03/02/18
Lado a lado
Publicada por
Anónimo
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sábado, fevereiro 03, 2018
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DE rita evora
03/01/18
Entrevista a um computador
- Boa tarde, Sr.
Computador, agradeço o tempo que me disponibiliza.
- Boa tarde,
Henrique, ao seu dispor.
-Qual é o seu Sistema
Operativo?
- Tenho
instalado o Windows 10.
- Por que razão
não escolheu o Linux ou o Mac?
- O Windows 10
já vinha instalado, mas esses são igualmente bons…
- Não há opção
de escolha?
- Não…embora o
Linux possa ser instalado.
- E o Sistema MACOS?
- Esse é
requintado e tem máquinas próprias.
- Que usos lhe
dão?
- Eu sou muito
caseiro, sou um PC de família.
- Explique como
é usado.
- A mãe vê
novelas e receitas, o pai vê assuntos de serviço e joga…o filho também joga,
estuda e procura saber mais sobre mim.
- Já teve alguma
avaria?
- Felizmente,
não.
- Qual é a
avaria que mais receia?
- Queimar as
memórias ou seja perder a cabeça!
- Essa avaria
tem cura?
- Sim…peças
novas.
- Como é que
vamos de arranque?
- Está bem, os
meus ficheiros de arranque, ou seja, o BOOT estão impecáveis.
- Qual é a sua
pasta mais importante?
- A pasta do
Sistema, que é o meu coração.
- E o seu disco
rígido, como é que está?
- É um de 750
giga bites e está a trabalhar bem.
- Obrigada pelo
seu tempo e até à próxima oportunidade.
Henrique, 5ºJ
Publicada por
Isabel Preto
à(s)
quarta-feira, janeiro 03, 2018
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23/12/17
Publicada por
Isabel Preto
à(s)
sábado, dezembro 23, 2017
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Narrativa em verso
Palavras-chave
Princesa prisioneira castelo gigante. Rei anuncia prémio salvador. Três
jovens tentar sorte. Primeiro jovem perdido floresta. Segundo jovem
transformado rato. Terceiro jovem escada janela noite. Gigante adormecido. Fuga
princesa e jovem. Rei alegria. Casamento.
Em tempos de
antigamente,
Tão antigos
que nem sei,
vivia bela
princesa,
Filha de um
nobre rei!
Certa hora
mal fadada,
Em que o rei
estava distante,
Viu-se a
princesa tramada,
Quando
encontrou um gigante!
Do jardim ao
seu castelo,
Foi uma
grande canseira!
Deu cabo de
um tornozelo,
E acabou
prisioneira.
O rei sentiu
tanta dor,
Quando soube
d’armadilha!...
Dava prémio
ao salvador,
Que lhe
trouxesse a filha.
Um jovem
tentou a sorte,
Mas não era
pr’a ser desta…
O pobre
perdeu o norte,
E lá ficou na
floresta…
O segundo,
mais sensato,
Levou um mapa
consigo,
Mas viu-se em
corpo de rato,
Vítima de um
falso amigo!
Já ia o rei
no terceiro,
E em total desespero,
Mas este era
matreiro,
Mais fresco e
são do que um pero!
Fez umas
flexões de braços,
Preparou
secreta escada,
Prendeu-se
nos lindos laços,
Lançados por
sua amada…
E p’la calada
da noite,
Estando o
gigante a dormir,
Prevendo o
som do chicote,
Desataram a
fugir!
O rei sentiu a
certeza,
De que aquele
é que era o tal!
E casou sua
princesa
Festejando
este final!
E o gigante,
esse sujeito?
Estoirou na
noite negra?
Nááá…
Esta história
segue a regra,
Termina tudo
a preceito.
Tamanha
afronta sofrida,
Ababelou o
gigante!...
Resolveu
mudar de vida,
E tornou-se
viajante.
Helena Nunes
Publicada por
Isabel Preto
à(s)
sábado, dezembro 23, 2017
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