"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

31/01/11

A lebre e o cágado III

Era a tarde perfeita, para a lebre desafiar o cágado para a tal corrida, que nós conhecemos.
O cágado concorda e preparam-se para a corrida.
O cágado está nervoso, pois sempre teve medo de correr contra a lebre.
Passada meia hora, começa a grande corrida. Dali a nada, a lebre já vai a meio da corrida, mas o cágado ainda mal passara a linha de partida!
A lebre pára e descansa, pois pensa: "já ganhei!"
O cágado passa à frente dela, que nem repara e...ganha a corrida!
A lebre fica triste, por ter perdido!

Rita Nunes, 5ºA

Escrever sem a letra U

Passeando por entre os blogues das minhas amigas, descobri esta ideia no blog da Vera Vilhena, uma escritora fantástica.
Não hesitei a experimentar com os meus alunos e fiquei surpreendida. É que achava que era meio complicado, para alunos de 5ºano, mas afinal...adoraram o exercício e gostei dos resultados!
Começámos por relembrar a história da lebre e da tartaruga. De seguida, disse-lhes que iam fazer um exercício difícil...escrever a história, com as devidas e necessárias alterações, mas ainda assim teria de se perceber de que história se tratava, mas havia uma regra...a letra U desapareceu e não a podiam usar! Ficaram admirados no princípio e iam dizendo várias frases...onde aparecia o U...mas eu voltava a dizer..."essa palavra não dá...teria de ser outra ideia equivalente, sem nenhum U.
Foi assim que substituímos a tartaruga, pelo cágado e fez-se um silêncio total...Nem quinze minutos passaram quando o Cleofas me chamou e fiquei mesmo muito contente. Ora vejam:
"Certo dia a lebre propôs o tal desafio que o povo todo conhece: correr até à meta, para descobrir o mais rápido.
Hesitante, acaba por aceitar...e lá foram eles. A lebre, no início, foi com grande velocidade...mas em certo sítio, olha para trás e não vendo o cágado, pensa: "fico aqui a comer, até o cágado se avistar...ainda vem longe, certamente!"
Acaba por adormecer! E o cágado lentamente, sempre andando, ganha velocidade e chega à meta!
A lebre acorda e recomeça a corrida, mas vê na meta o cágado a sorrir! Fica tristíssima, a lebre...e chora!"

A lebre e o cágado...sem a letra U

"Certo dia a lebre e o cágado decidiram ir fazer certa prova de atletismo. A lebre e o cágado meteram o pé atrás da linha e........"GOOOOooooo"!
O cágado andava devagarinho e logo a dona lebre decide: "dormir é o melhor! O cágado vem tão longe, posso descansar à vontade!"
Mas, entretanto, devagar se vai ao longe...e o cágado vai chegando à meta e a lebre...dormindo!
E, de repente acorda. O cágado estava na meta, imaginem ...a dormir! Pobre lebre! É para aprender!"
VÍtor, 5ºA

Ser Professor!

"Ser professor é a mais nobre dádiva à humanidade e o maior contributo para o progresso dos povos e das nações. E, como ninguém nasce professor, é necessário aprender-se a ser. Leva muitos anos de estudo, trabalho, sacrifício, altruísmo e até dor. Um professor tem que aprender o que ensina, o modo de ensinar e tudo (mesmo tudo) sobre os alunos que vão ser sujeitos à sua actividade profissional. Mas não se iludam: depois de tudo isso um professor nunca está formado. Tem que aprender sempre. Um professor carrega para toda a vida o fardo de ter que ser aluno de si próprio. De se cuidar, de estar sempre atento, ter os pés bem postos no presente e os olhos bem focados no futuro. Ser professor obriga a não ter geração. Professor tem que saber lidar com todas elas, as que o acompanham durante quatro décadas de carreira. É pai, mãe e espírito santo. E, para o Estado, ainda é um funcionário que, zelosamente, se obriga a cumprir todas as regras da coisa pública..."
João Ruivo

