"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

28/03/14

Cartas...6ºE

Rua das Abóboras nº 21, 30 de março de 10612

Olá Vespucio!!

   Há quanto tempo! Tenho andado a viajar pelo nosso sistema solar.
   Foi então que a minha nave ficou sem combustível e por isso tive de fazer uma aterragem de emergência num asteróide bem pequenino.
   Qual não foi o meu espanto quando vi um menino e uma rosa.
   Eu perguntei onde estava. Ele disse-me que nós estávamos no asteroide B-612.
   Ele disse-me que ele e aquela rosa eram muitos amigos e perguntou-me se eu sabia o que era a amizade. Será que ele pensa que no nosso planeta não há amizade?
   Eu respondi dizendo-lhe que a amizade é doce e torna-se mais forte com o tempo mesmo à distância, os amigos aceitam a opinião dos outros mesmo que seja diferente da deles.
   O menino ficou espantado com as minhas palavras e perguntou-me se conhecia a rosa porque ela pensava da mesma maneira...
   Depois lá fui conhecer a rosa e ficámos os três à conversa durante algum tempo, até que lhes expliquei o que me tinha acontecido e ele resolveu o meu problema.
   Finalmente regressei a casa e  jamais irei esquecer estes novos amigos. Gostava que também os conhecesses.
   Amigo espero que gostes da minha carta, fico à espera das tuas novidades.

Rodrigo Gomes

Rua das Madalenas, 31 de março...
Minha querida Mónica:
Escrevo-te esta carta, para te contar uma aventura que vivi no asteróide B-612. De início foi uma aterragem forçada, mas, depois, conheci um rapaz tão louro como o sol, com um sorriso tão brilhante como um diamante.
Ele cuidava de três vulcões incandescentes e da sua bela e cheirosa rosa, única no mundo para ele.
Pediu-me que decifrasse os segredos da amizade e respondi que a amizade é um sentimento magnífico, um amigo sabe guardar segredos, é alguém com quem podes contar e falei-lhe de ti, para ele compreender o verdadeiro valor da amizade.
Beijinhos gigantes e doces do teu amigo, que te adora:
Rafael



25/03/14

A Carta do Carlos Louro 7ºF

                                                                             Largo das Luzes Solares, 21 de março


Querido amigo:
Há muito tempo que não falo contigo, sabes é quase impossível escrever-te, pois um explorador anda sempre muito ocupado!
Tive de aterrar de emergência num asteróide, imagina tu! 
Tenho muitas saudades tuas, pois significas muito para mim, já passámos muitos e bons momentos.
Mas vou falar-te desta aterragem precipitada! Nesta paragem conheci um rapaz, que se chama Principezinho: é magro, franzino e louro, tão louro como o trigo acabado de apanhar.
É tão sincero e tão franco, que se estivesse no nosso mundo seria imediatamente espezinhado!
Este rapaz é amigo de uma raposa e vive com uma rosa no asteróide.
Quem vive com a flor mais linda do Universo, só poderia ser sincero e honesto.
Quanto à raposa, é perspicaz, amiga e sábia.
Ao viver esta experiência, questionei o que é a amizade...É um sentimento? É uma lágrima? É um suspiro? É um sorriso? É uma ajuda?
A amizade é tudo isso e, por vezes, esquecemo-nos disso!
Para mim, a amizade não tem cor nem preço.
A amizade é tudo na vida!
Sente com o coração, disse-me o rapaz louro.

 Um abraço:
Carlos

23/03/14

Vale a pena ler...

























Escrita criativa: Cartas

Torre da Marinha, 18 de fevereiro de 2014
 Olá Spongebob:

 Finalmente descobri a tua morada!
 Há tanto tempo que ando para te escrever, mas só agora é que descobri a tua morada. 
Vi todos os teus 1053 episódios, de todas as tuas 13 temporadas.
 És muito cómico e o Patrick também.
 Gosto muito de todos os teus episódios até aquele que tu e o Patrick quase morriam. És muito animador e espero que continues assim. 
Os teus hambúrgueres suculentos fazem-me “crescer água na boca”. 
Já agora como está a correr a escola de condução? Já passaste no exame? 
Um abraço do teu amigo. 
 Tiago Mendes 

P.S. Não me esqueci de pôr esta carta num saco especial para não chegar aí abaixo toda desfeita.

in http://viveraescrever.blogspot.pt/


22/03/14

A carta da Márcia...



