"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

24/11/15

Adaptando fábulas...

"Quem conta um conto, acrescenta um ponto!" É bem verdade!

Na aula de apoio ao estudo, li diferentes versões da fábula: "O Leão e o Rato"...pedindo ao grupo de alunos que elaborasse um reconto. Não foram inteiramente fiéis a nenhuma das versões ouvidas, mas surgiram novas versões bem interessantes:

Era uma vez um leão feroz, amargo e resmungão e um rato distraído e amável. 
Viviam numa floresta e, certo dia, durante a tarde, o ratinho andava a passear muito distraído, como era costume e nem reparou que ia de encontro ao focinho do rei leão.
O leão feroz e amargo acorda e diz ao pequeno rato, pisando-lhe a cauda:
- Para a próxima, vê por onde andas! Olha que eu podia comer-te, por teres o atrevimento de interromper a minha sesta!
- Desculpe, meu amo, não me coma, pode largar-me a cauda, por favor?-interrogou o ratito. Olhe que qualquer dia, ainda vai precisar de mim!
 O leão começou a rir-se do rato, mas deixou-o ir.
Alguns dias mais tarde, o leão resolveu ir dar um mergulho no lago da floresta. Porém, ao mergulhar, foi apanhado por uma armadilha!
O rato andava nas suas passeatas habituais e, de repente, ouvindo rugidos, olha para cima e vê o leão preso numa rede, no cimo de uma árvore.
-Que aconteceu, sua majestade?
- Fui apanhado por esta armadilha, quando ia refrescar-me no lago.
Sem perder tempo, o rato trepou à árvore e roeu as malhas da rede, soltando o grande leão.

Moralidade: Não te deixes guiar pelas aparências!

Daniela Coelho, 5ºI 

Há algum tempo, numa floresta, um ratinho estava com muita fome e foi em busca de comida.
Passado algum tempo, o rato avistou umas bagas e foi tentar apanhá-las, mas não conseguia e, vendo um vulto, fez confusão, na ânsia de as tentar alcançar. Era um leão, que dormia descansado, todo enroladinho, mas o pobre ratito pensou que era uma pedra e apressou-se a trepar para cima!
O leão acordou, furioso! Logo gritou:
-Não viste que eu estava a dormir? Como te atreves a incomodar-me? Agora vou comer-te, rato miserável!
O rato, com medo, implorou:
-Não me comas. Eu vou recompensar-te.
O leão concordou, até porque um ratito tão pequeno não valia o trabalho de o comer...
Passado algum tempo, os caçadores prenderam o leão numa armadilha e o rato viu tudo. 
Então, foi libertá-lo da rede e ficaram amigos.

Moralidade: tudo está bem, quando termina bem!

Bruno Ribeiro, 5ºI
 

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