30/01/11

As pupilas do Senhor Reitor...VII

Depois do casamento de Pedro e Clara e de Daniel com Margarida, essa pequena aldeia nortenha onde viviam, deixou de falar deles.
Como se costuma dizer lá para o Norte: "casou, honrou"...assim parece ter sido com as duas pupilas do senhor reitor.
Pedro e Clara continuaram a viver por lá, pois havia boas terras para lavrar e Pedro seguira os passos do pai, José das Dornas.
Já Daniel e Margarida foram para o Algarve, porque é uma terra encantada e o jovem médico tinha ânsia de conhecer novas terras, novas gentes. Talvez Margarida se pudesse dedicar aí ao ensino de crianças, como costumava fazer antes do casamento.
O primeiro filho de Daniel e Margarida chamava-se Diogo, este saiu ao pai. Era muito inteligente, mas não queria ser médico como seu pai. Tinha medo de se enganar, dar um remédio a uma pessoa e depois essa pessoa morrer! Por dentro, como se vê, Diogo é tal e qual sua mãe, a doce Margarida.
Então e que é feito de Pedro e Clara?
É o que vos vou contar.
Pedro e Clara tiveram um filho, que se chamava Marco. Nascera no mesmo dia de seu primo, o Diogo. Os pais até acharam graça, pois os dois casais também haviam casado no mesmo dia! A vida tem destas coincidências!
Marco saíra à mãe: era lindo, mas não era lá muito sério! Na verdade, levava tudo a brincar!
Na escola, fosse por ter dificuldades ou por ser leviano, não vingou, por isso, Pedro teve de o retirar dos estudos. -lo a trabalhar no campo a seu lado, desde cedo, mas Marco não se importou e começou a namoriscar com todas as jovens que se cruzavam na sua vida!
Já Diogo foi sempre um excelente aluno, o orgulho de seus pais. Porém, se Margarida e Daniel se aborreciam por qualquer assunto e discutiam...Diogo baixava sempre o seu rendimento na escola. Afinal, ele tinha o coração de sua mãe, era muito frágil. Não suportava ver os pais zangados! Por isso, ambos tentavam manter a harmonia no lar, acabando por viver um casamento feliz.
Pedro e Clara entendiam-se bem e graças à maneira de ser de Pedro, sempre sensato, também viviam em paz...mas quando discutiam...Ai, meu Deus!
Fábio Fouto, 6ºG

29/01/11

28/01/11

Um momento mágico, no meu dia...







Fui assistir à aula de ballet da minha bonequinha.
No final, os pais foram convidados a dançar com os filhos. Conseguiram fazer-me sorrir!
Claro que não sou uma bailarina lá muito elegante, mas isso não é o mais importante. O melhor da vida são estes momentos doces.

Quando formos como estas crianças, seremos grandes!


Um menino de quatro anos tinha um vizinho idoso, que perdera a esposa recentemente. Ao vê-lo chorar, o menino foi ter com ele ao quintal e...simplesmente... sentou-se no seu colo.
Quando a mãe lhe perguntou o que dissera ao velhinho, a criança respondeu:

-Nada, mãe, só o ajudei a chorar!


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Certo dia, na escola, alunos e professora examinavam uma foto de família. Uma das crianças da foto tinha o cabelo muito diferente do resto da família. Logo um aluno sugeriu que a menina seria adoptada.

Uma colega logo interveio e disse:

-Sei tudo sobre adopção, porque fui adoptada.

O primeiro perguntou:

-O que significa ser adoptado?

-Significa que cresceste no coração da tua mãe e não na barriga!


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Na escola iam representar uma peça de teatro. João queria muito ser escolhido, mas temendo que não fosse escolhido, a mãe foi preparando o seu coração.

Ao regressar da escola, João com os olhos brilhantes, gritou:

-Mãe, adivinha, fui escolhido para bater palmas e espalhar alegria.

Uma actividade diferente!


Não parece uma aula, muito menos de Língua Portuguesa...mas é! Estamos a desenhar um cenário... e a turma está muito entusiasmada!

O Verão ainda vem longe, mas...

Num dia de verão, fui com os meus pais e a minha irmã à praia.
Logo que chegámos, fomos brincar na areia, junto à água e comecei a olhar com atenção para o mar. E o que vi?
Uns peixes encarnados brincavam com as ondas, riam-se e davam saltos. Um deles distraiu-se e saltou para a areia, junto dos meus pés, mas voltei a colocá-lo na água, para que continuasse alegremente a brincar e não morresse.
O mar espreguiçava-se na areia, vindo brincar com os meus pés e eu esperava pela próxima onda, para continuar a brincar com a água.
Como recompensa, o mar ofereceu-me uns caranguejos e umas conchas lindíssimas.
Um dos caranguejos pediu-me:
-Põe-me no mar, pois tenho lá toda a minha família!
As conchas também disseram:
-Não abras a minha porta, a minha filha está a dormir.
Devolvi as conchas e caranguejos ao mar, que a rir e a saltar, desapareceram nas ondas.
Rafaela, 5ºA

26/01/11

Ovos ou pedras?

