"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

18/10/23

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 Alguém… Quem é a personagem principal?

Um elefante diferente.
Queria… O que queria a personagem principal?

Ser aceite pelos outros animais.
Mas… Qual é o problema?

Todos gozavam com ele.
Portanto… Como tentou resolver o problema?

Mostrando ser um bom amigo e ajudando os outros animais.
Então… Qual foi a solução do problema?

Mostrou aos outros animais que tinha valor e não faz mal ser diferente.


Algures num planeta estranho chamado Terra, existia um elefante muito diferente de todos os outros! Era cor-de-rosa e tinha umas orelhas enormes! Chamava-se Dudu e sentia-se muito triste e sozinho, pois ninguém brincava com ele.
A mãe tentava animá-lo e dizia-lhe que não desistisse de mostrar aos outros animais o quanto era bondoso e que valia a pena tê-lo como amigo.
A doçura da mãe e as suas palavras ternurentas davam-lhe coragem para continuar a lutar pelos seus sonhos. O que ele mais queria era ser aceite pelos outros, porém, quando gozavam com ele, ficava infeliz e as lágrimas teimavam em saltar-lhe dos olhos. Estava decidido em não se deixar abater e vencer.
Sempre que podia, ajudava os animais e mostrava ter bom coração. Aos poucos, foi ganhando a simpatia do Senhor Patudo, um coelho, a quem ofereceu uma cesta de cenouras, do esquilo amarelo, a quem refrescou num dia sufocante de verão e fê-lo abanando as suas grandes orelhas, que, nesse dia, serviram de leque. Noutra ocasião, ajudou a Senhora cegonha que magoou uma pata numa aterragem pouco elegante e precisou de um amigo.
Um dia, surgiu uma grande oportunidade de provar o seu valor. Um humano distraído não apagou bem uma fogueira e deu-se um incêndio. Dudu correu ao rio e encheu a tromba de água, regressando para apagar as chamas, que não chegaram a crescer, graças a ele.
Todos os animais aplaudiram e perceberam que não faz mal nenhum ser diferente.

Conto dos irmãos Grimm: O Bonifácio troca tudo







 Tomás, 6ºC

01/10/23

Um crocodilo na banheira

 

«Quem nunca teve um tubarão a viver na banheira, não sabe a trabalheira que é cuidar dele.»

 

Imagina que em vez de um tubarão, tinhas um crocodilo a viver na tua banheira. Escreve um texto narrativo. 
 
 Vou contar-vos uma história uma história estranhíssima: Tenho um crocodilo a viver na minha casa! É o meu animal de estimação e gosta de rebolar na minha banheira, enquanto a água escorre.
Outro dia, descobri que, afinal, também existia um crocodilo bebé, quando ouvi uma vozinha dizer:
-Quero água! Tenho tanta sede!
A mãe crocodilo respondeu:
- Vamos lá beber água limpinha, aqui da torneira.
É que a banheira estava cheia de espuma!
E foi assim que passei a viver com dois crocodilos em casa. Acreditem, se quiserem.

Beatriz Costa, 6ºD





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