"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

21/03/19

Gritar bem Alto!

Catarina era uma jovem lutadora...Vamos conhecer um pouco da sua história. É atriz, tem cabelos ruivos e cacheados, compridos, cobrindo uma cicatriz, que dói mais na alma, que no corpo. Os seus lindos olhos azuis da cor do céu, não brilham, pois escondem muita dor.
Desde cedo, Catarina conheceu o significado da palavra dor, violência, desrespeito, vergonha... sua mãe, sempre com lágrimas nos olhos, de rosto fechado, sem conhecer a alegria de ser esposa, mãe, mulher ou até de conhecer a palavra vida! Ambas sofreram de violência doméstica, subjugadas pela dor de terem de sobreviver debaixo de gritos, escândalos, violência física e psicológica! O pai de Catarina era alcoólico e muito violento...Um dia queimara a própria filha com um cigarro no rosto, quando tentava proteger a mãe de um violento soco...Foi a gota de água! Catarina decidiu lutar e fugir daquela prisão, daquela vida...Pediu ajuda a uma professora, que depressa a salvou, a ela e à sua mãe que ganhou coragem, a coragem de denunciar a sua triste condição, quase de escrava nas mãos do marido.
Catarina é agora uma jovem atriz, linda, apesar de sofrida...Parte daquilo que ganha, é entregue a instituições que ajudam as vítimas de violência doméstica.
Por vezes, vezes, veste-se de preto, em homenagem às mulheres que tal como ela sofrem de violência...Tornou-se atriz, pois representar foi algo que a vida lhe ensinou, algo a que a vida a obrigou...desde cedo, teve que representar vários papeis...só assim conseguiu crescer.
É uma mulher especial, perspicaz, muito inteligente e com um coração gigante...luta por todas as vítimas, salva-as, tal como ela outrora foi salva por uma professora inesquecível.
Admiro-a. Com ela aprendi que enquanto não houver a coragem de denunciar, haverá sempre guerra, sempre dor...Mas tal como Catarina, continuo a acreditar nos seres humanos...Um dia...um dia viveremos todos em paz.

Ana Cristina Mendes, 5ºC

Porquê?



Porquê tanto preconceito
Se somos todos iguais,
Não na cor, nem nacionalidade
Mas no olhar, pois todos somos mortais!

Porquê esta diferença,
Se só muda o exterior
Quem sente racismo
No fundo...é inferior!

Porquê tanta implicância?
Se todos nos devemos Amar
E juntos...com o Racismo acabar!

Miriam Faustino, 5ºE

Livre como um pássaro


Se eu fosse um lápis mágico,
Escreveria uma nova História,
Onde todos fossem irmãos
E pudessem cantar Vitória!

Nessa história não haveria dor,
Não escreveria lágrimas ou tristeza,
Angústia, ódios ou medos
Muito menos solidão ou rejeição!

Se eu fosse um lápis mágico
Desenharia um enorme Coração
Onde coubessem todos os homens
E todos dessem a mão.

A minha história falaria de Amor
Onde reinasse a felicidade
Num mundo de fantasia
Onde o sorriso fosse Imperador
E ninguém conhecesse a palavra rancor!

E, assim, de alma limpa
Todos poderiam voar
Tal como os pássaros livres
No imenso azul do céu
Sempre a sonhar.

Todos num só coração

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O Racismo é um tipo de preconceito associado às raças, às etnias ou às características físicas. As pessoas denominadas racistas baseiam-se na ideologia da superioridade.
Este tipo de preconceito assinala que raças ou etnias são superiores às outras, seja pela cor da pele, pensamentos, opiniões, crenças, inteligência, cultura ou caráter.
As atitudes racistas são contra qualquer raça ou etnia, sejam negros, asiáticos, brancos, índios...
O Dia Internacional da Eliminação da Discriminação Racial é comemorado dia 21 de março.

Rafael B., 5ºE



Era uma vez um rapaz, um pequeno rapaz que veio de África para Portugal. Trazia no olhar negro, muitos sonhos. 
Cresceu e fez-se homem. Quis ajudar as crianças de todos os países, as crianças sofridas e sem condições de vida, as crianças sem lar, as crianças sem pão!
Então, sonhou com uma empresa, mas ninguém o ajudou a criá-la...Assim, sem qualquer razão, apenas por ser negro, da cor da noite!
Juntou-se a um grupo de ativistas dos Direitos Humanos...e...acabou por vencer e o seu sonho realizar...Tantas crianças ajudou que ganhou o Prémio Nobel.
                                         
                                                                                                                                        Tomás, 5ºE


Era uma vez uma menina da cor do chocolate, mas rejeitada pelos colegas de turma.
Sofria tanto que...se escondia de todos!
Apesar disso, os colegas acabavam por a encontrar e gozavam:
- Olha, olha...a menina castanha escondida! Cá está, a nossa escrava! Leva-nos as mochilas...
Em casa, os pais, sempre cansados, não lhe davam importância nem ligavam, quando a menina se queixava...Até que um dia lhe bateram! Voltou a casa e contou tudo aos pais, com uma grande tristeza:
- Não aguento mais! Tenho bom coração, mas sou desprezada por todos na escola!
A mãe disse:
- Meu anjo, temos de falar com a diretora. Verás que tudo ficará bem.
Assim aconteceu. A Diretora conversou com a turma e fê-los compreender que todos merecemos ser vistos com o coração. 
  Martim M., 5ºE

Racismo é preconceito
É não gostar de quem é diferente
É não ter respeito
Pela raça dos povos de outros continentes!

                                                                                                              Rafael, 5ºE 

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