"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

27/11/11

A ilusão do poder...

via Isabel Campeão. Não resisti a partilhar:)

22/11/11

Em dias de chuva...

Há dias que correm bem, outros assim, assim e outros nem por isso! Considero que o dia de hoje se enquadra nesta última categoria! Na verdade, não me sentia com aquela boa-disposição costumeira...Haja o que houver, normalmente, a escola consegue fazer-me sonhar, mas hoje não sentia vontade de nada e, talvez por isso, nada do que fiz me soube bem!
Na primeira aula, o JC perguntou logo à entrada se eu estava bem...Conhece-me tão bem, que sentiu algo estranho. Disfarcei, entrei, iniciei a aula, corrigi o trabalho de casa e mostrei-lhes um excerto do filme: "Os visitantes"...Na verdade, este excerto tem um propósito: levá-los a escrever na próxima aula, mas...a seguir, isolei-me na sala de direção de turma...Não me apetecia ver ninguém. Se pudesse, teria vindo enfiar-me na cama. Aliás, era a única coisa que sentia vontade de fazer!
Não dei aula de PLNM e fui ao CRE assistir a uma pequena formação sobre como socorrer uma vítima. Achei interessante, mas não me envolvi completamente...Comi um pão com ovo, à pressa e fui a correr para o 6ºA. Nesta aula, mais uma vez, teria a presença de duas estagiárias...primeiro, não encontrava a pen, com o powerpoint da Guiné, que queria usar como motivação para explorar uma lenda...Vá lá que também tinha os materiais no mail, porque ultimamente tenho tido esse cuidado...pareceu-me que a turma estava algo parada demais, para o meu gosto...pareceu-me que a turma estava estranha, mas talvez fosse apenas eu ou seria da chuva? A aula foi decorrendo lentamente, ainda tentei dar-lhe um toque de magia, recorrendo ao Miguel, a quem pedi que mostrasse às duas estagiárias a dramatização do dia anterior, que correu tão bem com o Paulo...mas, nem o Miguel me pareceu autêntico hoje! Nem ele me fez sorrir ou gostar da aula!
No corredor, esperava-me a minha filha, meio abatida, porque não conseguiu acabar o teste de Ciências...espero que, apesar disso, tenha positiva...Mas, a aula do 5ºA, essa, sim, foi para esquecer! À terça, na sala de Educação Musical, pela própria disposição da sala, por ser ao último tempo e porque a turma é desconcentrada, é sempre difícil, mas hoje foi quase uma missão impossível! Passei-lhes um "sermão", porque a Inês foi incorreta com o Francisco, na aula de Matemática, continuei com um discurso rígido, porque os professores se queixam dos recados que não vêm assinados, porque desapareceu um telemóvel ao Tiago, porque...porque...sempre mil problemas, nesta turma, de quem sou diretora e, ainda por cima, apenas com a disciplina de Português! Um dos alunos deixou-me abismada com esta resposta:
-"A minha mãe não assina os recados, porque não é ela o encarregado de educação e o meu pai, não se levanta cedo!"
Sem comentários, assim é realmente uma missão impossível, quando não podemos contar com a família!
Entreguei ainda as fotografias e, novamente, uma agitação enorme...Comecei a aula, quase meia hora depois! Que fizemos? Quase nada! Leitura do texto:" A máquina do tempo" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, respondemos a 3 questões do livro e não havia meio de obter a atenção da maioria...Esgotada disse-lhes:
-Imaginem que...encontram uma máquina parecida com esta...para onde iriam? Peguem no lápis e contem-me tudo, em silêncio, desta vez.
E não é que resultou?
Alguns escreveram muito, outros pouco, mas todos começaram a escrever e salvaram a aula...Sexta-feira, vou ouvir o que escreveram...A Inês, que se portou mal na aula de Matemática escreveu:
"Se pudesse viajar no tempo, iria ver como era a minha mãe, em pequenina, como é que ela era, como brincava, como vivia...Depois avançava, até me ver no colo dela e a brincar com os meus manos...Finalmente, voltaria à aula de Matemática, para consertar as tolices que fiz ao Francisco e, sobretudo, para não dececionar a minha professora."

21/11/11

Duas princesas...contam a história das preposições!

...Foi mesmo muito interessante...e a cara de felicidade delas, era mesmo como este sol.

Querem ver outro fantoche?

Este...foi a Débora do 5ºA, quem o fez...Adorei.

A parede da "nossa sala"...

Os nossos Acrósticos sobre a amizade, foram afixados na parede da sala 1. A sala é de muitas turmas, mas queremos mostrar os nossos "trabalhinhos". Por isso, vamos expondo e modificando, conforme escrevemos e inventamos coisas novas e diferentes.
Hoje organizámos uma lenda, com os parágrafos desordenados, lemos e interpretámos. Foi uma aula dinâmica e com a ajuda da Filipa e da Cláudia, as duas estagiárias que estiveram connosco durante duas aulas de noventa minutos. É pena, elas irem embora, porque, nesta turma, dava jeito muitas mãos e bocas a explicar. Obrigada, às duas estagiárias e boa sorte.

