"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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29/02/12

Escrever uma fábula como se eu fosse a raposa...

Há muito , muito tempo, numa pequena vila, conheci uma cegonha chata, mas, mesmo assim, decidi convidá-la para um banquete em minha casa.
Mais tarde, quando ela chegou, disse para mim mesma:
-Ela que aguarde...
Abri a porta e mandei-a sentar-se para a servir e ela comer, mas dei-lhe a comida num prato raso, para ela não conseguir comer nada, pois eu só queria divertir-me!
Ela foi-se embora com a barriga vazia...Mas convidou-me para almoçar na casa dela. Estranhei o convite, mas aceitei, até porque não gosto de cozinhar!
Quando lá cheguei, sentei-me e disse:
-Estou esfomeada!
Ela respondeu-me:
-E vais continuar...
-Eu "não entendendo, deixei para lá..."
Ela colocou a comida numa espécie de funil muito fino e é claro que não consegui enfiar lá o meu focinho!
Sai cabisbaixo e ela gritou da porta:
-Quando com mal se planta, mal se colhe.
Trabalho de Raúl, 5ºA, a partir das imagens da Fábula" A raposa e a Cegonha", imaginando a narrativa na 1ª pessoa...
( Deixei uma expressão típica do português do Brasil, porque é a origem do aluno e encaixa tão bem, neste texto...)

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