"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

26/05/15

Assalto!

Book titled 'ASSALTO AO MULTIBANCO'Read this free book made on StoryJumper

Falar pelos cotovelos!

Era uma vez um miúdo tão falador, tão falador, que lhe diziam "que falava pelos cotovelos"!
Aníbal, num certo dia, falou ainda mais que o habitual. Já ninguém o podia suportar, pois estar sempre a conversar, cansa.
Apareceu, então, um feiticeiro chamado Zing- Chan e enfeitiçou-o! Aníbal ficou impedido de falar!
Não podendo falar, fez movimentos ao feiticeiro e, por gestos, este acabou por o perceber.
Então, muito seriamente o feiticeiro exclamou:
-Se te desfizer o feitiço, tens de prometer que usas o dom da fala como deve ser, que não falas o que não deves, que não revelas segredos ou promessas, que fazes bem uso deste dom!
Aníbal consentiu com a cabeça, mas o feiticeiro, para mostrar que não estava a brincar repetiu:
-Se voltares a  fazer mau uso da voz, ficas mudo para sempre, estamos entendidos?
Aníbal aceitou a proposta por gestos.
O feiticeiro desfez o feitiço e Aníbal agradeceu:
-Obrigado por me retirares o feitiço e me dares uma lição. Prometo que nunca quebrar a promessa que te fiz.
O feiticeiro desapareceu e, assim, deixamos de ter o "rapaz que falava pelos cotovelos"!
Diogo Guimarães e Gonçalo, 7ºB

Fazer tempestades, num copo de água!

Era uma vez uma família que fazia confusão por tudo e por nada! Eles até gostavam um dos outros, eram uma família especial, mas volta e meia havia confusão!
Vou contar-vos uma história:
Há muito tempo, há mesmo muito tempo, existia uma parte da cidade, que era uma festa autêntica: canções, danças, jogos e outras brincadeiras reinavam todo o dia, mas havia outra parte da cidade, dividida por um muro, onde só existia escuridão e tristeza, onde viviam muitas bruxas, monstros de três cabeças, dragões e a família tempestade!  Sim, era a tal família da confusão! "Faziam uma tempestade, num copo de água", como se costuma dizer!
Essa família vivia de desentendimentos, parecia enfeitiçada. Outrora, tinham sido uma família feliz, agora era confusão para pagar as contas, para lidar com tudo, até para organizar uma festa de aniversário! Porém, antes disso acontecer, a ganância perdeu-os: em troca da imortalidade proposta pela pior bruxa do lado de lá do muro, teriam de deixar de ser divertidos e fazer aquelas confusões!
Se deixassem de o fazer, perdiam a imortalidade!
Eu cá não sei a vossa opinião, mas acho que preferia ser feliz, do que imortal. Afinal de que lhes servia a imortalidade, se viviam no lado escuro da cidade e sempre a "fazer tempestades, num copo de água"?

                                                                                    Bruno Correia​, 7ºB

Chorar lágrimas de crocodilo!

Eu conheço muita gente, a quem esta expressão assenta como uma luva, mas vamos à
história.

Cláudia era uma menina interessante, mas com muitos defeitos, o principal era ser falsa!
Certo dia recebeu uma notícia, a saber, a sua melhor amiga, a Margarida, estava muito doente. Sentira-se mal, desmaiou e foi parar ao hospital.
A princípio, Cláudia ainda se sentiu comovida e com pena. Sentiu também curiosidade por saber verdadeiramente o estado de saúde da amiga.
Porém, quando descobriu que se tratava apenas de excesso de cansaço, a sua falsidade foi notória!
Toda chorosa foi ter com os pais dela e disse que estava desolada, mas que a amiga iria ficar bem.
Quando se viu sozinha pensou:
-Bem feito! Agora eu é que vou ser a melhor aluna!
Afinal, Cláudia não estava preocupada com a saúde da amiga e as suas lágrimas eram, apenas, "lágrimas de crocodilo"!

                                                                                        Maria Inês Galo, 7ºB

22/05/15

A aula do 7ºE, a propósito de expressões idiomáticas!

Nascer em berço de ouro

Era uma vez um príncipe que "nascera em berço de ouro", claro está!
Ao longo da sua vida, nunca tivera que lutar por nada: via televisão e nem queria ir à escola, pois como nada lhe faltava, achava que nem precisava de estudos.
Os pais obrigaram-no a ir à escola, aí ele conheceu uma camponesa lindíssima, pela qual se apaixonou. Porém, ela não lhe ligava nenhuma pois o príncipe não fazia nada que lhe agradasse! Faltava às aulas e não cumpria com nada.
O príncipe percebeu que a sua vida não fazia sentido sem ela e que tinha de mudar para a conquistar. 
Começou a ser aplicado, a ir a todas as aulas e a esforçar-se.
Em todas as disciplinas, as notas mudaram e, com isso, a camponesa começou a interessar-se por ele.
O príncipe ficou felicíssimo e percebeu que na vida temos que lutar por aquilo que queremos.

