"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

22/10/12

Texto Publicitário!

Atenção, senhores passageiros...Próxima paragem, estação da morte! Seja iluminado, não fume!

Felipe Oliveira: 6ºA

19/10/12

NOTICIAS DO 6ºA

O cão "Troll" foi encontrado morto na praia de Mole, que se situa em Santa Catarina na terça- feira, dia 25 do mês de setembro de 2012, por volta das 12.30, devido à mordidela de um tubarão!
O cão morreu na terça-feira e tudo indica que o cão bateu com a cabeça e a sua cabeça começou a sangrar.
O dono tentou ajudá-lo,mas inesperadamente uma onda empurrou o dono do cão para a areia e fez com que o Troll bate-se contra uma rocha muito grande, o que fez com que a cabeça dele tenha ficado com mais sangue e sem ninguém dar conta apareceu um tubarão que lhe arrancou a pata. Troll não resistiu e silenciosamente morreu.
No domingo, dia trinta de setembro deste ano, por volta das 13h, foi encontrado o corpo do cão.
Bremer Pereira 6ºA 

Conversas entre um Castanheiro e um Pinheiro...

 Numa tarde de outono, num pequeno jardim um pinheiro e um castanheiro começaram a conversar :
 -Os humanos são muito maus, tratam-nos mal, arrancancam-nos as folhas ,comem-nos os frutos e mais grave quando passam por aqui, ainda nos atiram cigarros e depois...
 -Começamos a arder.-terminou o pinheiro .
 -Pois é pinheiro e assim é o nosso fim!.-exclamou o castanheiro.
 Depois disto, as duas árvores calaram-se e começaram a pensar no que poderiam fazer para acabar com aquilo .
 -Já sei ! Temos de fazer um cartaz que nos protege de tudo e de todos -disse o pinheiro.
 -Grande ideia , mas como vamos fazer isso ?-perguntou o castanheiro.
 -Sabes aquele menino que costuma passar por aqui todos os dias quando vem da escola -informou o pinheiro .
 -Sei, como é que falamos com ele?-questionou o castanheiro
 -Ouvi dizer que as crianças entendem várias linguagens- esclareceu o pinheiro.
 E assim foi, ao fim da tarde o menino passou no jardim e as árvores ao abanarem as suas folhas faziam o som que fez com que o menino parasse.
 -Estão a tentar dizer-me alguma coisa?-perguntou o menino
 As árvores lá iam falando com a sua linguagem e por fim ...
 -Já percebi!Querem a minha ajuda para fazer um cartaz.Amanhã já o trago fiquem calmas -disse o menino.
 No dia seguinte o rapaz levou o cartaz que trouxe da escola e desde esse dia, os humanos começaram a respeitar a natureza.
 
 
 
Rodrigo, 5ºE

18/10/12

Felicidade!

TRISTEZA NÃO TEM FIM,
FELICIDADE SIM!

A FELICIDADE É COMO A PLUMA
QUE O VENTO VAI  LEVANDO PELO AR
VOA TÃO LEVE
MAS TEM A VIDA BREVE
PRECISA QUE HAJA VENTO SEM PARAR.

A FELICIDADE DO POBRE PARECE
A GRANDE ILUSÃO DO CARNAVAL
AS PESSOAS TRABALHAM O ANO INTEIRO
POR UM MOMENTO DE SONHO
PARA FAZER A FANTASIA...

Uma história de cão!

