"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

30/10/11

Escrever com adjetivos numerais...

Era uma vez um lobo esfomeado, desesperado, por não saber o que fazer! Há pouco tempo, ouvira falar de um mocho que vivia na floresta, na centésima árvore...O mocho era esperto, muito bonito e pouco vaidoso.
O lobo foi visitar o mocho e enganou-o dizendo:
-Ouvi falar de ti e quero fazer-te uma entrevista, para o octogésimo quinto jornal da floresta.
O mocho desceu muito desconfiado e o lobo saltou e apanhou-o! O mocho desesperado disse:
-Despede-te dos meus filhotes, mas bem alto! Assim todos ficarão a saber que apanhaste o mocho sábio.
O lobo despediu-se, mas o mocho insistiu:
-mais alto, os meus filhotes estão no vigésimo primeiro ramo!
O lobo gritou e o mocho escapou da boca do lobo rindo-se e exclamando:
-Pateta, pateta, caíste na armadilha!
Rita Nunes, 6ºA

29/10/11

Adjetivos qualificativos e numerais!

Era uma vez um senhor alto, criativo e estranho chamado Urbano!
Era pintor de murais. Já tinha pintado muita coisa e era o primeiro pintor na lista dos melhores do mundo.
Ele tinha um concorrente, que estava em segundo lugar nessa lista de campeões e queria passar à força para o Top da Lista.
Chamava-se Bruno. Um dia desafiou o Urbano para uma batalha de pinturas. Cada um tinha uma parede e tinham de pintar um mural sobre a natureza. Urbano desenhou uma árvore frondosa, com pingos de chuva a caírem sobre ela, pingos de prata! Enquanto o Bruno pintou uma flor, que não perdeu, ficou em trigésimo lugar!
Beatriz Calado, 6ºD

23/10/11

Um velhote azarado!

Era uma vez um velhote muito azarado e muito pobre.
Certo dia, cheio de sede, foi beber água numa fonte, mas ao chegar lá viu uma terrível serpente e o pobre velhote nem consegiu beber, porque ficou cheio de medo!
Voltou para casa, mas não tinha nada que comer nem beber! Resolveu viajar para longe, talvez encontrasse um lugar, onde nada lhe faltasse!
Antes de se ir embora, voltou a passar perto da fonte e nem acreditam o que aconteceu! Em vez da serpente, viu um anel muito brilhante, com uma pedra vermelha!
Um pouco indeciso, aproximou-se, porque temia que a serpente, guardiã da fonte, voltasse a aparecer! Pegou no anel, que brilhava cada vez mais...e ouviu uma voz:
-António, António...tens sofrido muito, mas a tua sorte vai mudar!
Quase deixou escapar o anel, com o susto, mas felizmente conseguiu agarrá-lo e soube que se tratava de um anel mágico!
-Qual é o teu poder?-quis saber o velhote.
-Pede o que precisares, eu to concederei.
O velhote nem queria acreditar. Tornou-se rico e nunca mais teve de pedir nada a ninguém!
Cláudia, 9ºB PLNM
Melissa, 5ºB PLNM
Hui Hui, 6ºE PLNM

Escrever com cores...

Azul é a cor do mar
Que é fresco como o ar...

Verde é a cor da relva
Que vem da terra!

Amarelo é a cor do sol
E também do girassol.

Vermelho é a cor da rosa
Que também é cheirosa!

Castanho é a cor do cabelo
E também do selo!

Preto é a cor do carvão
E o apelido da minha professora.

Bruna, 5ºA

20/10/11

Fadas, feiticeiros e muito mais...

Era uma vez um cavaleiro que foi cavalgar na floresta. Estava um dia magnífico e o sol radiante! A certa altura, o cavaleiro ficou incrédulo com o que viu: mesmo no meio da floresta, estava uma linda fada! Ele pensava que as fadas só viviam nos livros de contos encantados e na imaginação das crianças, mas afinal não, pois diante de si estava a mais linda fada que se pode imaginar! Após conversar com a fada, tornaram-se amigos e o cavaleiro ofereceu-se para a levar a passear. A fada nunca tinha andado a cavalo, por isso, aceitou logo!

No caminho encontraram um feiticeiro muito perigoso! Um feiticeiro, perguntam vocês? Sim, porque não? Se existem fadas, também existem as criaturas do mal!

Então o feiticeiro e o cavaleiro envolveram-se num terrível combate!

A fada decidiu logo apoiar o cavaleiro. Juntaram-se e combateram contra o feiticeiro . O cavaleiro e a fada venceram o combate, porque a fada sabia de magias e o cavaleiro lutava admiravelmente!