Escrever com...preposições!

No 6ºA, a Rita e a Sara usaram os fantoches, para falar de preposições, o Miguel e o Paulo representaram o texto...sem "bonecos", pois o Miguel adora teatro com atores a sério e, garanto-vos, quando o ouço, sinto mesmo que ele é um grande ator! Descobri que o Paulo também tem imenso jeito e os dois fizeram uma dupla incrível.
Na parte final da aula, pedi-lhes para escreverem um pequeno texto com preposições. Confesso que achei a tarefa difícil, mas alguns da turma já leram os textos e...fiquei agradavelmente surpreendida.
Ora vejam:
-Olá! Hugo estamos perante um dos maiores escritores aqui na rádio Preposições.
-Olá, Marco, como te sentes por ter escrito tantos livros de aventuras?
-Sinto-me muito bem em saber que há muita gente a ler os meus livros...
De repente...trás!!!
-Por que razão fizeste isso?
-Desculpa, tinhas um mosquito a picar-te!
-Daqui para fora, já! Vai, mas é, para casa!
-Sim, vou a casa e já volto...
-Sob pena de me zangar contigo, não quero voltar a ver-te por cá, porque abusaste da minha confiança!
Miguel Coelho

É tão bom ter um amigo...

Amigo, do fundo do meu coração...
Mando que todos sejam irmãos!
Inimigos? Não! Não! Não!
Zás, não deixes um amigo para trás!
Amor eterno, não se destrói...
Dando a mão, a quem não se sente bem!
E ter um amigo ao pé, faz-me sentir tão bem!

André, 5ºA

20/11/11

Mais Acrósticos do 5ºA...






Fantoches de materiais bem simples...

Mais alguns fantoches de cartolina. O ouriço, feito pelo Estevão, é de esferovite e palitos. Imaginação não lhes falta, a estes alunos tão empenhados, quando eles são o mais importante!

O professor Sabichão falou de preposições...


Professor Sabichão- (...) deixem-me cá apresentar: sou o professor Sabichão, que tem tudo sempre à mão!

Menino Aniceto – E eu sou o Aniceto, que gosta de se armar em esperto!

Professor Sabichão – Ora, ora…ainda nem comecei a aula e já cá tenho um engraçadinho! Não me fazia falta mais nada!

Menino Aniceto – Calma, “stôr”, desculpe…eu queria dizer que o menino Aniceto responde sempre tudo certo!

Professor Sabichão – Assim, sim, já nos entendemos…que eu cá gosto de gente inteligente. Diga-me cá, sabia que hoje a lição é sobre as preposições? Já ouviu falar?

Menino Aniceto – Com a crise que p´ra aqui vai, quem não conhece as prestações?! Lá em casa, não se fala de outra coisa! Ele é o carro a prestações, a casa…e agora até a comida!

Assim começa um texto da minha autoria, que costumo usar aquando das preposições...os fantoches, ao contrário do que se possa pensar, são para qualquer idade e funcionam como elemento facilitador das aprendizagens.
Na última aula do 6ºD, a Beatriz Calado e a Joana apresentaram o texto, com a ajuda destes dois fantoches, que conseguiram fazer sorrir a turma, já que o texto, de forma cómica e atual, introduzia o assunto das preposições.
Depois, foi a vez do João Caeiro e do João Mateus e, embora o João Mateus tenha exagerado um pouco no seu papel de "professor Sabichão", o certo é que os alunos aprenderam preposições simples e contraídas, de forma muito agradável, pois como se costuma dizer..."a brincar, também se aprende", sobretudo quando são os alunos o centro dessas brincadeiras...eu, praticamente, só preparei a aula...o resto fizeram-no eles.

Alguns dos fantoches...do 5ºA




17/11/11

Eu, Afonso Henriques...



Foi um dia especial para o 6ºD, para os seus familiares e...para, nós, professores! Não sei quem se sentia mais orgulhosa: a professora de H.G.P, responsável pela apresentação desta peça musical, a professora de Educação Musical, responsável pela música, a Diretora de Turma ou eu!
Lá estávamos na plateia, como se dos nossos filhos se tratasse! E correu bem! Estavam tão lindos, "os nossos meninos"! Parabéns, 6ºD.
Tratou-se de uma peça de teatro, apresentada pela turma, em jeito de homenagem a D. Afonso Henriques.

16/11/11

Uma aula com sabor a amizade!

Amigo a sério, é leal...
Meigo como um ursinho.
Igual ou diferente, não faz mal...
Zangar-se é o contrário de brincar...
Amizade é ter um coração grande para amar
Deliciar-te e brincar contigo
Enfim, isso tudo é ser amigo...