Hoje voltemos a histórias menos sérias, talvez mais infantis, mas com uma boa dose de imaginação e humor.
Trata-se de um texto do Dénnis do 5ºA, que escreveu esta fábula a propósito da personificação:
Um dia um galo estava a procurar milho para os seus filhotes e encontrou um lobo...Então meteu conversa com ele e perguntou:
-Oh, lobo, que fazes aqui a estas horas?
-Vim procurar alimento.
-Eu também, vim fazer o mesmo.
O lobo queria comer o galo, mas o galo era esperto...
Quando o lobo disse:
-Queres vir a minha casa, comer um caldinho que eu fiz?
O galo logo respondeu:
-Não posso, a minha família está à minha espera na capoeira, pois a minha mulher dá à luz hoje!
Então o lobo resolveu atacar o galo, mas o galo teve uma ideia:
-Olha, eu dou-te os meus filhotes, para comeres. Vou buscar os ovos à capoeira e tu ficas aqui à minha espera.
-Está bem! Mas não demores, porque estou com muita fome.
O galo regressou dali a pouco com umas pedras pintadas, que pareciam ovos!
Mal o lobo trincou uma, caiu-lhe um dente e começou a gemer de dores! O galo aproveitou-se disso e empurrou o lobo de um precipício abaixo! Não foi difícil pois o lobo saltava no ar, agonizando de dores, por ter trincado a pedra!

25/01/11

Ainda as "Pupilas do Senhor Reitor"

Desta vez, o texto é da minha Direcção de Turma. Eu simplesmente, acho-o excelente, digno de um escritor. Não consigo disfarçar a minha empatia com este texto, mas encaixa tão bem na história, que poderia muito bem ser a continuação da versão ouvida na aula.
(...) Margarida, Daniel, Pedro e Clara acabaram por casar no mesmo dia, numa cerimónia religiosa digna das suas educações.
Seriam dois casais perfeitos, se a atracção de Daniel por Clara não permanecesse dentro do seu coração prestes a acordar. Por mais que tentasse esquecer ou até ignorar todos os sinais, o certo é que cada vez que estava na presença de Clara, Daniel ficava sem reacção, com as mãos a transpirar e as pernas trémulas, um autêntico adolescente apaixonado!
Daniel estava confuso, por um lado não conseguia esquecer Clara, por outro sentia uma grande admiração por Margarida e uma enorme amizade pelo irmão.
A cada dia que passava a convivência entre os quatro tornava-se um tormento para Daniel e mais ainda quando recebeu a notícia da gravidez de Clara.
Iria ter um sobrinho da mulher que amava e agora, mais que nunca, deveria esquecê-la.
A admiração que sentia por Margarida não era suficiente para ser feliz e muito menos para fazer alguém feliz.
Por mais que pensasse, uma única ideia lhe iluminava a mente...Talvez a ideia mais sensata para todos. Não tinha o direito de estragar a felicidade dos outros.
Partiu e deixou uma carta.
"Querida Margarida, mereces alguém que te faça feliz, preciso pensar no caminho que quero seguir. Talvez o meu destino estivesse traçado pelo desejo do meu pai e a minha missão seja servir o Senhor..."
Margarida desiludida com a vida, não percebeu o motivo de Daniel, mas respeitou-o. Não voltou a casar e dedicou o resto da sua vida a tomar conta dos sobrinhos, filhos de Clara e de Pedro, que viveram felizes, sem saberem o motivo da separação de Daniel e Margarida.
Agora...por onde anda Daniel...imaginem, inventem e escrevam como eu.
Gonçalo Cavaco, 6ºG

24/01/11

AS PUPILAS DO SENHOR REITOR V!

O casamento de Pedro e Clara não foi lá muito feliz, pois Pedro teve que ir cumprir o serviço militar e Clara ficou sozinha. Desafortunadamente, apaixonou-se pelo novo pároco da aldeia!
Felizmente, ninguém sabia desse romance secreto, se não já se adivinham os mexericos que correriam lá pela aldeia!
Mas vamos falar de um casamento feliz, Daniel e Margarida tiveram três filhos: Pedro, Clara e António.
O Doutor João Semana, já de idade avançada, adoecera e ficara sob os cuidados de Daniel, que agora era o médico da aldeia.
Margarida deixara o seu trabalho, para se dedicar aos filhos.
E o Senhor António, o reitor?
Ele deixara de ser o pároco da aldeia e dedicara-se ele ao ensino das crianças, substituindo Margarida.
E ainda se lembram da Francisca? Aquela que esteve para casar com Daniel?
Ela não ficara lá muito feliz por Daniel ter casado com Margarida, pois no fundo ela ainda gostava dele, mas teve de se resignar e continuar à procura de noivo.
O senhor José das Dornas seguira o exemplo dos filhos e também se casou, pois achava que ficar viúvo era demasiado triste.
Na altura do noivado do senhor José das Dornas, o filho mais velho de Daniel e Margarida tinha 11 anos; Clara, a do meio, tinha oito e o mais novo 5.
Pedro e Clara também foram ao casamento, mas ambos estavam zangados, pois Pedro regressara e descobriu que a sua esposa andava a encontra-se às escondidas com o jovem padre! Contudo, escondeu no seu coração esse desgosto, para que ninguém suspeitasse e não ficar mal falado.
No meio de tantos amores e desamores, Margarida e Daniel foram os mais felizes e viveram felizes, pois parecia que Daniel finalmente ganhara juízo.
João Caeiro, 5ºD

Todos são capazes!

