"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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25/04/12

O rebanho perdeu as asas...de António Mota!

Era uma vez um grupo de rapazes que tinham combinado depois das aulas ir à casa velha. Era uma casa já desabitada.

Quando lá chegaram não sabiam quem ia à frente, estavam todos com medo do barulho e do zumbido.

Um disse logo que era melhor não irem, mas os outros não lhe ligaram.

Passado um bocado, um deles ofereceu-se para ir na dianteira, não porque era destemido, mas sim porque estava cansado daquele silêncio.

Pegou numa vara e picou a colmeia, e num piscar de olhos apareceu uma nuvem cinzenta, largaram tudo e desataram a correr.

Quando chegaram ao campo do tio Zé Galo, este também desatou a correr pois elas também o perseguiam.

Quando chegaram a casa as mães alarmaram-se logo.

O pai de um deles, sonhava um dia ter uma colónia de abelhas e passava dias a sonhar com elas, até que um dia um senhor já muito velho, lhe ofereceu dois enxames de abelhas pois sabia que ele adorava ter abelhas.

Mal as puseram na sua nova colmeia, ficaram os dois, pai e filho a ver as abelhas entrar e sair da colmeia.

Passado um monte de tempo, o seu batatal ficou perfeito até que um dia, quando o iam regar, viram que o quintal estava cheio de escaravelhos e então foram num instante buscar os insecticidas, e encheram o quintal com esses produtos.

Mas no dia seguinte viram que tinham morto as abelhas.




5ºA

07/02/11

" A Menina do Mar"

Era uma vez um menino que vivia numa casa branca e o seu maior passatempo era ir brincar na praia.
Uma vez viu uma coisa extraordinária, belíssima e até bastante engraçada! Viu uma menina a dançar com os seus três amigos: o peixe, o polvo e o caranguejo. A partir desse dia criou-se uma grande amizade.
O menino começou por lhe trazer uns objectos, para lhe explicar os sabores da terra: uma rosa, fósforos e vinho. O rapazinho da casa branca também lhe ensinou o que era a saudade.
Um dia a Menina do Mar, era assim que chamavam à menina, quis ir com o menino conhecer a terra.
Mas os grandes búzios contaram tudo à Raia e ela teve de se separar do menino.
Ele ficou triste. Mas um dia recebeu uma mensagem e um golfinho levou-o para junto dela, com a ajuda de uma poção, que permitiu ao rapazinho poder viver na água como um peixe.
A Raia foi castigada pelo rei do mar, Neptuno, e todos viveram felizes.
Rita Nunes, 5ºA

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Dia Mundial da Leitura em Voz Alta

 Eder Cardoso, 6.ºA



Bons Sonhos!

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