"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

06/01/26

A Lua Dança


Pedaços de cristal espalhados pela rua. Sinto a solidão — só eu, as estrelas e a Lua. Os ventos sussurram histórias sem fim, E a Lua dança num céu de cetim.

As estrelas prendem todo o meu olhar, Num céu que, mesmo no escuro, sabe brilhar. As sombras dançam sem rumo ou direção; Oiço apenas o vento, mas escuto o meu coração.

Há uma luz que insiste em me guiar, Esconde-se, tímida, no brilho do luar. Oiço uma voz que não nasce em mim, Vem de um campo dourado de alecrim.


Índia Bernardo

O Verdadeiro Natal

 É hoje. Hoje é Natal.

Vasculhava as gavetas com pressa, o coração acelerado. Não tinha nada para oferecer à minha família. Espreitava pela frincha da porta e via os meus pais e os meus irmãos mais velhos a colocarem os presentes debaixo da árvore de Natal. Voltei ao quarto e procurei ainda mais depressa, mas rapidamente me apercebi de que não tinha nadinha para lhes dar.

Sentei-me na ponta da cama, com os olhos marejados de lágrimas.

De súbito, surgiu-me uma ideia.

Fui discretamente até ao sótão e deparei-me com algo que guardava há muito tempo: uma caixa velha e empoeirada. Mas não era apenas uma caixa. Abri-a e encontrei várias cassetes pretas. Fechei-a com cuidado e levei-a rapidamente para a sala, onde a minha família estava reunida. Coloquei a caixa no chão, com um som seco.

Todos os olhares se voltaram para mim. Respirei fundo e comecei a explicar tudo o que tinha acontecido, do início ao fim. A minha mãe fechou os olhos durante alguns segundos, o meu pai cruzou os braços e os meus irmãos sussurraram entre si.

Coloquei as cassetes no leitor.

No ecrã surgiram os vídeos mais engraçados e os mais marcantes — aniversários, risos espontâneos e, sobretudo, as minhas travessuras mais ousadas. Pouco a pouco, a sala mergulhou num silêncio profundo, não de estranheza, mas de respeito e emoção.

E ali, naquele momento, todos compreenderam algo que nunca antes tinham pensado: o Natal não é feito de presentes, de mesas fartas ou de músicas. O Natal é feito de memórias, de família e do amor que nos une.



Jennifer, 6.ºB

18/12/25

O Natal Chegou

 

O Natal Chegou

O Natal chegou, brilham luzes pela cidade,
há risos no ar, alegria e amizade.
A cidade está fria, coberta de neve,
mas o nosso coração bate quente e leve.

Este Natal é diferente, mas não menos especial,
vamos vivê-lo juntos, num carinho sem igual.
A árvore enfeitada ilumina o lar,
cada laço e cada bola fazem os olhos brilhar.

O Pai Natal sorri ao ver tanta emoção,
espalha prendas, esperança e imaginação.
Nas portas, meias penduradas com ternura,
nas janelas, sonhos feitos de doçura.

O verdadeiro sentido do Natal é recordar
que a vida é um presente para celebrar.
Entre abraços, memórias e magia,
descobrimos que não estamos aqui por acaso,
mas para viver cada dia com alegria.




O Natal chegou, que grande emoção,
luzes a brilhar, alegria no coração.

A cidade gelada parece um cristal,
neve a cair dá um toque especial.

Este Natal é novo, é diferente,
mas vamos vivê-lo juntos, com toda a gente.

A árvore brilha com bolas no ar,
cada enfeite é um sonho a cintilar.

O Pai Natal vem depressa, num trenó voador,
trazendo presentes, sorrisos e amor.

As crianças sorriem cheias de magia,
nas meias penduradas escondem alegria.

O verdadeiro Natal é amor e união,
é dar e receber com o coração.

É tempo de lembrar que a vida é bela,
como a estrela que brilha na janela.

Não estamos aqui por acaso nem em vão,
mas para espalhar paz, ternura e compaixão.



O Natal chegou e está tudo feliz e contente.
A cidade está congelada, os patins deslizam no chafariz…

Mas este Natal é bem diferente:
vamos passá-lo aqui, com toda a gente.

Montamos a árvore de Natal
e não precisas de ter jeito,
porque no fim o resultado
fica sempre tão perfeito.

O Pai Natal deixa as crianças felizes,
distribuindo prendas pelas suas casas.

