"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

29/11/13

A propósito de Publicidade...7ºF

 Claudino, Diogo e Leonel
 Jéssica, Tatiana e Márcia
 André e António
 Rúben Gonçalves
Pedro e Hugo

O Natal na Europa: 6ºI
















Professoras Ana Lima e Isabel Preto

27/11/13

Feira do Livro"



















Está a decorrer na BE/CRE da nossa Escola. Visita-a.

23/11/13

Somos Contadores de histórias!

Também este Projeto tem resultado: pesquisaram contos tradicionais e apresentaram-nos de forma criativa.
A aula,ontem, no 6ºE foi memorável...alguns alunos contaram esses contos, dramatizaram-nos e outros, apenas, com gestos tornaram essas histórias inesquecíveis!


Projeto de Leitura e Escrita

No 6ºI, o Projeto "Somos Escritores" tem corrido tão bem, que decidi alargar o Projeto ao 6ºE.
Como não tenho jeito para trabalhos manuais, a Bruna encarregou-se de enfeitar o caderno da turma, que passou a ser um tesouro valioso para eles. Talvez, a mais orgulhosa seja eu!
O André já iniciou o Projeto com a sua definição de escrita e a transcrição de um excerto de um livro que anda a ler. No final, ilustram e o caderno segue para casa de outro, regressando na semana seguinte: de uma maneira simples, leem, escrevem e ainda se tornam "pequenos ilustradores"!
Numa segunda fase, eles irão escrever textos da sua autoria...No final do ano letivo, teremos um caderno cheio de sorrisos, graças às palavras e desenhos com que os alunos encherão as suas páginas em branco!



17/11/13

Memórias de um cão vadio II

Deitado numa manta...
-Ainda me lembro de quando era um cão vadio e me apaixonei pela tua mãe.
- Como foi, pai? Conta-me-perguntou o filho.
- Lembro-me como se tivesse sido ontem...
(...) Lá estava eu, a passear pelas ruas, quando de repente ouço um barulho vindo de um beco.Fui ver o que estava a fazer aquele barulho e vi que vinha de dentro de um caixote do lixo.
De repente, o caixote cai e sai de lá uma cadelinha, uma cadelinha cujos olhos brilhavam como estrelas e o pelo era tão bonito como o luar!
-Quem era, pai?
-Era a beldade da tua mãe...mas voltando à história...Quando acabei de a observar e admirar, perguntei-lhe:
-Que beldade se atravessa no meu caminho!?
- A sério, pai, tu disseste mesmo isso?-Perguntou o filho espantado.
-Sim, filho, eu disse. Nessa altura fui um tolo como tu és agora com as cadelinhas!
-Ei!
-Vá, vamos continuar a história....De seguida, ela deu-me uma patada no focinho e foi-se embora.
-Desculpa, desculpa por ter sido um tolo. O meu nome é, é...eu não sei o meu nome. Sou um cão vadio!
-Um cão vadio? Sou uma cadelinha de raça e não me dou com cães vadios!
-Então por que razão estás aqui, na rua?
-Estou aqui, porque me perdi de casa!
-Então já tens um sítio para passar a noite?
-Não...
-Fica comigo, podes passar a noite comigo.
Mais tarde...
-Chegamos, não é propriamente uma mansão, mas é aqui que eu moro, é a minha mansão.
-Vives aqui?
-Sim...Podes deitar-te aqui, boa-noite.
-Boa-noite.
A meio da noite....
-Acorda, rápido!
-O que foi, o que foi?
-É o homem do canil, rápido, foge!
Depois de escaparmos...
-Temos de fugir todos os dias?
-Sim, infelizmente, agora dorme.
Já de manhã...
-Anda, vamos.
-Onde?
-Para casa, tolo!
-Eu não tenho casa...
-Agora já tens, vens comigo.
-Achas que me vão aceitar?
-É claro, anda, vamos entrar...
-Mãe, Pai, ela voltou ela voltou!
-Parece que trouxe um amigo...Anda, entra rapaz.
-E o resto...já sabes, filho.

