"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

30/01/17

A Amizade

   Numa terra distante, repleta de magia, vivia um lindo e majestoso unicórnio chamado Pop Corn. Ele tinha olhos cintilantes como as estrelas e uma crina colorida como o arco-íris. A sua melhor amiga era uma linda e simpática papoila, que vivia num jardim perto do seu estábulo.
   Um dia, enquanto Pop Corn e a Papoila estavam a conversar sobre qual era o melhor sítio para se viver, um jardim ou um estábulo, a Papoila desatou a chorar e Pop Corn preocupado perguntou:
   - O que se passa contigo? Porque estás a chorar?
   - Estou a chorar porque me sinto sozinha aqui no jardim -disse a Papoila, limpando as lágrimas que tinha nos olhos, com as suas folhas delicadas.
   - No jardim? Pensava que adoravas viver aqui - disse Pop Corn confuso.
   - E adoro, mas sinto-me sozinha!-esclareceu a Papoila.
   Depois desta conversa, Pop Corn ficou a pensar numa maneira de ajudar a amiga, até que se lembrou que, antes de morar no jardim, a Papoila tinha vivido num prado, perto das montanhas de gelado e que as suas amigas tinham ficado tristes, quando ela se tinha ido embora e, por isso, decidiu ir falar com elas, para saber se queriam mudar-se para o jardim.
   Quando chegou ao prado perguntou:
   - Alguém aqui conhece a Papoila?
   - Nós! Nós!- Gritaram seis pequeninas flores.
   - Olá, sou o Pop Corn.
   - Nós somos amigas dela, o que se passa?
   - Queria pedir-vos um favor. Podem vir morar com a Papoila, no jardim?
   - Sim!- responderam as seis flores entusiasmadas.
   Quando os sete chegaram ao jardim, a Papoila ficou surpreendida ao ver as suas amigas e agradeceu a Pop Corn. Os oito viveram felizes para sempre.

Inês, 6ºH

Acróstico Contos Tradicionais

Rodrigo, 6ºH


Era uma vez um professor muito preguiçoso, que costumava usar um fato muito peculiar, casaco amarelo e calças azuis.
Certo dia, quando este ilustre professor estava a ler um livro à sua turma adormeceu e, como por encanto, apareceu num mundo repleto de magia.
A sua primeira visão foi ver uma rapariga muito bonita chamada Rapunzel e dirigiu-se a ela perguntando:
- Olá Rapunzel, ao vivo ainda consegues ser mais bonita no que na televisão, quero dizer-te que te admiro muito, és uma princesa corajosa.
Sabes, às vezes não compreendo como existem várias histórias tuas, fico um pouco confuso e não sei ao certo qual é realmente a história original.
- Professor muito obrigado pelo elogio, sabe, quem conta um conto, acrescenta um ponto. – Respondeu Rapunzel. E continuou - A verdadeira história começou simplesmente com uma rainha que estava grávida, quando a criança nasceu foi raptada por uma velha má, esse rapto tinha um propósito, essa menina tinha um cabelo mágico, foi levada para uma torre alta, proibida de sair de lá, longe de tudo e de todos. E essa rapariga sou eu, felizmente um rapaz encontrou-me e levou-me à minha mãe verdadeira (rainha).
- Oh!!!! esplêndido – Disse o professor – Bem, gostei muito de falar contigo, mas não posso perder mais tempo, pois tenho muito mais para conhecer.
De seguida o professor viu um escadote mesmo à sua frente, e decidiu subir, entretanto começou a ouvir um sussurro, a cada degrau que subia o som era mais evidente, foi então que ouviu alguém dizendo:
- Socorro!!! Não me pises.
O professor ao ouvir estas palavras, parou e, ao olhar para debaixo do seu pé, reparou que quase ia pisando um pobre grilo.
Este gritou: - Está maluco, senhor professor!!?? Primeiro entra na minha propriedade e depois quase me mata?
O professor reparou que era o grilo falante, e disse-lhe:
- Desculpe senhor Grilo falante, não o vi, sabe, sou um pouco desastrado.
- Bem, não faz mal, eu sei que não fez de propósito.
Entretanto, o grilo bate com o seu chapéu de chuva no escadote e inesperadamente este abre-se fazendo o professor cair.
Ahahah !!!! – gritava o professor, enquanto caía.
Quando deu por si, estava na cozinha do Ratatouille dentro do filme que passava em 4D.
- Olá Ratatouille, sempre quis conhecer-te pessoalmente. Porque razão é que o filme é diferente do que eu costumo ver? – quis saber o professor.
- Sabe todos os contos têm uma história original, mas este filme está feito em 4D para dar a possibilidade a quem o assiste de sentir também as sensações do filme – respondeu Ratatouille.
O professor despediu-se do Ratatouille e, de seguida, foi ver outros contos tais como: O mocho que come ratos, O cego que adora fumar no seu cachimbo, O gato riscado, A boca aberta, O senhor bigodes e o malabarista sem bolas.
Depois de conhecer todas estas personagens maravilhosas, o seu sonho foi interrompido pelo toque intenso da campainha da escola, que tocara para a saída.
Nesse mesmo dia o professor escreveu no seu diário tudo o que viveu no mundo imaginário. E a partir de então o professor olhou com outros olhos para a vida e para os contos tradicionais e percebeu o quanto são importantes estes contos para todas as pessoas porque nos transmitem muitos ensinamentos e momentos deliciosos de imaginação.
 
