"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

31/03/10

Uma casa feita de sonho!

Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho, e doce como o mel, assim imaginei desde pequenina a minha casa.
Mais tarde, quando me encontrei só no mundo, como não tinha dinheiro, resolvi construí-la com as próprias mãos.
Fiz primeiro a minha casa de papel que era um material barato. E assim que ficou pronta, vieram todos os ventos da Terra e levaram a minha casa de papel, leve como uma pluma.
Fiquei sem casa. Mas não desisti. Pensei muito, e fiz então a minha casa à beira mar, com areia da praia, que é também um material barato.
Mal estava pronta, vieram todas as marés do mundo e levaram a minha casa de areia, alta como uma torre.
Deu-me vontade de desistir, mas eu precisava de uma casa, e sobretudo não podia desistir do meu sonho.
E resolvi fazer a minha casa de madeira. Cortei-a dos bosques com as próprias mãos. Ficou linda!... Escondida entre a folhagem.
Mas ainda mal a tinha acabado, vieram todos os fogos do Céu e queimaram a minha casa de madeira, quente como um ninho.
Chorei sobre as cinzas, como se chora uma pessoa querida que morreu. Mas mesmo assim, não desisti. Pensei muito, e resolvi fazer a minha casa de açúcar.
- De açúcar? Mas açúcar não é um material barato!
- Pois não! Mas eu precisava duma casa, e sobretudo não podia desistir do meu sonho, não acham?
Trabalhei, lutei, passei fome, para juntar todo o açúcar necessário. E quando a minha casa estava pronta - eram de açúcar as paredes, o chão, o tecto, os móveis, as portas e as janelas. Vieram todos os bichos da terra e devoraram a minha casa de açúcar, doce como o mel.
Fiquei sem casa E desisti de a construir com as próprias mãos.
- E onde mora?
- Onde moro eu? Sei lá! Vou pelo mundo. Aqui, além, no bosque, à beira mar
- Então não tem casa?!
- Tenho, sim! Eu podia lá desistir do meu sonho!
Resolvi imaginá-la. Num sítio onde não chega o vento, nem o mar, nem o fogo, nem os bichos da terra.
Fiz a minha casa com o meu próprio sonho. Ficou linda! Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho, e doce como o mel...
Ricardo Alberty

30/03/10

Ou isto ou aquilo!


OU ISTO OU AQUILO

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa estar
ao mesmo tempo nos dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo, ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinque, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

Cecília Meireles

Boas Férias e Boa Páscoa!

Boa Páscoa para os meus alunos, colegas, amigos e família.

29/03/10

Para a minha doce Sofia!

Fadas!

Fadas...
Amáveis
Dedicadas
Astutas
São maravilhosas!

Dons, elas têm
Onde os vão buscar, ninguém sabe!

Já existiram fadas
A proteger príncipes e princesas,
Reis e rainhas
De magia, elas sabem
Inventam um futuro
Misterioso...

Dançam no ar
Onde dão piruetas

Reina a alegria entre as fadas
Educadas e bondosas
Imaginem o que virá...

Igor, 6ºF

Música ao acordar...

E como há muito tempo, não sentia o gostinho de estar quieta e calma no meu canto...hoje deu-me para as músicas!

28/03/10

O espelho Sagrado!

