"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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12/03/21

Histórias Baralhadas!

 Ingredientes:

1- Em tempos que já lá vão...

2- O bombeiro

3- Deserto

4- Perdeu um sapato

5- No Circo

6- Uma Bruxa

7- Um menino

8- Oxalá tudo lhes corra bem e a nós também


"Cozinhar estes ingredientes" não parece fácil, mas a imaginação dos nossos alunos é fabulosa... Vejamos:

Em tempos que já lá vão, numa aldeia escondida para lá das montanhas, vivia um rapaz muito corajoso e inteligente que decidiu ser bombeiro.

Ana acordou, sobressaltada, com um livro no colo. Teria mesmo existido esse herói? Olhou para o livro de histórias e leu: "Esse bombeiro vivia no deserto..." No deserto? Mas isso não faz sentido nenhum! Ana continuou a ler e depressa percebeu que de alguma forma, por artes mágicas talvez, as histórias do livro se tinham misturado, pois a seguir o conto continuava a falar da Cinderela que perdera o sapatinho de cristal no baile.

Que mistério seria aquele? Eis que aparece o Dumbo, o incrível elefante diferente! Imagine-se um elefante à procura do sapatinho da Cinderela num circo!

Para complicar ainda mais a bruxa malvada lançou um feitiço ao Dumbo e deixou-o congelado no ar! Pobre Cinderela! Iria ficar descalça para sempre? Claro que não, pois apareceu alguém para ajudar.

E sabem quem foi o herói desta história? Um menino chamado Peter Pan, que rapidamente apanhou o sapatinho, escondido num canto da tenda, sem a bruxa ver!

E pronto...Oxalá tudo lhes corra bem e a nós também.

Quanto ao mistério das histórias baralhadas, claro que fora a bruxa malvada que adora pregar partidas. Ana Fechou o livro e as histórias ficaram arrumadinhas no seu lugar.

(Aula síncrona de Português, 5ºB)

E se tivesses de criar uma história a partir de uma roleta?

 

O reencontro do pai e do filho

Há muitos anos, no tempo das fadas, havia uma pequenina, mas bonita, fada chamada Sininho. Ela tinha muitos amigos na Fadagal,o mundo das fadas.

         Também já tinha vindo à terra uma vez e fez um amigo cá na terra. Chamava-se D. Afonso Henrique. Mal sabia ela que ele era um príncipe e que estava prestes a ser rei, pois o pai desaparecera sem deixar rasto.

Ele passava dias inteiros a chorar por causa do desaparecimento do pai. Era um horror! Sininho ligava-lhe todos os dias, mas ele nunca atendia, foi aí que a Sininho reclamou:

-Credo ele não pára de desligar o telemóvel! Sabem que mais… eu vou até lá!

Só que houve um problema… a rainha das fadas, a Fada Oriana ouviu aquela história e disse:

-É que nem penses nisso!

A Sininho implorou e implorou até que a Oriana irritada disse:

-OK!OK!Mas eu vou contigo!

-Obrigada,obrigada,obrigada!-exclamou feliz.

Quando chegaram à terra, usaram o pó de fada para encontrar Afonso Henrique.

A Sininho contente disse:

-Olha ali na montanha do pais da neve!

Quando ela entrou no quarto dele, viu-o a chorar e então perguntou:

-Porque estás a chorar?

Ele disse que estava a chorar, porque o pai dele tinha desaparecido. Ela logo disse que as fadas tinham um pó para encontrar as pessoas e ele ficou logo feliz.

Eles conversaram e procuraram o pai dele, quando o encontraram e viram que ele estava preso numa jaula e estava cheio de sal, foi quando o rato Maltivar apareceu e disse:

-Temos visitantes, boa, podem juntar- se à refeição, vocês serão a sobremesa e ele o prato principal-disse, enquanto esfregava as patas.

As fadas tentaram resolver esse assunto e combater com o rato malvado, mas não conseguiram! Foi então que, vindo do nada, apareceu o Musicatalres. Era um grande ajudante dos heróis. Tinha uma guitarra mágica que selecionava o vilão e furava os seus tímpanos.

O músico usou a guitarra e eles libertaram o pai do Afonso.

         Pirlimpimpim a história chegou ao fim.

Raquel Valente, 5ºE

11/03/21

A Roleta das histórias

 

Ao girar a “Roleta da Sorte”, calhou-nos escrever um conto maravilhoso, a partir dos elementos seguintes:

 

1- No tempo das fadas

2- A menina

3- Na praia

4- Encontrar um livro

5- Na árvore dos rebuçados

6- Um dragão

7- Um porco

8- Acabou- se o que era doce

 

 

Uma Amizade sem Fim

 

No tempo das fadas, uma menina chamada Clara vivia numa praia muito calma cheia de conchas e búzios bonitos.

Clara, era muito alegre, mas estava triste porque queria um animal de estimação, mas a mãe dela era alérgica a quase todos os animais de estimação possíveis e imaginários! A menina já sabia o que a mãe lhe ia dizer, se voltasse a pedir, mas era o que ela queria e nada podia mudar a sua opinião.

Certo dia ouviu, na escola, que um livro que estava numa Árvore de Rebuçados concedia desejos e, nesse instante. Clara disse:

-Eu vou procurar esse livro... Mas onde ficará a Árvore dos Rebuçados?

-Eu posso dizer-te! - disse uma voz desconhecida.

-Quem está aí? - perguntou Clara assustada.

-Sou eu!.... Aqui em baixo!

Quando Clara olhou viu um pequeno porco falante e perguntou:

-Olá como te chamas?

-Eu sou o Bolas! -respondeu o porco.

-Eu sou a Clara!

-Podes ajudar-me a encontrar o livro? -questionou a menina.

-Claro, na verdade eu ia procurar o livro!

-Qual é o desejo que tu vais pedir Bolas?

-Eu quero encontrar o dono perfeito para mim e tu Clara?

-Eu quero encontrar o animal perfeito para mim, porque a minha mãe é alérgica a quase tudo!

-Então vamos lá, mas aviso-te que pouco antes da Árvore existe o covil do dragão e ele não gosta muito de visitas- avisou Bolas

Sem mais nada a dizer foram os dois à procura do livro.

Demoraram 5 horas, até que, finalmente, chegaram, não à árvore, mas ao covil do dragão. No entanto não existia nenhum dragão. Era uma lenda! Viram, apenas, um rapaz alto e forte que estava a dormir mascarado de dragão…

Depois, sem demora, atravessaram o covil e chegaram ao seu destino.

-Chegámos! – exclamou o porco.

-Estou a ver o livro! -disse a menina entusiasmada.

Quando subiram â Árvore, pediram o seu desejo, mas ouviram uma voz que parecia sair do livro…

-AS RESPOSTAS ESTÃO MESMO NA NOSSA FRENTE, NÓS É QUE NÃO AS VEMOS!

-O que é isto? Para onde foi? -preocupou-se Clara vendo o livro desaparecer na sua frente.

-E o que significa a frase? -voltou a questionar a menina incrédula.

-Eu acho que entendi…- respondeu Bolas muito calmo.

-Então o que é? -perguntou Clara, ainda incrédula, mas mais calma.

-Tu querias um animal perfeito e eu queria um dono perfeito, por isso eu posso ser o teu animal perfeito e tu podes ser a minha dona perfeita!

-Tens razão! E a minha mãe não é alérgica a porcos! -exclamou Clara

De seguida foram os dois para casa e como se costuma dizer…. “Acabou-se a papa doce”.

Beatriz, 5ºC

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