"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

30/04/11

Prendas para a Mãe!







...feitas pela minha Sofia, no colégio. Não resistiu e já as recebi hoje.


Agora, está enfiada no quarto a "fabricar" mais surpresas com a mana, para amanhã...E, na segunda, ainda me aguarda outra surpresa no Colégio! Pediram roupa prática...
Que será?

Feliz Dia da Mãe, para todas as mães do mundo.

Rafting Africano





Fomos ao Badoca Safari Park e uma das diversões em que andámos foi no Rafting Africano e agora vem aqui um poema de encantar:

Andámos no Rafting Africano
Onde a bóia ia rodando, rodando...
Que divertido!
E claro, adorámos.

Queríamos ficar ali
Pois, claro!
Mas não podia ser
Porque a chuva... caía a valer!

Fomos num dia de chuva
Que azar!!!
Encharcámo-nos todos
Mas foi de pasmar!!!

Foi pouco tempo...
E pedimos outra vez
Mas não nos deixaram
fazer nem dois nem três!!!







Joana, 5ºD

29/04/11

Rafting à chuva!













Como já é quase tradição...voltei ao Badoca! Desta vez, fui acompanhar o 5ºD, embora o meu 5ºA também tivesse ido, acabando por ser uma diversão a dobrar.

Fomos em autocarros diferentes, pois também foram as turmas B, G e J, mas no parque brincámos todos juntos...Apesar da chuva, não deixámos de andar no Rafting, embora só uma vez...Também não tivemos sorte com as aves de rapina, pois só duas, o mocho de orelhas e a águia, puderam mostrar as suas habilidades, mas o safari foi divinal...e as brincadeiras ficarão na nossa memória.

No regresso, os meus alunos da turma D adormeceram na sua grande maioria...Tenho tantas fotos deles a dormir, que me fazem sorrir, pois ainda acho que não há nada mais bonito do que olhar para uma criança a dormir...

Como um dos grupos se queixou de não ver a girafa, deixo-vos as fotos do nosso grupo, que as viu bem de perto.

E a cabrinha, em cima das outras, para conseguir comer? E fazer festinhas, ao cavalo?

Foi bem divertido!

28/04/11

Concurso de Ortografia

Já sabemos os resultados do concurso de ortografia e fiquei muito contente com o resultado da Rita do 5ºA, que ficou em 2º lugar.


Parabéns, minha querida Rita.

O Macaco de rabo cortado!

26/04/11

Ser...

Ser livre é como uma ave
que voa pelo céu imenso.
Ser livre é poder dar
a nossa opinião.

Ser livre é poder criticar
as coisas sem nos mandarem.
Ser livre é poder falar
livremente.

Ser livre é poder organizar a nossa vida,
Ser livre é nós passarmos
na rua sem ninguém
nos estar a observar directamente.

Ser livre é não irmos
para a prisão por coisas insignificantes.
Ser livre é ter independência
de sermos nós próprios.




Pedro Ferreira e João Miguel, 5ºD

Receita para escrever um conto...

Escolhe a personagem que vai ser o herói da tua história:



Príncipe/princesa; top-model; soldado; arqueólogo; professor; amigo…


Imagina qual será o seu maior sonho, o que lhe falta para ser feliz:




Casar; ter um anel mágico; descobrir um tesouro; ser famoso; herdar um quadro valioso…


Pensa o que pode fazer o teu herói para alcançar o sonho:



Arranjar uma namorada; ter uma prancha de surf; viajar para uma terra distante; fazer uma operação plástica…



Que dificuldades vai encontrar pelo caminho?



Gangsters; feiticeiros; labirintos; fadas más; telemóvel avariado…



Por que situações passa o teu herói?



É ferido com gravidade; é condenado a trabalhos forçados; é vencido num concurso; é vítima de um feitiço; é vendido como escravo…



Como conseguiu ultrapassar todas as dificuldades?



