"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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10/04/12

A Viagem Grátis!





Era uma manhã como outra qualquer, eu estava na rua e deram-me um papel que dizia:" Viagens Gratuitas, raspe e tente a sua sorte": Não havia nada a perder, raspei onde dizia prémio e começou a aparecer a palavra ganhou.

Fui perguntar ao senhor que andava a distribuir os papeis, como é que eu fazia para ganhar a viagem. Ele disse que era só apresentar o papel na bilheteira do aeroporto.
A viagem era nesse mesmo dia e tinha como destino umas ilhas do Oceano Pacífico.
Rapidamente cheguei a casa, fiz as malas, agarrei umas bolachas para comer até ao aeroporto e fui apanhar um autocarro.
Quando cheguei ao aeroporto disseram-me para ir para onde dizia excursões.
Lá já estavam várias pessoas à espera, até que apareceu um senhor com um chapéu e uma bengala que disse:
_ O avião já aterrou venham atrás de mim.
Eu e os outros viajantes fomos atrás dele e depois de andarmos um pouco chegámos ao avião.
Todos olhámos admirados, afinal o avião era pequeno, velho e com uma asa maior que a outra.
Quando entrei no avião eu só pensei: espero não enjoar.
Dentro do avião havia galinhas, os bancos eram de madeira e só três tinham cordas que serviam de cintos de segurança.
Entretanto a muito custo o avião começou a levantar voo.
A viagem ia demorar várias horas e não havia nada para os passageiros se distraírem nem casas de banho, nem comer, mas eu só pensava como seriam as ilhas.
Meia-hora depois começou um cheiro a queimado a vir da parte de trás do avião. Quando eu olhei para trás vi fumo a sair de um buraco com ligação ao motor do avião.
O piloto também não tinha grande orientação, depois de meia-hora a voar ainda estávamos ao pé do aeroporto.
O avião não parava de perder altitude, mas numa manobra arriscada e sem permissão para aterrar, o avião aterrou e toda a gente ficou bem.
Moral da história: Por menos que gostemos de uma viagem, ficamos sempre com algo para contar.

André Jorge, 6ºD

06/04/12

No tempo em que os "trogloditas" diziam "Amor, vai levar o lixo, por favor", existia uma zebra muito especial, no extremo sul de África, pois não tinha riscas!
Um dia lembrou-se que, nos anos, seu pai lhe oferecera uma caneta.
A zebra decidiu experimentar desenhar riscas em si própria e, do nada, a caneta ganhou vida!
-Que susto-gritou a zebra aterrorizada!
-Calma, o que me queres?
-Só vou pintar riscas em mim própria, olha para mim, pareço uma égua branquinha!
-Mas assim, gastas-me o tinteiro todo-reclamou a caneta indignada. E de nada, servirá! Ao primeiro banho...a tinta vai-se-acrescentou!
A zebra "fez ouvidos de mercador" e gastou a tinta toda da pobre caneta...
-Olha para mim, sinto-me nua-lamentou-se a caneta, empurrando a zebra...
Como dizem que "quem canta, seus males espanta"...afastou-se assobiando uma melodia. E eis que apareceu uma cobra, que tentou enfeitiçar a zebra, graças ao assobio da caneta!
Do azul do céu, começou a ouvir-se um falcão, que veio salvar a zebra, matou a cobra, partiu a caneta, desamarrou a armadilha e assim salvou a zebra, que aprendeu uma grande lição.
Moralidade: Não tens que agradar a ninguém, és especial tal como, só tu, és!
Miguel e Catarina, 6ºA

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