"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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19/10/15

O Chapéu Amarelo

Numa pequena floresta vivia um anão que se chamava Amarelo. Amarelo, porquê? Porque o anão tinha um enorme chapéu, todo ele amarelo! Fosse para onde fosse, não largava aquele chapéu por nada.
Naquela floresta corriam boatos de que por debaixo daquele enorme chapéu, o anão escondia algo precioso, mas ninguém sabia ao certo o que era.
Como aquela floresta era pequena, as notícias andavam de boca em boca, até que chegaram ao ouvido do único lobo da floresta.
O lobo nem pensou duas vezes e foi logo a casa do anão.
Quando lá chegou disse:
- Amarelo, estás aí?
- Sim, estou! A porta está aberta. Entra e fica à vontade.
E assim foi, o lobo e o anão ficaram a falar durante algum tempo, até que o lobo perguntou:
- Amarelo, porque é que nunca tiras o chapéu?
O anão desviou o olhar, baixou a cabeça e não respondeu, mas o lobo insistiu e de tanto insistir, o anão tirou o chapéu e de lá não saiu nada! Era apenas um chapéu que tinha um enorme valor sentimental para o Amarelo. O lobo pensou que por debaixo do chapéu existia algo poderoso e precioso, mas enganou-se.
O verdadeiro valor das coisas está no que elas significam para nós e para o Amarelo aquele chapéu era único!

João Seixas, 5ºH

2 comentários:

paula disse...

Parabéns pelo teu texto, João! Eu, que adoro amarelo, adorei a escolha do nome!
Prof. Paula Carvalho

Isabel Preto disse...

Muito obrigado. O João agradece.

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