"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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07/12/15

Cordas-o Filme II

Uma história tão emocionante
Verdadeira, real e com um fim angustiante
Entre um menino deficiente
E uma menina sorridente
Nasceu uma grande relação
Uma amizade do fundo do coração
Os dois tudo partilharam
E juntos brincavam
Chegou o dia inesquecível
No peito da menina uma dor incrível
Guardou a corda como recordação
E o seu amigo no coração 

Mariana, 5ºH

"Cordas"-o Filme





 Ilustração de Rodrigo Aguiar, 5ºH

 Era uma vez uma doce menina
Que num orfanato vivia
Criou uma ligação muito genuína
Com um colega novato




Ele sofria de paralisia cerebral
Uma doença fatal
A amizade dela era especial
E a sua presença fundamental


A história fala-nos de sonhos e valores
Que nos cativou a nós espetadores
Pena ter um final que acabou mal
Pois a doença do menino foi mortal
 Ângela, 5ºH



Era uma vez uma doce menina
Que num orfanato vivia
O seu amigo sofria de paralisia
O que muito a entristecia


Com ele sempre brincava com alegria
Mas a sua morte temia
Pois a doença era mortal
E a sua amizade muito especial


No seu pulso a corda do amigo atou
E toda a vida o relembrou
A amizade não escolhe diferenças
E marca sempre, apesar das ausências

Este filme recorda-nos com fervor
Que quem é especial precisa ainda mais de amor
Que devemos amar sem medida
E dar a todos alegria

Rodrigo Semedo, 5ºH

28/11/15

La Luna: Short film Pixar


Certamente conhecem muitas profissões, mas aposto que nunca ouviram falaram dos Acendedores de Estrelas!
Antigamente, havia Acendedores de Estrelas. Tudo se passou num tempo remoto, onde as pessoas que o mereciam, podiam tocar as estrelas.
    Geralmente, esta profissão passava de geração em geração, como é o caso da história que vou contar.
    Havia um senhor já muito velhote, de longas barbas brancas, como o pai Natal, que exercera esta linda profissão e a ensinara ao filho. Chegara a vez de ambos a ensinarem ao pequeno Filipe.
    Numa noite escura, foram para o alto mar e esperaram que a lua aparecesse. Subiram pela escada dos sonhos, uma que nos leva ao Reino das Estrelas e começaram a tarefa de ensinar o Filipe, que, nessa noite, recebera um presente especial: uma boina, o presente mais precioso, pois era a prova de que Filipe seria o próximo Acendedor de Estrelas.
    O pai e avô tinham ideias diferentes e Filipe sentia-se confuso, sem saber bem qual dos dois imitar. Depressa descobriu que cada um de nós tem o seu próprio jeito e, quando uma estrela gigante caiu no Reino das Estrelas, Filipe pegou num martelo e partiu-a, transformando-a em mil estrelas cintilantes! Pai e avô sentiram um grande orgulho do neto e, mais tarde, de volta ao barco La Luna, assistiram ao mais maravilhoso espetáculo: o surgir de uma Lua diferente, feita de estrelas!
    Que bom, ser Acendedor de Estrelas!

5ºI

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