O verdadeiro sentido do Natal
é lembrar que esta é uma boa época para pensar
no quanto a vida é especial,
e que não estamos aqui por acaso.



O Natal chegou, brilham luzes pela cidade,
há risos no ar, alegria e amizade.
A cidade está fria, coberta de neve,
mas o nosso coração bate quente e leve.

Este Natal é diferente, mas não menos especial,
vamos vivê-lo juntos, num carinho sem igual.
A árvore enfeitada ilumina o lar,
cada laço e cada bola fazem os olhos brilhar.

O Pai Natal sorri ao ver tanta emoção,
espalha prendas, esperança e imaginação.
Nas portas, meias penduradas com ternura,
nas janelas, sonhos feitos de doçura.

O verdadeiro sentido do Natal é recordar
que a vida é um presente para celebrar.
Entre abraços, memórias e magia,
descobrimos que não estamos aqui por acaso,
mas para viver cada dia com alegria.

Índia, 6ºB

08/12/25

Escrever textos, usando a Personificação

 A Cadeira de Baloiço


    Numa casa abandonada, no meio da floresta, num quarto muito escuro e frio, vivia uma cadeira de baloiço, de madeira forte e escura, mas o seu assento estava velho e muito usado.

    Era conhecida pelo nome de Joaninha e, de súbito, começou a lamentar-se:

    - Ai, como me sinto só e abandonada nesta casa onde havia tanta vida!- exclamou a cadeira. Há muitos anos, eu servia de baloiço para as crianças que brincavam na casa e, quando estavam cansadas, iam para o meu colo. Mais tarde, servi de conforto para as pernas cansadas das pessoas mais velhas. Agora deixaram-me sozinha nesta casa, onde apenas tenho recordações... Tenho saudades de receber no meu colo essas crianças agitadas, mas, ao mesmo tempo, sinto-me feliz por saber que fiquei nas memórias delas.


Daniel, 6.ºC

O lápis de cor

    O lápis de cor é longo, colorido e muito criativo.

    Acorda todas as manhãs para ir trabalhar como pintor e ajuda as pessoas a ter mais cor nas suas vidas.

    Ele é muito feliz, porque ajuda as pessoas a melhorar as suas artes e a colorir as suas casas, para as deixar com mais vida. Uma das suas pinturas tornou-se peça de museu, de tão bela que era!

    O lápis de cor é tão importante que até existem livros dedicados só a ele, são os livros para coloriri, que tanto animam as crianças.

    Os lápis de cor, não são simples lápis de cor, eles servem para colorir a vida das pessoas e alegrar-lhes o coração.

Ana Luísa, 6.ºC


    


O Lápis Aborrecido

    - Estou farto de ser sempre usado e afiado até metade e depois vou parar ao lixo! Estou farto de escrever sempre as mesmas letras, os mesmos números, as mesmas contas sem graça. “Outra vez redações?”- resmungou, enquanto esticava o corpo de madeira e deixava cair um pouco de grafite de cansaço. Estou farto de me partirem ao meio, quando ficam com raiva, estou farto que apaguem aquilo que escrevo, como se o meu coração não tivesse sentimentos! Estou farto que me troquem por lapiseiras, que logo se partem, faRtinho de ser um lápis.
    Quando alguém me segura, sinto cócegas e um aperto no coração. Sonho em desenhar castelos, dragões ou nuvens com formas estranhas, mas sou obrigado a copiar frases intermináveis. 
    A borracha, sua melhor amiga, tentava animá-lo: “Não fiques assim, amanhã pode ser diferente.” 
    Mas o lápis abanava a cabeça, aborrecido, deixando um risco torto no caderno.
    Um dia, porém, tudo mudou. Uma criança pegou nele e começou a desenhar livremente, sem regras nem linhas direitas. 
    O lápis sentiu-se leve, quase a dançar sobre o papel. Sorriu pela primeira vez e percebeu que já não estava aborrecido. Afinal, só precisava de um pouco de imaginação para voltar a ser feliz.

Ariana, 6.ºB

"Alfabeto das Coisas Boas"

"Alfabeto das Coisas Boas"


Bons Sonhos!

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A imaginação não tem limites!

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"O meu amigo, o sono"

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"Poema em P"

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Criar e imaginar

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Momentos...

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" A Menina do Mar"

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"A viúva e o papagaio"

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Trabalhos dos meus alunos...

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Pequenos/grandes artistas

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