Gonçalo e Tiago Longle



Memória

Sempre nos disseram que "andávamos com a cabeça na lua", devido a sermos muito distraídos!
Em casa, ouvíamos isso várias vezes, mas na escola ainda mais!
Quando nos diziam isso, mesmo sem entendermos do que estavam a falar, achávamos graça, mas, mais tarde, percebemos que realmente era verdade.
Não o conseguimos evitar, perdemo-nos nos nossos pensamentos, nas coisas que ouvimos e vemos.
Acontece muitas vezes com as crianças e até com os adultos...Ainda não se paga para sonhar, pensar, imaginar...mas nem sempre é bom...por exemplo, nas aulas, pois perdemos a matéria e depois é um caso grave!

Tiago e Soraia F

19/05/15

Excertos sobre a Liberdade escritos pelo 7ºD

Para mim, nada melhor do que iniciar o tema, recordando aquela fábula, sabem a do cão preso, que tinha tudo para comer e do cão magricelas e esfomeado, mas livre...que preferiu continuar livre. 
Também recordo, nos livros de história, a vida triste, se é que se lhe pode chamar vida, dos escravos e que tiveram de lutar pela Liberdade.
Também no tempo da Ditadura, Portugal teve de lutar para conquistar a democracia...

Rute

Para mim, a liberdade é essencial para todos, pois sem liberdade, a vida não seria colorida e tornar-se-ia monótona. Sem a liberdade, a vida seria como uma porta fechada, faríamos sempre coisas semelhantes, sempre o mesmo percurso de vida.
A Liberdade é mesmo um bem essencial, pois é o que nos deixa tomar as nossas próprias decisões.
Sem Liberdade, seríamos como escravos, de "mãos atadas", não haveria liberdade de expressão, seríamos como se fossemos marionetas!
Acho que a Liberdade tem de ser como um livro em aberto e estar, realmente aberto, a todas as pessoas.

Rodrigo

As pessoas têm liberdade até um certo ponto, a meu ver, as pessoas têm de ter direitos, mas também deveres, logo não podem fazer tudo o que querem, ou tudo o que lhes passa pela cabeça. Devemos pensar primeiro e agir com responsabilidade.
Estar em Liberdade também é dizer não às guerras e agir pela paz.
Ter Liberdade é não abusar dos sentimentos dos outros, é um tesouro raro, que devemos estimar.
Lá diz o ditado: "A tua liberdade termina, onde começa a do outro."

Carlos

Ser livre é não estarmos acorrentados como os prisioneiros ou os escravos. Assim, devemos usar a nossa imaginação para saborear a Liberdade em todas as suas vertentes.

Gerson

O tempo da Ditadura já lá vai e se os nossos avós não tivessem lutado, talvez hoje não fossemos livres.
Temos o dever de a respeitar e usar, mas também de a preservar e sem ferir os outros.
Como nascemos livres, para nós, adolescentes que sempre tivemos quase tudo, não é fácil falar sobre a falta de Liberdade, mas imagino que isso nem seria vida.

Diogo Cardoso

 

15/05/15

"Dar pontapés na gramática" e não só!

Certo dia dois rapazes discutiam sobre quem era o mais atlético e rápido.
Para provar qual deles era o melhor, inscreveram-se numa corrida e um "gritou aos quatro ventos":
-Vou ganhar isto "num piscar de olhos"!
O outro respondeu:
-Pára de te "armar em carapau de corrida" e tenta não te perder com a poeira que vou deixar para trás!
O primeiro escarneceu e riu, mas, na verdade, acabou por perder e o segundo rapaz, mais humilde, ganhou a taça.
Quanto ao que se "armava em carapau de corrida", "fugiu a sete pés" e foi esconder-se em casa, até o caso ficar esquecido!


7ºD


Há muitos anos atrás, estava eu no 4º ano, quando a minha professora me perguntou:
-Quem foi o terceiro rei de Portugal?
Respondi que sabia, mas não me saía a resposta, não conseguia dizer:
-Então, o "gato comeu-te a língua"?
E eu, sem perceber nada, disse-lhe  que não conseguia recordar-me da resposta. 
Nesse instante, a professora exclamou:
"Está na ponta da língua," é?
Fui para casa, completamente confuso e, mal cheguei a casa, tratei de tirar as dúvidas com a minha mãe.
No dia seguinte, disse à professora:
-Sim, professora, tinha razão! Ontem, eu não percebi as expressões que utilizou, mas agora já sei que são expressões idiomáticas. Eu, de facto, tinha a resposta "na ponta da língua", só que não me lembrava!