 Era uma vez... era uma vez. E era uma vez.. quantas vezes... era uma vez. Às vezes é que não podia ser uma vez. Numa dessas vezes encontrei um cão. Era um cão que falava, como acontece às vezes. Até se podia dizer: era uma vez um cão que falava.
 - Queres dizer-me alguma coisa?, perguntei-lhe.
 E ele disse: - Desde quando é que os cães falam?
 Olá, pensei, este é um cão filósofo. Os cães que não ladram são todos assim: põem-se a pensar. Eu é que não estava para pensar, como ele. Nos nossos dias, já só os cães é que pensam. Conheci alguns cães filósofos, como aquele; mas nenhum me tinha feito perguntas. E comecei a minha história: era uma vez um cão filósofo. O cão era preto. 
- Como te chamas?, perguntei-lhe.
 - Cão.
- Olá! Um cão que se chama cão! - Assim não, cão, disse-lhe eu.
 E ele ladrou-me. Não se pode falar a um cão como se ele fosse um cão. Um cão só é cão quando rói um osso. Também podia começar de outra maneira: Era uma vez um cão que roía um osso. Mas então seria apenas um cão; e o meu cão era filósofo. Eu é que já não sabia o que pensar. E para ver se ele pensava, perguntei:
 - Desde quando é que os cães falam?
 O cão ficou a pensar. Quando um cão pensa, parece que está na Lua.
 - Tira as patas da Lua, disse a dona do Universo. Não vez que não limpaste as patas?
 Bom, pensei: aí está... porque é que a lua está tão suja, quando é noite de Lua cheia. Foi um cão que lá pôs as patas, e depois se deitou. Mas o que é que queriam? Um cão da Terra tinha de sujar a Lua. 
 - Mas eu não venho da Terra, disse-me o cão.
 - És um cão do universo?, perguntei-lhe.
 Ele riu-se. Era a primeira vez que eu via um cão a rir. E então recomecei a história: era uma vez... a primeira vez que eu via um cão a rir.
 - É verdade que os filósofos também se riem?
 O cão disse-me: 
 - Aqui tens a prova.
 Também nunca tinha visto um cão ensinar a pensar. Quando se vê um cão, só pensamos que estamos a ver um cão. Dizemos coisas banais: estende a pata; vai buscar o osso; não ladres para o carteiro. O cão deve pensar que somos parvos, ou romancistas russos. Estende-nos a pata; corre até ao fundo da sala para nos trazer o osso, que voltamos a atirar para o fundo da sala para onde ele volta a correr para nos trazer de volta o osso; e só no que diz respeito ao carteiro, não nos obedece, e continua a ladrar. O problema do carteiro é que ele nunca dá nada ao cão. Também, ninguém escreve a um cão. Mas se cada um de nós escrevesse ao seu cão, e o carteiro lhe desse a carta, o cão ficaria satisfeito. Abocanhava a carta, ia para o seu canto, e enquanto mordia o papel já não ladrava ao carteiro.
 - Mas o que hei-de eu escrever a um cão?, pensei.
 O problema, quando se escreve a um cão, é que ele não nos responde. A não ser que seja o cão que está na Lua. Esse, sei eu de fonte segura que sabe ler e escrever. O problema é este: como mandar uma carta para a Lua? Já a ideia de escrever para a Lua é complicada; e quando se acrescenta a isso escrever para o cão que está na Lua, torna-se impossível. Mas não há nada impossível quando se tem pela frente um cão que fala; pior ainda quando esse cão que fala é um cão filósofo. No entanto, pensei, se nós conseguimos ladrar, como os cães, por que é que os cães não hão-de falar, como nós? Esta ideia fez-me pensar.
