"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

25/11/14

O velho e a serpente

  Era uma vez um velho que era muito curioso e que adorava viajar. O pequeno senhor já tinha visto todo o tipo de pessoas:anões,gigantes,ogres,elfos...
  Um dia transitando de aldeia em aldeia encontrou uma serpente que disse:
  -Por aqui não passarás!-gritou a serpente.
  -Porque estás aqui sozinha?
  -Estou aqui porque os meus pais me abandonaram.
  -Queres vir comigo?
  -Para onde vais?
  -Não sei, para onde o mundo me levar!
  - Vou contigo, quero-te dizer que há uma fonte do outro lado da colina que tem um anel da juventude.
  O velho ficou radiante com este segredo e, ambos, foram  procurar a fonte.
  Quando subiram a colina encontraram um gigante que guardava a fonte, o velho tentando escapar atirou uma pedra para o arbusto para o afastar correndo para a fonte, o velho atirou-se para a fonte, agarrando no anel e pondo-o, ficou novamente jovem. O velho como já tinha recuperado as energia correu para o gigante e imobilizou-o com um só golpe. 
  Daí em diante o velho que era agora jovem, tornou-se herói com a sua assistente a serpente.

Trabalho de grupo, 7ºE

22/11/14

Sessão de Automutilação na BE/CRE


O 7ºE foi assistir a uma sessão de automutilação na BE/CRE, na passada 4ªfeira, dia 19 de novembro.
Foi muito interessante e surpreendente. Ao que parece, muitos jovens recorrem a este tipo de compensação destrutiva, sentindo-se incapazes de lidar com as frustrações e a vida.
No final, os alunos escreveram no quadro palavras-chave, que mostram ter entendido a mensagem: pedir ajuda, dizer sim à vida, cultivar outros valores, serão os mecanismos apropriados para sair desse caminho ou, de preferência, nunca por aí entrar.

14/11/14

Abecedário de verbos.

A de andar, para a corrida ganhar.
B de beber, para a barriga encher.
C de correr, para a comida comer.
D de dormir, para no dia seguinte, correr e sorrir.
E de estudar, para as notas melhorar.
F de fugir, para o urso iludir.
G de gatinhar, para no fim, aprender a andar.
H de hibernar, para no inverno descansar.
I de iludir, para o público aplaudir.
J de jogar, até o nível passar.
L de lavar, até a roupa brilhar.
M de mudar, para o ladrão não encontrar.
N de nadar, para a meta cortar.
O de ouvir, para não discutir.
P de pular, até o céu alcançar.
Q de querer...tantos livros para ler!
R de rir, para não discutir.
S de saltar, para o trampolim experimentar.
T de tocar, para a orquestra espantar.
U de uivar, para a loba apaixonar.
V de vencer, para no fim, um beijo receber.
X de "xingar", veio do Brasil, para atrapalhar!
Z de zarpar, para o peixe matar.

André Teodósio, 7ºE

06/11/14

Lenda do Arlequim

Conta a lenda... que vivia em Veneza, no seu lindo e imponente palácio, uma Condessa muito rica que todos os anos, no Carnaval, organizava um grande baile de máscaras, para o qual convidava todos os rapazes e raparigas da cidade.
A Condessa só fazia uma exigência aos convidados: tinham que se apresentar mascarados.
E, durante a festa, era sempre premiado aquele que melhor se apresentasse.
Então, em todas as casas de Veneza, as mães esforçavam-se por fazer os mais belos fatos de máscaras. Só Arlequim não iria ao baile por ser muito pobre e sua mãe não poder fazer-lhe nenhum traje.
Os amigos, vendo-o tão triste, resolveram dar o que tinham - os bocadinhos da fazenda que sobrara da confecção dos seus fatos. E, com eles, a mãe de Arlequim conseguiu fazer uma linda fantasia, cortando os bocadinhos em losangos iguais e combinando habilidosamente as diferentes cores.
Assim, o pequeno Arlequim pôde entrar no palácio da Condessa.
E mais conta a lenda que foi precisamente Arlequim quem nesse ano ganhou o prémio por se ter apresentado com o fato mais vistoso e original.
E quando a Condessa lhe perguntou como é que ele, tão pobre, tinha arranjado tão lindo traje, ele respondeu: 
- O meu fato foi feito com a bondade dos meus Amigos e o coração da minha mãe.

