"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

15/01/15

A mãe loba

Era uma vez um lenhador muito pobre. Como não tinha comida para dar aos filhos, resolveu abandoná-los no monte.
Nesse monte encontrava-se uma matilha de lobos, que assim que viram os meninos resolveram tomar conta deles.
Passados alguns anos, apareceu um tigre que lhes disse:
-Essa loba, que vocês seguem, não é vossa mãe. A vossa mãe é aquela que está a lavar no rio.
Os meninos responderam-lhe:
-Não chamamos mãe àquela que nos deu a vida, mas sim a esta loba que cuidou de nós e nos amamentou. A nossa mãe verdadeira abandonou-nos neste monte, sabendo que íamos viver mais seguros entre os lobos, que nos defendem de tudo e de todos, até de ti.

" É o amor que cria laços, não o nascimento".
A partir de duas histórias, criei uma.

Diogo Guimarães, 7ºB 

08/01/15

A Lenda da mansão assombrada



Numa pequena vila, lá para os lados do Alentejo, havia uma mansão onde viviam pessoas muito ricas e avarentas, pelo que ninguém gostava delas.
Reza a lenda que, numa noite, a casa foi assaltada por dois habitantes da aldeia, que incendiaram a mansão, provocando a morte dos donos. a casa foi reduzida a cinzas e, debaixo delas, ficaram enterradas todas as suas riquezas.
Certo dia, dois turistas ouviram falar dessa casa e passaram por lá.
-Lá está, aquela casa ou o que resta dela!
-Vamos, amigo.
Passaram pelas cinzas, até que um choro vindo do além, os assustou...
-O que é isto?
-Também não sei!
De súbito, uma pequena brasa reacendeu-se e ambos ficaram em chamas!
A vila, mal soube do acontecimento, começou a dizer:
-Morreram os verdadeiros donos desta riqueza!
O que é certo é que há quem acredite que aquele lugar está amaldiçoado e a alma dos habitantes da mansão se vingou da sua morte! Dizem que quem passar por lá, nunca mais será visto e sofrerá o mesmo destino dos dois turistas!

Carlos Raminhos e Diogo Valente

07/01/15

Misturando histórias!

Era uma vez uma princesa chamada Josefina, que era muito querida.
Josefina era alérgica a maçãs, mas sempre as achou encantadoras.
Um dia teve de ir à floresta apanhar cogumelos para a sopa, mas perdeu-se no meio das árvores. A princesa vagueava de um lado para o outro à procura de uma saída, até que encontrou uma casinha de chocolate! Curiosa, bateu à porta, para ver se lá havia habitantes, mas como ninguém lhe respondeu, decidiu entrar.
Lá na casinha, havia sete pratos de papas de aveia, sete cadeiras de tamanhos diferentes e sete camas.
Resolveu comer um bocado grande de cada prato e, ao sentar-se numa das cadeiras, partiu-a. Na impossibilidade de a conseguir arranjar, foi dormir numa das camas, não sem antes experimentar todas, pois achava que umas tinham o colchão demasiado duro, outras demasiado mole, mas achou a última cama, perfeita!
Foi acordada por sete porquinhos, a olharem para ela espantados. Josefina gritou e os porquinhos fizeram o mesmo!
- Quem são vocês?
- Somos os sete porquinhos.
- E o que é que estão aqui a fazer?
- Nós é que devíamos perguntar isso! Esta é a nossa casa!
- Eu perdi-me na floresta!- desculpou-se Josefina.
- Nós vamos ajudar-te! - exclamaram em coro.
Desde esse dia, os porquinhos tentaram encontrar a casa de Josefina e dizem que foi uma bruxa, que nesta história é bondosa, quem os ajudou.
No final, houve uma triste despedida e Josefina voltou feliz para a sua casa.

Renata, 7ºC

Publicação em destaque

Dia Mundial da Leitura em Voz Alta

 Eder Cardoso, 6.ºA



Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Alfabeto das Coisas Boas"

"Alfabeto das Coisas Boas"

A imaginação não tem limites!

A imaginação não tem limites!

"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

Momentos...

Uma Escola para todos- Samara 6.ºC

Uma Escola para todos- Samara 6.ºC

" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

"A viúva e o papagaio"

Trabalhos dos meus alunos...

Trabalhos dos meus alunos...




Pequenos/grandes artistas

Pequenos/grandes artistas