"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

03/01/18

Entrevista a um computador

- Boa tarde, Sr. Computador, agradeço o tempo que me disponibiliza.
- Boa tarde, Henrique, ao seu dispor.
-Qual é o seu Sistema Operativo?
- Tenho instalado o Windows 10.
- Por que razão não escolheu o Linux ou o Mac?
- O Windows 10 já vinha instalado, mas esses são igualmente bons…
- Não há opção de escolha?
- Não…embora o Linux possa ser instalado.
- E o Sistema MACOS?
- Esse é requintado e tem máquinas próprias.
- Que usos lhe dão?
- Eu sou muito caseiro, sou um PC de família.
- Explique como é usado.
- A mãe vê novelas e receitas, o pai vê assuntos de serviço e joga…o filho também joga, estuda e procura saber mais sobre mim.
- Já teve alguma avaria?
- Felizmente, não.
- Qual é a avaria que mais receia?
- Queimar as memórias ou seja perder a cabeça!
- Essa avaria tem cura?
- Sim…peças novas.
- Como é que vamos de arranque?
- Está bem, os meus ficheiros de arranque, ou seja, o BOOT estão impecáveis.
- Qual é a sua pasta mais importante?
- A pasta do Sistema, que é o meu coração.
- E o seu disco rígido, como é que está?
- É um de 750 giga bites e está a trabalhar bem.
- Obrigada pelo seu tempo e até à próxima oportunidade.

Henrique, 5ºJ

23/12/17



 Feliz Natal, meus queridos alunos. Boas Festas também para todos os que visitarem o meu blogue.




Um Deus à nossa medida...
A fé sempre apetecida
De ver nascer um menino

Divino
E habitual.
A transcendência à lareira
A receber da fogueira

Calor sobrenatural.
Miguel Torga
Aregos, 24 de Dezembro de 1953

Narrativa em verso



Palavras-chave

Princesa prisioneira castelo gigante. Rei anuncia prémio salvador. Três jovens tentar sorte. Primeiro jovem perdido floresta. Segundo jovem transformado rato. Terceiro jovem escada janela noite. Gigante adormecido. Fuga princesa e jovem. Rei alegria. Casamento.



Em tempos de antigamente,
Tão antigos que nem sei,
vivia bela princesa,
Filha de um nobre rei!

Certa hora mal fadada,
Em que o rei estava distante,
Viu-se a princesa tramada,
Quando encontrou um gigante!

Do jardim ao seu castelo,
Foi uma grande canseira!
Deu cabo de um tornozelo,
E acabou prisioneira.

O rei sentiu tanta dor,
Quando soube d’armadilha!...
Dava prémio ao salvador,
Que lhe trouxesse a filha.

Um jovem tentou a sorte,
Mas não era pr’a ser desta…
O pobre perdeu o norte,
E lá ficou na floresta…

O segundo, mais sensato,
Levou um mapa consigo,
Mas viu-se em corpo de rato,
Vítima de um falso amigo!

Já ia o rei no terceiro,
E em total desespero,
Mas este era matreiro,
Mais fresco e são do que um pero!

Fez umas flexões de braços,
Preparou secreta escada,
Prendeu-se nos lindos laços,
Lançados por sua amada…

E p’la calada da noite,
Estando o gigante a dormir,
Prevendo o som do chicote,
Desataram a fugir!

O rei sentiu a certeza,
De que aquele é que era o tal!
E casou sua princesa
Festejando este final!

E o gigante, esse sujeito?
Estoirou na noite negra?
Nááá…
Esta história segue a regra,
Termina tudo a preceito.

Tamanha afronta sofrida,
Ababelou o gigante!...
Resolveu mudar de vida,
E tornou-se viajante.


Helena Nunes

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