Stephan, 5ºA
Amor sem fim...
Mãe, a minha melhor amiga
Imaginar o meu futuro, só com amigos!
Zangar-se não é agradável...
Anda daí, ser meu amigo!
Desabafar com os amigos é tão doce...
Engraçados são os dias, a brincar com os amigos...
Filipe, 5ºA
Amigo é ser sincero...
Maldade não combina com amizade!
Inspiração, ganho-a com os amigos...
Zangar-se, na amizade não conta.
Amizade, é o que eu tenho no coração.
Dar e receber...isso é amizade.
Esperança? Tenho, pois tenho muitos amigos.
Bruna, 5ºA

Uma aula que fala de amizade...


Na segunda-feira, duas estagiárias assistiram à aula do 5ºA. O início da aula, começou de forma impetuosa, pois um dos alunos chegou atrasado e muito alterado, porque as coisas dele estavam no cacifo de outro colega e um terceiro aluno envolvido tinha estragado o cacifo, que agora não abria! É nestas e noutras alturas que lamento não ter Formação Cívica com a Turma. É que sou Diretora desta Turma, mas faltam-me horas para falar com eles e, por diversas vezes, já me aconteceu ter de conversar sobre este tipo de assuntos nas aulas de Português. Bem, resolvi a questão, após acalmar o aluno, a quem forneci materiais, com a promessa de resolvermos o assunto do cacifo com o funcionário, no intervalo.
Começámos, finalmente, a aula com uma peça musical de Jorge Salgueiro, que pareceu agradar-lhes muito, porque alguns alunos contaram a história do elefante, que foi rejeitado só por ser diferente, com a ajuda de fantoches, que eles próprios fizeram.
De seguida, explorámos a história, falámos de amizade e dos deveres que temos, para com os outros, até porque a nossa turma tem muitas crianças com NEE.
Aproveitei para falar de onomatopeias e verbos onomatopaicos e, por último, fizeram um Acróstico, com a palavra amizade.
Foi uma aula bem interessante, apesar de ter começado de forma muito agitada. Por hoje, deixo-vos com alguns Acrósticos. Amanhã, vou mostrar-vos alguns dos fantoches: o elefante, um porco, um pássaro, um pónei, crianças e...até um ouriço.
Amigo é estar presente nas horas difíceis...
Melhores amigos, para sempre são!
Inimigo, não é amigo!
Zangas, não são permitidas!
Amizade é bela, quando é eterna
Dedicar-se e ajudar
Educação leva ao respeito uns pelos outros.
Felipe Oliveira, 5ºA
Ajudar os que têm mais dificuldades...
Meigo, tens de ser
Inventar mil alegrias
Zelar pelos outros
Amigo é apoiar os mais necessitados
Dar o nosso coração...
Estreitar laços, para ser feliz.
Tiago, 5ºA

Uirapuru: lenda do Brasil

A lenda do uirapuru é interessante.
Dizem que no Sul do Brasil, havia uma tribo de índios, cujo cacique era amado por duas moças muito bonitas. Não sabendo qual escolher, o jovem cacique prometeu casar-se com aquela que tivesse melhor pontaria.
Aceite a prova, as duas índias atiraram as flechas, mas só uma acertou o alvo. Essa casou-se com o chefe da tribo.
A outra, chamada Oribici, chorou tanto que suas lágrimas formaram uma fonte e um córrego. Pediu ela a Tupã que a transformasse num passarinho para poder visitar o cacique sem ser reconhecida. Tupã fez a sua vontade.
Mas verificando que o cacique amava a sua esposa, Oribici resolveu abandonar aqueles lugares e voou para o Norte do Brasil, indo parar nas matas da Amazónia.
Para consolá-la, Tupã deu-lhe um canto melodioso.
Assim, canta para esquecer as suas mágoas; e os outros pássaros, quando encontram o uirapuru, ficam calados para ouvir as suas notas maravilhosas. Por causa de seu belo canto, chamam-no de: professor de canto dos pássaros.
O uirapuru (Leucolepis arada) é o cantor das florestas amazónicas.
Seu visual não é dos mais atraentes, normalmente tem a cor verde-oliva com cauda avermelhada.
Entretanto, tem um canto tão lindo, tão melodioso, que os outros pássaros ficam quietos e silenciosos só para ouvi-lo.
Todavia este canto somente pode ser ouvido 15 dias por ano, na época em que constrói o seu ninho.
Não bastasse isto, ele canta somente ao amanhecer, por 5 ou 10 minutos.
Neste pássaro, o real e o lendário se confundem: dizem que ele não repete frases musicais.
Por todas estas qualidades, os indígenas e sertanejos acham que ele é um pássaro sobrenatural. Na verdade, o seu nome quer dizer: "pássaro que não é pássaro". Depois de morto o seu corpo é considerado um talismã que dá felicidade a quem o possui.
Para os tupis o uirapuru é um deus que toma a forma de pássaro e anda sempre rodeado por outros. A ele atribuem a virtude de conduzir um refluir de pessoas à casa de quem possui um deles.

