Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Comentário sobre o poema "As Fadas do Jardim do Rei"

Este poema fala em fadas que se situam no Jardim do Rei, que é um sítio onde ninguém vai, o interior do seu coração.
A narradora sabe um segredo, que as fadas lhe dizem, mas só quando anoitece.
Ela diz que é preciso estarmos atentos, ver que em tudo o que vemos há um segredo, não precisamos de "ter de medo", o que precisamos de fazer, é viver.
Ao anoitecer ela sabe, que as fadas vêm dançar. Veem ao Jardim do seu coração e ela (a narradora) dança com elas e volta para casa a cantar.
Dizem-lhe que é distraída, que se esquece da sua vida e que anda sempre a sonhar.
Que as fadas são magia, fantasia e sonhos e que ela anda a dormir de dia, mas um dia precisa de acordar.
Ela diz que não é verdade, que ela tem outra realidade, naquilo que não se vê.
Ela sabe que existem fadas, dentro dela sabe que as há, quando o coração crê, o resto do mundo deixa de existir, só ela e a vontade de acreditar naquilo que não se vê e que só o coração pode ver e crer.
Quando o coração crê
tudo se vê claro e mágico
o que não se quer ver, não se vê!
O que se quer ver, é fantástico.


Joana Anselmo, 6ºD

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Mariana Lampreia...a minha artista!

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Mais uma artista!

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outono, visto pela Raquel, 5ºA

Gonçalo Cavaco..."the best"!

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"Se eu não fosse imperador,desejaria ser professor.Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro."

D.PedroII

" Não se vê bem senão com o coração. O essencial é invisível para os olhos"

Antoine de Saint- Exupéry - " O Principezinho"

A Bruxa Castanha


Numa casa muito estranha
Toda feita de chocolate
Vivia uma bruxa castanha
Que adorava o disparate
Punha os copos no fogão
As panelas na banheira
Os sapatos nas gavetas
As meias na frigideira
Escrevia com fios de água
Dormia sempre de pé
Cozinhava numa cama
E comia no bidé
Varria a casa com garfos
Limpava o pó com farinha
Deitava 100 gatos na sala
E dormia na cozinha.
António Mota
SER PROFESSOR
"Ser professor é ser artista
malabarista,
pintor, escultor, doutor,
musicólogo, psicólogo...
É ser mãe, pai, irmã, avó,
é ser palhaço, bagaço...
É ser ciência e paciência...
É ser informação.
É ser acção,é ser bússola, é ser farol.
É ser luz, é ser sol.
Incompreendido? ...Muito.
Defendido? Nunca.
O seu filho passou?...
Claro, é um génio.
Não passou?
O professor não ensinou.
Ser professor
é um vício ou vocação?
É outra coisa...
É ter nas mãos o mundo de amanhã.
Amanhã.
Os alunos vão-se...
E ele, o mestre, de mãos vazias,
fica com o coração partido.
Recebe nova turmas,
novos olhinhos ávidos de cultura
e ele, o professor, vai despejando
com toda a ternura, o saber, a orientação
nas cabecinhas novas que amanhã
luzirão no firmamento da pátria
Fica a saudade
A amizade.
O pagamento real?
Só na eternidade."
Autor desconhecido

Provérbio Judaico

"Aprendi muito com os meus mestres, mais com os meus companheiros e mais ainda com os meus alunos."

Alice Vieira

Alice Vieira
Alice Vieira nasceu em 1943 em Lisboa. É licenciada em Germânicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em 1958 iniciou a sua colaboração no Suplemento Juvenil do Diário de Lisboa e a partir de 1969 dedicou-se ao jornalismo profissional. Desde 1979 tem vindo a publicar regularmente livros tendo, actualmente editados na Caminho, cerca de três dezenas de títulos.

Recebeu em 1979, o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa, Minha Irmã Rosa e, em 1983 com Este Rei que Eu Escolhi, o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil e em 1994 o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra. Recentemente foi indicada pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen. Trata-se do mais importante prémio internacional no campo da literatura para crianças e jovens, atribuído a um autor vivo pelo conjunto da sua obra.

Alice Vieira é hoje uma das mais importantes escritoras portuguesas para jovens, tendo ganho grande projecção nacional e internacional. Várias das suas obras foram editadas no estrangeiro.

Ler pelo prazer de Ler!

"... a arte de ler é exactamente igual à de tocar piano ou qualquer outro instrumento. Como se aprende a gostar de piano? O gostar começa pelo ouvir."
Rubem Alves

Quantos me visitam!