E os dois continuaram o seu passeio, pela floresta cada vez mais encantada!

De repente, repararam numa caixa muito estranha! Não me admirava nada, se fosse mágica!

Mal o cavaleiro abriu a caixa, viu um espelho e sabem que mais? Afinal, não era a caixa que era mágica, era o espelho! Mal tocaram no espelho, foram transportados para outro lugar! O espelho fazia viagens no tempo! Eles foram parar a uma ilha! Nessa ilha, viram os piratas das Caraíbas!Falaram com o chefe dos outros piratas; foram para a cidade dos piratas e o cavaleiro apaixonou-se pela princesa. De onde é que saiu a princesa, perguntar-me-ão? Ora, uma história sem romance, não tem graça nenhuma! Na cidade dos piratas, vivia uma princesa, pois então.

Mas ainda não acabou...porque o pai da princesa não gostou do cavaleiro e logo o mandou matar!Mas o cavaleiro tinha uma espada muito grande e poderosa, por isso, lutou contra os seus adversários e venceu-os a todos!

E como se não bastasse...a princesa foi raptada pelos Irlandeses!

Então, o nosso bravo cavaleiro foi salvar a princesa e o pai da princesa chegou a dar-lhe a mão da filha em casamento. Também pudera, melhor marido para a filha não poderia arranjar! Afinal, o cavaleiro era amigo de uma fada, venceu o feiticeiro, falou com os piratas, ganhou a todos e ainda conseguiu ir buscar a princesa, quando foi raptada!

Dias depois... os dois casaram-se e tiveram de partir para fazer a sua própria vida . No caminho eles...bem, imaginem a continuação de tantas aventuras, pois a história já vai longa e o cavaleiro já tem a sua princesa.


Bendito e louvado, meu conto acabado!

Claudino, 7ºE e Secuna, 6ºG, nas aulas de Português Língua Não Materna (texto corrigido e melhorado pelo grupo)

14/10/11

O outono bate à porta V

Chegou o outono
Com folhas a cair
Mas o que eu gosto no outono
São as pessoas a sorrir!

Com o outono
Vem o frio, a castanha e o vinho
Mas isso, não faz mal...
Pois até o frio, pode ser quentinho!

Pedro Vinhas, 6ºD

11/10/11

A partir de:"O Pássaro Verde!" II

(...) Um dia o pássaro Verde adoeceu! Começaram a cair-lhe as penas, ficou muito magro e triste. A princesa começou a chorar muito e perguntou:
-Que poderei fazer, para te salvar?
Com voz fraca, o pássaro respondeu:
-Sabes, eu sou mágico, por ser verde, esta cor tão especial. Tenho poderes e poderei salvar-me com os meus poderes especiais, mas infelizmente estou a perdê-los!
-E então-disse a princesa-que posso fazer?
-Só posso ter os meus poderes de volta com uma planta muito importante.
-Onde é que ela está?-perguntou.
-Está dentro do palácio, onde vivias...o rei tem-na escondida.
-Mas...-disse a princesa.
-Eu sei que tens más recordações de lá, mas preciso mesmo da tua ajuda querida princesinha!
-Está bem!-exclamou a princesa, que nada lhe poderia negar.
Partiu em busca da planta, porém, quando chegou, teve receio...entrou dentro do castelo e encontrou duas das suas irmãs que disseram:
-Que bom, ver-te! O pai já tinha saudades!
-Sim?! Mas eu vinha cá para salvar o meu amigo, pássaro verde e ele precisa de uma planta que o pai tem guardada. Sabem onde está?
-Sim!!!
O rei ficou contente por voltar a ver a princesa, apesar de a ter magoado há muito tempo, ela também ficou contente por reencontrar o seu pai.
Explicou-lhe a sua história e o rei deu-lhe a planta e, quando se ia embora, nem ele nem as irmãs queriam que ela partisse. Para os consolar, prometeu que voltaria.
Foi-se embora e, quando encontrou o pássaro verde, este estava quase a morrer! Mas ela ainda consegiu salvá-lo, com a ajuda da tal planta!
Tudo ficou bem, mas a princesa parecia triste, pois tinha saudades de casa. O pássaro achou que ela deveria ir para o palácio, viver com a família, mas ele também iria com ela.
O rei e as suas filhas viveram felizes para sempre, com o pássaro verde que era mágico!



Rita Nunes, 6ºA

O outono bate à porta...IV

O outono são novas cores
Cores de harmonia
Este é o outono
que nos traz alegria!