Rua das Gomas, 21 de março de 2014
   
Querida amiga:
  
Tenho muitas novidades para te contar, imensas mesmo!
Tive de aterrar no asteróide B-612 e digo-te já isto: é muito estranho mesmo, é tão pequeno, que só cá vive um rapaz, que se chama Principezinho, loiro, olhos azuis, muito bonito e engraçado.
Cá no asteróide, só vive esse tal rapaz, uma rosa e três vulcões, por isso, te disse que é tudo estranhíssimo!
O Principezinho é muito simpático e brinco muito com ele, divirto-me imenso e, sabes, foi com ele que aprendi várias coisas, como a necessidade de termos amigos e o verdadeiro valor da amizade.
Aprendi imenso com ele! Mas o que mais me marcou foi uma frase que ele disse: "Nunca deixar cair um amigo, muito menos para trás!" Logo me lembrei de ti, não só por seres minha amiga, mas também por nunca me teres deixado para trás, sempre estás lá, quando preciso!
Por hoje, não tenho mais nada muito importante para te dizer, conto-te mais coisas interessantes, quando chegar à terra.
Gosto muito de ti.                    
                                                     Beijinhos:
 Márcia

Ps- Quero que saibas que nunca te vou deixar e estou a morrer de saudades tuas. Vim aqui parar porque a avioneta avariou!

Cartas 7ºF

Travessa das Bombocas, 21 de março de 2014

Querida"Pipoca doce"
Nunca pensei em vir a ser exploradora, mas tendo em conta o que irei viver, dou graças a Deus por ter seguido o teu instinto...
Numa das minhas viagens, tive de aterrar num lugar que dá pelo nome de asteróide B-612. Sabes? Nunca pensei que iria dar tanto valor ao lar.
O mais estranho é que conheci uma personagem, aliás um rapaz, sabes qual é o seu nome?
Caricato, o nome dele é Principezino.  Nunca pensei conhecer alguém com este nome.
Trata-se de um rapaz de estatura média, magro, de cabelo curto, tão loiro como o sol.
Parece mesmo um raio de sol.
Mais estranho ainda, querida Pipoca, este rapaz, o Principezinho, partilha o planeta com uma flor e travou amizade com um bicho, sabes quem?
Curioso o poder da amizade e como pode florescer entre dois seres tão distintos!
Um rapaz cujo nome é no mínimo estranho e um animal selvagem, uma raposa, que conheceu numa viagem ao nosso Planeta Terra.
É uma amizade pura, como a inocência de uma criança!
Sabes, Pipoca doce, como gostaria que nós entendêssemos que o essencial é invisível aos olhos. Só se vê bem com o coração!
Devemos e temos o direito de o sentir toda a vida.
Esta estadia forçada no asteróide B-612, fez-me pensar no que sou.
Por agora é tudo.
Beijinhos saudosos e um abraço do tamanho do mundo.
Melissa, 7ºF
PS- Gosto muito de ti.

18/03/14

Carta do principezinho para a sua rosa...

Planeta Terra, 1946 


Querida Flor:
Desculpa ter partido de repente e não ter dito mais nada. Confesso que fiquei muito aborrecido por sentir que me mentiste, não gosto nada de mentiras! Desde que parti com a minha melancolia, tenho viajado de asteróide em asteróide, com o objetivo de fazer amigos. 
Tenho conhecido muitos humanos, mas alguns são “loucos”, muito estranhos na maneira como vivem e encaram a vida. Mas hoje conheci alguém que me fez compreender o verdadeiro significado da vida, a minha amiga Raposa. Ela explicou-me o que é “ficar preso” a alguma coisa, ou seja, criar laços de afeto e contou-me um segredo: “Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos”.
 Foi neste momento que percebi que tu és única e especial para mim. Chorei de saudade e arrependi-me de ter fugido de ti. Cativaste-me e eu não entendi. Também percebi que a tua vaidade era uma forma de quereres estar bem contigo própria, para poderes estar bem com os outros, comigo. Sabes? Naquela altura eu não sabia amar, não era capaz de entender a linguagem do coração e de perceber os segredos da alma. Hoje eu sei que tu perfumavas os meus dias, eras luz, ternura mágica que me embalava por dentro. Percebi que a beleza também tem espinhos, nada é perfeito e que não devemos avaliar ninguém pelas suas palavras, mas pelos seus atos. O essencial não se vê, sente-se no coração.
 Foi preciso a distância para perceber como é importante este sentimento que nos une, apesar das diferenças que nos caracterizam.
Hoje sofro por não estares aqui comigo, por não poder cuidar de ti… rego-te com as minhas lágrimas de saudade e envolvo-te carinhosamente na redoma do meu amor. Vejo-te no horizonte e envio-te em pensamento beijos de borboletas. Já as viste? Já as sentiste? Voaste nas suas cores? Pensa em mim, minha Flor, eu sou como o voo que te contempla e acarinha. 
Poderia arrepender-me de ter partido assim tão bruscamente de ti, mas sei que era necessária esta distância para eu crescer interiormente e compreender este segredo que morava em mim e eu não sabia. 
Não vejo a hora de te ver outra vez e contar-te todas as aventuras que vivi nas minhas viagens por este universo.
 Beijos do teu Principezinho que te adora!