22/01/11

As pupilas do Senhor Reitor...4

Alguns alunos não páram de me surpreender, mostrando uma escrita bastante madura, apropriada à obra lida, que me parecia difícil, pelos contornos de intriga, traição, amores e desamores de Daniel, Pedro, Clara e Margarida.
Difícil, difícil é escolher o texto que irá representar a turma! Os alunos que me desculpem, por não poder escolher todos, mas regras são regras e...a custo terei de ir fazendo a selecção em cada turma. Mas estão todos de parabéns, mostrando que são alunos empenhados e responsáveis.
Deixo-vos com mais um texto do André, do 5ºD, um dos meus melhores "escritores", um menino de ouro, que cativa os professores e conquista todos os que o rodeiam. Sabes, André, tive muita sorte por te ter conhecido e ser tua professora. Obrigada!
Duas semanas depois do casamento, Daniel e Margarida saíram da aldeia e foram viver para Lisboa. Margarida tinha sido chamada para ir dar aulas numa escola e Daniel foi trabalhar para um hospital.
Alguns anos mais tarde, tiveram um filho, um rapaz. O rapaz crescia rapidamente, era forte e chamava-se Manuel.
Manuel nunca tinha visto o seu avô, José das Dornas, porque já tinha nascido em Lisboa.
Um dia chegou uma carruagem e saíu de lá o senhor padre António, o senhor Reitor, que perguntou ao Manuel onde estava o Daniel. Manuel disse-lhe onde estava e o padre António logo se apressou a ir ter com Daniel, para lhe contar uma notícia.
O padre António disse a Daniel:
-O seu pai, José das Dornas, está doente e disse-me para lhe perguntar se pode voltar à aldeia para o ver.
Daniel disse que sim, chamou Margarida e Manuel e foram para a aldeia.
Como João Semana já se tinha reformado, só Daniel poderia curar José das Dornas.
Quando Daniel viu o pai, descobriu que sofria de uma pneumonia. Daniel foi comprar medicamentos, mas José das Dornas até já se estava a sentir melhor só por conhecer o neto.
Pedro e Clara já tinham quatro filhos: O Bernardo, o Fernando, o Artur e o Carlos. Tinham uma filha: a Maria.
A pouco e pouco, os remédios fizeram efeito e José das Dornas foi-se recuperando.
Daniel e Margarida acharam que já podiam voltar, mas Manuel não queria, dizia que não queria ficar longe do avô, mas depois de muito falar, disse que estava apaixonado por Maria, filha de Pedro e Clara.
Daniel e Clara tinham de ir trabalhar para Lisboa e, com alguma insistência, Manuel lá aceitou ir com os pais para Lisboa.
Ainda Manuel não tinha chegado a Lisboa e já tinha saudades de Maria!
Quando chegou a Lisboa, a imagem cintilante de Maria não saía do seu pensamento! Nunca a esqueceria, nem poderia viver sem ela!
Os anos passaram e chegou a altura de Manuel trabalhar. Manuel era ardina, ele não queria ganhar muito dinheiro, apenas o suficiente para ir para a aldeia ver Maria.
Numa fria manhã de nevoeiro, Manuel juntou as suas poupanças, deixou um bilhete, fez as malas e partiu.
Quando chegou, Maria já não se lembrava de Manuel. Afinal já tinham passado quinze anos!
Mas ao olhar nos olhos de Manuel, as lembranças do seu amor de infância voltaram.
Entretanto, em Lisboa, Daniel e Margarida já tinham lido o bilhete e estavam a caminho.
Manuel pediu Maria em casamento e Maria aceitou. De repente, ouviu-se uma carruagem a aproximar-se, eram os pais de Manuel.
Quando chegaram, Manuel contou aos pais que se ia casar com Maria, o que veio a acontecer uma semana mais tarde.
E como em todas as histórias de amor, esperemos que tenham sido felizes para sempre.

