"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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04/05/11

Ulisses...


Ulisses vivia numa ilha grega, que se chamava Ítaca, com a sua mulher Penélope e o seu filho Telémaco. Era um rei diferente, que gostava de caçar e conversar com o seu povo.
De espírito irrequieto e aventureiro, quando estava em casa só pensava em ir ao encontro de aventuras e do desconhecido porque o que o entusiasmava era o mar.
Quando o príncipe Páris raptou a bela rainha Helena de Tróia, Ulisses não quis ir para a guerra e fingiu-se de louco. Ninguém acreditou nele e, como tal, teve de acompanhar os seus guerreiros. Partiram, alegremente, pensando que teriam uma vitória fácil e que, em breve, regressariam a casa...

Técnica do resumo: Ulisses na Ciclópia.


Cheios de saudades os Gregos meteram-se nos barcos e dirigiram-se para as suas terras. Ulisses reuniu-se com quarenta valentes marinheiros e lá foram num belo navio em direcção a Ítaca... Em pleno mar, Ulisses só pensava em regressar à pátria...
Os deuses, furiosos, intervieram sob a forma de uma estranha corrente submarina que os ia levando para onde eles não queriam ir.
Começaram a avistar terra. Era uma ilha onde o navio calmamente aportou. Ulisses alegrou-se ao perceber que mesmo tendo aportado no arquipélago da Ciclópia, encontravam-se na única ilha desabitada. Quando foram explorar a área, rapidamente perceberam que afinal aquela ilha tinha um morador e que morador! Era o mais forte, o mais cruel, o mais bravo, o mais impiedoso de todos os ciclopes!!! Que desgraça a deles... Polifemo, devido ao seu mau feitio, foi obrigado a viver sozinho. Zangava-se por tudo e por nada e depois dava murros para todos os lados. E agora ele sabia da presença de todos os marinheiros. Estes , assustados, decidiram esconder-se dentro de uma gruta. E como um azar nunca vem só, descobriram que aquela gruta era a casa de Polifemo. Viveram aventuras e desventuras para conseguirem sair com vida daquele esconderijo e continuar viagem rumo às suas famílias.

25/01/11

Ainda as "Pupilas do Senhor Reitor"

Desta vez, o texto é da minha Direcção de Turma. Eu simplesmente, acho-o excelente, digno de um escritor. Não consigo disfarçar a minha empatia com este texto, mas encaixa tão bem na história, que poderia muito bem ser a continuação da versão ouvida na aula.
(...) Margarida, Daniel, Pedro e Clara acabaram por casar no mesmo dia, numa cerimónia religiosa digna das suas educações.
Seriam dois casais perfeitos, se a atracção de Daniel por Clara não permanecesse dentro do seu coração prestes a acordar. Por mais que tentasse esquecer ou até ignorar todos os sinais, o certo é que cada vez que estava na presença de Clara, Daniel ficava sem reacção, com as mãos a transpirar e as pernas trémulas, um autêntico adolescente apaixonado!
Daniel estava confuso, por um lado não conseguia esquecer Clara, por outro sentia uma grande admiração por Margarida e uma enorme amizade pelo irmão.
A cada dia que passava a convivência entre os quatro tornava-se um tormento para Daniel e mais ainda quando recebeu a notícia da gravidez de Clara.
Iria ter um sobrinho da mulher que amava e agora, mais que nunca, deveria esquecê-la.
A admiração que sentia por Margarida não era suficiente para ser feliz e muito menos para fazer alguém feliz.
Por mais que pensasse, uma única ideia lhe iluminava a mente...Talvez a ideia mais sensata para todos. Não tinha o direito de estragar a felicidade dos outros.
Partiu e deixou uma carta.
"Querida Margarida, mereces alguém que te faça feliz, preciso pensar no caminho que quero seguir. Talvez o meu destino estivesse traçado pelo desejo do meu pai e a minha missão seja servir o Senhor..."
Margarida desiludida com a vida, não percebeu o motivo de Daniel, mas respeitou-o. Não voltou a casar e dedicou o resto da sua vida a tomar conta dos sobrinhos, filhos de Clara e de Pedro, que viveram felizes, sem saberem o motivo da separação de Daniel e Margarida.
Agora...por onde anda Daniel...imaginem, inventem e escrevam como eu.
Gonçalo Cavaco, 6ºG

21/01/11

"As pupilas do Senhor Reitor" 2

(...) Depois de todos os aparatos e intrigas, Pedro viu Daniel a namoriscar com Francisca!

Sem querer acreditar que, depois de tudo o que acontecera, Daniel pudesse ser capaz de enganar Margarida, Pedro sem se conter correu para o irmão, dizendo:

-Tu és um homem sem carácter! Não mereces que a Margarida sofra por ti.

Francisca, vendo que os dois irmãos poderiam "enrolar-se" numa luta, correu para a capela, gritando:

-Padre! Padre! Venha socorrer-me!

O padre correu, agarrando na sua batina acercou-se do local da contenda e encontrou os dois irmãos a lutar entre si:

-Parem com isso, homens de Deus!

Ouvindo o padre, os dois pararam de lutar, mas continuaram zangados.

Passado algum tempo e como os dois continuavam sem se falar, o pai ameaçou deserdá-los.

Daniel resolveu pedir desculpa pelos erros cometidos a Margarida.

Margarida, vendo que o arrependimento do marido era verdadeiro, acabou por perdoá-lo.

Pedro e Daniel também perceberam que era melhor fazerem as pazes.

O pai viu todos novamente felizes e também fez as pazes com os filhos.

E querem saber a melhor? Francisca acabou por ir para Lisboa com o padeiro da aldeia!


Francisco Rega, 5ºA

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 Eder Cardoso, 6.ºA



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