridículos"...o jornal da época...Os alunos deliciaram-se a ver como se escrevia então!

Lá dentro vimos um boletim de voto anulado...o votante escrevera: "Não voto em partidos destes!
Vimos também os bustos da Republica, premiados com os primeiros lugares...
Foi uma aula viva de HGP, que a professora Fátima Miranda proporcionou. Além das aprendizagens, o convívio entre todos foi divinal...eu pude estar com duas amigas, que raramente vejo lá na Escola, tal a correria do dia-a-dia!

Miminhos para o Pai!





A vida é feita de retalhos coloridos: uns têm as cores da alegria, outras mais cinzentos...o importante é aprender com todos eles e valorizar os momentos bons...Ontem, tive vários momentos alegres: de tarde fui com a turma D a Lisboa ver uma exposição na Câmara Municipal, ao fim do dia vi a alegria das minhas filhas, ao entregar a prendinha do pai...Um miminho muito, muito lindo, que trouxeram do Colégio! Ah...e a Sara ficou entre os três primeiros da turma dela, no resultado do teste de Matemática! Parece que não sai a mim na Matemática e ainda bem! Fiquei tão orgulhosa!

19/03/09

Para Pais e Filhos

Esta ideia não foi minha, mas achei delicioso este vídeo, por isso, não resisti a partilhá-lo, com os devidos agradecimentos ao autor de um blogue, que recomendo:
http://cogitarlamego.blogspot.com/

17/03/09

Elefante Azul!

Era uma vez um elefante azul, que se sentia muito triste, por ser diferente dos outros!
Na floresta onde vivia, todos troçavam dele e ninguém queria brincar com ele!
Que triste que ele se sentia! Só lhe apetecia fugir...Haveria algum planeta que aceitasse elefantes azuis?
Os dias iam passando...um dia aconteceu uma tragédia: os humanos capturaram os outros elefantes...Mas o nosso pequenito elefante azul, sempre alerta e isolado...estava escondido a ver os outros brincar e presenciou tudo! Sem mais demoras, foi socorrer os colegas, roendo a armadilha, onde haviam caído os outros...Assim, perceberam que o importante não é a cor...ou qualquer outra diferença, mas o coração! Texto escrito livremente pela Jéssica 6ºD

Mais um poema da Primavera


A Primaver chegou
Trazia umas lindas asas de cetim...
Voou por todo o mundo
E coloriu o Jardim!
A Primavera chegou
Traz a cor do céu azul
O sol ameno levou
A tristeza para longe
Brilha, brilha no azul.
A Primavera chegou
Vestida de alegria
Tão verde
De alegre cor
Traz uma esperança de Amor.
Poema da autoria dos alunos do Clube, marcadora da Madalena 6ºC

O Filipe torcido!

Eles lembram-se de títulos, que não lembram a mais ninguém, como fizeram o André, o Bernardo e o Gonçalo da turma C...Curiosos para descobrir este Filipe Torcido? Eu cá, fiquei!
"Há muito , muito tempo, talvez nem haja tanto assim, para lá dos montes e montanhas, talvez nem tão longe assim...havia um Reino chamado Gigantolândia!´
Lá vivia um gigante muito estranho, chamado Filipe Torcido, que adorava a natureza e os animais.
Ele tinha um segredo, que nunca contara a ninguém, mas que nós descobrimos! De noite, vestia uma capa e umas botas mágicas e ía brincar com os seus amigos animais. O amigo mais especial era um peixe veloz e ágil, chamado Faísca, que adorava relaxar nas águas cor de prata do rio deste Reino...Não há um número capaz de contar as vezes em que estes amigos se encontraram!
O peixe tibha um dom especial...com um simples toque de barbatana, fazia com que a pessoa em que tocasse, pudesse respirar dentro de água.
Certo dia brilhante de sol, abrasado pelo calor, o nosso gigante decidiu ir ao encontro do peixe, seu amigo. Lá pelo menos poderia refrescar-se nas águas cristalinas. Porém avistou um barco de pescadores, que levavam nas redes o seu melhor amigo!
Desesperado, mergulhou nas águas e, como por magia, transformou-se em peixe...nadou, nadou, nadou...até que alcançou o barco e salvou o seu amigo peixe. Estava tão feliz que escolheu ficar peixe para sempre...Ali seria muito, muito feliz...estava farto de ser gigante, ainda por cima torcido!

Escrever, criar e inventar!

No Clube: " A Língua Portuguesa é fixe!"...Vivemos várias histórias por sessão! Aqui, vendem-se sonhos, numa manta de retalhos!(...)


A Ana preferiu escrever uma história, a partir de um dos jogos de escrita preferidos dos alunos: " A Arca dos contos", uma actividade cada vez mais solicitada e do agrado dos alunos...
Mas no Clube, fazemos muitas actividades em simultâneo: uns pintam/ ilustram, outros inventam histórias e escrevem textos diversos...e outros gostam de criar imagens no quadro, que tentam transpor para o papel, mas já não sai igual!
De uma forma ou de outra, dá-me um prazer imenso trabalhar no Clube, com tantas crianças, tanta diversidade de actividades, no meio de tanta fantasia! Aqui...sonhar é ainda possível...







(...)

Anabela...uma artista!



A Bela queria homenagear todas as mulheres que marcaram a sua vida: mãe, avós, professoras, irmã...o dia da mulher já lá vai, mas o tempo no Clube voa...e só agora estamos a concluir este trabalho.
A Bela desenho, mas a pintura tem sido a várias mãos e...ainda não está completo, mas quase.
Digam lá se ela não tem talento?

Árvores com texto




Algumas das árvores ainda não têm texto, mas não resisti a colocar estas...Que lindas!



Somos cada vez mais no Clube




Letras que são árvores!











No Clube a magia continuou! Estamos a elaborar trabalhos sobre a árvore e houve de tudo: Letras que se transformaram em árvore...árvores lindas com poemas ou excertos de obras...Agradeço aos meus artistas todos do Clube, que tanta vida dão a este Clube!
Desculpem o reflexo do sol...Estamos a fazer estas árvores especiais em papel...depois mostramos.

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

Momentos...

" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

"A viúva e o papagaio"

"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"