 - Para isso é que servem as ideias, disse-me o cão.
 E eu fiquei a pensar: 
 - Mas nós pensamos porque temos ideias, ou temos ideias porque pensamos?
 - Estás a ficar filósofo, disse-me o cão.
 Era uma vez um cão que me obrigou a pensar. Também não é todos os dias que se tem pela frente um cão que fala; nem são todos os cães que vêm da Lua, como este cão. Às vezes, porém, tropeçamos na Terra com coisas que vêm da Lua. Conheço pessoas que já tropeçaram  no luar; pessoas que começaram assim a namorar. Também conheço pessoas que só olham para o chão, para não terem de ver a Lua. Têm medo que a dona do Universo lhes grite:
 - Quem é que sujou a minha Lua?
 - Não fui eu, foi o cão!
 Mas a dona do Universo não acredita neles; e mete-lhes nas mãos uma vassoura para eles varrerem a Lua da cabeça. Por isso é que andam de cabeça em baixo, com o peso da Lua dentro deles, e a vassoura às voltas, sem limpar nada, porque nenhuma vassoura na Terra lhes consegue limpar a Lua da cabeça. Por isso é que é importante ouvir o que um cão tem para nos dizer. Não é todos os dias que um cão vem ter connosco e nos pergunta quem pôs os peixes no mar? Sobre isto, cada um pode dar as suas opiniões; mas ninguém as dá a um cão.
 - E se ele não gosta, e morde?, dizem uns.
 - E se ele não morde, e gosta?, suspiram outros.
 Se uma opinião fosse como um osso, o cão podia agarrá-la, roê-la, e chupá-la até ao tutano. 
 - O que está a fazer aquele cão?, pergunta-se.
 - Está às voltas com uma opinião. Quando isso acontece, o melhor é deixá-lo. O pior que pode acontecer é o cão largar a sua opinião; e ficamos com ela, sem saber o que fazer. Ele olha-nos, à espera de uma festa, ou de um biscoito, ou que lhe abramos a porta da rua. Mas a dona do universo está à espera disso. Ela não gosta que os cães tenham opiniões, e menos ainda que as roam, que as chupem até ao tutano, e que as larguem da boca para que as apanhemos. O problema com os cães que falam é que não conseguem engolir a sua opinião. E quando a dizem, temos de a aceitar. Por isso, era uma vez um cão que me deu a opinião dele. E eu abri-lhe a porta. Ele saiu. Estava uma noite de Lua cheia.
 - Quem é que sujou a minha Lua?, gritou a dona do universo.
 E o cão ladrou-lhe. Não se pode gritar a um cão que acabou de nos dar a sua opinião. A dona do universo zangou-se, pôs uma vassoura às costas do cão, e pô-lo na Lua. 
 - Agora vais limpar a minha Lua.
 E é lá que ele continua, arrastando a vassoura, à espera que a dona do universo veja a Lua arrumada e o mande de volta para a Terra. Mas um cão não pode falar, quando está na Lua. Por isso, todos os cães da Terra se calam, com medo que a dona do universo lhes ponha uma vassoura às costas e os mande a todos para a Lua. O que eles fazem, à noite, é ladrar à Lua, para que o cão que fala os possa ouvir, e nos volte a dar a sua opinião. Era uma vez um cão que só se chamava cão. E quando isso acontece, era uma vez... era uma vez...