Blimundo!



oh blimundo senhor rei madam bem buscop poh bem casa ma seh codezinha

glim glim na nha cavaquim

glop glop na nha prentem

glim glim na nha cavaquim

glu glu na nha bli d'aga

Quem põe o guizo ao gato?

Os ratos queriam defender-se do gato. Reuniram-se debaixo da mesa da cozinha e conferenciaram. Os velhos e sabidos ratos não tinham solução; mas um jovem ratinho exclamou, com grande descaramento: “Isso é extremamente fácil! Nós devemos pendurar um guizo ao gato. Desse modo, ele soará sempre que o gato se aproxime e nós poderemos esconder-nos. Os ratos regozijaram-se com este bom conselho e puseram-se a dançar com grande alegria.

No canto, junto ao armário da cozinha, estava a coleira de um cão. Nela havia alguns pequenos guizos. Rapidamente, os ratos roeram a coleira e destacaram um guizo que entregaram ao ratinho que tinha dado o bom conselho. Ele devia, agora, pendurar este guizo ao gato. Mas para tal, não demonstrou o ratinho a mínima vontade. Ele tinha muito amor à vida. Também os outros ratos não tiveram coragem. Eles só queriam estar longe a observar como os seus irmãos e irmãs eram comidos pelo gato.
Há gente sempre pronta a concordar rapidamente com os “bons conselhos”. Mas poucos passam dos conselhos aos actos. A tais sábios conselheiros, diz-se, frequentemente, na Alemanha:
“Meu caro Amigo! O que tu dizes é muito lindo e bom! Mas quem é que pendura o guizo ao gato?”

A lenda do Japão foi esta...

Era uma vez, no interior do Japão, um grupo de terríveis ladrões que se escondia no topo de uma montanha quase sempre coberta de nuvens, onde soprava um vento forte e as tempestades eram frequentes. Esses ladrões viviam em uma larga caverna, que era o esconderijo de todos os tesouros que eles roubavam.
O bando atacava as vilas, matava as pessoas e incendiava as casas, depois de tirar tudo o que tivessem de valor. Por onde o grupo passava não restava nada além de mulheres e homens chorando, ruínas fumegantes, miséria e desolação.
O imperador, preocupado, havia enviado seus melhores soldados para atacar a montanha, sem qualquer resultado. O soberano, então, mandou chamar um dos últimos samurais, o velho Raiko, e disse-lhe:
- Raiko, você me serviu por todos esses anos. Eu lhe dou agora um último trabalho: vá até a montanha com um exército e destrua aqueles malditos bandidos!
Mas Raiko suspirou:
- Majestade, se eu fosse jovem de novo eu cumpriria sozinho esta missão. Mas, hoje, sou um velho muito velho, velho demais para fazer esse serviço mesmo com um poderoso exército ao meu lado.
- Então, o que devo fazer? - perguntou o imperador. Devo deixar que os bandidos continuem a saquear nossas terras e a matar nossa gente?
- De jeito nenhum -, exclamou o velho, - eu irei até a montanha com mais seis Samurais iguais a mim.
- Mas, se eles são tão velhos quanto você, como poderão ajudá-lo? - perguntou o imperador.
- Tenha fé em nós -, foi o que disse Raiko.
Alguns dias depois, os sete samurais partiram para a montanha vestidos como humildes peregrinos. Lá do alto, os ladrões viram o grupo, e o chefe deles disse:
- Quem se importa com sete mendigos? Deixem que eles subam até nós.
Os sete samurais disfarçados chegaram ao topo do monte, e Raiko disse:
- Deixem-nos entrar, está frio aqui fora. Sopra um vento forte, e nós somos apenas um bando de velhos -não vamos causar problemas.
O chefe dos ladrões respondeu:
- Venham, velhos, e abriguem-se em um canto.
E assim, os sete samurais entraram no esconderijo dos bandidos, ficando em um canto enquanto os ladrões comiam a comida que haviam roubado de mais uma pobre aldeia. De vez em quando, eles atiravam pedaços de carne e restos para os peregrinos.
Passadas algumas horas, Raiko se levantou e disse:
- O vento parou. Podemos partir agora. Para agradecer por sua hospitalidade, porém, gostaríamos de oferecer a todos vocês esta bebida - é saquê, uma espécie de vinho feito com arroz. Bebam connosco! E assim fizeram, contentes, os bandidos.
Em segundos, não sobrava mais nada da garrafa que Raiko entregou aos ladrões. E, também em segundos, todo o grupo de bandidos estava bem morto, estendido no chão da caverna: o saquê que Raiko lhes havia oferecido tinha sido sabiamente envenenado com um poderosíssimo veneno.
E assim, sete velhos samurais, velhos demais para montar a cavalo ou usar uma espada, puderam servir o seu imperador pela última vez.