21/01/11

"As pupilas do Senhor Reitor" 3

Francisca era muito ciumenta e ainda amava Daniel, por isso faria qualquer coisa para se livrar de Margarida e recuperar o amor de Daniel. Estava furiosa e uma mulher ciumenta e despeitada é capaz de tudo!
Eu ainda me pergunto se não seria ela disfarçada de Pedro, naquela noite sombria em que Daniel se viu ameaçado com uma espingarda!
Mas vamos continuar a história...Margarida estava constipada e tomava medicamentos...sorrateiramente, Francisca entra no seu quarto e envenena a água com que Margarida, mais tarde, tomou os medicamentos.
Pedro contou a Clara o sucedido, pois Margarida quase falecera, sendo salva a custo por seu marido, Daniel.
Por esta altura, Margarida e Daniel já tinham dois filhos, Ricardo e Sandra.
Um dia, os filhos perguntaram a Margarida, já quase restabelecida, se podiam ir brincar para a rua e esta concordou.
Eis que passa Francisca, que fica abismada por Margarida ter sobrevivido!
-Com o marido médico, safou-se! Mas para a próxima, não escapa!
Aguardou pela festa da desfolhada e, quando Margarida gritou: "Milho Rei! Milho Rei!", Francisca aproximou-se com uma navalha na mão e, em vez do tradicional abraço, espetou uma facada em Margarida e...desapareceu no meio da multidão que acorrera ao ouvir gritos!
Margarida teve de ir para o hospital do Porto, pois o seu estado era grave demais, para ser tratada por Daniel.
-A polícia está a investigar tudo, passo a passo!- afirmou Daniel, sossegando sua esposa.
Ricardo e Sandra estavam juntos na sala de espera, com os tios Pedro e Clara, brincando com seus primos: Joel e Rui.
Passado algum tempo, Joel e Rui foram à polícia e bateram à porta: Truz, Truz! E uma voz grossa, como o som de uma tuba respondeu:
-Entre!
Os rapazes contaram tudo o que sabiam, pois tinham presenciado tudo escondidos! Entregaram Francisca, a filha do escriturário da aldeia, que foi presa.
Finalmente, Daniel e Margarida puderam viver em paz.
Quanto ao destino de Ricardo, Sandra, Joel e Rui...continua o mistério!
Miguel, 5ºA

"As pupilas do Senhor Reitor" 2

(...) Depois de todos os aparatos e intrigas, Pedro viu Daniel a namoriscar com Francisca!

Sem querer acreditar que, depois de tudo o que acontecera, Daniel pudesse ser capaz de enganar Margarida, Pedro sem se conter correu para o irmão, dizendo:

-Tu és um homem sem carácter! Não mereces que a Margarida sofra por ti.

Francisca, vendo que os dois irmãos poderiam "enrolar-se" numa luta, correu para a capela, gritando:

-Padre! Padre! Venha socorrer-me!

O padre correu, agarrando na sua batina acercou-se do local da contenda e encontrou os dois irmãos a lutar entre si:

-Parem com isso, homens de Deus!

Ouvindo o padre, os dois pararam de lutar, mas continuaram zangados.

Passado algum tempo e como os dois continuavam sem se falar, o pai ameaçou deserdá-los.

Daniel resolveu pedir desculpa pelos erros cometidos a Margarida.

Margarida, vendo que o arrependimento do marido era verdadeiro, acabou por perdoá-lo.

Pedro e Daniel também perceberam que era melhor fazerem as pazes.

O pai viu todos novamente felizes e também fez as pazes com os filhos.

E querem saber a melhor? Francisca acabou por ir para Lisboa com o padeiro da aldeia!


Francisco Rega, 5ºA

18/01/11

E se a história continuasse?