Há uns dias, numa tarde chuvosa, estava aborrecido. Decidi ir ao sótão, ver-me no espelho Sagrado.
-Que engraçado. Dentro do espelho, tudo é ao contrário!-afirmei.
-Ainda bem que te encontrei...-disse a minha irmã, mas a seguir a uma pausa, exclamou: Mas...isso é o espelho Sagrado! Estás doido? Nunca te podes ver nesse espelho!
-Desculpa...Esqueciiiii-meeee!!!-gritei
-Igor, nããão!-exclamou a minha irmã!
Tinha-me esquecido por completo que era o espelho Sagrado. Estava na nossa família há anos. Conta a lenda que quem se olhasse naquele espelho, durante mais de um minuto, iria parar a um mundo desconhecido e longínquo! Foi o que aconteceu comigo.
De repente, vi-me a escorregar, escorregar, escorregar...até que apareci num mundo completamente diferente e estava a andar no céu!
-O que se passa? Onde estou?-perguntei
-Ora essa, estás no Mundo Aocon Trário!-respondeu-me um rapaz.
-Sabes como posso voltar ao Planeta terra?
-Planeta terra?! Ah, ah, ah! Ó estrangeiro, tu és bom a inventar coisas! Não sabes que não há outro Planeta sem ser este?-gozou-me o rapaz.
Bem...apresentas-me esta estranha cidade?-interrogue.
-Não posso. tenho de ir dar aulas!-disse-me confiante o rapaz. Eu já sou adulto!
Fiquei surpreendido, ao entrar naquela escola, as cozinheiras, os auxiliares, os professores e professoras....eram crianças! E os alunos, eram adultos!
Estava espantado! Passou uma hora e fartei-me da aula...
-Ehehe, desculpe-me, mas estou farto da aula!-exclamei de repente.
-Está bem...pode ir-respondeu-me o rapaz.
Aquele mundo era muito estranho, mas o que mais estranhei foi o facto de que naquela cidade, os idosos eram os bebés, os adultos, eram as crianças e as crianças eram os adultos!
Quando a aula acabou, fui ter de novo com aquele rapaz.
-Tenho uma pergunta: por que andamos no céu, em vez de andarmos no chão?
-Não sabes isso? Eu explico-te: andamos no céu, porque é daí que vem a gravidade. Seria bom voar, descobrir o chão...O chão é muito diferente do céu...O céu é preto de dia e azul-claro de noite, enquanto o chão é sempre igual e repleto de cores! Queres visitar a cidade?
- Sim, claro. E obrigada pela resposta-respondi ainda a estranhar.Primeiro fui à esquadra da polícia e lá mais estupefacto fiquei. Naquela esquadra, os polícias estavam presos e os ladrões é que eram os polícias.Continuei a visitar a cidade, onde tudo era cada vez mais estranho! Só desejava regressar ao Planeta terra. Afastei-me e sentei-me num canto do céu, meio atordoado com a viagem e tanta coisa estranha, que vira.Se queria andar para a frente, andava para trás...as nuvens eram as estradas...ora, pensando nisso, ocorreu-me que se continuasse a andar ao contrário, para trás até ao início da história, talvez reencontrasse o espelho Sagrado e se bem o pensei, melhor o fiz.
Alcancei o espelho, saltei lá para dentro e recomecei a escorregar, a escorregar e cá estava eu, de novo, no meu sótão.-Igor! Estava a ver que nunca mais voltavas! Sai já de perto desse espelho. A tua irmã contou-me tudo e fiquei preocupada...disse-me meio preocupada, meio zangada.-Anda, vamos jantar-aconselhou a minha irmã.No dia seguinte, contei a todos a minha aventura e todos ficaram incrédulos e com curiosidade de entrar no espelho Sagrado...e sabem que mais? Como deixei de ter medo, de vez em quando, dou uma escapadela e o espelho leva-me a sítios novos e Planetas, que só eu conheço!

Um lápis convencido e vaidoso!

