"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

19/01/15

Brincando com as palavras homónimas e homófonas.

Eu conto um conto,
Logo acrescento um ponto.
Invento cem histórias
Sem limites
E pronto!

Anda tudo na linha
Lá na minha turma...
Com linha
Eu coso
Mas cozo
A massa para jantar!
Isto vai ficar
Um texto de pasmar!

A pescada nada no rio
Eu rio para não chorar!
Nas ondas do cabelo
Eu não posso nadar!

Rodrigo, 7ºD

16/01/15

Poemas...

"Amassa a massa o padeiro,
vende massa o merceeiro,
usa massa o vidraceiro
e também o cozinheiro.
Na Avenida e no Rossio
passam massas populares,
as canções que as massas cantam
vão voando pelos ares.
Ó ladrão, senhor ladrão,
responda, mas não se zangue,
a mania de roubar
está-lhe na massa do sangue?
Perdi todo o meu dinheiro,
fui pedir massa emprestada,
mas a massa que me deram,
vejam - foi massa folhada!
Uma massa, outra massa...
Com tanta massa amassada,
digam lá se este poema
não é mesmo uma maçada!"

"Peguei na Serra da Estrela
para serrar uma cadeira
e apanhei um nevão
numa serra de madeira.
Com as linhas dos comboios
bordei um lindo bordado,
quando o comboio passou
o pano ficou rasgado.
Nas ondas do teu cabelo
já pesquei duas pescadas.
Olha para as ondas do mar,
como estão despenteadas.
Guardo o dinheiro no banco,
guardo o banco na cozinha.
Tenho cem contos de fadas,
que grande fortuna a minha.
Com medo que algum ladrão
um dia me vá roubar,
mandei pôr na minha porta
três grossas correntes de ar.
Encomendei um cachorro
naquela pastelaria;
quem havia de dizer
que o maroto me mordia?!
Apanhei uma raposa
no exame e estou feliz:
vejam que lindo casaco
com a sua pele eu fiz.
Entrei numa carruagem
para voltar à minha terra,
enganei-me na estação
e desci na Primavera!"

Luísa Ducla Soares

15/01/15

Lenda de A-dos-Cunhados

Há muito, muito tempo, no Condado Portucalense existiu uma aldeia em que viviam quatro cunhados: a Arminda, o Albertino, a Pepita e o Pepito.  Eram uma família pobre, que tinham um grande objetivo: superar as suas dificuldades financeiras.
A avó da Arminda tinha uma grande riqueza e, quando esta faleceu, Arminda herdou tudo e repartiu a herança pelos outros três cunhados.
Arminda não sabia que a avó era dona da própria aldeia e que esta herança fora dada a outra pessoa! Quando descobriu, reuniu os cunhados e fez-lhes a proposta de tentarem reaver a aldeia, adquirindo-a com a fortuna herdada. Afinal, ser dono de uma aldeia era muito mais importante.
Reza a lenda que a luta pela posse da aldeia foi dura e durou dez longos anos, visto o anterior dono não querer abdicar dela. 
Quando o conseguiram, a aldeia passou a chamar-se "A-dos-Cunhados".

Francisco, Soraia, Eliana e Rafael, trabalho de grupo

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 Eder Cardoso, 6.ºA



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