"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

17/03/09

Imagens da aula


Aqui estão os fantoches: professor "Sabichão" e menino "Aniceto", que conseguiram ensinar melhor que um professor a sério!
O Ricardo ajudou-me na representação e foi mesmo um grande actor!

Fantoches ensinam gramática!








Ensinar conteúdos de funcionamento da Língua, pode ser complicado e monótono...
...fazê-lo através de poesias ou textos cómicos, pode tornar-se interessante!
Inventei um texto cómico ( tipo "As lições do Tonecas"), em que o professor ensina a um aluno brincalhão, as preposições...agora imaginem que esse professor e esse aluno são fantoches...
com "casinha" e tudo...o resultado só pode ser...aprender com prazer.

16/03/09

O cavaleiro formoso!

Também o Gonçalo Amaral e o Ronaldo me surpreenderam com o texto, escrito a pares...Ver o Gonçalo calmo e a escrever é outro verdadeiro milagre! É por isso que continuo a acreditar e a sonhar. Tal como lhes prometi...deixo-vos com... um cavaleiro especial.
O Cavaleiro formoso
Era uma vez um cavaleiro muito formoso, que se chamava Henrique. Vivia em péssimas condições, numa gruta, com sua mulher Isabel e os seus dois filhos, Vítor e Joana.
Esse cavaleiro tinha um grande sonho: construir um castelo!
Quase não via a família, pois trabalhava dia e noite, para um dia alcançar o seu sonho e dar uma vida cheia de felicidade à sua pequena família!
Era horrível partilhar a gruta com morcegos, ratos e mosquitos...mas, num dia muito ventoso, em que nada fazia prever algo de bom, um milagre aconteceu! Encontrou um relógio. Hesitou muito, antes de lhe tocar, mas por fim convenceu-se. Mal ele sabia que o relógio era mágico! assim que lhe tocou, ficou com uma sabedoria imensa: não havia pergunta, para a qual não soubesse a resposta. Sentiu-se mais perto do seu sonho, pois com semelhante dom, tudo poderia conseguir! Afinal, ia conquistar o seu desejado castelo e tirar a família daquela nojenta gruta!
Porém havia uma condição: só podia usar o dom recebido, se derrotasse um rato gigante, que também sonhara com o relógio mágico e ansiava dominar o mundo! O pior era que esse rato estava furioso, pois soube que o cavaleiro encontrara o relógio primeiro!
O nosso cavaleiro era ousado e foi combater contra o rato, mais o seu poderoso exército e, mal lá chegou, soube o que dizer, sem sequer suspeitar que era o relógio que o instruía!
- Não vale a pena começar uma guerra! Tu queres o relógio mágico, eu quero apenas um castelo, para viver com minha família...Dou-te o relógio, em troca de um castelo!
O rato aceitou de imediato, pois não sabia que o relógio já de nada servia, pois perdera a magia e que o cavaleiro tinha ganho a sabedoria por toda a eternidade!
O cavaleiro recebeu do poderoso rato, o ambicionado castelo e nem cabia em si de contente! Até dava pulos de alegria! Foi a correr buscar sua mulher e os seus filhos, para os levar para o castelo...
Quanto ao rato, descobriu que o relógio já não tinha qualquer poder, mas não podia fazer nada...era tarde para o fazer...não podia voltar atrás, pois um acordo é um acordo.
Vitória, vitória, a história acabou com o cavaleiro no trono...Viveu feliz para sempre com os seus.
Ronaldo e Gonçalo, 6ºC
Cartas: relógio mágico, rato, ousar, gruta,cavaleiro,castelo, querer

A Serpente maléfica!

Na turma B, experimentei o jogo de cartas da "Arca dos Contos", pela primeira vez. Foi surpreendente e valeu a pena, mais que não fosse por ver o João a fazer um texto...Desde que o conheço, nunca consegui antes -lo a escrever textos! Trata-se de um aluno, que encerra um segredo...não fala com nenhum professor, mas tem vindo a criar fortes laços connosco. Nos testes de avaliação, tem conseguido resultados positivos, mas elaborar um texto? Isso nunca aconteceu...até hoje. Ou o jogo é mágico ou não consigo explicar, mas deu-me uma alegria imensa vê-lo escrever! O João tímido e de rosto inexpressivo, tem vindo a "abrir-se", qual flor na Primavera...Aqui fica o texto dele...o primeiro que lhe vi escrever desde Setembro!
A serpente maléfica
Há muito tempo atrás existiu uma serpente muito má, que tinha castigado uma aldeia e as suas pessoas, tirando-lhes a água que vinha de uma fonte.
As pessoas começaram a morrer todas, menos um velhinho chamado António, que acabou por ir embora, viajando para outra cidade.
Lá conheceu o Luís, de quem se tornou amigo.
O tempo foi passando, dia após dia, mês após mês, sem que António lhe contasse o segredo...mas estava a envelhecer demasiado e, por fim, resolveu revelar o terrível segredo da serpente e da sua aldeia...
Luís era valente e curioso. Por isso, decidiu vingar o amigo, que tanto sofrera por causa da serpente:
-Vou matá-la, prometo António.
-Para encontrares a minha aldeia, precisas de levar o meu anel, que tem gravado um mapa, que te ajudará a encontrar o caminho.
E assim foi. Luís pegou numa arma e pôs-se a caminho.
Um mês e meio depois, lá encontrou a dita aldeia e descobriu uma gruta, muito, mas muito grande! Foi até lá e descobriu o que tinha! Para sua surpresa, era um tesouro e...uma serpente enorme!
Luís não se acobardou...pegou na arma, apontou disparou e...a serpente caiu no chão, fazendo tudo tremer!
Luís vingou a morte de todos os habitantes da aldeia e ganhou um tesouro! Foi radiante para casa, explicar ao amigo que agora podia ter paz.
João 6ºB
Estou sem palavras...finalmente o João escreveu e, ainda por cima, um texto pleno de aventura. Curioso também o facto de ter chamado Luís e António às personagens da história...os dois colegas da sua turma! Talvez aqueles com quem já se entende melhor...Só me falta ouvir a sua voz...os progressos têm sido impressionantes!

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

Momentos...

" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

"A viúva e o papagaio"

"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"

A imaginação não tem limites!

A imaginação não tem limites!

Trabalhos dos meus alunos...

Trabalhos dos meus alunos...

Pequenos/grandes artistas

Pequenos/grandes artistas