Há muito, muito tempo, houve um lápis muito vaidoso e convencido, que a tudo que desenhava, chamava obra de arte!
-Eu sou o lápis, o lápis artista, o lápis que pinta e desenha como ninguém!-cantava um dia o lápis.
Ao mesmo tempo, uma borracha atrevida apagava o que o lápis desenhava.
-Eu sou a borracha, a borracha apagadora, apago e apago, o que o lápis desenha mal!-cantava muito baixinho a borracha.
-Ora vamos lá ver como ficou a minha centésima obra de arte-pensou o lápis. E nisto parou de desenhar, afastou-se e:
-O quê?! Quem é que está a brincar comigo? A minha obra de arte, não pode ter desaparecido! Quem quer que seja, apareça!-gritou furioso, o lápis.
-Sinto muito, senhor lápis.-lamentou-se a borracha. Perdoe-me, não fiz por mal. Eu só apaguei o seu desenho porque....-dizia a borracha.
-Desenho, não! Era uma obra de arte! Uma obra de arte!-emendou o lápis, cada vez mais furioso.
-Porque eu achava que era uma obra de arte muito feia e mal desenhada-continuou a borracha, finalizando o discurso.
Com essas palavras, eu não desculpo, nem perdoo. Insultou a minha arte! E além do mais, apagou-a!-dizia o lápis, desta vez mais calmo-Sabe o que lhe vou fazer?
-Não, não sei, nem faço a mínima ideia-afirmou preocupada a borracha.
-Vou prendê-la numa cadeira, de modo que não consiga movimentar-se e não consiga apagar as minhas belíssimas obras de arte! Ah, ah, ah, ah, ah!-ria-se, maliciosamente, o lápis.
Seguidamente, o lápis começou a desenhar.
-Ora bem, vou recomeçar a minha centésima primeira obra de arte. Eu sou o lápis, o lápis artista, o lápis que pinta e desenha como ninguém!
Passaram-se uns minutos, o lápis terminou o desenho, guardou-o e disse:
-Vou descansar. Ufa! A minha última obra de arte deu cá uma trabalheira! Acho que já posso libertar aquela miserável borracha.
Dito isto, desamarrou a borracha da cadeira.
-Livra, finalmente estou solta! Pensei que ia ficar para sempre amarrada àquela cadeira.-suspirou a borracha.
Acabando o seu descanso, o lápis decidiu que iria analisar as suas obras de arte.
-AaaaaaaaaaH! As minhas obras de arte são péssimas! A borracha? Onde é que está a borracha?-gritou o lápis, enquanto ia em louca correria para casa da borracha.
Bateu à porta da casa da borracha:
-O que foi, senhor lápis? Porque está assim? Parece que viu um fantasma!
-É que...sabe, senhora borracha, eu fui analisar as minhas cento e uma obras de arte e vi que estão feias e mal desenhadas! Queria que as apagasse e me desse aulas de desenho. Por favor, por favor....
-Com uma condição: promete que nunca mais me prenderá numa cadeira e me deixará apagar as coisas que errar...Combinado?-perguntou a borracha.
-Sim, combinado.-respondeu o lápis.
E a partir desse dia, o lápis e a borracha tornaram-se amigos inseparáveis e o lápis concluiu que nunca faria desenhos perfeitos sem a intervenção da borracha.
Igor, 6ºF

A ferradura e as cerejas!

Viveu em tempos um camponês, que gostava de passar os dias de domingo com o filho a fazer coisas diferentes, pois passava a semana inteira a trabalhar no campo.
Queria que o rapazinho aprendesse sempre mais e, para isso, não há nada melhor do que a experiência.
E foi assim que numa bonita manhã de Verão, decidiu viajar até à cidade, que ficava mais próxima da aldeia.
O pequeno Miguel ficou muito contente, quando o pai lhe disse que iam passear, pois ainda não tinha tido muitas oportunidades para sair e conhecer outros lugares. Mas ao fim de algum tempo, começou a ficar para trás, pois era muito preguiçoso e não lhe apetecia andar.
-Depressa...Temos ainda uma longa caminhada pela frente!-lembrou o pai-Sabes, na tua idade, era muito mais curioso que tu.
Naquele dia, fazia muito calor e a estrada estava coberta de poeira. No entanto, viram uma coisa a brilhar ao longe e repararam que se tratava de uma ferradura.
-Então? De que estás à espera? Vamos apanha-a.
-Não vale a pena inclinar-me para a apanhar. É uma coisa sem valor-respondeu o rapazinho, que tinha sempre a resposta na ponta da língua.
Sem dizer uma palavra, o pai apanhou a ferradura e guardou-a no bolso das calças.
Pararam na primeira aldeia que encontraram, para descansar um pouco. Como conhecia bem aquele lugar, o pai procurou uma loja pequena e depois de trocar algumas palavras com o vendedor, que era seu amigo, conseguiu vender a ferradura em troca de algumas moedas.
Depois, aproximou-se de uma banca de fruta e comprou umas cerejas.
Quando chegou a altura de continuar a viagem, o pai colocou o seu plano em prática, apressou ainda mais o passo e foi deixando as cerejas, uma a uma, enquanto caminhava.
Como era guloso e estava com muita sede, Miguel parava para apanhá-las e comê-las.
-Valeu a pena apanhar aquela ferradura, não foi?-perguntou o pai, em tom de brincadeira.
-É verdade...
O pai sorriu pois tinha a certeza que o rapazinho não iria esquecer-se nunca daquela experiência de vida.
Naquele dia, Miguel aprendeu uma lição valiosa. Não devia desprezar nada, nem mesmo uma ferradura, que estivesse perdida no caminho!
Igor, 6ºF

27/03/10

Um sábado divertido!






Teatro na última aula da turma E...