Retirado de:http://clubedoscriativos.blogspot.pt/2008/12/carta-do-principezinho-para-sua-rosa.html 

17/03/14

O Gigante egoísta...

Este livro é muito bom, tem uma estrutura que emociona os leitores, do princípio ao fim do conto, fazendo-nos refletir sobre o hábito de algumas pessoas colocarem os seus interesses à frente de outras pessoas.
O Gigante era assim: um egoísta que só pensava nele! Tinha um belo e grande jardim, onde as crianças iam todos os dias, depois das aulas. 
Quando o Gigante voltou da visita ao seu amigo ogre da Cornualha, que durara sete anos, viu as crianças a brincar no seu jardim, tendo ficado enraivecido, afugentou-as.
Por causa disso, as plantas e as árvores ficaram tristes sem as crianças. as flores adormeceram, juntamente com o jardim inteiro.
 A Neve e o Gelo é que ficaram felizes, cobriram as árvores e a relva de branco, convidaram a Geada, o Granizo e o Vento do Norte, passando o inverno a reinar o ano inteiro!
O que acontecerá?


André, 6ºI


Todas as tardes, quando saíam da escola, as crianças costumavam ir brincar para o jardim do Gigante. Quando este regressou ao seu castelo, depois de uma longa viagem, viu-as a brincar e decidiu expulsá-las e proibiu-as de voltar a entrar no Jardim!
Mas...um dia as crianças voltaram ao jardim e sentaram-se nas árvores e estas começaram a florir. Só uma árvore continuava gelada, porque um menino não conseguia trepar.
Os anos passaram e o Gigante ficou velhinho, vendo as crianças a brincar no seu jardim.
Um dia viu novamente o pequenino, debaixo de uma árvore com flores brancas. O menino disse-lhe que por ele o ter deixado brincar no seu jardim, deixando o egoísmo de lado, o iria levar para o jardim dele : o Paraíso.
Quem será este menino?

Leandro, 6ºI

Capas e contracapas de livros...










14/03/14

À conversa com o poeta...

O papel olhou para o poeta e disse:
-Puxa uma cadeira, senta-te e vamos conversar...Agora que já tens a tua ferramenta de trabalho, vamos dar início à conversa...
Porque tens andado tão triste?
Mesmo por entre a multidão, continuas isolado do resto do mundo!
Porque não te sentas e falas com esta tua velha amiga?
A ingratidão tamanha das pessoas, com mentes tacanhas, perdidas nos pensamentos sombrios, vagueiam por entre as ruas vadias sem rumo, sem sorte, sem esperança! O dia espreita à esquina com desconfiança...
O poeta olhou para o papel, piscou-lhe o olho e disse:
-Conversa terminada! Vou escrever sobre a fé, sobre a esperança e a confiança...


Melissa Patrícia, 7ºF

12/03/14

À conversa com o poeta: papel e caneta!

Imagina que o papel olhou para o poeta e disse:
-Puxa a cadeira, senta-te e vamos conversar...


"-Mas, não quero, já estou farto...Todos me criticam!!!
- Não ligues a essas pessoas. A tua imaginação é que conta, escreve o que te vai na alma, vai haver alguém que vai gostar...
-Mas tudo me sai mal e, se as pessoas criticam, ainda fico pior!
- Mas não ligues, eu estou a ficar velho e eu não queria ser esquecido e que me deitassem fora, como lixo- disse tristemente.
Tens algum sonho, folha?
-Sim, desde há muito tempo! Sempre tive um sonho de fazer parte de um livro de poesia.
- Bem, eu gostava de considerar essa hipótese mas...
- Mas, nada! Vais escrever um livro e, se quiseres, faço parte desse livro.
- Então e escrevemos sobre o quê?
-Sobre a tua vida!
- A minha vida não tem nada de interessante!
-Tem sim, quem me dera ter pernas, ser humano, ter olhos, braços, para poder correr ao vento, ver as belas paisagens e poder conhecer miúdas giras! A vida de uma folha não tem interesse...
-Pois prometo que não te vou deitar fora e vais fazer parte desse livro com que sonhas. Vamos escrever o livro mais lindo do mundo, pois já percebi...há poesia em toda a parte!"