      
 

O Senhor Narigudo

      Era uma vez um senhor muito infeliz, porque era narigudo e, por isso, nunca tinha conseguido arranjar uma namorada!
   Para se animar, devorava tabeletes de chocolate, sobretudo no inverno; no verão, voltava-se para os gelados.
   Também tinha poucos amigos. Um dia saiu com um colega de trabalho, mas sentiu-se pior que nunca. Esse amigo levou a namorada e ele, pobre coitado, ficou a "fazer de vela", como é costume dizer-se!
     Um dia conheceu uma pessoa maravilhosa, que lhe fez ver que a beleza vem de dentro. É certo que ser bonito por fora, também é importante, mas o principal são as atitudes e o coração de cada um. Além disso, essa pessoa afirmou que o senhor Narigudo, também não era nada de se "deitar fora", já que tinha uns lindos olhos verdes e um sorriso encantador...
     Pedro, assim se chamava o senhor Narigudo, ficou mais animado e passou a sorrir às pessoas. Afinal, percebeu que ninguém se importava com o seu nariz e que até era fácil fazer amigos.
     Passava muito tempo à conversa com a tal pessoa. Mal ele sabia que essa pessoa se tornaria, alguns anos mais tarde, na sua esposa!

Vítor, 6ºJ
Etapas:
Escrever o nome na vertical.
Desenhar a partir da letra e atribuir um nome à letra.
Escrever um texto, com a inclusão dessas palavras.

Aqui fica o exemplo da Mariana que decidiu escrever em verso:

Num baloiço
Sentados ao luar
Quatro animais sempre a brincar
Tínhamos o coelho e o castor

E para juntar à festa, o elefante e o sapo
Todos amigos
Exceto quando chegava o Diabo
Com seus feitiços a atrapalhar
Com o anjo não consegue lutar
E nunca fica a ganhar

Brincavam a noite toda
Sempre sentados ao luar
E quando chegava o dia
Toca a ir deitar

Acróstico Desenhado I

   

 Etapas:
  1. Desenhar o nome na vertical
  2. A partir de cada letra, fazer um desenho
  3. Com as palavras criadas no desenho, escrever uma história

   Era uma vez um rapaz que vivia numa vila muito pequena.
   Esse rapaz era muito curioso e gostava muito de se aventurar. Se pudesse, iria até à lua de foguetão!
   Um dia, ao voltar a casa, depois das suas aventuras, deparou-se com um  labirinto cheio de folhas e de insetos, tais como lagartas, minhocas e centopeias. Esses insetos eram gigantes, capazes de comer uma pessoa viva.
   O rapazinho nem pensou duas vezes e percebeu que tinha de passar pelo labirinto o mais rápido possível, para não ser devorado pelos insetos ciclópicos!
   Encheu-se de coragem e, muito facilmente, conseguiu atravessar o labirinto. Parecia que uma certa magia no ar lhe indicava a saída!
   Perto de sua casa encontrou um homem barbudo que lhe perguntou como tinha conseguido ultrapassar aquele obstáculo, ao que ele respondeu que não sabia explicar, pois parecia que tinha recebido uma energia especial. O que interessava era que estava em casa são e salvo.

Bruno Ribeiro, 6ºI

25/01/17

A propósito de resumos...






"Zapghost"







É preto ou cinzento e tem muitos botões.
Não, não é piano nem acordeão.
Mas anda de mão em mão.
E muitas vezes cai ao chão.

Todos o têm em casa,
Uns na sala, outros na cozinha ou até no quarto.
Todos o querem apanhar
Para nos seus botões tocar.

Ele é irritante e motivo de discórdia,
Umas vezes não tem pilha.
Outras está avariado.
Se calhar já não funciona, por estar tão cansado!

Todos o querem,
Principalmente ao serão.
Estão sempre a tocar-lhe
É o comando da televisão.

                                                                                                                                                                                                  Margarida, 6ºJ


 

Fascinante!

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Bons Sonhos!

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"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

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Momentos...

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" A Menina do Mar"

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"A viúva e o papagaio"

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"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"