Com a ajuda de uma amiga; com a ajuda de um anel mágico; com confiança nas suas capacidades; com o uso do que aprendeu na escola…



Quem é o seu adversário/rival do teu herói?



Um dinossauro; um marciano; um cientista maluco; um falso amigo; um traficante de armas…



No fim da “viagem”, em que lugar se encontra o herói?



No alto de uma montanha; num castelo; em Paris; num templo budista; num planeta desconhecido; no reino das mil e umas noites…



Como acaba a história?



De uma forma feliz; de uma forma totalmente “louca”; de forma nenhuma…



Afinal, como é que se chama esta história?

???




Ideia retirada de "O Castelo dos aprendizes"




Experimentei hoje esta receita em Estudo Acompanhado, no 6ºG e 5ºA...Aqui fica um dos "cozinhados" obtidos com esta fabulosa receita:




Em tempos que já lá vão, num castelo antigo, vivia um jovem e solitário príncipe. Seu coração apenas tinha um sonho: conhecer uma princesa, de bom íntimo, para se casar...Não precisava de ser uma top model, nada disso, apenas tinha de ser meiga e compreensiva, com um coração bondoso.


Resolveu começar a percorrer terras, em busca do seu grande amor, pois precisava de encontrar a namorada ideal com quem casar...mas eis que numa dessas viagens, encontra um terrível feiticeiro, que lhe lança um feitiço: só conseguiria encontrar o seu verdadeiro amor, se conseguisse que uma princesa se apaixonasse por ele, sem que ele pronunciasse uma só palavra! Sem saber como, o jovem príncipe perdeu a voz! Mas não desistiu, pois acreditava nas suas capacidades, afinal aprendera na escola que muito mais importante que falar, é demonstrar... E continuou a sua caminhada...De súbito, aparece-lhe um dragão! Pobre príncipe! Não bastava estar mudo, ainda tinha de lutar com um DRAGÃO?!!


Acham que ele desistiu? Claro que não! Ser corajoso e ter sempre esperança eram outras das suas virtudes. Puxou da sua espada e enfrentou o dragão...com tanta garra que...uma fada, comovida com o seu esforço, o transportou para o reino das "mil e uma noites"...


Neste reino, princesas era o que menos faltava, pois era o reino dos sonhos e desejos. O nosso jovem príncipe andou disfarçado pelo reino mágico durante alguns dias, para perceber qual das princesas era a do seu sonho e...de repente, ali estava ela, mesmo na sua frente! Como a conquistar, sem lhe poder confessar os segredos do seu coração? Começou por lhe oferecer rosas...afinal, todas as mulheres gostam de flores, certo?


No dia seguinte, vendo-a a passear, aproximou-se devagar e ofereceu-lhe o seu melhor sorriso, seguindo-a calmamente, sem a assustar. De vez em quando, fazia brincadeiras, para que ela achasse graça...e despediu-se com outro sorriso e um aceno de mãos...


Dia após dia, o príncipe foi descobrindo maneiras mil de encantar a princesa, ofereceu-lhe um coração de papel, decorado com cores...e um dia, salvou-a de ser atacada por uma serpente!


Nesse momento, o jovem recuperou a voz, sinal que a princesa estava apaixonada!


Declararam o seu amor eterno e voaram para o reino do príncipe, outrora solitário.


Ser livre como a nuvem...

A Liberdade é harmonia
E é como voar
Nas asas de um passarinho
Só é preciso...acreditar.

Ser livre é como uma nuvem
Que voa por onde quer
Só é preciso estar no céu
Para ter o que quiser...


André e Daniel, 5ºD

25/04/11

Repensar Abril...



...os valores conquistados e a luta que se faz presente novamente!
Recordar os rostos e a voz daqueles que outrora nos deram a LIBERDADE!


"Cantei! Cantei com alma e coração! Cantei, com toda a força e muito empenho, A saga deste povo, cujo engenho Impôs ao mundo o nome da nação... Zurzi, com muita gana e mor furor, Os biltres que trairam o país, Senti o coração vibrar, feliz, Por ver na minha musa algum valor... Que nunca se nos varram da memória Os homens que, fazendo a nossa história, Lutaram p'la justiça, com moral...Mas, porque somos hoje um país novo, Lembremos que, nascidos deste povo, Há outros que traíram Portugal..."


