"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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10/11/15

Casamento entre um lápis e uma borracha!

Esta história passou-se em Portugal, no distrito de Setúbal e no concelho do Seixal, freguesia de Paio Pires, numa escola chamada Escola dos Materiais. Na escola havia muitos materiais escolares, mas vou falar de um lápis chamado Tiago e de uma borracha chamada Rita, que um dia se encontraram.
- Olá, eu chamo-me Tiago e tu?
- Eu sou a Rita.
- Queres ser minha amiga?- perguntou o Tiago.
- Sim! Claro que quero.
A partir desse dia, tornaram-se amigos inseparáveis e, com o passar do tempo, tornaram-se namorados.
Num dia de sol, Tiago encheu-se de coragem e perguntou:
- Queres casar comigo?
Rita aceitou, mas o pai logo declarou:
- Não te deixo casar! Esse lápis não serve para ti!- concluiu.
De súbito, ouviu-se um ruído tremendo! Todos ficaram com medo! Era um monstro desenhado num papel. O lápis Tiago com o bico rasgou o desenho e, por ter derrotado o monstro, conseguiu a autorização do rei, pai de Rita, para casar com a sua amada.

Vitória, vitória, acabou-se a história!


Márcio Miranda, 5ºH

Ser diferente tem o seu lado especial!

Era uma vez um lápis que vivia num estojo rodeado de canetas.       
Mas naquele estojo não existia nem uma borracha.
O lápis já tinha ouvido falar que as borrachas tinham o dom de apagar tudo aquilo que os lápis escreviam.
O lápis sentia uma curiosidade enorme em conhecer uma borracha de perto.
Certo dia uma pequena borracha cor-de-rosa apareceu no estojo. O lápis ficou admirado e curioso e disse para a borracha:
- Olá, vieste de longe?- interrogou o lápis.
- Olá, sim, vim de muito longe. Estive numa loja e tu?- questionou a borracha.
- Eu já não me lembro muito bem como vim aqui parar. São muitos anos a viver neste estojo, apenas eu e as canetas, mas sempre quis conhecer uma borracha.
Foi então que a borracha ficou vermelha de tanto corar e disse:
- Porque é que sempre quiseste conhecer uma borracha?
- Porque sempre ouvi dizer que vocês têm o dom de apagar tudo que, nós os lápis, escrevemos.
- É verdade! E apagar faz imensas cócegas.
E riram-se os dois.
Fez-se silêncio e o lápis disse:
- Prometes ficar sempre comigo?
- Sim, prometo ficar sempre contigo e, sempre que errares, eu vou estar aqui para apagar os teus erros!- exclamou a borracha.
O lápis sorriu e afirmou:
- Eu também vou estar sempre aqui para ti. Estou tão feliz por ter uma amiga como tu!

Dito isto, os dois abraçaram-se e perceberam que ser diferente tem o seu lado especial.

João Seixas, 5ºH

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