15/11/11

Little Chicken Hawk rouba o fogo!

"Little Chicken Hawk (Djungarabaja), Big Hawk (Bugaidjma) e Dingo (Mojin) foram acampar junto a um monte elevado, nos terras de Dolg Mdngala e Maranunggus. Dingo saiu para recolher inhames doce e azedo. Retornando, ele disse: “Irmão, vamos quebrar uma madeira especial para fazer fogo. Torcendo o graveto o fogo começa e vamos cozinhar essa comida.” Dingo torceu, mas quebrou-o, torceu de novo e quebrou. Ele não conseguia acertar. “É melhor eu sair e pegar uma brasa viva para para que possamos ter um bom fogo.”
Ele deixou o acampamento e se escondeu atrás de um pântano. Um monte de mulheres havia saído para coletar inhame e comida, e agora elas voltaram do campo com tudo. Elas fizeram um fogo, preparando um forno e organizando as pedras para o cozimento. Quando a madeira queimou elas botaram de lado os pedaços queimados, deixando somente a brasa. Dingo saltou para a frente para pegar uma brasa, mas as mulheres viram e o perseguiram, dizendo: “Não há fogo por você.” Ele voltou para casa e disse aos outros: “Oh não, eu sou muito grande, e todas elas me viram.”
“Tente de novo”, eles exigiram. Ele voltou para o acampamento das mulheres e se escondeu atrás do pântano novamente. Como antes, as mulheres voltaram a recolher alimentos e começaram a fazer um forno. Dingo tentou novamente pegar a brasa, mas mais uma vez elas o expulsaram!. Ele voltou para os amigos. “Oh não, eu sou muito grande. Eles sempre me vêem.” As mãos de Dingo estavam tão doloridas de tocer os palitos que ele disse, “Você vai, Djungarabaja!”
Então Little Chicken Hawk foi para o acampamento das mulheres e se escondeu atrás da árvore pandanus. As mulheres voltaram do mato, como antes, e começaram a preparar o forno. Mas desta vez elas olharam em volta procurando por Dingo, e, sabendo que ele morava com Big Hawk Bugaidjma, procuraram por ele também. A presença de Djungarabaja não foi notada, pois ele era pequeno. Satisfeito, elas continuaram a fazer o forno, elas rasparam a madeira e colocaram os troncos grandes brilhante dos lados.
Assim que elas fizeram isso Djungarabaja desceu e pegou um pedaço de madeira acesa, clamando: “… Consegui! Consegui!” As mulheres correram, mas ele voou com o palito. Assim que ele alçou voo, deixou cair alguns pedaços de carvão, quebrando seu bico porque ele segurava a brasa, hoje existem manchas de carvão que se estendem desde Birangma em direção à Djungarabaja Hill (quase paralela a Dilg Hills).
Ao voltar ao acampamento ele descobriu que Dingo, impaciente com a espera, comeu o inhame cru. “Ah”, Djungarabaja repreendeu: “você comeu o inhame cru, e eu trouxe o fogo!” E é por isso que o Dingo não fala, como os Chicken Hawk, e come a comida crua: porque ele não esperou. Mas esses três ainda permanecem naquele lugar, sonhando; em Djungarabaja, em homenagem a Little Chicken Hawk."
versão português do Brasil

Cinco contos, cinco continentes...

Dizem que as histórias nos fazem viajar, sem sair do lugar...Foi isto, que nos aconteceu hoje!
O 6ºA teve a sorte de ser uma das turmas a assistir a uma sessão de contos no CRE. Tratou-se de uma aula de Português, mesmo ao meu gosto, em que dois brilhantes contadores de histórias nos contaram lendas de vários países, cativando completamente os alunos, professores e estagiárias.
Primeiro, viajámos até ao Brasil, de seguida fomos à Alemanha, passámos pela Austrália, Japão e Cabo Verde. Cinco lendas, em interação com o público, que levaram à descoberta das características deste tipo de texto e nos deliciaram.
A lenda do uirapuru explicava a razão deste pássaro do Brasil ser distinguido dos outros todos com uma voz melodiosa e quase encantatória.
De Cabo Verde chegou-nos o conto de Blimundo, um boi que se tornou especial, por ser inteligente.
E tudo começou quando Djungaraba, Bygaidjma e Mojin precisaram de fogo para cozinhar a refeição…foi a história da Austrália...da Alemanha, aprendemos de onde surgiu a expressão:"quem põe o guizo ao gato?" E do Japão, descobrimos que o chá tem poderes tão grandes, que até venceu uns ladrões, sem derramar sangue, nem usar espadas!
Foi, de facto, um dos melhores momentos que tive o privilégio de viver, enquanto professora.
Esta iniciativa, dinamizada por Sérgio Prieto e Cláudio Oliveira, enquadra-se no âmbito da Estação do Livro, Programa itinerante da Câmara Municipal do Seixal.

