"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

31/03/11

A História Viajante...

(...) Depois da aventura com a gotinha, a história pensou noutra aventura e noutros títulos para as suas histórias.

Noutro dia, pôs-se a pensar e disse:

- Talvez se eu pudesse dar a volta à Europa, já não ficava só.

E assim fez...

Na manhã seguinte transformou-se em jacto e lá foi, com rumo a Espanha, onde dançou sem parar.

Parou em França, Paris para abastecer. Foi à ver a Torre Eiffel e foi à Eurodisney.

Foi a tantos sítios!

Acreditam que ontem passou pela Noruega!?

Quando chegou a Inglaterra, estava demasiado cansado para voar. Lá descansou e descobriu que podia entrar em videojogos. Lutou contra vilões conheceu muitos heróis e também vilões.

Depois para mudar, foi de barco ao melhor pais de todos para ele: Portugal.

Viu tanta coisa que passou a chamar-se: "A volta à Europa e muito mais".

E nunca mais ficou só, o resto das histórias foram com a gotinha.


Pedro Ferreira, 5ºD

30/03/11

Vejam lá se reconhecem a fábula?

Certo dia a rã encontra a vaca e diz:
-Linda esta vaca! Como ela é gorda! Como ela é grande!

A rã era baixinha e cisma ser como a vaca!

- Como gostaria de ser como a vaca!- pensa a nossa pobre rã.

Aí desata a comer o máximo possível, para ver se ficava gorda.

Às vezes a rã nem sentia fome, mas comia assim mesmo, ela dizia à irmã rã:

-Presta bem atenção, minha irmã, diz-me se notas a minha barriga maior, como a da vaca?

-Nada disso! Não tens a barriga grande como a da vaca. A rã desata a comer ainda mais, ficando com a barriga maior, já nem podia saltar!

-E agora, já tenho a barriga maior, como a da vaca?

-Nada disso! Não tens a barriga grande como a da vaca. És bem menor, jamais serás como a vaca!

Mas a rã teimava em ter a barriga grande!

Então desata a comer mais erva, mais moscas e toda a comida possível de encontrar, ficando com a barriga maior, agora já nem podia andar!

Tinha ficado com a barriga tão grande, tão grande, mas não tão grande como a da vaca...

A irmã dizia:

- Podes comer imenso, mas não vai adiantar, jamais na vida terás a barriga tão grande como a da vaca!

Mas a rã não ligava à irmã!

Vocês sabem como acaba a história?

Ela comera demais, ficara doente e, mais tarde, morrera!

Moral da história: fica feliz como és, não te tentes altera!


Rogério Vinagre, 6ºG


Esta fábula foi escrita com uma regra: não vale usar a letra u...

A minha avó é um livro de contos!

-Olá, avó, tenho uma coisa para te perguntar.

-Desembucha lá!

-O que aconteceu em 1974, no dia vinte e cinco de Abril?

-Mas, porque queres saber...

-Por curiosidade, apenas.

-Está bem. Eu trabalhava na companhia telefónica e, por isso, andava de café em café...

-Conta mais!

-Nesse dia, por momentos, fiquei assustada, pois durante algum tempo só se viam tropas e polícias na rua.

Depois...passou no rádio uma música revolucionária, naquele tempo proibida.

Ouviam-se pessoas a gritar:"Abaixo o Salazar! Abaixo o Salazar!"

-As pessoas estavam cansadas, não é avó?

-Estavam cansadas e fartas de se sentir amordaçadas. Não havia liberdade para nada!

-Foste para a rua também, avozinha?

- Fui, pois! Estava curiosa e fiquei assombrada com o carro das tropas à volta do quartel do Carmo. Estás a gostar de ouvir?

Mas eu já ressonava!

-Acácio, leva o rapaz para a cama.

No dia seguinte, à noitinha, voltei a perguntar:

-O que tens para mim hoje, avó?

-Vou contar-te sobre um acontecimento muito importante. Aconteceu, quando eu era nova. O "tsunami Angolano", tal como chamaram a um tsunami que destruiu tudo em Angola...

-Conta, conta lá avó!

-Está bem...eu estava lá com os meus padrinhos, estava na praia a andar de cavalo, quando este teve uma reação estranhíssima! Fugiu da praia, comigo no dorso! Os meus padrinhos foram atrás de mim e, quando me viram, numa esquin com a cabeça do cavalo deitada nas minhas pernas, não perceberam logo. Levaram-me para o hotel e soubemos que acontecera um tsunami lá na praia, onde tínhamos estado!

Deram mil beijinhos ao cavalo e compraram-lhe uma sela de ouro!

-Que história, avó!

E noite, após noite, a minha avó tem sempre uma história para contar...na verdade, a minha avó é um livro de contos, uma caixinha de surpresas!


Gonçalo, 6ºG

Publicação em destaque

Dia Mundial da Leitura em Voz Alta

 Eder Cardoso, 6.ºA



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