"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

21/01/15

Em prosa, também se escreve com palavras homónimas!

Ainda mal  tinha acordado, já estava eu no canto do meu quarto a ouvir o canto dos pássaros!
Naquela manhã, em que não se previa chuva, fiquei ensopado e com a manga molhada! Foi uma pena, não ter trazido o guarda-chuva! Mal chego à escola, fui comer uma manga e, de repente, vi uma pena no chão molhado!
Depois das aulas, percebi que ninguém se pode fiar na mãe Natureza, pois continuava a chover, mas não me preocupei, pois vou estudar. Já a minha avó dizia, a fiar na roca, "quem estuda, o bem alcança"!

Diogo, 7ºE

A massa...

Veio um cliente à padaria:"Massa", para pedir pão ao padeiro.
-Muito boa tarde, senhor, queria pão acabado de sair.
-Muito bem. É para já. Irei fazê-lo com a nossa massa de qualidade.
O cliente, enquanto esperava decidiu juntar à sua lista de compras, massa folhada, massa esparguete e massa fresca.
-Aqui está!-disse o padeiro, acabado de chegar com o pão fresco- São 2,50 euros.
-Muito obrigado, fique com o troco.
-Não, meu caro, é muita massa!
-Não, eu insisto.
E dizendo isto, o cliente foi embora.

João, 7ºE

A partir de palavras homónimas...

Ouviste a história?
Mas que belo conto...
Pareceu-me um belo canto
E eu sentado ali no canto
Parecia estar noutro lugar
O conto levou-me a sonhar
E foi difícil acordar!

Gonçalo, 7ºE

Versos soltos...

Pus o bolo a cozer
Para me consolar
Fui-me pôr a coser
Deixei o bolo queimar!

Comprei um cinto
Que era de cabedal
Nem sabem o que sinto
Quando o esqueço no enxoval!


Renata, 7ºC

Palavras homónimas!

Fui ao Banco buscar massa
E no Banco não tinha nada
Fiquei tão envergonhado
Que saí desanimado.

Desanimado como estava
No banco me sentei
Para as mágoas desafogar
E não me encharcar.

Com esta pressa toda
Perdi o cartão multibanco
Deve ter ficado no centro
Bem dentro do tal Banco!

Finalmente o encontrei
Estava no bolso de trás
Desculpem o incómodo
Mas eu quero compensar-vos
Para isso vou dizer
Nunca vos vou esquecer.

Tiago Cavaco, 7ºC

Palavras homónimas e homófonas!

Vou contar um conto
Que vos vai fascinar
Espero que não o achem tonto
Se não ao canto me vou encostar!

Quando me encosto ao canto
Começo logo a cantar
A minha música preferida
Para me poder animar.

Eu tenho cem poemas
Mas este é sem igual
Vamos lá a inventar
Um conto de pasmar. 

Eu conto e tu contas
Como nós, não há igual.
Para escrever e animar
Basta começar!

No basquetebol um ponto vou marcar
E o resultado consigo alterar
O treinador vai elogiar-me
E com um ponto a estrofe, vou terminar.

Quando chego a casa, um sonho vou comer
Depois vou para a cama para adormecer
Fecho os olhos 
E um sonho vai aparecer.

Nesta folha estou a escrever
Para todos poderem ler
Vou lá fora buscar uma folha
Para o bicho da seda aparecer.

Diogo Guimarães, 7ºB


19/01/15

Brincando com as palavras homónimas e homófonas.

Eu conto um conto,
Logo acrescento um ponto.
Invento cem histórias
Sem limites
E pronto!

Anda tudo na linha
Lá na minha turma...
Com linha
Eu coso
Mas cozo
A massa para jantar!
Isto vai ficar
Um texto de pasmar!

A pescada nada no rio
Eu rio para não chorar!
Nas ondas do cabelo
Eu não posso nadar!

Rodrigo, 7ºD

16/01/15

Poemas...

"Amassa a massa o padeiro,
vende massa o merceeiro,
usa massa o vidraceiro
e também o cozinheiro.
Na Avenida e no Rossio
passam massas populares,
as canções que as massas cantam
vão voando pelos ares.
Ó ladrão, senhor ladrão,
responda, mas não se zangue,
a mania de roubar
está-lhe na massa do sangue?
Perdi todo o meu dinheiro,
fui pedir massa emprestada,
mas a massa que me deram,
vejam - foi massa folhada!
Uma massa, outra massa...
Com tanta massa amassada,
digam lá se este poema
não é mesmo uma maçada!"