Esta é a estação
Que nos traz vento e chuva
Agora vamos andar
Que já é tempo de apanhar a uva!

Durante o outono
O vento sopra sem parar
Mas de tanto que sopra o vento
Tudo acaba por esvoaçar!

As castanhas são boas
Acabadinhas de assar
Só o cheiro que elas têm
Não há razão para duvidar...

Os dias ficam mais pequenos
O outono é assim
É uma estação linda
Como uma flor de jasmim!

André, 6ºD

O outono bate à porta...III

Que bela estação!
São folhas de várias cores
Que cobrem o chão!
São vindimas e castanhas a assar...
E vinho novo, para acompanhar!

O outono chegou
Eu estou feliz!
Vamos festejar...
A sua chegada, ao nosso País!

O outono chegou
Levo na sacola...
O sonho de crescer
E muito aprender!

Francisco, 6ºD

O outono bate à porta...II

Folhas secas, já cansadas,
descem da copa das plantas.
Tecem tapetes de fadas,
modelam compridas mantas.

Essas folhas já sem vida
vão enfeitando a paisagem,
deixando na despedida
só caminhos de romagem.

Gritam hinos à memória
de um verão abrasador.
Morreram para dar glória
à vida que há de dar flor.

E quando Março chegar,
trazendo a força da vida,
de novo se há de cantar
à primavera florida.

Recolha de João Mateus, 6ºD...texto de Nuno Catarino.

O outono bate à porta...I

Todos estão felizes
Na estação do outono
Todos comem castanhas
Sobretudo, assadas no forno!

No outono as folhas caem
Das árvores coloridas
Pelas folhas que mudaram de cor
Que com o vento ficaram escondidas!

O outono já chegou
E as árvores...os frutos que deitou
As castanhas caíram
E as folhas já fugiram!

O outono chegou
Faz o vento soprar
Traz a chuva miudinha
Que a todos vem molhar!

João Miguel, 6ºD

10/10/11

A partir de um excerto de: "O Pássaro Verde"

"Um dia o pássaro verde adoeceu..."

E a nossa história continua assim:

-Não te vou deixar morrer, salvaste-me a vida e eu vou salvar a tua!

A partir desse dia, a princesa começou a dar-lhe água e comida na boca; dava-lhe também frutos silvestres, para o fortalecer. O pássaro começou a ganhar forças e a cantar melhor.

Certo dia, quando a princesa passeava pela floresta, ouviu uns camponeses dizer que o rei estava muito doente e triste.

A princesa esqueceu as mágoas e decidiu visitar o rei, pois afinal era seu pai e há muito que lhe havia perdoado. Resolveu fazer-se acompanhar pelo seu querido pássaro verde.

Quando chegou ao castelo, pediu ao pássaro que voasse até à janela do quarto do rei e cantasse como só ele sabia fazer. Isso repetiu-se por vários dias: o passarinho todas as manhãs poisava na janela do rei e cantava maravilhosamente.

Aos poucos, o rei, animado por aquelas melodias, foi ficando bom e quis agarrar o pássaro, mas este voou para junto da princesa. E foi então que o rei a viu! Ficou muito surpreendido! A princesa disse-lhe:

-Meu pai, soube que estavais doente e resolvi trazer o pássaro verde, que me salvou a vida com a sua força e a sua voz, para que o pássaro vos salvasse também. O rei chorou e pediu-lhe perdão. A princesa regressou ao palácio e aí viveu feliz, com a sua família. E o pássaro, perguntam vocês? Esse continuou a voar livremente pelos céus, mas todas as manhãs vinha alegrar o palácio com as suas melodias.


Rafaela, 6ºA

09/10/11

Andam cores a voar...

A mistura de cores
Anda no ar,
Folhas das árvores
Começam a voar!

Amarelo, vermelho
Cores a voar...
Na altura do outono
Começa-se a estudar!

Época da castanha
Assada no carvão
Com papel enrolado,
Sabem na perfeição!

Nesta última quadra
Vou-me despedir
Meus senhores e minhas senhoras
Muito gosto em tê-los a ouvir!

João Caeiro, 6ºD

07/10/11

Tenham cuidado com estas meninas!!!