Rodrigo e Rafael, 7ºD


Era uma vez um rapaz que dava "pontapés na gramática" sempre que se deparava com ela. Ele escrevia com muitos erros e, por isso, não gostava de ler, ninguém percebia o que ele dizia e nem metiam conversa com ele...
Aos seis anos, quando aprendeu a escrever, ele trocava os "tês" com os "dês", o "f" com o "V" e o "C" com o "S", passando a ter muito insucesso e a isolar-se cada vez mais.
O tempo passou e já na adolescência, sentado num jardim, " a olhar para ontem", uma rapariga tropeçou e caiu. O rapaz, sobressaltado, apressou-se a ajudá-la e ficaram amigos.
Depressa, Luísa se apercebeu das dificuldades do amigo e, então, emprestou-lhe um livro fascinante sobre as letras.
O rapaz estava apaixonado por Luísa e, para lhe agradar, leu o livro "de fio a pavio".
Assim, Luísa foi-lhe trazendo livros e lendo com ele. Um dia trouxe-lhe uma gramática e emprestou-lha.
Mal chegou a casa começou a estudar as regras e, aos poucos, deixou de "dar pontapés na gramática".
Luísa ficou impressionada com os progressos do rapaz.
Encontraram-se certa tarde no parque e Paulo, assim se chamava o rapaz, começou a dizer-lhe os verbos e Luísa viu que ele continuava com a sua gramática.
-Foi a minha gramática que te ajudou?
-Sim e...o amor que sinto por ti.
Assim nasceu um grande amor e era uma vez um rapaz que, afinal, aprendeu a escrever e falar corretamente.

Carlos Raminhos e Fábio, 7ºD

09/05/15

Para mim, a liberdade é "um pássaro sem medo", porque podemos exprimir-nos livremente e voar sem limites, nos nossos sonhos e pensamentos.
É como uma árvore, pelo facto de podermos ter em nós todos os sonhos do mundo, tal como frutos que nascem das árvores, dos nossos pensamentos, nascem ideias.
Ser livre é ser como um livro aberto, com páginas por escrever, pois ninguém sabe o que nos aguarda o futuro, os sonhos que ainda estão por vir e até onde a liberdade nos pode levar.
Diogo, 7ºE
Ser livre permite ser quem nós somos e dar asas à nossa imaginação. A liberdade é como um livro ou uma porta aberta, que nos deixa ir sempre mais longe.
João, 7ºE
Para mim, a liberdade é importante e faz parte da própria vida. No final, ficaremos orgulhosos por ter descoberto e vivido tantas coisas, que só foram possíveis porque somos livres. A liberdade aumenta a nossa cultura, pois permite-nos visitar lugares e descobrir mundos novos e uma imensidão de coisas.
Rafael Martins, 7ºE
Sem liberdade, ficaríamos presos a um vazio interminável. Devemos aproveitar a liberdade ao máximo e não deixá-la fugir por entre os dedos, pois ser livre é viver em pleno. Sem liberdade, a vida seria triste, como quando estamos sós.
Carla, 7ºE
A Liberdade é um livro escrito com a tinta dos sonhos, como nos diz José Jorge Letria, pois a liberdade permite-nos pintar a vida das cores que quisermos e expressar-nos como quisermos, pela arte, a dança, a pintura, a escrita...
                                                                                                                                                    Sara, 7ºE
A meu ver, a liberdade é viver sem medos, porque é poder dizer o que queremos, tal como um pássaro que canta e voa livre no céu.
Ser livre, é escrever sem medo, é desenhar sobre o que quisermos, é não estar acorrentados.
André, 7ºE
Dizer em voz alta o que queremos, acreditar que conseguimos, não ter medo, ser feliz e concretizar sonhos. Isto é ser livre, que é o bem mais essencial do ser humano.
Soraia Fernandes, 7ºE
A liberdade impõe-se, pois nós já nascemos com o direito de ser livres.
Gabriel, 7ºE
A liberdade é o que quisermos fazer dela, dentro do respeito e dos limites, sem magoar os outros.
Leandro, 7ºE
Eu acredito que se formos livres, conseguimos chegar onde quisermos. Basta acreditar e lutar por isso.
Tiago Soares, 7ºE
Liberdade é aprender e ensinar, é crescer, é respeitar, é voar além da nossa imaginação.
Jersy, 7ºE
Cantar, dançar ou pintar, enfim, toda a forma de arte, permite-nos expressar o que sentimos e isso é ser livre.

Tomás, 7ºE

08/05/15

Contos fantásticos!

