"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

13/02/14

Uma viagem no tempo.


  Um dia igual aos outros, eu e uns amigos decidimos ir de comboio ao passado visitar os tempos antigos.
  Depois de comprar os bilhetes, entrámos no comboio, que era cheio de botões a piscar, vermelhos e verdes.
  Entretanto as portas fecharam e ouviu-se uma voz a dizer que íamos parar em "Portugal Romano".
  A viagem foi muito atribulada, muito rápida, quase não dava para ver a paisagem livre e selvagem.
  Até que entramos num túnel e a minha cabeça começou a doer, nessa parte não sei muito bem o que aconteceu, mas estávamos lá todos.
  Quando saímos do túnel, tudo mudou, estávamos noutro lugar:  Portugal Romano.
  Aquilo era fantástico, lindo, cheio de cor (e não como naqueles canais antigos da televisão).
  Eu e os meus amigos separámo-nos logo e fomos visitar aquele lugar maravilhoso.
  Quando encontrei uma pessoa e ela perguntou:
  -Ei tu, que roupas são essas?
  -As minhas, senhor -disse eu envergonhado.
  -Toma, mas é isto, antes que te vejam assim!
  Eu peguei naquela roupa e vesti-a confortavelmente e fui-me embora, encontrei uma loja de pão e entrei lá dentro.
  O homem que estava lá era um pouco velho, mas cheio de vida, com barba castanha e lisa, cabelo só na nuca e olhos verdes
  Comprei um pão e fui-me embora, do nada ouvi uma voz igual à do comboio, e como não sou "burro" fui entrar no comboio.
  Quando cheguei lá, estavam os meus amigos com coisas completamente diferentes, mas então ouvi mais uma vez a voz do comboio e fechou-se a porta e o comboio começou a andar...

Rodrigo, 6ºE

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