Respondendo a um desafio do Semanário Sol e do Plano Nacional de Leitura, estamos a construir histórias a partir de histórias, pois "quem conta um conto, acrescenta um ponto"...Recordam-se de :"As pupilas do Senhor Reitor"? Então imaginem essa história contada às crianças e depois o desafio é continuar a escrever...
No 5ºD, o primeiro a mostrar-me o texto foi o Nuno, um aluno que parece ter desabrochado neste período, pois participa com gosto. De repente, tornou-se noutro aluno, pois está sempre de dedo no ar, para responder e tem feito tudo para melhorar.
Querem ler? Cá vai:
" Pedro e Clara vieram, finalmente, em data que desconhecemos, a unir-se pelos laços do matrimónio.
Margarida, com a bênção do reitor e perante as insistências da irmã- e sobretudo porque, lá bem no fundo, era esse o seu maior desejo-, exclamou com voz trémula:
-ACEITO!
E como acontece em todas as histórias de amor, não duvidamos de que também neste caso os noivos foram muito felizes e tiveram muitos filhos."
Será que foi assim mesmo? Eu por mim, gosto de finais felizes, mas voltemos à história. Pedro e Clara tiveram dois filhos: o João e a Carolina.
João era um menino muito triste e isso preocupava muito o pai. Já Carolina era muito feliz e Pedro, seu pai, dizia muitas vezes que o sorriso dela era uma flor a brilhar.
Quanto a Daniel e Margarida, esses tiveram apenas um filho, que era o Manuel.
Manuel era solitário, mas esses temperamento e maneira de ser não o tornavam triste. Pelo contrário, a tristeza não fazia parte dele, que era um menino meigo e doce, um apaixonado pela vida.
Certo dia, Margarida foi visitar o senhor Reitor, seu querido tutor, a quem devia toda a sua felicidade, até mesmo o seu amor pois, graças a ele, conquistara o homem da sua vida: Daniel.
Porém, mal chegou a sua casa, a alegria dela dissipou-se...Espreitou pela porta entreaberta do quarto e viu-o muito doente!
Foi a correr chamar por Daniel, pois sendo médico, talvez, pudesse salvá-lo...Tinha de ser capaz de o curar, pois Margarida ainda não estava preparada para perder o seu querido amigo, quase um pai para ela.
Encontrou Daniel e mal conseguia explicar-lhe o motivo de tanta dor, chorando no ombro do seu querido marido.
A custo, Daniel conseguiu perceber que algo estava a atormentar a doce Margarida.
-Que foi, meu anjo, que se passa?
-É o senhor Reitor! Ele...ele...ele está muito mal.
Daniel que também devia tantos favores ao senhor Reitor e se tinha afeiçoado a ele, exclamou:
-Tenho de fazer alguma coisa!
-Pois tens, querido...Tens de o salvar. Por favor, não deixes que ele morra.
-Calma, Margarida, vamos ver o que se passa, qual a doença do reitor...veremos...vou fazer tudo, que puder. Bem sabes, como lhe estou grato.
Daniel foi logo para casa do Reitor, pedindo a Margarida que avisasse a irmã, pois Clara também gostaria de estar junto do reitor num momento destes.
Assim foi...Daniel descobriu, depois de muitas perguntas e exames, que o Senhor Reitor estava com uma pneumonia...E felizmente, isso já tinha cura, embora demorasse algum tempo e o reitor precisasse de descanso e muito repouso.
Algum tempo depois, o Reitor sentia-se novamente com forças e a doença começava a desaparecer.
Durante todo esse tempo, Clara e Margarida tratavam do Reitor, como se fossem suas verdadeiras filhas. Com toda esta convivência, os filhos de Clara e Pedro tornaram-se muito amigos de Manuel. Passaram a andar sempre juntos. Manuel deixou de ser aquele menino, outrora solitário, João deixara de ser triste...e Carolina, que deixara de ser criança e se tornara numa jovem muito bonita, começou a encantar o seu primo...tal como seu pai, Daniel, se sentira quando conheceu sua mãe, Margarida, uma adolescente de doze anos, que guardava um rebanho, mas que deixara seu pai extasiado perante a sua beleza!
Foi assim que Carolina e Manuel se tornaram namorados e sete anos depois...CASARAM!
Foram muito, muito felizes e João e Manuel foram sempre os melhores amigos, pois descobriram que a amizade é o maior tesouro do mundo.

14/01/11

O teatro que fomos ver...

O valor do silêncio!

Um homem dirigiu-se a um convento de clausura, isto é, um convento onde se vive longe do ruído da cidade e num silêncio desejado.Perguntou a um desses monges:
- Que aprendeis vós com a vossa vida de silêncio?
O monge estava a tirar água de um poço. Disse ao seu visitante:
- Olha para o fundo do poço. Que vês lá dentro?
O homem olhou para dentro e disse:
- Não vejo nada.
O monge ficou algum tempo sem se mover e no final disse ao visitante:
- Contempla agora. Que vês no fundo do poço?
- O homem obedeceu e repondeu:
- Agora vejo-me a mim próprio: espelho-me na água.
O monge concluiu:
- Vês? Quando eu mergulho o balde, a água fica agitada. Agora, pelo contrário, está tranquila. É esta a experiência do silêncio: o homem vê-se a si próprio.



in "Bons dias" de Pedrosa Ferreira

11/01/11

Amanhã é um dia especial...

O meu 6ºG vai assistir à peça:"A aventura de Ulisses" no Colégio São João de Brito, em Lisboa.
Comecei a ler a obra, de autoria de Maria Alberta Menéres, e estão a adorar!
Estamos cheios de projectos! Ainda hoje, pela primeira vez desde há muito tempo, senti-me feliz com o Artur, que tem tanto jeito para representar! Estou cheia de sonhos e ideias e ansiosa por vê-las em prática!
Em EA lemos "As pupilas do Senhor Reitor"...para dar resposta ao desafio do semanário Sol...No fim, Daniel casa com Margarida e Clara com Pedro...e serão felizes para sempre? Como continuar a história?
Sei que me vão surpreender...

10/01/11

As pupilas do Senhor Reitor...

O semanário SOL associa-se ao Plano Nacional de Leitura na iniciativa «Quem conta um conto, acrescenta um ponto...»
Deste modo, vou ler aos alunos um clássico, de entre as várias opções, com uma linguagem adaptada ao 2ºciclo, por forma a podermos concorrer a esse concurso.
Os alunos têm apenas de escrever um conto que dê seguimento a um dos livros da colecção CLÁSSICOS PORTUGUESES CONTADOS ÀS CRIANÇAS, editada pelo semanário SOL.
No 5ºA já iniciámos a leitura de "As pupilas do senhor Reitor", estando a turma muito curiosa para descobrir com quem o Daniel vai ficar no fim, com a Margarida, a Francisca ou a Clara!
Eu estou curiosa com os contos que eles irão escrever e quem irá representar cada uma das minhas turmas.