(...) Quando chegou ao pé do muro ia-lhe dando uma coisa má! Era tão alto, tão alto que deixava de ser visível! João percebeu, nesse momento, que as possibilidades de escalar o muro eram quase nulas! Pensou que talvez houvesse alguma espécie de entrada secreta, algum tijolo que se empurrava e uma porta abria...então, começou a carregar em cada um deles, mas quando chegou ao vigésimo tijolo, desistiu, era cansativo demais!
Então decidiu encostar-se ao muro para pensar um pouco, mas quando se encostou, caiu para trás!
Ele nem queria acreditar, sem querer tinha encontrado a passagem para um possível recomeço!
Quando se levantou do chão e olhou, só via árvores! Era uma floresta cerrada, mas decidiu arriscar, andou várias horas sempre em frente e chegou a um ponto onde já não conseguia mexer-se nem andar mais.Teve de se encostar a uma árvore, mas desta vez não era um portal, dormiu durante várias horas, recuperando de tanto cansaço.
Quando acordou tinha um cão de duas cabeças e duas caudas, que lhe deu duas lambidelas.
João apanhou um susto de morte, nunca tinha visto tal coisa, levantou-se e começou a correr como se não houvesse amanhã, mas o cão era mais rápido e colocou-se à frente dele! João estava apavorado, pois tinha ouvido tantas histórias de seres fantásticos e estranhos, tantas histórias assustadoras que fizeram erguer o tal muro...Mas o cão não parecia feroz, seguiu-o para todo o lado. Era quase noite, o cão começou a ladrar e o rapaz pensou que talvez quisesse que o seguisse e era mesmo isso ! O cão levou-o para uma gruta, onde passariam a noite.
Quando amanheceu, o cão acordou o João às lambidelas e começou a ladrar de novo, para que o seguisse. João pegou nas suas coisas e seguiu o cão durante quase todo o dia e, quando chegaram ao destino, mal conseguia acreditar no que via.  Estava diante de uma cidade de humanos, acompanhados de dragões,  leões com patas de zebra, tartarugas com caudas de tubarão e todas as criaturas  fantásticas  que se possam imaginar!
O chefe da cidade contou ao João toda a história e afirmou-lhe que todos os humanos que ali viviam tinham fugido de Chora-Que-Logo Bebes. Eles tinham conseguido arranjar uma técnica capaz de curar a infelicidade da pequena aldeia.
E assim foi! Depois de muitos anos de sofrimento, a tal técnica curou a aldeia ou melhor os seus habitantes, que passaram a viver em paz e harmonia derrubando o muro e convivendo com as criaturas fantásticas, afinal inofensivas e fruto dos sonhos daqueles que "andam espantados de existir!".

Francisco, 7ºB


07/05/15

(...) "É proibida a entrada a quem não andar espantado de existir..."
Apesar da insistência da mãe, o João seguiu o seu instinto e decidiu que havia de descobrir o que se encontrava para lá do muro. Rodeou o muro de todos os lados e descobriu uma passagem secreta:
-Ainda bem!-Exclamou ele-o muro é tão alto que era impossível entrar de outra maneira.
Do lado de lá, encontrou uma floresta densa e sombria, onde habitavam animais estranhos, que ele nem fazia ideia que existissem!
Apesar de ser conhecido pelo nome de João Sem Medo, a verdade é que estava com um pouco de medo e com as pernas a tremerem! Mas pensou que tinha de ganhar coragem e já que se aventurara a chegar até ali, não podia voltar atrás.
Avançou com cuidado, mas sentia sombras por detrás das árvores a expiá-lo...
-Quem está aí?
Ninguém lhe respondeu , mas de repente, sem saber de onde, apareceu-lhe um feiticeiro muito velho, com barba até aos pés e vestido com um manto negro como a noite.
-Hummm! Estou a ver que temos visitas!-Disse o feiticeiro com voz trémula, mas, ao mesmo tempo, assustadora.
Com um movimento brusco, fez mexer o seu manto e o João desapareceu!
O João ficou espantado quando apareceu num gruta repleta de poções mágicas e com um caldeirão que parecia mesmo estar à sua espera!
-Devia ter dado ouvidos à minha mãe, agora ainda posso vir a ser o jantar de alguém.
-Não tenhas medo-disse uma voz. Estávamos há muito tempo à tua espera. Mistura os ingredientes certos e acaba com a maldição que paira sobre Chora-que-Logo-Bebes.
João procurou nos frascos que havia por ali espalhados e decidiu misturar todas as cores alegres.
Imediatamente a floresta outrora densa e sombria, deu lugar a clareiras radiantes de sol e alegria. As bruxas e monstros desapareceram e quanto ao muro, nunca mais ninguém ouviu falar dele.
João Sem Medo passou a ser conhecido como o Salvador da aldeia, pois os habitantes viviam ,agora, muito felizes.

Maria, 7ºC

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

Momentos...

" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

"A viúva e o papagaio"

"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"