"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

21/10/17

Aos olhos do Adonai

O Adonai acha que tenho um sorriso gigante e o sol sempre a brilhar em cima de mim...

O Gato Flakes: parte II



(...) - Bem, agora vou ter uma vida de gato abandonado!- suspirou, enquanto as lágrimas escorriam pela cara.
E assim foi. Flakes entrou dentro da casa destruída e, mal entrou, viu vários gatos e gatas na sua antiga casa! Um casal de gatos, um laranja e outro branquinho, disseram em coro:
- Não te preocupes, gatinho, nós vamos tomar conta de ti.
Então os "seus pais emprestados" ensinaram-lhe a caçar ratos e, no meio da caça, a "sua mãe emprestada"disse:
- Já me estava a esquecer...Qual é o teu nome?
- O meu nome é Flakes-informou ele- e vocês, como se chamam? 
- Eu sou o Jason e ela é a Lisa- referiu "o seu pai", enquanto levava um rato à boca-
E quanto mais tempo passava, mais o Flakes tinha amigos. Um desses amigos vivia com os seus donos e, quando os seus donos saíam de casa, Flakes ia ter com eles. Flakes nunca pensara que ser um gato abandonado, podia ser tão bom! Divertia-se imenso com tantos amigos, uns vadios, outros caseiros...metia-se em "mil aventuras" e adorava a sua nova vida de gato abandonado.
Um dia...um miúdo decidiu brincar na casa destruída e este ficou encantado com Flakes:
- Olha, um gato que não se assusta ao ver-me! - exclamou, muito entusiasmado, o miúdo- Mal posso esperar para mostrar este gato aos meus pais!
Então o miúdo foi ter com os pais e Flakes pensou:
- Finalmente, depois de três anos, vou ser adotado de novo. É só uma questão de tempo.
Flakes foi ter com "os pais emprestados" e disse, novamente com lágrimas a escorrer pela sua linda cara:
- Adeus pai e mãe, eu vou ter muitas saudades vossas. Nunca vos esquecerei- continuou ele a fungar.
Assim que acabou de pronunciar aquelas palavras, surgiu o miúdo, acompanhado de seus pais.
- Podemos adotar aquele gato?- perguntou o menino aos pais.
- Claro que sim!- respondeu a mãe. E tu que achas, Mário?
- Boa ideia, Leonor e João!- exclamou o pai.
Flakes olhou para os seus "pais emprestados", que o sossegaram:
- Vai! Também vamos ter saudades tuas, mas podes sempre visitar-nos. 
Flakes agora vive numa casa chique e está muito, muito feliz.


Luís, 5ºJ

10/10/17

Ler é Crescer: Início do Projeto








A folha que dança no ar 
Que vem cair aos teus pés 
Que canta ao teu pisar 
E não sabe quem tu és. 
  
A folha que acorda no chão 
E procura companhia 
A folha que já foi verde 
E alegrou o teu dia. 
 
A folha que apanhaste 
E colaste num papel 
É uma folha de Outono 
Que pode ter tantas cores 
Como as cores
Do teu pincel.
 
 
Autor desconhecido
 
Sofia, 5ºH

Um grito em Timor






Ouve-se um grito na noite quente,
acorda em sobressalto o povo de Timor,
ninguém poderia imaginar o que sofre esta gente,
sem alguém que os proteja e dê amor.


Passam-se semanas, meses e anos,
um povo que tenta fugir, pois não quer morrer.
Ao fim de tantos anos é que paramos e pensamos,
o que podemos nós fazer?


E como resposta, o mundo não responde,
esta terra de gente massacrada,
não tem ouro, não tem prata, não tem nada!

Sandra Brás 1991 (Afonso 5º J) in Projeto de Escrita

Projeto: Era uma vez...a nossa história!




Projeto: Ler é Crescer: 5ºH




06/10/17

Um gato escritor!

