"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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02/03/16

O Direito à Educação III




Era uma vez um país onde as crianças eram pouco tempo crianças e onde a escola não era para todas… Ao liceu poucas viriam a chegar e à universidade muito menos ainda. “Não fazia falta” às raparigas. E os rapazes onde “se faziam homens” era na tropa. Três anos! Para aprenderem a ser homens e lutarem pela pátria!... Era um país “a preto e branco”, longe de tudo, distante de si próprio…
         Mas uma bela madrugada de abril, uma estrela capitão brilhou nas trevas e tudo se transformou. Era agora um jardim de cravos, onde as trevas deixaram de emudecer, o medo deixou de ter voz.
         Para quê percorrer inutilmente o céu à procura da tua estrela? Põe-na lá! Assim fizeram na revolução de abril, colocaram no caminho de Portugal a maior e mais brilhante estrela, aquela que nos trouxe direitos, liberdade, democracia e sabedoria.
         Não ir à escola? Felizmente, isso faz parte do passado. Agora todos podem aprender e participar na vida de um país florido.
         Nunca te deixes amordaçar, rebenta com todas as correntes, deixa voar os pensamentos. Os portões da mudança só se abrem de dentro para fora! Compreende que a instrução te trouxe sabedoria e livrou da ignorância.
         O país das trevas, tornou-se o país da luz, agora perto de tudo, incluindo de si próprio. Um país onde todos podem estudar e ganhar asas para voar.

João Seixas, 5ºH

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