Não procures nos livros,
Nem na estante empoeirada,
Nem no eco
De uma voz ilustrada.
A poesia vive no silêncio,
Que a casa sustém
E no abraço de quem diz:
"Está tudo bem".
Mora no intervalo,
Onde tudo recomeça...
No jeito distraído,
De quem olha o mundo devagar ...
Mora no vapor
Da chávena de chá,
Se olhares com alma,
Verás o sinal.
A poesia mora aqui,
No essencial.
Santiago Pina, 6.ºD

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