"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

31/03/12

A História de uma vida...

Era uma vez uma menina de onze anos.
Um dia, quando acordou, viu que não estava a sonhar, tinha tido uma grande perda: a do seu pai! Ela vivia com a sua mãe e irmão, tentava muito ser feliz, mas não era nada fácil, porque havia uma grande falta em casa...
A sua mãe estava sempre presente na sua vida e era uma grande amiga que ela tinha ali, ao seu lado. A menina chamava-se Ana, o irmão era um rabino, que não lhe dava sossego, ela não tinha paciência para brincar com ele e, quando ela estava a fazer os trabalhos de casa, ele não contribuía para a sua concentração.
A Ana era maravilhosa, meiga, carinhosa e amiga dos seus amigos, tendo muitos desgostos na escola: as amigas, que ela pensava ter, desiludiam-na muitas vezes e a sua tristeza aumentava.
Neste ano letivo, a Ana teve algumas dificuldades na escola, pois a sua mente estava sempre no seu amor pelo pai. Sua mãe, muito atenta, tentava dar-lhe tudo o que ela queria, mas nunca nada a satisfazia por completo.
A sua mente era sempre a mesma, sempre a pensar no pai, acompanhada numa psicóloga, onde se sentia muito bem, pois lá conseguia dizer, o que não conseguia com a mãe.
Ana lutava para ser feliz, mas as saudades do seu pai eram tão grandes que, muitas vezes, falava nele para combater a sua angústia: falava sobre momentos vividos com ele, a comidinha que fazia, os passeios que davam em família e o colo que lhe dava com tanto amor, o pai tinha um amor muito grande pelos seus filhos e dava-lhes tudo o que estava ao seu alcance, mesmo muito doente, a sua preocupação eram os seus filhos e a mãe da Ana, sua querida esposa, pois ele vivia intensamente para a família.
Esta família era muito feliz e viviam todos os dias como se fosse o último, daí terem recordações inesquecíveis!
A Ana está no 6º ano e sente-se muito preocupada com os testes, de não poder satisfazer o que os pais tanto desejavam, a sua luta era constante e não desistia, pois o que ela queria é que a sua família fosse feliz novamente.
Passados alguns meses, olhou para trás e reconheceu o que tinha acontecido, tinha sido o melhor para o pai, ele não podia continuar a sofrer como sofria....
Os três estavam de mãos dadas e viviam intensamente uns pelos outros, faziam o que o pai tanto desejava e chegavam à conclusão que podiam ser felizes.
Tantas famílias completas s sem perdas não são tão felizes, como nós somos.
Ana diz que tem o seu Anjo Branco, sempre a olhar por ela e não sente medo pois está muito protegida por ele.
Esta família tinha uma frase:
"Nós amamo-nos muito, para sempre"...continuam a dizer a frase e a vivê-la com felicidade, assim como o pai da Ana queria.
A família Moreira vai continuar a ser feliz, mesmo havendo obstáculos, que vão surgindo. Vão lutar para serem felizes como foram outrora.
Vamos ser felizes, para sempre...
Ana Margarida, 6ºD

5 comentários:

Anónimo disse...

Tive o privilégio de conhecer o pai da Margarida.
Um grande pai, um grande senhor.
O teu anjo vai sempre olhar por ti, querida Margarida.
A DT

Isabel Preto disse...

Minha doce, Margarida...também eu, estou aqui, sempre.
Obrigada, por me contares no teu "livrinho", o que te vai na alma.
Beijinhos.

Cristina disse...

Margarida, terás sempre motivos para sorrir e ser feliz, de certeza que o teu pai terá muito orgulho em ti e estará sempre presente em cada conquista.Muitos beijinhos para toda a família.

Cristina

Joana Anselmo disse...

Não te preocupes Margarida a tua grande amiga está aqui para ouvir as tuas mágoas e sei que dedicaste -te muito a esse teu texto, está de parabéns e conti nua assim forte!!!

Ana Margarida disse...

õrigado por todo estou muito grata as pessoas que me estao a ajudarsao espetacolares mil bj para todas a pessoas

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