Há sempre turmas, que nos marcam muito e para sempre. Comigo, é sempre assim...todos os anos há aqueles alunos, que começam a entrar na minha vida e vão ficando...Esta turma é muito criativa e aplicada...Já me estou a ver a chorar de saudades, no final do 3ºPeríodo, que vai passar a correr, mas sei que há aqui alunos, que vão continuar comigo, como a Bela, a Inês, o Ricardo, o Edu, o Pedrocas e tantos outros da turma D, do ano anterior.
No ano anterior a Inês, a Patrícia e o Pedro Rosário presentearam-me com uma peça de teatro engraçada, que agora vi renascer na turma E, pois "quem conta um conto, acrescenta um ponto" e com a Rita Bernardo, a Joana, a Ana Sara...tudo pode acontecer numa representação...ontem fartei-me de rir, pois os enganos, que inventavam traziam a sua graça...como querer levar a avó ao oftalmologista porque ouvia mal....e depois trocaram de papéis e a cada vez a peça, parecia outra, completamente nova.
Aqui fica a peça, que além de tudo me fez recordar alguns momentos da minha antiga Direcção de turma: o 6ºD, que nunca poderei esquecer e de quem tenho tantas saudades.
" No jardim, avó e neto caminhavam lado a lado. Rui, um menino muito lindo e com nove anos disse:
-Avó, na escola falámos do esqueleto...
-Gostas de frango no espeto?-perguntou a avó Celeste, que era um pouco surda.
-Não, avó! Falámos do esqueleto, que é formado por duzentos e seis ossos. E há ossos com nomes esquisitos: clavícula, omoplata...
-O teu cão partiu a pata?! Coitadinho!...
-O...mo...pla...ta!-gritou Rui aos ouvidos da avó.
-Ah! Queres uma batata? Eu compro-ta, meu filho!
A certa altura, aproximou-se o pai de Rui.
-Pai, já sei que o esqueleto tem várias funções: dá forma ao corpo, fabrica os glóbulos vermelhos, serve para nos movimentarmos...
-É para nos sentarmos?-questionou a avó.
-Ó mãe, francamente!-exclamou o pai de Rui.
-Estás contente? Ainda bem, meu filho! O Rui é um bom menino. Cuida bem dele! Olha dá-lhe dois copos de leite por dia, para os ossos dele terem muito cálcio-afirmou a avó."

26/03/10

Uma surpresa da Páscoa!

No colégio da Sofia fizeram algo diferente este ano, para comemorar a Páscoa...foram para a cozinha, fizeram bolinhos, meteram-nos dentro deste embrulho especial, que cada um decorou a gosto e...agora é saborear os bolinhos, feitos pela minha filha têm um gosto especial:)
Páscoa feliz e doce para todos.

"Um Leão no Pacífico"!












24/03/10

Para pensar...

Recebi por mail de um grande amigo e pareceu-me interessante partilhar:


"Na Infância as escolas ainda não tinham fechado. Ensinavam-nos coisas inúteis como as regras da sintaxe e da ortografia, coisas traumáticas como sujeitos, predicados e complementos directos, coisas imbecis como verbos e tabuadas. Tinham a infeliz ideia de nos ensinar a pensar e a surpreendente mania de acreditar que isso era bom.
Não batíamos na professora, levávamos-lhe flores."

Rosa Lobato Faria

" A menina feia"

Português Língua Não Materna!

