"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

23/02/26

Homenagem à minha professora!





Como seu carinho e dedicação
Ensina-nos muito para além da lição
Mostra que errar faz parte do crescer
E que todo o sonho pode acontecer
Com paciência e alma nos conduz
Acende em cada aluno uma luz
Se hoje temos força para continuar
É porque nos ensina a acreditar
Obrigado por nunca desistir de nós
Seu ensino ecoa em nossa voz
Leva-nos mais longe do que imaginámos
Porque acreditou em tudo o que somos e sonhámos

Zenilson, 6.ºB, "O meu Poeta"

Motivo



Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.

Cecília Meireles

"Lá em Casa"

Lá em casa tinha um pote

com água sempre gelada,
as cadeiras na calçada
e o rádio tocando xote.
Galinha, pato, capote,
vizinho, amigo e parente.
Tinha a vista do nascente
com sua beleza rara.
A casa não era cara
mas era a cara da gente.


Todo ano pai pintava
a fachada duma cor
sem precisar de pintor,
pois eu também ajudava.
Pai de tudo me ensinava,
matuto, mas consciente,
dizia insistentemente:
“A vida é quem lhe prepara.”
A casa não era cara
mas era a cara da gente.

Quadro de Frei Damião,
estátua de Padim Ciço,
um cachorrinho mestiço
que nunca comeu ração.
A chama de um lampião
que brilhava reluzente
de seis da tarde pra frente
deixando a noite mais clara.
A casa não era cara
mas era a cara da gente.

Mãe guardava na despensa
farinha, milho, feijão,
rapadura, macarrão,
a lista era muito extensa.
Cada fí pedia a bença
a seus pais diariamente.
Se hoje eu ficar doente
a bença ainda me sara.
A casa não era cara
mas era a cara da gente.

Lá não tinha celular
pra navegar pela rede.
Tinha rede na parede
pra deitar e balançar,
um quintal pra nós brincar
na chuva e no sol quente,
pois ser criança é urgente
já que o tempo nunca para.
A casa não era cara
mas era a cara da gente.

Meus carrinhos de madeira
espalhados pelo chão,
peteca, bila, pião,
bola, pipa e roladeira.
Hoje a tela virou feira
e o brinquedo é diferente.
Por mais que o tablet tente,
garanto: nem se compara.
A casa não era cara
mas era a cara da gente.


Bráulio Bessa, Um Carinho na alma



Vozes de Malick, 6.ºA e sua mãe

13/02/26

"A Poesia Mora Aqui"


 Ana Luísa, 6.ºC






" A Poesia Mora Aqui"

1.º  Trabalho: Ariana, 6.ºB

 




2.º Trabalho: Ana Luísa, 6.ºC


                                                          3.º Trabalho: Benedita, 6.ºB


Publicação em destaque

Dia Mundial da Leitura em Voz Alta

 Eder Cardoso, 6.ºA

Uma Escola para todos- Samara 6.ºC

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"Alfabeto das Coisas Boas"

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Bons Sonhos!

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A imaginação não tem limites!

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"O meu amigo, o sono"

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