"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

19/01/26

"Se..."

 Se eu fosse um animal,

Eu gostaria de dar alegria

Numa televisão com um canal,

Ai que grande festa, eu faria!


Se eu fosse um palhaço,

Eu teria uma fantasia,

Eu alegrava as crianças,

Ai que grande magia!


Se eu fosse o vento,

Eu refrescava as pessoas,

Eu teria sentimentos,

Ai que coisa tão boa!



Ana Rita, 5.ºC

06/01/26

A Lua Dança


Pedaços de cristal espalhados pela rua. Sinto a solidão — só eu, as estrelas e a Lua. Os ventos sussurram histórias sem fim, E a Lua dança num céu de cetim.

As estrelas prendem todo o meu olhar, Num céu que, mesmo no escuro, sabe brilhar. As sombras dançam sem rumo ou direção; Oiço apenas o vento, mas escuto o meu coração.

Há uma luz que insiste em me guiar, Esconde-se, tímida, no brilho do luar. Oiço uma voz que não nasce em mim, Vem de um campo dourado de alecrim.


Índia Bernardo

O Verdadeiro Natal

 É hoje. Hoje é Natal.

Vasculhava as gavetas com pressa, o coração acelerado. Não tinha nada para oferecer à minha família. Espreitava pela frincha da porta e via os meus pais e os meus irmãos mais velhos a colocarem os presentes debaixo da árvore de Natal. Voltei ao quarto e procurei ainda mais depressa, mas rapidamente me apercebi de que não tinha nadinha para lhes dar.

Sentei-me na ponta da cama, com os olhos marejados de lágrimas.

De súbito, surgiu-me uma ideia.

Fui discretamente até ao sótão e deparei-me com algo que guardava há muito tempo: uma caixa velha e empoeirada. Mas não era apenas uma caixa. Abri-a e encontrei várias cassetes pretas. Fechei-a com cuidado e levei-a rapidamente para a sala, onde a minha família estava reunida. Coloquei a caixa no chão, com um som seco.

Todos os olhares se voltaram para mim. Respirei fundo e comecei a explicar tudo o que tinha acontecido, do início ao fim. A minha mãe fechou os olhos durante alguns segundos, o meu pai cruzou os braços e os meus irmãos sussurraram entre si.

Coloquei as cassetes no leitor.

No ecrã surgiram os vídeos mais engraçados e os mais marcantes — aniversários, risos espontâneos e, sobretudo, as minhas travessuras mais ousadas. Pouco a pouco, a sala mergulhou num silêncio profundo, não de estranheza, mas de respeito e emoção.

E ali, naquele momento, todos compreenderam algo que nunca antes tinham pensado: o Natal não é feito de presentes, de mesas fartas ou de músicas. O Natal é feito de memórias, de família e do amor que nos une.



Jennifer, 6.ºB

Uma Escola para todos- Samara 6.ºC

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"Alfabeto das Coisas Boas"

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Bons Sonhos!

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A imaginação não tem limites!

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"O meu amigo, o sono"

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"Poema em P"

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Criar e imaginar

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Momentos...

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" A Menina do Mar"

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"A viúva e o papagaio"

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Trabalhos dos meus alunos...

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Pequenos/grandes artistas

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