Esta experiência de trabalhar com alunos "estrangeiros", tem-se revelado muito interessante e compensadora.
Por trabalharmos em pequenos grupos, cria-se uma relação estreita, com laços mais fortes...a partilha, a entreajuda, o espírito de grupo, de pertença são constantes. Temos feito um pouco de tudo. Gostam especialmente de fazer textos colectivos, sobretudo por ser no quadro interactivo.
Na última aula, escrevemos Acrósticos sobre a Primavera, que vão depois ilustrar...estavam tão concentrados, que mal se aperceberam que lhes tirei uma fotografia!
Deixo-vos alguns dos textos, que para alunos vindos de outras terras, são muito interessantes e mostram uma grande evolução. Tem realmente sido gratificante, trabalhar com eles.
Na sessão anterior, uma das meninas, que acompanho noutro horário, veio ler um poema de Luísa Ducla Soares a este grupo e...agora começou a vir às aulas deles também.
PRIMAVERA VERDE E COLORIDA
REINAM OS PERFUMES NO AR
INVERNO DESPEDIU-SE E CHEGOU A
MARAVILHOSA PRIMAVERA
AZUL, O CÉU, MUITO BRILHANTE...
VOAM OS PÁSSAROS MARAVILHADOS COM A
ESTAÇÃO DAS CORES
RINDO, DE CONTENTE CORAÇÃO...
ABRAM ALAS, PARA RECEBER A PRIMAVERA.
SOFIA
PRINCESA DAS ESTAÇÕES
RIQUEZA DAS FLORES...
ILUSTRAS AS PAISAGENS, COM
MARAVILHOSAS CORES!
ANIMAIS DANÇANDO NO AR,
VOAM BORBOLETAS NO CÉU...
ESTAÇÃO AMOROSA
RAIOS DOURADOS BRINCAM COM AS ROSAS...
A NATUREZA BRILHA AO SOL!
BERNARDINA E BINTA
PRIMEIRA FLOR, MINHA É!
ROMANTISMO NO AR!
INTENSAS AS CORES, QUE RELUZEM
MEIGAS AS ROSAS, NÃO SÃO!
AGUA, SEM ELA NÃO!
VENCENDO CADA ESTAÇÃO, ESTA É A MAIS BONITA...
ERGUEM-SE TODAS AS FOLHAS, QUE NA TERRA EXISTEM!
RAIOS DE SOL, MANTENDO FELIZ CADA FLOR!
ALEGRIA NOS CORAÇÕES DOS ANIMAIS...
INEIDA
PRIMAVERA ESTÁ A CHEGAR, VAMOS TODOS GRITAR!
RÁPIDO, VAMOS BRINCAR.
INVENTAMOS MIL BRINCADEIRAS...
MÁGICOS, PARECEMOS A BRINCAR.
ANDAMOS TODOS ALEGRES,
VAMOS AO PARQUE, SONHAR...
ESTAÇÃO FLORIDA, QUE NOS DÁ ALEGRIA...
RIR É O MEU MODO DE VIDA!
ANDAMOS DE MÃOS DADAS...POIS A PRIMAVERA TRAZ MAGIA DE ENCANTAR!
VIVIEN

Primavera, paira no ar!


João Correia, 6ºK

23/03/10

Exposição de Línguas!

























Está a decorrer na nossa Escola uma exposição interactiva da responsabilidade de vários docentes de Língua Portuguesa, Inglês e Francês e faço, desde já, um balanço muito positivo da mesma, sentindo-me orgulhosa de ter contribuído com uma modesta actividade.
Temos um mapa organizado e as várias turmas vão passando por lá...Hoje pude estar no CRE com o 6ºJ, que aderiram com gosto aos vários jogos existentes. Há jogos de escrita e oralidade, relacionados com os conteúdos de conhecimento explícito, passatempos...enfim, fiquei surpreendida e fascinada, sobretudo com um jogo sobre a obra:"Ulisses", que vou tentar construir para usar em anos futuros com os meus alunos.
Aliás, esse jogo foi o mais apreciado pelo 6ºJ, porque adoram esse livro...Recomendo às minhas turmas, quando forem visitar a Exposição, que se deliciem com o jogo.
Aqui ficam algumas fotografias.

Romance das dez meninas casadoiras!

São dez as meninas
e sobre elas chove,
mas chega um bombeiro
e ficam só nove.
São nove meninas
comendo biscoito
mas chega um padeiro
e ficam só oito.
São oito meninas
fazendo uma omelete
mas chega um guloso
e ficam só sete.
São sete meninas
pintando papéis
mas chega um pintor
e ficam só seis.
São seis as meninas
à volta de um brinco
mas chega um ourives
e ficam só cinco.
São cinco meninas
que vão ao teatro
mas chega um actor
e ficam só quatro.
São quatro meninas
falando francês
mas chega um estrangeiro
e ficam só três.
São três as meninas
guardando peruas
mas chega um pastor
e ficam só duas.
São duas meninas
nadando na espuma
mas chega um barqueiro
e fica só uma.
É uma menina
a apanhar caruma
mas chega um leão,
não fica nenhuma.

Luísa Ducla Soares, texto lido pela Binta aos alunos do PLNM

19/03/10

Prenda do dia do Pai!



Relógios da Professora Fabiana e outros trabalhos de EVT!












Na minha escola, há professores fantásticos, com ideias lindas...vejam estes relógios e árvores, que se encontram em exposição na escola...simplesmente fabulosos!

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

Momentos...

" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

"A viúva e o papagaio"

"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"