A floresta mágica

Um dia eu estava na rua, quando vi um senhor muito velho que me disse:
-Eu estou doente e acho que vou morrer, ficarei melhor se fores a uma floresta mágica e trouxeres de lá uma flor azul com bolas amarelas.
Como queria ajudar aquele senhor que estava doente, fui à procura da floresta mágica e da flor azul com bolas amarelas.
Quando cheguei à floresta, estava uma árvore a mexer as raízes e eu disse:
-Esta árvore está a mexer-se, mas será que fala?
A árvore aproximou-se e falou:
-Olá...eu sou uma árvore mágica e tu és uma criança que está a procurar uma flor azul com bolas amarelas, eu sei isso porque adivinho coisas.
Eu pensei que a árvore pudesse saber onde estava a flor e, por isso, perguntei:
-Sabes onde está a flor?
-Sim, está ao pé de uma gruta onde vive um ogre, mas não te preocupes com o ogre, ele até é simpático!
Eu disse adeus à árvore e fui procurar o ogre. Pelo caminho vi pássaros a dançar e um javali com óculos a ler um livro.
Depois de muito andar, vi o ogre e ele disse:
-Bom dia, deves ser a criança que está à procura da flor azul com bolas amarelas.
Eu disse que sim e perguntei:
-Sabes onde está a flor?
-Sim, tenho uma aqui na minha gruta.
O ogre deu-me a flor e eu fui a levá-la ao senhor que estava doente.
O senhor olhou para a flor, murmurou umas palavras mágicas e ficou melhor.
E assim acaba a história da floresta mágica.
André, 5ºD

Ilusões?

Era uma vez um menino que tinha tantas ilusões, eram tantas, que os seus colegas também começavam a tê-las.
Um dia o menino estava numa loja de computadores e viu um computador a dizer para o outro:
-Ouve lá, por que é que nós estamos aqui?
-Sei lá, talvez para nos venderem.
-É uma possibilidade...
-Se calhar, é!
O menino já devia estar com ilusões ou alucinações...Computadores a falar?!
Mais à frente, viu duas televisões a conversar:
-Ouve lá, queres ouvir uma piada?
-Diz lá...
-Estavam dois amendoins numa árvore, um cai outro descasca-se a rir.
-Ah, ah, ah! Que piada! Liga mas é a televisão.
O miúdo estava ainda a rir, mas logo se deparou com dois livros chateados...
-Estás a rir de quê?!
-De nada, seu ignorante!
Estás a chamar ignorante a quem?
O menino afastou-se e deixou-os em paz...Mas quando chegou a casa, viu a sua casa a dançar com a dos vizinhos!
Seriam ilusões?
Pedro Ferreira, 5ºD

O menino que não lavava os dentes!

De manhã o dente molar acordou e disse ao dente do siso:
-Olá companheiro, estás bom?
-Não! Tenho um buraco que me incomoda-respondeu o dente do siso!
-Eu também estou cheio de tártaro-disse o canino!
-Tive uma ideia, vamos todos gritar, até o menino ficar cheio de dores.
-Vamos todos gritar, ao mesmo tempo:1,2,3...Aaaaahhhhhhhh!
O menino teve mesmo que ir ao dentista, pois não suportava as dores!
Quando veio do dentista, já tinha os dentes arranjados e decidiu lavá-los todos os dias.
Temos de lavar os dentes, para não nos doerem e crescerem saudáveis.

Nuno, 5ºD, texto personificado

07/01/11

A Adolescência!

Um Mundo de Mudanças from Joninhas on Vimeo.

Afectividade e Emoções!

Viver a adolescência, com todas as mudanças que ocorrem e lidar com toda a ansiedade que isso provoca, nem sempre é fácil.
"O Mundo Brilhante" veio à nossa Escola promover uma actividade lúdico-pedagógica sobre Afectividade e Emoções: dois turbilhões!
Proporcionou aos nossos alunos um momento de reflexão sobre as questões que os fazem corar"... Tratou-se de uma actividade interactiva, sendo de elogiar a forma como foi conduzida!
Dei comigo a pensar:"quem me dera ter este jeito para cativar a atenção e esta arte de bem saber colocar a voz!"
Como estava livre, pude acompanhar a minha Direcção de Turma ao CRE e gostei da forma como os meus alunos ajudaram a dinamizar a actividade, principalmente o Pedro, pois fiquei admirada por vê-lo intervir tantas vezes e tão a propósito. Ao que parece, o meu "Pedrocas" ficou muito entusiasmado ao tentar descobrir dicas sobre como conquistar as raparigas! Mas ele próprio afirmou que elas gostam sobretudo de um rapaz inteligente, meigo, que as saiba ouvir.
Descobriram que as hormonas são "as culpadas" por tantas emoções e que estar bem consigo próprio é que é ser atraente.
Também estava no CRE o meu 5ºA, que participou com entusiasmo e devo dizer que fiquei orgulhosa de todos eles, pois afinal portaram-se à altura.
Hoje senti muito orgulho de ser DT do 6ºG.