                                                                                                 Diogo, 7ºF
" Podíamos deixar essa conversa para amanhã!
- Nunca ouviste dizer que não devemos deixar para amanhã, o que podemos fazer hoje?
      No recôndito conto mágico
A coruja sacode as penas e voa
Mostrando ao mundo a sua elegância
Lá do alto, observa a raposa e a sua ganância!


Ó pretenciosos animais da floresta
Deveríamos ser amigos
Altruístas e darmos
Uma grandiosa festa!

E na sua viagem corujal
Depara-se com o brioso falcão
Que ao abrir as asas manifestou o seu lado pavão!"

Carlos Louro, 7ºF


"Com o olhar da caneta
Não podia negar
Dei asas à imaginação
E comecei a dialogar

Deixei de mãos abertas
Uma magia me enfeitiçar
Mas quando nisso pensei
Uma dádiva acabou por me ganhar

Mas tu és um poeta
Saberás o que fazer
És rei da escrita
Palavras podes contradizer

A caneta parou-me na mão
Senti uma outra magia
Acho que nunca mais parei de escrever
Desde aquele dia

Hoje estou num canto
E p`ra vocês a escrever
Palavras estas são puras
É tudo que posso dizer"

Leonel, 7ºF

"Sabemos os segredos um do outro
Tu podes contar comigo e eu posso contar contigo
É verdade velha amiga, já nos conhecemos há alguns anos.
Na manhã da vida, as incertezas espreitam a cada olhar.
O vento sopra na direção errada
E os rios espalham as águas a nadar.
As árvores abanam as folhas agitadas.
E as aves voam para longe magoadas.
Lá longe, o horizonte ganha novas cores
O poeta olhou para o papel e disse:
- Arruma a caneta, amanhã, vamos continuar!"

Patrícia, 7ºF

11/03/14

Contracapa do Diogo...

Após alguns anos de viagem, o Gigante resolve regressar à sua casa.
Quando chegou a casa, ficou muito nervoso ao ver as crianças a brincar no seu jardim.
Para que as crianças não brinquem no seu jardim, resolveu construir um muro à sua volta e colocou um aviso: Quem entrar, será castigado!
O Gigante, aos poucos, foi-se dando conta da tristeza causada pela solidão.
Perante esta situação, resolve derrubar o muro do jardim, para que as crianças possam nele brincar.

Acróstico a partir de um título...

O Gigante era mau...

Grande e forte
Inimigo das crianças
Gostava do seu jardim
Amigo do Ogre da Cornualha...
Na casa deste permaneceu sete anos...
Tinha saudades do seu castelo
E, por isso, regressou!

Encontrou as crianças a brincar
Gritou com elas
O malvado e colocou um aviso:
Impossível entrar no Jardim,
Se entrarem, serão castigados!
Tão diferente que ele ficou...
Amigo das crianças se tornou e a primavera voltou!




Diogo, 6ºI

Capas originais...









10/03/14

A viagem no tempo


Vou contar uma aventura muito engraçada que eu vivi:
Certo dia eu e o meu amigo Diogo andámos a brincar com as Nerfs (pistolas de brincar com balas de borracha) numa quinta perto da casa dele, onde existe uma casa abandonada, em ruínas.
Ouvimos sons muito estranhos e nós, curiosos, decidimos entrar para ver o que lá estava:
-Diogo, olha o que é isto? Parece uma máquina de jogos antiga! Mas tem um computador lá dentro!
O Diogo respondeu:
-Tomás, vamos entrar e ver se funciona!
-Ok- respondi eu.
 Entrámos na tal máquina e ligámos o computador, este pediu-nos um destino de uma viagem imaginária ao passado. E nós lembramo-nos  da época dos dinossauros:
-Tomás,a  máquina está a estremecer,vamos sair daqui!
-Já não dá! A máquina está bloqueada, já não dá para sair!
Passado um minuto, entrámos no espaço e começou a dar-nos sono.
Quando acordámos estávamos na época dos dinossauros.
-Diogo, nem acredito, a máquina funcionou!
-Será que vai voltar a funcionar para nos levar a casa?
-Diogo, isto é assustador!Será que conseguimos montar-nos num dinossauro voador?
-De repente, surge um dinossauro voador, que nos disse:
-Uau! Humanos, o que vos traz cá? Querem que vos leve a conhecer a nossa ilha?
O Diogo respondeu:
-Não, não! Nós só queremos voltar para casa!
O dinossauro disse:
-Onde é a vossa ilha?
-É o planeta Terra, conheces?
-Sim.
-Subam e agarrem-se bem!!!
De repente a minha mãe chamou-me:
-Tomás! Acorda, vamos para a escola!
Fim de um sonho engraçado, mas assustador!!!


                                    Tomás Roda 6ºI  Nº27     

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