13/11/11

O nascer de uma Cidade...

Olá! O meu nome é Sky e vivo numa cidade cujo nome é Kwynzie. Tenho 92 anos e a minha cidade tem 81 anos. Se sou mais velho que Kwynzie? Sou, e fui um dos seus fundadores. Se pensam que fundar uma cidade é só chegar ali, e dizer: "Aqui está uma cidade" e ficar quieto, não, não é. Vou contar-vos a história de Kwynzie.
Era dia 6 de junho em Vénus; a minha tribo lutava por um território onde se fixar. Três da tarde. Duas das mais fortes tribos lutavam para alargar o seu território, nós das mais fracas tribos, nunca conseguiríamos fixar-nos naquele lugar, ao contrário do que o chefe dizia.
No dia seguinte, o chefe manda atacar. Mas nem eu, nem os meus três fiéis amigos companheiros fomos. Preparámos uma emboscada, e quando todos recuperavam forças, nós lançámos a emboscada e fizemos o pretendido, conquistar o território.
Foi assim que nasceu Kwynzie, com SANGUE, SUOR e LÁGRIMAS.
João Caeiro, 6ºD

O Pequeno Nasredin

Algures num bairro pobre de Marrocos, vivia um menino chamado Nasredin.
Com ele vivia o pai, um comerciante que percorria desertos para vender mercadorias.
Quando Nasredin fez anos passou a ajudar o pai e a viajar com ele, mas teria que levantar-se antes do nascer do sol e depois que deitar-se cedo.
Para os transportar nas longas viagens tinham um burro muito forte que era capaz de levar grandes cargas.
No primeiro dia, Nasredin acordou e com a ajuda do pai puseram as cargas no burro e começaram o longo caminho que ligava o pequeno e pobre burro aos grandes centros de comercio.
O pai ia em cima do burro e Nasredin ia descalço atrás do burro.
Depois de muito andarem chegaram ao principal mercado que havia na região. Quando lá chegaram as pessoas comentavam o facto da pobre criança ir descalça atrás do burro.
O pai dizia que era para ele aprender que as viagens eram difíceis.
Depois de venderem todas as mercadorias voltaram ao bairro onde viviam.
Quando chegaram ao bairro Nasredin entrou em casa, sentou-se e começou a pensar como seria quando ele se torna-se um grande comerciante.
Nasredin não tinha muito tempo para estar a pensar porque tinha sempre que fazer, preparar-se para novas viagens, arranjar mercadoria para vender e tudo e mais alguma coisa!!!
E era assim que passava a sua infância.
Nos dias antes das viagens tosquiava as ovelhas para levar lã para vender e carregava para o burro pesados sacos com melancias.
Dias depois, estava a vender a lã e as melancias quando apareceu um grupo de comerciantes.
Esses comerciantes eram profissionais e pediram ao Nasredin que se juntasse a eles.
Nasredin pediu ao pai e o pai aceitou e o pai aceitou pois assim era uma forma do filho poder ser um grande comerciante.
Nas expedições, mais de cem pessoas atravessavam o deserto nos seus camelos.
Deram um camelo a Nasredin e a partir dá tornou-se um grande comerciante.

André Jorge, 6ºD

12/11/11

Texto Livre...não é fácil!

Ai santo Deus me valha!!! Ajudem-me, ajudem-me!!!
Estou numa crise pela primeira vez na minha vida, faltou-me a inspiração.
Pois é, é terrível!!!
Bem, olá amiguinhos, desculpem este catastrófico início de texto, mas estou com problemas!!!
É assim, hoje a minha professora disse-me a mim e aos meus colegas para fazermos um texto livre.E eu fiquei assim " texto livre?, isso é como a imaginação não ter barreiras, não temos tópicos, não temos nada, não temos nem sequer uma única frase".
Fiquei apavorada.
O que é que eu hei de escrever...?
Já sei!
Era uma vez em mais belo reino, tal príncipe, tal princesa, desconhecidos mas que o amor os ia unir...
NÃO esperem lá, "time out"!!!
Não posso escrever isto, isto já foi ultrapassado, há muito tempo, contos de fadas onde já se viu!!!
Então... então.... então... espereeeem...
Já sei!!!
No tempo em que os instrumentos tocavam por si sós, havia um rei muito mal humorado...
Lá estamos nós outra vez com os contos de fadas!!!!
Vou mas é carregar na tecla "Delete" para ver se isto me sai da cabeça.
"Delete", pronto já está!!!
Agora... agora...
Pela terceira e última vez, porque como se diz "À terceira é de vez", já sei!!!
Pessoal, já sei o que vai ser o meu texto... não adivinham!? Não vai ser sobre monstros, não vai ser sobre aquela palavra "fadas", a palavra "tabu", vai ser sobre o significado sobre a palavra "Texto Livre".
Bem, o texto livre, para mim, sou eu a escrever!!!
Perguntam porquê, porque o texto livres são meras frases livres como o vento, sonhadoras como as nuvens, compreensíveis como a mãe.
Um texto livre, explicado por duas palavras, para mim significa, somos nós!!!
Bem, agora que acabei, estou-me a imaginar a ler para a minha família (que é a turma, alunos e professores), para a minha outra família e todos eles gostaram.
Isto para mim, isto tudo para mim é um texto livre.