03/01/11

A bruxa do poço!

Era uma vez uma bruxa teimosa, que vivia num poço. Ela estava muito enervada e a resmungar:
-Estou farta desta vassoura! Está sempre a avariar!
E a bruxa teimosa começou a atirar a vassoura com força para o chão, até que a partiu! A bruxa ficou ainda mais enervada! Portanto, pegou na sua vassoura e aprisionou-a numa cápsula de vidro.
O coelho Albertino ia a passar e viu a cápsula com a vassoura partida. Como era curioso, aproximou-se e ficou preso também, mal tocou na cápsula! A bruxa entusiasmada disse:
-Vejo que já tens um companheiro!
Mas ao ir-se embora, a bruxa deixou cair as chaves!
O guaxinim Roberto, que estava à procura de comida, viu o Albertino bater no vidro da cápsula! De certeza que estava a pedir ajuda...Albertino apontou para as chaves, mas Roberto, sem perceber nada, corrigiu-o:
-É feio apontar!
Albertino colocou a mão na testa, mas Alberto percebeu que as chaves que a bruxa deixara cair, abriam a cápsula e libertou o pobre coelho.
Albertino abraçou Roberto, agradecendo o seu gesto de bondade, mas resolveram vingar-se da bruxa. Cada um pegou numa metade da vassoura e deram-lhe a ordem de bater na bruxa!
Afinal, parece que correu bem para os animais, pois a bruxa ficou sem dois dentes!
André e João Mateus, 5ºD

O velho e o anel mágico!

No tempo em que as galinhas tinham dentes, existiu um velho muito curioso, que decidiu viajar.
Quando chegou ao seu destino, apareceu-lhe um estranho homem que lhe disse:
-Toma este anel. Ele é mágico...Este segredo tem de ser bem guardado. Quando precisares, ele te ajudará.
-Obrigada, meu bom homem. E...sim...vou guardá-lo.
Mais tarde, o velho tendo de passar por uma floresta, com densa erva, foi picado num pé por uma serpente! A custo, conseguiu matá-la e arrastou-se até junto de uma fonte, onde esgotado saciou a sede. Desmaiou e, ao acordar, não se recordava de nada!
Reparou no anel e perguntou-se de onde viera aquela jóia! O brilhante do anel começou a ficar vermelho e disparou um raio, que acertou na testa do velhote! Novamente, o velho desmaiou, mas ao acordar, recordou-se de tudo e disse:
-Já sei por que razão este anel é mágico!
Quanto ao motivo por que o recebera, continua um mistério! E quem seria o homem que lhe apareceu?
Pedro Dionísio e Luís, 5ºD

02/01/11

Há seis anos...voltei a ser Mãe!

E há seis anos atrás...voltei a ser Mãe de uma linda princesinha, que nasceu com 3,5 kgs e com 50 cm! Quando tive a Sara, o médico dizia que eu só tinha comido para mim, que não dera nada à bebé, pois a Sara nasceu com pouco mais de 47cm e era muito magrinha!
Mas a Sofia, não! A Sofia era a mais forte dos bebés que nasceram naquela noite. Engraçado é que ambas tinham a mesma data prevista para nascer: 3 de Janeiro, mas a Sara adiantou-se e veio a 28; a Sofia deixou-me passar a passagem de Ano em casa, mas dia de Ano Novo à noite...lá me levou ao hospital, para nascer dia 2 de manhã cedo.
Nasceu com imenso cabelo, todo negro. As enfermeiras diziam-me:"A sua...já precisa de pente!"
Modificou muito: o cabelo tornou-se castanho claro! Há quem diga que se parece comigo e eu fico toda vaidosa. Na verdade, acho que a Sara se parece comigo interiormente, por ser tímida e calada, mas muito meiga e generosa. A minha amiga Sandra diz sempre que somos as duas iguais, até nos defeitos! Já a Sofia é mais "aberta", mas também só o é no ambiente dela, ou quando ganha mais confiança. Às vezes penso que se não fosse por elas, a vida não teria grande sentido, por isso, aquilo que hoje sou, devo-o às minhas filhas que amo.
Se tivesse mais estabilidade económica e emocional...gostaria de ter mais filhos...um rapaz, então, seria um sonho, mas a vida não me deixou...por isso, sou um bocadinho mãe dos meus alunos, daqueles que deixam, pois acho que não há nada melhor no mundo, que as crianças.
Nasci para ser Mãe. Quando fiz estágio a minha orientadora disse que eu usava um "ar maternal" nas aulas...e tenho-me dado bem.

Fascinante!

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Bons Sonhos!

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"Poema em P"

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Criar e imaginar

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Momentos...

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" A Menina do Mar"

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"A viúva e o papagaio"

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"O meu amigo, o sono"

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