Numa bela manhã, o macaco andava pela floresta à procura de livros para ler. O macaco era muito estudioso e adorava ler.
Mais tarde, o macaco encontrou um gato, que estava em cima de um livro a dormitar. Ficou muito zangado com esta atitude e repreendeu-o:
- Oh, gato! Tu estás a estragar o livro! E tu sabes que os livros são preciosos e crescem nas árvores desta floresta encantada por alguma razão!
. Pronto, desculpa. É a primeira vez que alguém me diz isso.
- Posso ver esse livro, por favor? Ando à procura de um para ler. 
O gato desceu do livro e mostrou-lho, mas logo, de seguida, atirou-o para a água com a sua pata!
- Mas, gato, porque fizeste isto? 
- Olha, porque os peixes também queriam ler!
- Pois, mas agora quem fica sem livro sou eu!
- Não necessariamente...
O gato entrou dentro da sua casa e voltou com outro livro na mão...
- Obrigado, gato. Agora já todos têm um livro para ler!
- E eu já posso começar a escrever um novo capítulo para um livro novo.
Adivinharam? Sim, o gato era o escritor dos livros da floresta encantada!


Guilherme R, 5ºH

03/10/17

Aventura "macacástica"




Era uma vez um macaco muito grande e que decidiu dar um passeio na selva. Enquanto passeava, encontrou uma gravata. Esperem...Uma gravata? Oh, autor...O que é isto? Isto está certo? Uma gravata na selva? Bem, adiante. Parece que sim! A gravata tinha escrito DK. Então o macaco pensou:
- Vou chamar-me DK, o macaco aventureiro! 
E a partir daí, o macaco decidiu ser um herói...Mas para ser herói, era necessária uma história...personagens...e, então, criou-a. Precisava de derrotar o malvado peixe mutante, mas precisava de alguém que o ajudasse. Apareceu um outro macaco chamado Diddy Kong. Os dois tornaram-se parceiros para sempre!
Um dia...apareceu uma ameaça  maior, o Rei "Krocodilo"! Ele era demasiado forte e perigoso, mas DK sacrificou-se para salvar a tão amada ilha, onde se encontrava agora. Tratava-se da Ilha Banana! E conseguiu! Por sorte, sobreviveu , mas uma surpresa o aguardava...o Rei "Krocodilo" não tinha sido derrotado e ameaçou derrotar Diddy Kong, o seu parceiro! Com a sua força, determinação e confiança, DK fez a "forca da selva" e, com um único ataque,  atingiu o Krocodilo, que fez "pof" na água e se afastou gemendo:
- Eu vou voltar! Eu vou voltar!
Os habitantes da ilha gritavam:
- Viva, o DK! DK! DK!
E todos comeram bananas para sempre!

Tomás, 5ºJ

Livro aberto




Num belo dia...um macaco estava à procura de um livro chamado  Livro aberto...
Procurou o livro, em todas as prateleiras daquela biblioteca, que mais parecia um labirinto e, ao fim de algumas horas, finalmente, encontrou-o.
O macaco abriu o livro e sabem o que aconteceu? O macaco foi parar dentro do livro!
- Ah! Já sei porque se chama Livro Aberto...porque quem abre o livro, vai para um outro mundo muito curioso, que fica dentro do livro! E pensando bem...acho que vou ficar por aqui! É bem mais divertido, que a vida na floresta. Aqui há histórias fabulosas...e estou a avistar cavalos e um menino....
O macaco foi-se aventurando, cada vez mais, dentro do livro e pensou:
- Se vou ficar por cá, tenho de fazer amigos.
Então foi ao encontro do menino, que avistara na história e questionou:
- Queres ser meu amigo?
O menino, que, por vezes se sentia sozinho, não hesitou:
- Sim! Claro que sim!
Tornaram-se os melhores amigos de sempre e para sempre.