Tiago Monteiro, 5ºD

10/10/12


Era uma vez, um lápis que vivia num estojo. Um dia, ele enganou-se a escrever, e chamou a borracha. A borracha disse que não, ele insistiu, mas ela estava sempre a dizer que não. E veio a caneta, e ela perguntou o que se passava ao lápis. O lápis disse que se enganou e chamou a borracha, mas ela dizia sempre que não. Então a borracha foi-se embora. E o lápis disse:
 -Ok.
                    
           FIM                
Maísa Ferreira, 5º D

UM SORRISO DE ENCANTAR!!!

CERTA NOITE DA MINHA VIDA
SAÍ PARA ME DISTRAIR
ENTREI NUM PEQUENO BAR
PARA UM BOM SOM OUVIR.

AO ENTRAR NEM NOTEI, 
DIRIGI-ME AO BALCÃO,
PEDI UMA CERVEJA,
E POR ALI ME SENTEI.

FOI ENTÃO QUE REPAREI,
NO QUE ESTAVA A ACONTECER
ESTAVA UMA MENINA A CANTAR
COM UM SORRISO DE MORRER.

ALI ESTAVA EU SENTADO
PARA CORAGEM EU GANHAR
POIS APETECIA-ME MUITO
PARA ALI IR CANTAR.

GANHEI CORAGEM E LÁ FUI
CANTAR,MUITO HESITANTE
FIQUEI ESTUPEFACTO,
SEU SORRISO ERA CONTAGIANTE.

ESTAVA MESMO MUITO EM BAIXO
QUANDO ENTREI NAQUELE BAR
MAS QUALQUER COISA NESSA NOITE
ME TINHA FEITO DESPERTAR.

ESCRITO POR TIAGO CAVALHEIRO,PAI DA TATIANA CAVALHEIRO 5ºD
FEITO POR TATIANA CAVALHEIRO 5ºD


A CANETA E O CORRETOR

UM DIA,ESTAVA A PASSEAR NA FOLHA DO CADERNO DUMA MENINA CHAMADA EVA,QUANDO DE REPENTE APARECEU O CORRETOR À MINHA FRENTE.
 -OLÁÁÁ CORRETOR-DISSE EU-QUE ANDAS A FAZER POR ESTAS BANDAS?
COM A VOZ MUITO IRRITADA RESPONDEU-ME:
-OLÁ CANETA,DESCULPA MAS NÃO TENS NADA A VER COM ISSO.
-ENTÃO?QUE SE PASSA?-PERGUNTEI EU PREOCUPADA.
-NADA!  CALA-TE!  JÁ NÃO TE POSSO OUVIR-RESPONDEU O CORRETOR.
-MAUU! ESTÁS MESMO IRRITADO,JÁ NÃO DIGO MAIS NADA.
O CORRETOR NEM ME RESPONDEU,FOI-SE LOGO EMBORA.
MAIS TARDE,VIERAM-ME CONTAR QUE ELE TINHA FICADO SEM TINTA E POR ISSO É QUE ESTAVA ZANGADO.
MAS DESDE ESSE DIA NÃO O VOLTEI A VER.

                                                                      FABIANA SILVA 5ºD



História dentro de um estojo

 
Era uma vez, uma caneta preta que vivia com uma caneta azul, uma verde e uma vermelha. O afia e o lápis estavam sempre juntos e a borracha a apagar as cartas da lapiseira para o seu primo lápis. A régua estava a ajudar a lapiseira, a escrever as cartas, mas a borracha conseguia apagar tudo. 
Um dia, o lápis gastou-se e a sua prima lapiseira ficou estragada e sem minas. A pequena lapiseira foi substituída por uma grande lapiseira e o lápis pequeno por um muito grande. Eles não se davam muito bem, mas passado uns dias travaram uma grande amizade e tudo ficou bem... 
                                                                    
      Tiago Costa 5º D

Romeu e Julieta-versão personificada...!

  Era uma vez, uma caixa de lápis onde vivia uma família de lápis de cor.
  Um dia, quando a filha mais nova da família, Julieta, ia passear no parque dos lápis (o seu sítio preferido da gaveta), conheceu um lápis azul que se chamava Romeu. Romeu era um pouco diferente dela, tinha um bico triângular, mas era lindo. A Julieta disse-lhe:
 -Olá. És novo por cá? É que eu nunca te tinha visto aqui.
 -Sim. Compraram a minha caixa de lápis ontem-respondeu o Romeu- Que sítio lindo!
 -É o meu lugar favorito da gaveta. Venho para cá todas as tardes.-disse a Julieta.
   Os dois lápis ficaram a conversar até à noitinha, e depois cada um foi para a sua caixa.
   Quando Julieta chegou à sua caixa, disse aos seus pais que tinha conhecido Romeu. Os seus pais não aprovaram essa amizade, pois achavam que a família de Romeu (uma marca cara de lápis) era muito orgulhosa e achavam-se mais importantes do que os outros.
   Na caixa de Romeu as coisas também não correram bem. Os pais dele, achavam que a família de Julieta era de uma classe inferior, e por isso também não aprovaram a sua amizade. Mas a opinião dos pais, não os impediu de se encontrarem, pois, arranjavam sempre desculpas para se poderem ver.
   Um dia, Romeu teve uma ideia para juntar as duas famílias. Decidiu fazer um desenho com Julieta para mostrar que marcas diferentes de lápis podem juntar-se fazer pinturas lindas. Cada um combinou com as suas famílias encontrarem-se no parque dos lápis à mesma hora, para lhes mostrar o desenho. 
  Quando os seus pais chegaram e viram aquela pintura linda, ficaram sem palavras.
  A partir desse dia aprovaram a sua amizade, e as duas famílias ficaram amigas.