Joana Anselmo, 6ºD

A Selva ou talvez não!

Eu sei o que estão a pensar, como o Título é " A Selva" vamos todos para uma selva. Mas isso está errado, nós vamos para uma selva diferente, esta selva chama-se 6ºS, a pior turma da escola, daí a letra "S. Aquela turma era tão selvagem, que até os professores se imaginavam numa selva, em que os alunos eram os macacos que balançavam sem parar de liana em liana.
Uma vez assisti àquela aula, era uma aula de Língua Portuguesa. Só da entrada da porta, já não queria acreditar, os miúdos estavam em cima da mesa, mais parecia estarem a voar.
Depois era tal confusão que uns gritavam, outros berravam e alguns até choravam!!!
Os piores eram:
Susana
Eva
Lírio
Viviane
Algárdene
Com eles, todos em seu redor gritavam!
A meio da aula eu já não aguentava mais, por isso levantei-me e abri a porta para sair, quando reparei que tudo estava calado, voltei a virar-me e já estava num safari.
O condutor era o professor Rússio, o professor devia estar a dar a aula mas nãooo, ele estava a guiar um trator. Enfim, ao andar pelo safari cinco macaquinhos aproximaram-se e disseram:
-Acorda dorminhoca preguiçosa, vais chegar tarde à escola.
Acordei, afinal de contas era só a minha mãe a fazer o papel de despertador. Mas ainda hoje acredito que esta turma existira algum dia...

Beatriz Folgado, 6ºD

10/11/11

Para falar da amizade e da diferença...

Os animais acordaram sobressaltados com a notícia de que uma tempestade iria assombrar todos os campos e bosques !!!
No meio da violenta tempestade, corriam em todas as direções sem saber para onde ir... Na grande confusão que se seguiu, em que cada um fugia para seu lado, ouviram crianças a chamá-los para uma quinta onde estariam a salvo da tempestade. (...)
Quando se pensava que já todos os animais estariam a salvo da tempestade, eis que chegou um animal desconhecido de todos e que só poderia - pensavam - vir de muito longe, talvez até de África, pois nunca teria sido avistado nas redondezas.
Era o Elefante grande e barulhento, que corria em direção à Quinta para se abrigar, fazendo estremecer tudo em seu redor.
Sendo diferente dos outros pelo seu tamanho, cor e forma, desde logo causou a rejeição dos outros animais, que ao contrário do que seria esperado, tentaram expulsá-lo da Quinta, onde a Amizade deveria ser a palavra de ordem.
Triste e desesperado o elefante vê como única solução pedir ajuda às crianças... É então que se ouve a Canção da Amizade, entoada por todas as crianças, que através dela, pedem aos animais que sejam amigos e recebam o elefante de braços abertos.
Se o elefante é pesadão
Não é por isso que não tem um coração
Gostar de todos, ser amigos de verdade
Esta é a lei da nossa quinta da amizade!

Não é pecado ser diferente
Se toda a gente fosse igual a toda a gente
O nosso mundo era muito aborrecido...
E este elefante é um bicho divertido!

Uns têm bico, outros focinho
O cão pastor, não é igual ao passarinho
O pato grasna, arrulha a pomba
Porque não há de o elefante andar de tromba?

Adaptado de:" A quinta da Amizade", Jorge Salgueiro

Quinta da Amizade!

09/11/11

Poema de João Aguiar...

Se o elefante é pesadão
Não é por isso que não tem um coração.
Gostar de todos ser amigos de verdade,
Esta é a lei da nossa quinta da amizade.

Não é pecado ser diferente,
Se toda a gente fosse igual a toda a gente
O nosso mundo era muito aborrecido….
E este elefante é um bicho divertido!

Uns têm bico, outros focinho
O cão pastor não é igual ao passarinho
O pato grasna, arrulha a pomba…
Porque não há de o elefante andar de tromba?

Uns têm bico, outros focinho
O cão pastor não é igual ao passarinho
O pato grasna, arrulha a pomba…
Porque não há de o elefante andar de tromba?

07/11/11

Um burro especial...