Vítor Cintra Do livro: À DISTÂNCIA

13/04/11

Até breve!

Não estranhem a minha ausência, por aqui...pois amanhã vou para um lugar muito tranquilo, descansar a sério. Desta vez, longe de ruídos, de computadores...de tudo! Volto dia 25 de Abril, até lá beijinhos e uma Páscoa bem docinha.

Aos meus alunos, queria dizer parabéns a todos os que tiveram boas notas, em especial aos alunos que entraram no TOP da escola, parabéns aos que mesmo sem entrarem no TOP, se esforçaram e deram o seu melhor...e aos alunos que estão com negativas, queria dizer que não desanimem, nem desistam...ainda há um período escolar e, se trabalharem muito, poderão recuperar.

Já tenho saudades vossas, pois a escola sem alunos, não me agrada e...o silêncio faz falta, mas prefiro o tempo que passo com os meus alunos.

08/04/11

Uma Páscoa muito, muito doce...


Depois de uma semana muito cansativa e recheada de tarefas...chegamos ao final de mais uma etapa, neste ano lectivo.

Nesta semana, tivemos uma exposição interactiva de Línguas, um Concurso de ortografia, relatórios sem conta...misturados com a avaliação dos alunos, preenchimento de grelhas, Projectos Curriculares de Turma...preparação das reuniões, para depois, sim, termos alguns dias longe da escola.

Confesso que, apesar de cansada, estar longe da escola não é algo que me agrada muito...aqueles que me conhecem, sabem-no bem, pois passados alguns dias, já sinto falta dos sorrisos e do carinho dos meus alunos...sinto saudades dos seus textos, das suas brincadeiras, mas faz-nos falta parar, pensar e...descansar.

Desejo aos meus alunos uma Páscoa muito docinha e...lembrem-se um pouco de mim, nestas duas semanas.

Para todas as outras pessoas, que têm um espacinho para mim nos seus corações, desejo além das amêndoas, chocolates e afins...muitos momentos de ternura e lembranças doces...para mais tarde recordar...

Deixo-vos com o "coelhinho da Páscoa" da Sofia. Uma Páscoa muito feliz!

07/04/11

Viagem ao fundo do mar II

Certo dia estava eu à beira-mar a passear e, quando olhei para água, vi uma pedra a boiar.

Depois de muito olhar, reparei que era uma tartaruga e não demorou muito a sair da carapaça.

A tartaruga disse:

- Ei! Queres vir dar uma volta pelo oceano?

Eu respondi:

-Não posso, porque os humanos não respiram debaixo de água!

Por momentos deixei de ver a tartaruga, mas quando veio à superfície disse:

-Tenho aqui um pó mágico, para respirar debaixo de água. É só esfregar o pó no nariz e é assim que funciona.

Eu esfreguei o pó no nariz e durante uns segundos fiquei enjoado, mas depois passou porque era um efeito secundário.

Sentei-me então na carapaça da tartaruga e lá fui eu.

Havia muitos peixes coloridos para ver...A dada altura, a tartaruga exclamou:

- A parte mais linda do oceano é no fundo do mar, onde há corais, algas, anémonas, caranguejos, grutas fantásticas de areia sem fim...e muitas, muitas outras coisas!

Então fomos para o fundo do mar...

À medida que íamos descendo, ficava mais escuro e a tartaruga lembrou-se:

-Podemos pedir àquele peixe lanterna que ilumine o caminho, para vermos melhor as maravilhas que há no fundo do mar.

O peixe lanterna aceitou e lá continuámos o passeio.

Quando chegámos ao fundo do mar, havia luzes, música, um caranguejo a dançar e um polvo foguetes que rebentam na água.

A tartaruga perguntou:

- O que se passa aqui?!

