"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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06/03/21

E-mailien/carta de um ET que visita O Planeta Terra

 

17 de Abril 2546

 

Caros irmãos manitivérios:

 

Venho, por este meio, falar sobre o planeta Terra.

As pessoas aqui chamam-se “Humanos” e isto em que estou a escrever chama-se “carta de papel”.

Bem eu já encontrei a esquadra, com a minha visão raio-x, encontrei o Xicanut, ele está na minha bolha, a que eles chamam “casa”.

Só me falta acabar com os super-heróis e depois voltamos para casa.

Eu já sei onde eles vivem e já armadilhei as suas casas. Daqui a dois dias estamos na entrada da sede do planeta Strogonoff.

 

Adeus, desta vez é que dominamos a galáxia…

 

                                                                                                    Assinatura:

Zaturico

(Raquel, 5ºE)

Olá caros amigos aliens 589 do sul fala o alien 959:

 

Descobri que aqui na Terra eles comem e têm hábitos muito estranhos, até comem animais! Experimentei o tal de bife, de que tanto falam e não gostei nada! Tem um sabor horrível! Comem fruta, mas também não tem bom aspeto! Neste Planeta chove muito, pois existe uma coisa transparente que cai do céu e o mais estranho é que nem sempre isso acontece! O Planeta Terra é mesmo muito estranho! Vestem roupa muito estranha, até quis experimentar, mas senti-me a sufocar dentro daquilo a que chamam calças e camisa! Este planeta devia chamar-se o planeta estranho!

 

Até novo contacto espacial,

Alien 959

(Tomás, 5ºE)

Data: 20000000000/100000000/900700500300100
De: Áqualade
Para: Ti

Olá,  meu Rei:
 
A vida na superfície é muito estranha! Os Humanos não têm guelras no pescoço, têm pulmões e respiram um gás doce e esquisito.
Bebem água como nós, no entanto, também a lambem quando está congelada. Já a tentei lamber, mas fiquei com as guelras congeladas!
Também não sabem usar a água como uma arma, como nós fazemos. Têm armas que lançam fogo!
Os humanos sabem da nossa existência, mas dizem que o nosso país é uma cidade deles, antiga e possivelmente afundada.
Posso convidá-los para irem aí à Atlântida para os esclarecermos sobre este assunto?
Aguardarei a sua resposta, meu rei!

Mande "atlântiques" da minha parte a toda a realeza! 

(Henrique, 5ºE)

Saudações, meus amigos:

Daqui é o ET Marti 235 e escrevo-vos para vos contar o que tenho vivido neste Planeta Terra, onde vim parar.

Aqui na Terra isto está muito à frente: têm telemóveis, televisões e até PS! No nosso mundo não existem estas modernices! Até têm carros, umas coisas esquisitas que os transporta de um lado para o outro! Mas nós temos naves e várias coisas que eles também não têm. Se eles vissem as nossas naves…iriam deixar de lado os carros!

Eles comem peixe e carne. A carne que eles comem, até sabe bem.

Também se vestem com roupa estranha, nunca vi nada igual!

 ABRAÇO,

    MARTI 235 

(Martim, 5ºE)


05/03/21

Um diário muito secreto

 Era uma vez uma menina que se chamava Teodora. 


A Teodora era uma menina de 11 anos, muito inteligente e sonhadora.


Era uma tarde de domingo chuvosa e aborrecida e Teodora foi à procura de aventuras no sótão de casa dos seus avós.


Enquanto procurava algo para se entreter, um enorme clarão fez brilhar a lombada de um velho livro grosso arrumado na última prateleira da estante junto ao teto. 


Por um segundo, as letras que o identificavam pareceram saltar da lombada e rodopiar até terminarem em pequenos pontinhos dourados e brilhantes.


Teodora aproximou-se da estante para ver o que tinha brilhado com a luz e viu então o diário antigo culpado de tanta curiosidade.


Abriu o livro e começou a lê-lo. De repente foi sugada para dentro do livro mágico e acordou com pequenas pancadinhas no rosto.


Era a anã Pimpona e tinha acordado no mundo do anões pois o livro era na realidade o diário de um anão feiticeiro.


"Oh meu Deus como posso eu voltar para o meu mundo?" - perguntou a Teodora.


"Terás de acrescentar uma volta no sentido dos ponteiros do relógio na torre do relógio da vila." - disse a anã Pimpona.


"Oh não, mas o livro diz o contrário!" -  disse Teodora.


"Faz como te digo e verás". - reclamou a Pimpona.


Teodora acordou no sotão com o diário no colo entreaberto e na página aberta dizia "Se não conseguir ver, feche os olhos. No espelho da imaginação tudo acontece como nós queremos..."


Desde esse dia Teodora voltou sempre para brincar com a sua amiga Pimpona no reino encantado dos anões.



Afonso, 5ºC

03/03/21

 

O Diário muito secreto…

 

Era uma vez uma menina chamada Teodora. A menina tinha 11 anos, era sonhadora e inteligente. Passava a vida no mundo dos livros, imaginando muitas aventuras. Nos seus sonhos conseguia sempre resolver as várias situações de modo inteligente.

Certo dia, num domingo à tarde chuvoso e super aborrecido, Teodora é surpreendida pelos pais dela que disseram que tinham de ir a uma reunião e que ela tinha de ir a casa dos avós.

Quando ela chegou a casa da avó, abraçou a sua avó e correu logo para o seu sítio preferido da casa, o sótão. Entrou no sótão e foi para o cadeirão confortável e tapou-se com o cobertor. A chuva caía cada vez com mais força e começou a trovejar. Cada trovão iluminava a enorme estante de livros antigos, uma coleção enorme de livros… até que um relâmpago enorme …fez rebrilhar a lombada de um livro grosso arrumado na última prateleira da estante, junto ao teto. Por um instante, as letras que o identificavam pareceram saltar da lombada e rodopiar, saltar, até terminarem reduzidas a partículas luminosas.

Teodora foi à estante ver o que tinha brilhado com a luz do relâmpago. Era um diário antigo. Como era sonhadora, abriu-o. Começou a lê-lo e foi sugada para dentro do livro.

Ainda meio atordoada, percebeu que acordou no mundo dos anões. Ao longe viu uma figura a aproximar-se dela e foi então que conheceu a anã Pimpona. Teodora ficou a saber que o livro grosso da estante da avó era o diário de um anão feiticeiro, que vivia nos dois mundos. A anã Pimpona explicou-lhe que para voltar ao seu mundo tinha de rodar os ponteiros do relógio da torre.

-Acrescenta uma volta no sentido dos ponteiros do relógio…

-Não, não, o livro diz contrário aos ponteiros do relógio- refutou ela.

-Faz assim como eu te digo, o anão feiticeiro gosta de enganar quem lê o seu diário- disse a Ana.

A missão da Teodora era muito simples: apenas tinha de encontrar a torre com o relógio. Começou então a percorrer aquele mundo novo e encontrou a torre facilmente pois a torre era gigante.  Entrou na torre e subiu os 40 andares da torre numa escada em caracol.

Por fim, chegou ao relógio. Agora vinha a parte arriscada. Saltou para o ponteiro das horas e com o seu peso fez o ponteiro rodar uma volta.

Teodora acordou no sótão, com o diário no colo. Na página aberta dizia: “Se não conseguir ver, feche os olhos. No espelho da imaginação tudo acontece como nós queremos…”

Teodora pensou…será que foi mesmo um sonho?

 

Daniel, 5ºB

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