"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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08/12/25

Escrever textos, usando a Personificação

 A Cadeira de Baloiço


    Numa casa abandonada, no meio da floresta, num quarto muito escuro e frio, vivia uma cadeira de baloiço, de madeira forte e escura, mas o seu assento estava velho e muito usado.

    Era conhecida pelo nome de Joaninha e, de súbito, começou a lamentar-se:

    - Ai, como me sinto só e abandonada nesta casa onde havia tanta vida!- exclamou a cadeira. Há muitos anos, eu servia de baloiço para as crianças que brincavam na casa e, quando estavam cansadas, iam para o meu colo. Mais tarde, servi de conforto para as pernas cansadas das pessoas mais velhas. Agora deixaram-me sozinha nesta casa, onde apenas tenho recordações... Tenho saudades de receber no meu colo essas crianças agitadas, mas, ao mesmo tempo, sinto-me feliz por saber que fiquei nas memórias delas.


Daniel, 6.ºC

O lápis de cor

    O lápis de cor é longo, colorido e muito criativo.

    Acorda todas as manhãs para ir trabalhar como pintor e ajuda as pessoas a ter mais cor nas suas vidas.

    Ele é muito feliz, porque ajuda as pessoas a melhorar as suas artes e a colorir as suas casas, para as deixar com mais vida. Uma das suas pinturas tornou-se peça de museu, de tão bela que era!

    O lápis de cor é tão importante que até existem livros dedicados só a ele, são os livros para coloriri, que tanto animam as crianças.

    Os lápis de cor, não são simples lápis de cor, eles servem para colorir a vida das pessoas e alegrar-lhes o coração.

Ana Luísa, 6.ºC


    


O Lápis Aborrecido

    - Estou farto de ser sempre usado e afiado até metade e depois vou parar ao lixo! Estou farto de escrever sempre as mesmas letras, os mesmos números, as mesmas contas sem graça. “Outra vez redações?”- resmungou, enquanto esticava o corpo de madeira e deixava cair um pouco de grafite de cansaço. Estou farto de me partirem ao meio, quando ficam com raiva, estou farto que apaguem aquilo que escrevo, como se o meu coração não tivesse sentimentos! Estou farto que me troquem por lapiseiras, que logo se partem, faRtinho de ser um lápis.
    Quando alguém me segura, sinto cócegas e um aperto no coração. Sonho em desenhar castelos, dragões ou nuvens com formas estranhas, mas sou obrigado a copiar frases intermináveis. 
    A borracha, sua melhor amiga, tentava animá-lo: “Não fiques assim, amanhã pode ser diferente.” 
    Mas o lápis abanava a cabeça, aborrecido, deixando um risco torto no caderno.
    Um dia, porém, tudo mudou. Uma criança pegou nele e começou a desenhar livremente, sem regras nem linhas direitas. 
    O lápis sentiu-se leve, quase a dançar sobre o papel. Sorriu pela primeira vez e percebeu que já não estava aborrecido. Afinal, só precisava de um pouco de imaginação para voltar a ser feliz.

Ariana, 6.ºB

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