Recolha de Carlos Raminhos, 7ºD, in Projeto de Escrita

Abecedário dos nomes coletivos

A de alcateia, que só querem a barriga cheia.
B de batalhão, eles lutam com um canhão.
C de companha, toda a gente se abana.
D de discoteca, preferia ler na biblioteca.
E de esquadrilha, tiveram de aterrar na ilha.
F de formigueiro, há um debaixo do pessegueiro.
G de galeria, melhor do que ganhar a loteria.
H de horda, aventureiros sem corda!
 I, não tem coletivo, aqui fica o desafio.
J de junta, preciso de lhes fazer uma pergunta.
L de laranjal, na quinta do sr. Zé é ao pé do amendoal.
M de multidão e eu ali, na solidão.
N de ninhada, tanta bicharada.
O de olival, que é do Florival.
P de plateia, coitados, estão sentados na areia!
Q de quadrilha, todos usam mascarilha.
R de rebanho, com um pastor, não é nada estranho.
S de sinfonia, que grande sintonia!
T de turma, como esta, não há nenhuma.
U, com esta letra, não há nome, mas que treta!
V de vara, àqueles porquinhos, ninguém os para.
X e Z, nenhum nome se lê!  

Renata, 7ºC

Alterando fábulas

Certo dia uma lebre encontrou uma tartaruga na floresta.
Consciente das suas capacidades e desconhecendo a paciência da tartaruga, a lebre desafiou esta para uma corrida, provocando-a:
- Vamos ver se numa corrida és mais rápida do que eu. És muito lenta. Duvido que consigas.
No cimo de uma árvore, o corvo observava atentamente os dois animais. Ouvindo a conversa, decidiu contar o sucedido aos seus companheiros de voo.
-A tartaruga vai correr contra a lebre. Quem acham que vai ganhar? -perguntou curiosa a ave.
Gerou-se uma grande confusão: uns diziam que a tartaruga iria ganhar, outros apostavam na lebre.
À hora marcada, todos se reuniram para assistir à corrida. 
A lebre começou acelerada, mas rapidamente se cansou, enquanto a tartaruga, lentamente, caminhava rumo à meta. Vendo esta, ainda muito distante, a lebre parou para descansar.
Espantados, os pássaros retomaram a discussão e alguns  mudaram as apostas. A seu tempo e com o seu ritmo, a tartaruga adiantou-se e conseguiu chegar primeiro à meta.
Com o cantar dos pássaros vitoriosos, a lebre acordou sobressaltada, pois, entretanto, tinha adormecido! Lembrando-se da corrida, desatou a correr para a meta, mas quando lá chegou, reparou que tinha perdido!
-Fui muito arrogante, pensando que ia ganhar. Afinal, foste tu que ganhaste - reconheceu a perdedora.
A tartaruga desculpou-a e convidou-a para tomar um chá.
Moralidade: Não devemos subestimar os mais pequenos.

Gervágio, Lígia e Rafael, 7ºD

"Abecedário dos verbos"

A de andar, com um amigo sempre a acompanhar.
B de bailar, que é sinónimo de dançar.
C de correr, quando há algo a temer.
D de divertir, com os amigos vamos rir.
E de ensaiar, há sempre gente a elogiar.
F de falar, que a professora manda sempre calar.
G de guiar, no meu carro vou brincar.
H de haver, há tantas coisas para saber!
I de imaginar, estou sempre a inventar.
J de jurar, na igreja vou rezar.
L de ler, há tantos livros para escolher!
M de marcar, futebolista sempre a fintar.
N de nadar, na piscina vou mergulhar.
O de odiar? Há tanta coisa para amar!
P de passear,com os amigos para animar.
Q de querer, o bem, valor tem.
R de reutilizar, o lixo vamos reciclar.
S de sapatear, num concurso de dança, vou entrar!
T de tomar, remédios, estou-me a fartar!
U de ultrapassar, contigo vou lutar.
V  de voar, tudo se pode fantasiar.
X de xingar,veio do Brasil, só para reinar.
Z de zurrar, este burro não se pode aturar!

Ândria, 7ºC

03/11/14

Uma fotografia, um texto.

"Abraçado pelo Tejo
O Concelho do Seixal
Tem a cor da natureza
Um azul celestial.



Bonito, profundo e azul
São seus adjetivos
Para classificá-los em grau
Não tem comparativos!



A formação de seu nome
Deriva de sufixação
Juntas seixos+al
Aprenderam a lição?"


Rodrigo, 7ºD

Fotografia com Alma







Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

Momentos...

" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

"A viúva e o papagaio"

"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"