                                              
                                                                             Inês Capelinha, 5º D

09/10/12

O LÁPIS ESCRITOR E A MESA REFILONA

Tudo aconteceu,
No dia em que o papel acabou.
O lápis escreveu
e a mesa refilou.

-senhor lápis,isso não se faz
escrever na mesa é errado
vamos lá apagar isso
se não temos o caldo entornado.

-Dona mesa peço desculpa,
não o fiz com intenção,
mas o papel acabou
e eu não podia escrever na mão.

Depois o lápis apagou
e a Dona mesa ficou como nova
os dois ficaram amigos.
e começaram uma vida nova.

Inês Ferro, 5ºD





PANELA NA REFORMA!!!

 
 
 
 À cerca de 20 anos,uma panela foi adquirida numa loja ou seja comprada por uma senhora que era cozinheira.
   Começou a ser utilizada para cozer,somente arroz,mas passado algum tempo todos os alimentos queriam ser cozinhados por ela,batatas,feijão,couve e muitos mais...,mas a cozinheira só o arroz fazia.
   Era utilizada de manhã,ao almoço,ao jantar,todos os dias da semana,meses e anos sem fim...festas,casamentos,aniversários,enfim,azafamas todos os dias da sua vida.Era lavada vezes sem conta e queimada muitas mais vezes.
   Tão boa que ela foi a cozinhar arroz ao longo deste tempo que se foi gastando e envelhecendo.
   Um dia,a panela tomou coragem e falou com a sua já idosa dona:
-Não te assustes!Sim sou eu a tua panela de cozer arroz.
-Ai meu Deus! a minha panela fala!!!-disse a dona com o coração aos saltos.
-Agora que vem o natal e deve ser o meu último porque já estou velhinha e gasta,não podes fazer outro prato em vez de ser outra vez arroz de doce?-perguntou a panela cansada.
-Mas é claro que sim,desta vez eu vou utilizar-te para fazer bacalhau com batata e couve.
-Fico-lhe muito agradecida.
E assim foi.
Eva, 5ºD


                                                                      FIM!!!

Memórias de um cão vadio.