Santiago, 5ºJ

A árvore Sagrada




   Na floresta encantada vivia, na árvore sagrada, uma gata chamada Lisa.
   Um dia vieram dois lenhadores cortar a árvore sagrada. Lisa bem tentou detê-los, mas eles não desistiram e deitaram a árvore abaixo. E Lisa disse:
   - Enlouqueceram?! Destruíram a minha casa e a fonte de energia de todo o mundo. Agora têm de plantar uma nova!
   E assim aconteceu. Mas houve um enorme problema! Literalmente! A árvore ficou tão grande, tão grande que chegou ao espaço sideral! Numa nave espacial, estava um par de extraterrestres e um deles exclamou:
   - Olha, uma "DAT" (árvore)! Vamos pousar!
   Quando a nave aterrou, a árvore voltou a partir-se e foi parar ao deserto de uma outra história!
   - Olá, podes desenhar-me uma ovelha?- perguntou o Principezinho, enquanto a Lisa ia chamar os amigos.
   - Olá!-disse a Lisa, de volta ao deserto com os seus amigos. De quem é o avião?
   - É meu, porquê?(...)
   - Cala-te, narrador, não interrompas a nossa conversa! Não é óbvio que é do aviador?
   - Sim! Sim! Pois, claro!
   - Olha, nós conseguimos arranjá-lo...
   E se bem o disseram, melhor o fizeram...indo, depois, visitar o Planeta do Principezinho.


Inês, 5ºJ

Um Castelo num lugar estranho






Um dia fui ler um livro…Abri-o e, quando reparei, vi que tinha lá um bilhete…Esse bilhete tinha uma morada, mas não liguei e fui ver televisão. Contudo, aquele bilhete deixou-me a pensar. Porque estaria lá aquilo? Mas continuei sem ligar. Passado algum tempo, encontrei outro bilhete igual! Desta vez disse para os meus botões: “Vou seguir as indicações…”
Fui andando, andando, até que cheguei. Não queria acreditar! À minha frente, tinha o mar e várias casas …mas o mais espantoso era que lá no meio havia um castelo gigante! Confesso que fiquei com medo! Mas era tão bonito!
 Resolvi entrar na cidade, para ver melhor e vi um rapaz, a quem perguntei o nome e onde estava. Respondeu-me que estava no palácio de “Joje” o Grande.
Depois, fomos os dois até ao castelo. Ele contou-me que o Rei gostava muito de contar dinheiro. Então, sempre que era preciso contar dinheiro no castelo, era o Rei que o fazia, mas acabou por ficar com dores nas mãos de tanto o fazer, pois tinham, cada vez mais, dinheiro!
Nessa altura, deixou de o contar…o rei disse-me o que acontecera e que se não houvesse ninguém para contar o dinheiro, seria terrível para o reino.
Então tive uma ideia “se o rei deixasse, iria ser o banqueiro do castelo”… E assim foi! Fiquei a ser banqueiro do castelo e descobri a minha vocação.


Afonso Henrique, 5ºJ

O peixinho dourado





Estava uma bela manhã, quando fui dar um passeio por um jardim. De repente, vi uma luzinha a brilhar dentro de uma fonte. Corri para ela e reparei que se tratava de um peixinho dourado.
- Oh que lindo!- exclamei.
A água era cristalina e ia dar a um lago cheio de peixes. Molhei as mãos e fui sugada para um paraíso cheio de peixes, corais e conchas!
Olhei para mim e tinha-me transformado numa sereia! Tinha os olhos azuis, cabelos castanhos e uma cauda multicolor!
- O que me aconteceu?-perguntei ao peixinho dourado, que vinha na minha direção.
- Calma! Só vieste parar a este mundo. Sou o Tiago. Prazer em conhecer-te.
- Eu sou a Leonor. Prazer.
Tiago começou a nadar e fui atrás dele. Chegamos a um café e dirigimo-nos à cozinha…
- Mas por que é que estamos na cozinha?- perguntei, assustada.
- Calma, já vais ver!
Andámos até às traseiras e chegamos a uma porta.
- Anda, anda rapidamente…
Entrei meio assustada, nervosa e ansiosa. Fechei os olhos. Quando os abri novamente, estava em casa!
Olhei para o meu quarto e vi um peixinho dourado num aquário!
- Oh, Tão lindo! Vou chamar-te…Tiago!
Não pude deixar de pensar que a imaginação é uma coisa fantástica! Imaginara tudo aquilo? Talvez, mas o importante é que o peixinho dourado existia de verdade e ganhei um amigo para a vida.


Leonor, 5ºJ

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

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" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

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"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"