A história que eu vos vou contar, passou-se no continente africano, num outono ventoso.
Nasredin era um rapazinho árabe, vestido como todos os árabes. Era baixo e ladino.
Certo dia o seu pai disse-lhe:
-Filho, vou montar-me no burro e tu vais a pé a segurar a cauda do nosso burro.
O filho não podia dizer nada, pois não podia desobedecer aos pais.
-Está bem, meu pai. Assim, farei.
Quando chegaram à cidade, ambos foram gozados!
No dia seguinte, foi o filho montado e o pai a pé, mas novamente um grupo de lavadeiras os criticou! O pai de Nasredin ficou envergonhado e triste. A família estava pobre e nada do que faziam, parecia dar certo.
Nasredin teve uma ideia:
-Já sei! As ovelhas!
-O quê?!
-Sim, tosquiamos as ovelhas e da lã das ovelhas, a mãe faz camisolas para vender.
-Boa, meu herói!-orgulhou-se o pai.
A mãe também concordou e prontificou-se logo a fazer camisolas.
Após alguns dias de muito trabalho, as camisolas ficaram prontas. O pai foi buscar uma gaiola com galinhas e acrescentou:
-Se vendermos as camisolas e as galinhas, tudo se há de arranjar.
-Será?-questionou-se Nasredin.
-Mas, é claro que sim! Pensa positivo!-afirmou o pai, com convicção.
Chegados à feira, muitos se acercaram para ver as mercadorias e...o negócio correu bem. Com o dinheiro ganho, pagaram as dívidas e fizeram uma grande festa.

Sara, 6ºA

03/11/11

Adivinhem quem eu sou...

Em jeito de adivinha...a Beatriz Calado mostra o seu talento:
Adivinham quem eu sou?
Sou uma estação do ano.
Não sou fria, não sou quente.
primavera não sou certamente!

Acertaste!
Muito bem.
Sou o outono
Estação feliz e livre como ninguém!

Às vezes sinto-me sozinho,
Outras vezes feliz estou, mas outras não!
É por isso que, às vezes, faço bom tempo
E outras vezes não, pois então!

Ponho folhas num virote,
São elas a minha companhia
Quando não as estou a chatear,
Estou a espalhar a minha magia!

Sou uma estação intermédia.
Não faz frio, não faz calor.
Sou boa estação,
De amizade, carinho e amor.

Hummm! Castanhas assadas!
Pelo São Martinho.
São tão deliciosas
Quando feitas com carinho!

Adeus meus amigos
Convosco gostei de falar!
Mas agora,
A magia do outono...tenho de ir espalhar!

E pronto...o outono chegou à nossa escola!





...com um agradecimento muito especial, aos alunos que colaboraram...

01/11/11

Um quadro de outono, muito especial...



O outono também combina com a poesia e ainda no decorrer desta semana, a escola vestirá outras roupagens, em tons de outono...e de poemas. Já recebi alguns trabalhos e amanhã vou ajudar o 6ºD a "vestir uma árvore" muito especial, com a poesia dos meus alunos.
Prometo mostrar tudo. Por hoje, deixo-vos com um quadro apetitoso de uma excelente aluna, a Raquel do 5ºA, que tem vindo a brilhar em todas as disciplinas. Eu fiquei encantada com esta moldura, que apetece guardar na minha sala, para que mais pessoas a apreciem.
"O outono bate à porta
Tanta coisa aí virá
Coisas boas e coisas más
Não sei o que será!
Das árvores caem
As belas folhas de verão
Quando o vento aparece
Elas arrastam-se pelo chão!
O cheirinho das castanhas
Muito bem perfuma o ar
Venha frio ou venha chuva
É o outono a chegar!
Para a disciplina de Português
Este quadro vou entregar
Nele fiz este poema
Com o outono a chegar..."
PS: O acento do à, no trabalho da Raquel, está ao contrário. Não quis colocar corretor, para não estragar o excelente trabalho. Queiram ignorar o acento.

Halloween na PEL!

















Por estes dias, os professores e alunos têm andado exaustos! Os alunos a fazer testes, com o estudo que isso implica. Nós a corrigi-los, a avaliar, a preparar reuniões, projetos curriculares...Mas a par de tudo isto, a escola tem vivido o outono com a mesma intensidade dos anos anteriores. Os corredores e o hall de entrada vestiram-se de halloween, pois os professores de inglês não se cansam de mostrar essas tradições, que não sendo portuguesas, já fazem parte de muitos dos nossos alunos.
Os trabalhos dos alunos estavam lindíssimos, desde "cidades assombradas" a todo o tipo de trabalhos criativos que possam imaginar. O Concurso de abóboras, tinha abóboras decoradas para todos os gostos...A Sara teve a ideia de fazer uma abóbora com pernas e tudo! Eu passei o dia a corrigir testes e só à noite lhe fui comprar a abóbora...apenas a esvaziei. Tudo o resto foi trabalho dela e da Sofia que quis inventar um lacinho de papel de bombom.

Fascinante!

Fascinante!

Bons Sonhos!

Bons Sonhos!

"Poema em P"

"Poema em P"

Criar e imaginar

Criar e imaginar

Momentos...

Momentos...

" A Menina do Mar"

" A Menina do Mar"

"A viúva e o papagaio"

"A viúva e o papagaio"

"O meu amigo, o sono"

"O meu amigo, o sono"