Logo apareceu um camarão que explicou:

- O mexilhão José faz anos hoje, se quiserem podem comer um pouco de bolo.

Quando regressámos a terra, a tartaruga disse:

-Fica com esta saqueta de pó mágico, para poderes voltar, quando quiseres.

Eu fiquei com a saqueta de pó mágico e fui para casa.

Agora posso ir ao fundo do mar, quando me apetecer.


André, 5ºD

06/04/11

O senhor que vivia na lua





A Rita da turma A continua a trazer histórias muito divertidas, como esta de Vera Roquette...acabei por levar o livro para o 5ºD, que em Projecto de Português, fez grande sucesso...Quem nunca ouviu o Pedro Dionísio e o João Mateus ler...nem imagina a sensação e o prazer que é ouvi-los ler...Foi um momento único de leitura expressiva, que valeu a pena.


A Rita tem mostrado que grande parte daquilo que é, deve-o aos livros, ao facto de gostar de ler e tem ajudado a mostrar aos colegas que ler é um prazer...que os livros nos levam para um mundo fantástico, sem limites.


No 5ºD gostaram imenso da história deste senhor tão distraído que vai ao próprio casamento de pijama! Ouvir o texto pela voz do Pedro e do João é outra história...é algo único e maravilhoso.

04/04/11

Interessante...

"Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o c na pretensão de me ensinar a nova grafia. De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa. Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim. São muitos anos de convívio. Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes cês e pês me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância. Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nem parecem as mesmas. O que é ser proativo? Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos. Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hifenes e entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto, para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem. Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu. E os meses perderam importância e dignidade, não havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, março são tão importantes como peixe, flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, mas sem p algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham. As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do cê não me faça perder a direção, nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um cê a atrapalhar."

Manuel Halpern, in Homem do Leme

Viagem ao fundo do mar...

Numa vila muito pacata à beira- mar morava António, a única criança da terra!

António era filho de um dos pescadores, dos muitos que ali viviam. Apesar da grande quantidade de adultos que havia, António era a única criança, isto porque nascera noutra localidade bem distante dali. O destino e os seus pais tinham-no trazido para ali, mas António sentia-se triste por não ter com quem brincar. Já tinha tentado saber o motivo de não existirem crianças ali, mas ninguém lhe respondia e parecia haver um grande mistério em torno da situação...

Até que um dia o rapazito ouviu uma conversa entre o pai e o ancião da vila, o homem mais velho. Nessa conversa, o homem explicou ao seu pai que há muitos anos atrás, a vila tinha sido construída sobre água e que, por esse motivo, o rei dos mares os tinha castigado, lançando um feitiço sobre as mulheres da vila, para que não pudessem engravidar.

António, na inocência da sua juventude, achou que poderia fazer alguma coisa, mas não sabia como encontrar esse tal rei dos mares! No entanto, como era corajoso, resolveu durante a noite sair num dos barcos de seu pai e procurar no meio do oceano quem o pudesse ajudar... A todos os peixes que encontrava, perguntava onde poderia encontrar o rei. Todos lhe diziam que o rei não poderia ser encontrado, pois este vivia nas profundezas do oceano e nunca vinha à superfície. António não desistiu e continuou, mas estava tão cansado que adormeceu. Só acordou, sobressaltado, com uma enorme tempestade que o fez cair ao mar.

Aflito, pensou que nunca mais iria ver os seus pais e que todo o seu esforço tinha sido em vão! Ainda esbracejou, mas logo um cardume de peixes coloridos veio ter com ele para o acalmar. Disseram-lhe que eram mensageiros do rei e que este, depois de saber que ele o procurava, decidira falar-lhe. Começou então a grande aventura de António pelo oceano, conheceu a grande família que ali vivia. Estava pasmado com tanta beleza, mas também assustado com o desconhecido.

Sabia que tinha estudado nos livros, que existiam muitos perigos no oceano, como os tubarões e outros mais com nomes esquisitos...