Ruben Gonçalves, 7ºF

Memórias de um cão vadio...

Faço parte de uma família numerosa e nasci na rua.
Sempre fui muito brincalhão, tenho o pelo sujo por andar sempre a vadiar...As minhas orelhas são grandes, os olhos brandos e castanhos, a cauda comprida e adoro correr, correr muito e livremente.
Um dia chamei o meu pai e perguntei-lhe:
-Podemos ir passear na floresta?
- É claro, que sim!-Respondeu-me o meu pai.
Então eu e a minha família fomos dar uma volta pela floresta.
No entanto, eu distraí-me com um som e parei para ver o que era. Afinal, tratava-se apenas de um pica-pau! Porém perdi-me da minha família! Tentei descobri-la, mas nada! Decidi encontrar o caminho de volta para nossa casa, um lugar aconchegado debaixo de uma ponte, pois eu sou esperto e sabia que a família regressaria a casa...Assim, reencontrei a minha família!



Pedro, 7ºF

Histórias de João Pateta...

João vivia com a mãe, numa casa muito velha. João era muito preguiçoso e não gostava de trabalhar.
 Certo dia a mãe ameaçou abandoná-lo se ele não fosse trabalhar, e ele, com medo do pior, lá se decidiu. 
João decidiu ajudar um lavrador.
 - Boa tarde, João.
 - Olá o que é que eu posso fazer para ajudá-lo?
 - Vamos cavar buracos para semear batatas. 
No final do dia, como recompensa, o lavrador deu-lhe uma moeda de cobre. Quando chegou a casa, reparou que tinha perdido a moeda. 
- Mãe, perdi a moeda que o lavrador me deu de recompensa pelo meu trabalho.
 -És um tonto! Se a tivesses guardado no bolso, não a terias perdido. 
 No dia seguinte o João foi trabalhar por conta de um leiteiro:
 - Bom dia, senhor, em que posso ajudá-lo?
 - Ajuda-me a encher as bilhas de leite, rapaz. 
Ao final do dia, para recompensá-lo, deu-lhe uma bilha de leite. O João pegou na bilha e despejou-a no bolso. Quando chegou a casa estava todo sujo e ensopado. 
-Estás cada vez mais idiota! Devias trazer a bilha à cabeça!
 No dia seguinte, foi trabalhar para um queijeiro. Ao final do dia, ele deu-lhe um queijo fresco. O João pôs o queijo à cabeça, e como era fresco, foi-se desmanchando, e quando chegou a casa já não tinha queijo e tinha o cabelo todo empastado e a cara toda lambuzada.
 - Ai meu Deus! Olha o teu estado. – disse a mãe - Então tu não te lembraste que era melhor trazê-lo nas mãos?!
 -Para a outra vez, minha mãe. Agora não há remédio! 
 Depois foi trabalhar para casa de uma velha professora de crianças que lhe deu um gato muito bonito e felpudo. Ele levou-o nas mãos, mas como é óbvio, o gato fugiu. 
Quando chegou a casa e contou à mãe, esta aborreceu-se muito e aconselhou-o a que, da próxima vez, trouxesse o gato atrás de si, atado com um cordel. 
 No dia seguinte, foi trabalhar para um açougueiro, que, em paga, lhe deu uma perna de carneiro. Ele atou-a com um cordel, e levou-a arrastando atrás de si, pelo chão, até a casa. A mãe, ao ver o estado em que vinha a carne, perdeu a paciência, ainda mais porque só tinha pão duro para a ceia.
 -O que tu precisavas é que eu te desse uma sova! Porque é que não trouxeste a perna de carneiro ao ombro?
 No dia seguinte, foi trabalhar para um negociante de gado, que em paga, lhe deu um burro. 
João tentou meter o burro ao ombro, e quando conseguiu, já não podia quase que dar um passo. 
Passou por uma casa onde vivia um lavrador rico, que tinha uma filha surda-muda. Esta estava à janela e quando viu o João com o burro às costas começou a rir de tal forma que ficou curada e começou a falar e a cantar. O pai da menina ficou tão contente por o rapaz ter curado a filha que lhe deu a sua mão em casamento. E foi assim que o João casou e ganhou juízo e foi feliz com a sua mulher. 