"Peguei na Serra da Estrela
para serrar uma cadeira
e apanhei um nevão
numa serra de madeira.
Com as linhas dos comboios
bordei um lindo bordado,
quando o comboio passou
o pano ficou rasgado.
Nas ondas do teu cabelo
já pesquei duas pescadas.
Olha para as ondas do mar,
como estão despenteadas.
Guardo o dinheiro no banco,
guardo o banco na cozinha.
Tenho cem contos de fadas,
que grande fortuna a minha.
Com medo que algum ladrão
um dia me vá roubar,
mandei pôr na minha porta
três grossas correntes de ar.
Encomendei um cachorro
naquela pastelaria;
quem havia de dizer
que o maroto me mordia?!
Apanhei uma raposa
no exame e estou feliz:
vejam que lindo casaco
com a sua pele eu fiz.
Entrei numa carruagem
para voltar à minha terra,
enganei-me na estação
e desci na Primavera!"

Luísa Ducla Soares

15/01/15

Lenda de A-dos-Cunhados

Há muito, muito tempo, no Condado Portucalense existiu uma aldeia em que viviam quatro cunhados: a Arminda, o Albertino, a Pepita e o Pepito.  Eram uma família pobre, que tinham um grande objetivo: superar as suas dificuldades financeiras.
A avó da Arminda tinha uma grande riqueza e, quando esta faleceu, Arminda herdou tudo e repartiu a herança pelos outros três cunhados.
Arminda não sabia que a avó era dona da própria aldeia e que esta herança fora dada a outra pessoa! Quando descobriu, reuniu os cunhados e fez-lhes a proposta de tentarem reaver a aldeia, adquirindo-a com a fortuna herdada. Afinal, ser dono de uma aldeia era muito mais importante.
Reza a lenda que a luta pela posse da aldeia foi dura e durou dez longos anos, visto o anterior dono não querer abdicar dela. 
Quando o conseguiram, a aldeia passou a chamar-se "A-dos-Cunhados".

Francisco, Soraia, Eliana e Rafael, trabalho de grupo

A mãe loba

Era uma vez um lenhador muito pobre. Como não tinha comida para dar aos filhos, resolveu abandoná-los no monte.
Nesse monte encontrava-se uma matilha de lobos, que assim que viram os meninos resolveram tomar conta deles.
Passados alguns anos, apareceu um tigre que lhes disse:
-Essa loba, que vocês seguem, não é vossa mãe. A vossa mãe é aquela que está a lavar no rio.
Os meninos responderam-lhe:
-Não chamamos mãe àquela que nos deu a vida, mas sim a esta loba que cuidou de nós e nos amamentou. A nossa mãe verdadeira abandonou-nos neste monte, sabendo que íamos viver mais seguros entre os lobos, que nos defendem de tudo e de todos, até de ti.

" É o amor que cria laços, não o nascimento".
A partir de duas histórias, criei uma.

Diogo Guimarães, 7ºB 

08/01/15

A Lenda da mansão assombrada



Numa pequena vila, lá para os lados do Alentejo, havia uma mansão onde viviam pessoas muito ricas e avarentas, pelo que ninguém gostava delas.
Reza a lenda que, numa noite, a casa foi assaltada por dois habitantes da aldeia, que incendiaram a mansão, provocando a morte dos donos. a casa foi reduzida a cinzas e, debaixo delas, ficaram enterradas todas as suas riquezas.
Certo dia, dois turistas ouviram falar dessa casa e passaram por lá.
-Lá está, aquela casa ou o que resta dela!
-Vamos, amigo.
Passaram pelas cinzas, até que um choro vindo do além, os assustou...
-O que é isto?
-Também não sei!
De súbito, uma pequena brasa reacendeu-se e ambos ficaram em chamas!
A vila, mal soube do acontecimento, começou a dizer:
-Morreram os verdadeiros donos desta riqueza!
O que é certo é que há quem acredite que aquele lugar está amaldiçoado e a alma dos habitantes da mansão se vingou da sua morte! Dizem que quem passar por lá, nunca mais será visto e sofrerá o mesmo destino dos dois turistas!

Carlos Raminhos e Diogo Valente

07/01/15

Misturando histórias!