António, porém, não tinha que ter medo, pois era convidado especial do rei, o grande polvo que vivia na gruta mais profunda do oceano.

Durante a viagem o rapaz conheceu peixes-espadas, baleias, tartarugas...atravessou vários mares, até que chegou! António estremeceu perante a imponência e a grandeza do rei, não saberia bem o que lhe dizer! Após saber da atrocidade que este fizera às pessoas da vila, imaginava-o como um ser sem coração, impiedoso! O rei quis saber o que levava o rapaz a aventurar-se pelo mar, à mercê de tantos perigos, apenas para lhe falar! António contou-lhe tudo o que tinha ouvido o ancião falar ao seu pai e como estava triste por não ter com quem brincar. Foi então que o rei explicou ao menino a razão de ter lançado o tal feitiço que impediria as mulheres de ter filhos. O rei também estava desolado. Os humanos eram muito egoístas e só pensavam em construir, pescar espécies em vias de extinção e sujarem os oceanos com descargas ilegais.

À medida que o rei falava, as lágrimas caíam pela face de António, não fazia a mínima ideia como era possível os adultos faziam tudo isso. O menino prometeu ao polvo rei que iria falar com as pessoas da vila e fazê-los ver que a culpa daquela situação era deles e que, a partir daquele dia, ele próprio iria fiscalizar o comportamento dos adultos, pelo menos dos que viviam perto dele.

O rei achou a atitude daquela criança um gesto nobre e responsável e achou que se aquela vila tivesse mais crianças, talvez o futuro dos oceanos estivesse a salvo.

Despediu-se do rapaz e os golfinhos puxaram o barco até à baía da vila dos pescadores.

Os pais de António, que desesperavam com o seu desaparecimento, ficaram tão felizes, que o abraçaram sem fazer perguntas. Mas António fez questão de contar a aventura e pedir a todos que respeitassem mais o meio ambiente.

Passado algum tempo, António recebeu a notícia que mais queria no mundo: iria ter um irmão.

Daí em diante, cada vez mais crianças nasciam na vila e estas, à medida que íam crescendo, íam aprendendo a respeitar o meio ambiente.


Gonçalo Cavaco, 6ºG

03/04/11

Ontem foi dia de recordar...alunos autistas

Desde que estou a leccionar na Escola Pedro Eanes Lobato tenho tido a sorte de conviver com crianças autistas, cada uma tão diferente da outra! Recordo como me senti preocupada, assustada até, na primeira vez que soube que as minhas turmas integravam alunos autistas. Afinal, esse desafio tornou-se numa partilha especial, que dura até hoje. Confesso que, a maioria das vezes, não sei se estou a trabalhar correctamente com esses alunos, mas uma mãe agradeceu-me por tornar o seu filho mais feliz e, isso, para mim foi a maior recompensa.

O rosto destes meninos jamais será apagado das minhas memórias. Fui professora do Gustavo, o "nosso Guga", que agarrava a minha mão, para escrever e só a largava, quando terminava a tarefa; o David que devidamente apoiado poderá construir um futuro de sucesso, tem um coração tão meigo e puro...tantos momentos a recordar, o dia em que nos fez um bolo, o dia em que filmaram a minha aula, assim de surpresa, pois informaram-me cinco minutos antes! O David sempre calmo e quieto...o David que ainda hoje me cumprimenta...Agora tenho o João, um menino que se porta bem na turma, mas irrequieto fora da sala, segundo nos contam. Na sala de aula, o João parece encontrar a paz que o apazigua...Espreitem o video, onde eu apareço um bocadinho com o David e uma das turmas que mais me marcou: o meu antigo 6ºD, uma das melhores turmas que acompanhei e jamais esquecerei.
Aqui http://www.inclusive-education-in-action.org/iea/index.php?menuid=25&reporeid=216#video

Fascinante!

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Bons Sonhos!

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"Poema em P"

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Criar e imaginar

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Momentos...

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" A Menina do Mar"

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"A viúva e o papagaio"

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"O meu amigo, o sono"

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