Reconto elaborado por Inês, 6ºE

12/11/13

Contadores de Histórias...

A propósito do conto tradicional, pedi aos alunos do 6ºI uma pesquisa sobre o tema...Assim, tivemos uma aula especial: cada um apresentou um conto à sua maneira.
Houve alunos que leram, mas outros surpreenderam! O Diogo cantou uma parte do seu conto. Foi fabuloso! A Carla trouxe um Conto da sua terra de origem: a Guiné Bissau e também o contou, sem precisar de papel, qual contadora de histórias.
Recordámos: " O velho, o rapaz e o burro", contado pelo Daniell; "O burro e o azeiteiro", pela Nicole; "A velha e a cabaça", pelo André...entre muitos outros.
Foi de facto, uma aula que correu bem e me deliciou.
Aqui fica um desses contos:

Foi
Era uma vez uma velhinha que vivia sozinha numa pequena casa junto a um bosque onde ela gostava muito de passear.
Um dia quando ia para o casamento da sua filha teve que atravessar todo o bosque a pé. Ia ela a apreciar o passeio quando encontrou uma raposa, que lhe disse:
– Vou-te comer, velhinha!
– Não faças isso agora – respondeu a velhinha – é que eu vou ao casamento da minha filha, quando voltar venho mais gordinha.
E a raposa deixou-a continuar o seu caminho. Um pouco mais à frente encontrou um grande lobo.
– Não passas aqui sem que eu te coma – disse o lobo.
A velhinha respondeu:
– Agora não, eu vou ao casamento da minha filha e vou voltar mais gordinha.
E o lobo também a deixou ir embora. No casamento da filha, a velhinha divertiu-se muito e comeu muito também. Quando já estava para ir embora e voltar para casa, lembrou-se do lobo e da raposa que estavam à espera dela. Então contou a história à filha e ficaram as duas a pensar numa forma para a velhinha voltar para casa sem ser vista. Foram então à procura de alguma coisa onde a velhinha se pudesse esconder, experimentaram vários objetos, panelas, barris, e então encontraram uma grande cabaça onde ela cabia e conseguia espreitar para poder ver. No caminho de volta para casa a velhinha ia rodando a cabaça. Quando passou pelo lobo eu perguntou:
– Viste por aí uma velhinha?

– Nem velhinha nem velhão, roda cabacinha, roda cabação – respondeu-lhe a velhinha. E continuou o seu caminho escondida dentro da cabaça.
Já ia um pouco mais descansada por ter conseguido enganar o lobo, quando a raposa se pôs no seu caminho.
– Viste por aí uma velhinha? – perguntou-lhe a raposa.
A velhinha respondeu:
– Nem velhinha nem velhão, roda cabacinha, roda cabação!
Pouco depois chegou a casa em segurança, bateu com a cabaça numa grande pedra que estava perto da porta e saiu de lá de dentro. A velhinha continuo a dar os seus passeios, mas noutro sítio do bosque para não se cruzar novamente com o lobo e a raposa e eles ainda hoje continuam à espera que a velhinha volte do casamento da filha.

Já se sonha com o Natal...

 
Aqui em casa, só se fala do "Pai Natal"...A Sofia disse que a Árvore vai trazê-lo mais depressa! E como ontem fez uma "menina castanha", colocou-a na Árvore...

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

Momentos...

" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

"A viúva e o papagaio"

"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"