Era uma vez uma princesa chamada Josefina, que era muito querida.
Josefina era alérgica a maçãs, mas sempre as achou encantadoras.
Um dia teve de ir à floresta apanhar cogumelos para a sopa, mas perdeu-se no meio das árvores. A princesa vagueava de um lado para o outro à procura de uma saída, até que encontrou uma casinha de chocolate! Curiosa, bateu à porta, para ver se lá havia habitantes, mas como ninguém lhe respondeu, decidiu entrar.
Lá na casinha, havia sete pratos de papas de aveia, sete cadeiras de tamanhos diferentes e sete camas.
Resolveu comer um bocado grande de cada prato e, ao sentar-se numa das cadeiras, partiu-a. Na impossibilidade de a conseguir arranjar, foi dormir numa das camas, não sem antes experimentar todas, pois achava que umas tinham o colchão demasiado duro, outras demasiado mole, mas achou a última cama, perfeita!
Foi acordada por sete porquinhos, a olharem para ela espantados. Josefina gritou e os porquinhos fizeram o mesmo!
- Quem são vocês?
- Somos os sete porquinhos.
- E o que é que estão aqui a fazer?
- Nós é que devíamos perguntar isso! Esta é a nossa casa!
- Eu perdi-me na floresta!- desculpou-se Josefina.
- Nós vamos ajudar-te! - exclamaram em coro.
Desde esse dia, os porquinhos tentaram encontrar a casa de Josefina e dizem que foi uma bruxa, que nesta história é bondosa, quem os ajudou.
No final, houve uma triste despedida e Josefina voltou feliz para a sua casa.

Renata, 7ºC

06/01/15

O cão que miava e o gato que ladrava!

Aqui ao lado da minha casa, vivia um gato que ladrava de tal forma que eu não conseguia dormir!
Espera lá...um gato que ladrava? Algo estava errado! Mas não importa, a história é mesmo assim e pronto! 
Para completar o quadro, mais abaixo, noutra casa havia um cão que miava sem descanso!
À noite, então, só se ouvia ladrar e miar, de forma desafinada e eu...sem conseguir dormir!
Era muito estranho e a história só podia estar errada! É que se, ao menos, de noite, a história emudecesse, mas qual quê! Era ainda mais barulhenta!
Aquilo não podia continuar e tive de mudar o rumo da história: inventei uma noite linda de luar, um feitiço e pronto, tudo se ajeitou: o cão miou à lua e o gato ladrou...deu-se uma alteração: o cão transformou-se em gato e passou a miar e o gato que, afinal, era gata também miou e ambos se apaixonaram!
Ora digam lá se a história, assim, mais certinha, não ficou bonita?

Rafael, 7ºC

Outra coisa!

Há quem diga que os gatos pretos dão azar e que as aranhas significam dinheiro, mas nas histórias tudo pode ser diferente, tudo pode ser outra coisa!
Os meus avós e os meus pais sempre me disseram que os gatos pretos simbolizam azar, mas estavam muito enganados! Ainda outro dia encontrei um gato preto cheio de sorte! Quanto às aranhas, passei por uma e, logo a seguir, perdi cinco euros, quando todos dizem que ver uma teia de aranha é sinal de dinheiro!
Mas voltando à história, talvez algo estivesse errado e eu tinha de resolver o mistério. Fui falar com o tal gato preto e ele respondeu-me que uma fada lhe tinha dado esse dom: o de ser sortudo.
Pensei cá com os meus botões que talvez não fizesse mal nenhum os gatos pretos passarem a dar sorte. Afinal, a vida real é para ser real, mas as histórias podem ser o que quisermos.
Fui ter com a aranha, que se sentia uma triste desgraçada! Quem quer que a visse, era certo e sabido que, a seguir, teria azar! Aproveitei para me queixar dos cinco euros que perdi, mas ela respondeu que não tinha culpa. A culpa era da bruxa malvada que a amaldiçoou por lhe ter enchido a casa de teias! Achei injusto, pois as teias são verdadeiras obras de arte. Sempre considerei as aranhas umas verdadeiras artesãs! Reparem bem da próxima vez que virem uma teia: são lindíssimas! 
Talvez a fada que dera o dom de trazer sorte ao gato preto, pudesse ajudar a pobre aranha. E assim foi, a fada tem um poder superior, pois o bem triunfa sobre o mal.
A partir de então, passamos a ter sorte a duplicar: agora gatos pretos e aranhas trazem sorte!

João Afonso, 7ºC

04/01/15

Palavras homónimas?

Rio no rio 
canto a um canto 
de madrugada.
Não mato o mato

semeio a semente 
na terra molhada.
De que me livro

se ler um livro?
Da solidão.
São como um pêro

todas as coisas 
são como são.
Amo quem amo.
Ao amo obedeço
sem sentimento.
Quem apaga a vela
e leva à vela o barco?
O vento.
Um sonho mau
um sonho doce
para trincar.
No meu quarto
um quarto de hora
chega para brincar.
A linha está torta
torta de laranja
para saborear.
Meia rota e velha
e só meia hora
para a remendar.
São tantas as coisas
que há neste mundo
que um só dicionário
não ia chegar…
E certas palavras
menos egoístas
não se importam
de as partilhar.
Teresa Martinho Marques

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

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Criar e imaginar

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Momentos...

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" A Menina do Mar"

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"A viúva e o papagaio"

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"O meu amigo, o sono"

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