"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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18/10/15

O Sapo Enfeitiçado








Era uma vez três irmãs que ouviram falar de um livro mágico e decidiram partir em busca desse maravilhoso livro!
Durante a longa viagem que fizeram, encontraram, numa ponte, um sapo muito estranho, que era um príncipe enfeitiçado. Porém, elas não sabiam.
Contudo, parecia que o sapo as guiava para algum lugar e seguiram-no. Depararam-se com uma pequena casa, entraram e viram uma estante cheia de livros, onde um brilhava intensamente! Só podia ser o famoso livro mágico!
Abriram-no e, como não sabiam o que o livro fazia, leram a primeira frase. Logo o sapo se transformou no belo príncipe que fora outrora!
As três irmãs, incrédulas, ficaram maravilhadas e decidiram continuar a ler o livro.
Mal leram a segunda frase, a casinha transformou-se num palácio, o do príncipe!
O príncipe era lindíssimo e as três temiam apaixonar-se por ele. Tiveram que tomar uma decisão, pois não podiam casar todas com o príncipe.
- O livro deve saber como a história continua - referiu a irmã mais nova.
No final da terceira frase, a irmã mais velha transformou-se numa princesa.
Foram buscar toda a família e fez-se o casamento real.
A partir desse dia, ficaram todos a viver no palácio. A alegria reinou para sempre.


Matilde F. e Carolina, 5ºJ

A Encruzilhada


Era uma vez um rei e uma rainha que viviam num reino longínquo. A rainha estava à beira da morte e a única maneira de a salvar era ir buscar uma poção mágica. Só um herói poderia ir em busca da tal poção. Havia um único disponível, o herói Astuto, que foi chamado à presença do rei:
- Astuto, a minha mulher está quase a morrer e preciso que tu vás buscar uma poção para a curar.
Astuto concordou e partiu. Porém, viu-se numa encruzilhada, onde a palavra proibição parecia ser a palavra de ordem e, como se não bastasse, teve de lutar com o guardião das encruzilhadas- Talvez o amor que tinha para com a sua rainha e o dever de a salvar, fizeram-no lutar com coragem e ganhou.
De repente, apareceu uma águia que exclamou:
- Como tu ousaste aceitar esta missão, passar por perigos e enfrentar o guardião, vou indicar-te o caminho que deves seguir e onde encontrarás a poção.
O bravo herói agradeceu e foi buscar a poção, regressando ao reino. A rainha bebeu a poção e acordou daquele sono profundo e todos ficaram muito felizes.

                                                           Íris,Sílvia, Margarida e Beatriz S.    5ºJ



O anel misterioso




Dois amigos estavam a brincar no jardim, quando avistaram uma coisa a mexer. Aproximaram-se e depararam-se com uma serpente muito estranha. Começaram a ouvir uns sons muito estranhos e, como não vissem ninguém por perto, concluíram que só podia ser a serpente. Sem saber como, desapareceram do jardim e viram-se na Ilha dos Segredos. Cheios de curiosidade, foram investigar e depararam com uma porta na parede de uma gruta. Resolveram entrar e encontraram um velho sábio.
- Que fazes aqui, nesta ilha?- inquiriram os dois amigos.
- Eu moro aqui. Sou o guardião desta ilha.
O Francisco, um dos rapazes, quis logo saber a razão do nome daquela Ilha, ao que o velho respondeu:
- Esta é a Ilha dos Segredos, porque há uma fonte mágica, com um anel no topo. Mas esta fonte está protegida por um escudo protetor. Nunca ninguém conseguiu penetrar por esse escudo. Dizem que só dois grandes aventureiros, de alma pura, conseguirão tal proeza.
Gabriel, entusiasmado, declarou:
- Vamos lá, Francisco. De certeza, somos nós. Por isso é que a serpente nos fez vir para cá!
O sábio fê-los entrar por um portal, que os levou diretamente à tal fonte.
Gabriel tentou retirar o anel, mas sozinho não conseguiu. Lembrou-se então das palavras do velho sábio e referiu em voz alta:
Francisco, temos de tentar juntos! Dois aventureiros, lembras-te?
E foi assim que os dois amigos conseguiram retirar o anel cujos poderes eram indescritíveis!
Depois, os dois amigos “voaram” até à gruta do velho sábio e a serpente, que era a ajudante do sábio, fez um portal que os levaria de volta a casa.
Ambos concordaram que o anel deveria ficar na Ilha, por ser mais seguro, longe da cobiça dos homens gananciosos. Regressaram a casa, com o coração cheio de alegria, por se sentirem super-heróis!

Leonor, Rodrigo, Tiago e Luís 5ºJ

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