Olá! Eu sou a Branca de Neve. Pois é. Mas não sou uma Branca de Neve qualquer. Sou uma espia. Tenho um fato preto e todos os pinchavelhos para derrotar o mal. A minha parceira é a Feiticeira Cassandra. Juntas, já derrotamos vários vilões. Vou-vos contar uma das nossas aventuras: Capuchinho-Marado "versus" F.C.B.N.- Ao ataque! :
-Vamos aah!! - disse a Cassandra, com medo de chegar atrasada.
-Temos de salvar o Mundo.
-Está bem, mas não te esqueças que temos de levar os nossos vestidos pretos para fazerem de pára quedas. - disse eu, sabendo do risco de ficarmos penduradas numa árvore.
Fomos na Borbo (borboleta gigante) e caímos no campo de batalha, mesmo à frente do castelo do Capuchinho-Marado.
Chamámos um elevador. Eu disse:
-Com os vilões de hoje em dia, é mais fácil subir aos esconderijos!
Chegamos lá, estavam o Lobo Mau e o Capuchinho-Marado numa batalha de música maleficamente disco.
Calma aí! Eu sou a Feiticeira Cassandra e a história não foi assim. Eles estavam a dançar uma valsa maléfica. Não, não eu, Branca de Neve declaro que eles estavam a dançar disco. Se não aceitas a minha versão, eu, como feiticeira que sou posso transformar-te em sapo. Experimenta lá Cassandrazinha. Ninguém me chama Cassandrazinha, Branquinha. Ai, vais apanhar!!
Caros telespectadores, vamos acabar a emissão antecipadamente, senão, elas acabam uma com a outra.

Melissa e Beatriz C. 6ºD

03/10/11

Um Mega Confronto!

Bem, vamos lá, há muito, muito tempo, bem...não há tanto assim, vi um dinossauro a passar. Viajemos até à era dos Reis, na terreola de "Continua a Andar", vivia um reles feiticeiro e uma terrível bruxa. O feiticeiro Não é da sua Conta (que era o seu nome), odiava a bruxa! Sempre que se encontravam os cidadãos diziam:
- Outra vez não !
Um certo dia, o Rei, farto das queixas dos cidadãos, decidiu mandar um exército de cavaleiros aniquilar a bruxa.
Os cavaleiros no regresso disseram:
- Pronto, a bruxa morreu. Mas, por coincidencia, o feiticeiro morreu.
Pronto, podem começar a sair, já não há mais nada para ver aqui.



João C. e Pedro F. 6ºD

Muitas Personagens !

Vou contar-vos uma coisa
que vive em Alexandria.
Uma coisa impressionante
uma baleia chamada Maria.

Lá no espaço distante
vive um grande machão.
Um E.T. muito divertido
chamado João.

No castelo do Rei
havia um bobo.
A feiticeira não gostou
transformou-o num lobo.

Num reino distante
havia um ogre resmungão.
Era muito chato
chamava-se Filipão.



João M. e Filipe 6ºD

02/10/11

História não é História...

Se a magia de um bom texto é ser estranho, engraçado, acima de tudo considero importante que signifique algo para nós.

Lenda não minha e não contada, que noutro mundo houvesse, outrora paz e sossego entre cada criatura que por lá pairava.

Vou contar-vos um desses deliciosos relatos, mini-mini, para que não percam tempo porque está quase a tocar para o intervalo.

Bem...bem...bem, bruxa e feiticeiro discutiam com bom gosto uma receita de... muffins!!!

Princesa e madrasta foram às compras e estavam "bué" cansadas, mal conseguiam respirar!

Hansel e Gretel, esses acabaram por ficar podres de ricos, lenda que não é minha, por isso, vai perguntar a outro.

Bem esses deram o benefício da dúvida e acabaram por fazer à bruxa má uma plástica e, como tal, ela decidiu ser vegetariana.

Bela adormecida depois de milhões de sonos de beleza, pôs a fada má a dormir. Como?... Olha eu não posso saber tudo.

Branca de Neve pôs a madrasta num centro Clínico.

E para acabar... Cinderela quis dar as 3 damas de honor aos seus ratinhos, transformou-as em ratazanas... e o resto já se sabe.

Pronto história contada, já sabem como eu sou, agora... podem sair para o intervalo!


Joana Anselmo 6ºD

01/10/11

Chegou o outono!

O outono já chegou...
Pôs as folhas a dançar!
deixou as árvores despidas...
As folhas rodopiam no ar!

E as castanhas?
Quentinhas e saborosas
Tão cheias de sabor
Como as mais belas prosas!

Pois é...acabou-se o verão!
As roupas são mais quentes
Porque o tempo mudou
E todos ficaram diferentes!

Porquê? Perguntam vocês...
Porque o outono é assim...
Cheio de magia e mistério...
Só para vocês e para mim.


Joana Anselmo, 6ºD

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

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Momentos...

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" A Menina do Mar"

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"A viúva e o papagaio"

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"O meu amigo, o sono"

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