                                                  
   Era uma vez, um cão vadio chamado Snoopy. O Snoopy era um cão ainda jovem.                        
  Um dia, quando ele ia a passar no bairro onde crescera, ouviu umas pessoas na paragem de autocarro a conversar, e uma delas disse:
 -Olha só o que diz este panfleto:"Caça ao tesouro: vida ou morte? Descubra você mesmo! Para participar encontre-se na rua número sete de Lisboa, dia vinte e oito de setembro às nove em ponto." Achas que deva participar?
 -Não! Isso é ridículo!-respondeu a outra pessoa.
 Quando o Snoopy ouviu aquilo pensou:"Esta é a oportunidade de ter uma grande aventura! Vou participar!"
 No dia vinte e oito de setembro, lá estava o Snoopy na rua número sete de Lisboa às nove horas.
 Os funcionários começaram a sussurrar um para o outro, e um deles disse:
 -Vamos deixá-lo entrar. Já que não está aqui mais ninguém, dizemos-lhe as pistas em vez de estarem escritas em papéis.
  -Tens razão!-respondeu o outro funcionário.
  O Snoopy começou a caça ao tesouro.
  O primeiro desafio era passar uma ponte velha, quer dizer, super velha! A estratégia do Snoopy foi correr o mais depressa possível como se não houvesse amanhã. Mas, resultou mesmo!
  O segundo desafio era um labirinto de desafios. O Snoopy foi andando, e andando, e andando, até que, viu o primeiro desafio do labirinto era escolher qual a melhor passagem do rio para a outra margem. O Snoopy tinha de escolher saltar por cima dos barris ou das caixas. O Snoopy saltou da seguinte maneira: barril, caixa, barril, caixa, barril, caixa e assim consecutivamente. E, resultou.
   O segundo desafio do labirinto era um pouco estranha, pois era comer duzentos cachorros quentes em cinco minutos. O Snoopy gostou imenso do desafio. Em dois minutos concluiu o desafio, sem problemas.
   O Snoopy saiu do labirinto e foi direto ao local do desafio final, que era encontrar uma agulha num palheiro sem o desmanchar. O Snoopy recordou-se do cheiro de uma agulha. Cheirou durante vinte segundos e encontrou-a. Retirou-a cuidadosamente e completou todos os desafios.
   Chegou finalmente a tão aguardada hora do prémio. Um dos funcionários disse:
   -A tua recompensa vai ser deixares de ser um cão vadio. Vais passar a morar comigo e com a minha família.
    Dito isto, o Snoopy pensou: "É a minha melhor memória e o melhor prémio que podia ter."

                                                                                                                            Inês Capelinha 5º D

02/10/12

"Abecedário maluco" do 5ºD

A é a Andreia, que brinca na areia.
B é a Beatriz, que quer ser atriz!
C é o Costa que ao burro se encosta!
D é o Diogo Martins, que cai de patins!
E é a Eva que come erva.
F é a Fabiana a pescar com uma cana!
G é o Gonçalo que vem para a escola a cavalo.
H é a Helena, leve como uma pena.
I é a Inês, que tem cara de chinês!
J é o João, que tem cara de pão...
L é o leão, que tem medo do cão!
M é a Maísa Que come pizza dentro da baliza!
N é o Nuno a beber sumo.
O é a Olga que está sempre de folga!
P é a Paulina, que é um pouco maligna!
Q é o Quico,que tem um gato chamado tico.
R é a Rute, que tem um abutre!
S é a Salomé, a bailar com o pé.
T é a Tatiana, que fala com uma banana!
U é a uva, que gosta de chuva.
V é a Vanda que tem uma banda e a Vidália, amiga da Amália.
X é o Xadrez, que se joga no chinês!
Z é a Zebra, que come febra!

 

01/10/12

Abecedário Maluco do 5ºE

A é a Ana a cavalo de uma cana.
B é a Beatriz que gosta da sua perdiz.
C é o Carlos que rima com calos.
D é Dário que é um otário.
E é o Ezair da sala a fugir.
F é o Flávio que se magoou no lábio.
G é ó Gabriel que gosta de comer um pastel.
H é a história que rima com vitória.
I é de íris que brilha como um arco-íris.
J é joão que tem um grande coração.
L é o Leonardo que parece um leopardo
M é o Super-Mário, que tem um horário.
N é o Nuno, que sempre foi um bom aluno.
O é o Oliveira, que cata ratos na lixeira.
P é o Paulo, que está a correr atrás do cavalo.
Q é o Quaresma, que é lento como uma lesma!
R  é o Roberto, que está sempre de olho aberto...
S é a Soraia que vai sempre à praia.
T é a Tatiana, que levou com uma cana.
U é o Urbano que chumbou um ano
V é a Vanessa, que vai sempre nessa!
X é Xadrez que parece a Inês.
Z é a Zélia , que tem uma amiga chamada Hélia.

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

Momentos...

" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

"A viúva e o papagaio"

"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"