"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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05/12/11

Viagens no tempo...

Estava muito bem a passear na floresta, quando encontrei um centauro! Fiquei arrepiada, pois nunca tinha visto tal bicho!
O centauro perguntou-me:
-És a visitante número...quê?
-Não sei!
-Vou perguntar ao chorão, pode ser que ele saiba! Não! É melhor perguntar ao eucalipto, pois o chorão está sempre a choramingar.
-Mas por que razão é assim tão importante?-perguntei eu.
-Porque há um prémio para o visitante número 200.000...
Mas eu estava a pensar em ir embora...
-Não queres receber o prémio?-interrogou o centauro.
-Quero, quero!
Entretanto, fomos falar com o eucalipto, que por sua vez, respondeu:
-Segundo os meus cálculos, ela é a visitante número....impossível, ela é a visitante número 200.000!
-Isso quer dizer que ganhei o prémio!- exclamei eu.
-Exato, segue-me.-afirmou o centauro.
O centauro levou-me a um sítio mesmo secreto: debaixo das raízes do eucalipto, o centauro entregou-me uma poção que permitia viajar no tempo.
-Esta poção dá até ao resto da tua vida!- disse o centauro.
-Uau!!!-exclamei eu.
Tinha de ir para casa, por isso, despedi-me do centauro, do eucalipto e do chorão, que primeiro fungou e depois, como habitualmente, desatou a chorar.
Cheguei a casa e bebi a poção, logo de seguida senti cócegas na garganta, abri a boca e saiu de lá um génio. Espantada, comecei a rir e disse:
-Quem és tu, o génio da lâmpada?
-Não! Neste caso, sou o génio da poção, mas podes chamar-me Azambujo.
-Gostava de viajar até à época dos dinossauros.
-O teu desejo vai ser "concretibujo".
-Que palavra mais engraçada!
Num instante, estava rodeada de dinossauros. Depois de observar vários dinossauros, deparei-me com o tiranossauro Rex. Pedi ajuda ao génio, pois a criatura achou-me boa para a cova do dente dele!
-Vamos embora daqui bem "rapidujo"-disse o génio Azambujo.
Para que saibam, "rapidujo", na linguagem do génio, quer dizer velocidade super-sónica.
Pouco depois, pedi ao génio para me levar até ao ano da descoberta da cura contra o cancro, chegamos assim a 20035. Quando voltámos ao presente, transmiti todas as informações aos cientistas da minha época. Foi muito bom, pois senti-me útil e levei a cura a muitas pessoas.
Viajei para vários locais e diferentes épocas: época medieval, época dos romanos...até viajei para o futuro, onde observei carros voadores, que flutuavam, maravilhas da tecnologia, nunca antes imaginadas.
Foi difícil manter segredo, mas tinha a cumplicidade do meu velho amigo Azambujo.
Fim
Prestem atenção: no futuro, esqueçam o Acordo Ortográfico, pois é a linguagem do Azambujo que vai PREVALECER: FIMBUJO!
Rita Nunes, 6ºA

25/09/11

Memórias de um cão vadio!

Eu já fui um cão vadio e fazia de tudo para sobreviver! Não era fácil: tinha de comer restos de comida, procurar nas lixeiras e, às vezes, nem sequer comia...Passava noites inteiras cheio de fome!
Nas noites mais frias, ouvia os cães uivar e, na verdade, eu sentia medo e escondia-me.
Os cães mais fortes e maiores perseguiam-me e eu fugia assustado...Mas, apesar de tudo, quando olhava para o céu, via a minha estrela, que me acompanhava para todo o lado...Só que, de manhã, a estrelinha desaparecia e eu voltava a sentir-me sozinho, sem saber para onde ela ia.
A coisa mais linda que eu já vi na vida, é o pôr do sol. É magnífico!
Hoje...sou feliz, encontrei uma família que me trata bem.
Mariana, 6ºA

22/02/11

Virava o mundo ao contrário!

Se tivesse super-poderes, virava o mundo ao contrário! Arranjava as paredes riscadas, acabava com as guerras, construía mais escolas para que todos pudessem aprender a ler e escrever.
Se eu tivesse super-poderes, sentia-me muito bem, por ajudar as pessoas.
Mas o que eu gostava mesmo era de dar a volta ao mundo, para ver de perto todas as pessoas dos outros países.
Francisco, 5ºA

O meu Maior Super-Poder!

Se eu tivesse de escolher um super-poder, escolheria o da bondade.
Esse poder ajudar-me-ía a salvar os necessitados, como os mendigos.. Dava-lhes uma casa, comida e uma vida melhor.
Mesmo as pessoas que já tivessem esse conforto, mas precisassem de outras coisas, cá estaria eu para ajudar.
Se tivesse super-poderes, dava apoio a todos os que estivessem em apuros....

Cleofas, 5ºA

10/01/11

A floresta mágica

Um dia eu estava na rua, quando vi um senhor muito velho que me disse:
-Eu estou doente e acho que vou morrer, ficarei melhor se fores a uma floresta mágica e trouxeres de lá uma flor azul com bolas amarelas.
Como queria ajudar aquele senhor que estava doente, fui à procura da floresta mágica e da flor azul com bolas amarelas.
Quando cheguei à floresta, estava uma árvore a mexer as raízes e eu disse:
-Esta árvore está a mexer-se, mas será que fala?
A árvore aproximou-se e falou:
-Olá...eu sou uma árvore mágica e tu és uma criança que está a procurar uma flor azul com bolas amarelas, eu sei isso porque adivinho coisas.
Eu pensei que a árvore pudesse saber onde estava a flor e, por isso, perguntei:
-Sabes onde está a flor?
-Sim, está ao pé de uma gruta onde vive um ogre, mas não te preocupes com o ogre, ele até é simpático!
Eu disse adeus à árvore e fui procurar o ogre. Pelo caminho vi pássaros a dançar e um javali com óculos a ler um livro.
Depois de muito andar, vi o ogre e ele disse:
-Bom dia, deves ser a criança que está à procura da flor azul com bolas amarelas.
Eu disse que sim e perguntei:
-Sabes onde está a flor?
-Sim, tenho uma aqui na minha gruta.
O ogre deu-me a flor e eu fui a levá-la ao senhor que estava doente.
O senhor olhou para a flor, murmurou umas palavras mágicas e ficou melhor.
E assim acaba a história da floresta mágica.
André, 5ºD

Ilusões?

Era uma vez um menino que tinha tantas ilusões, eram tantas, que os seus colegas também começavam a tê-las.
Um dia o menino estava numa loja de computadores e viu um computador a dizer para o outro:
-Ouve lá, por que é que nós estamos aqui?
-Sei lá, talvez para nos venderem.
-É uma possibilidade...
-Se calhar, é!
O menino já devia estar com ilusões ou alucinações...Computadores a falar?!
Mais à frente, viu duas televisões a conversar:
-Ouve lá, queres ouvir uma piada?
-Diz lá...
-Estavam dois amendoins numa árvore, um cai outro descasca-se a rir.
-Ah, ah, ah! Que piada! Liga mas é a televisão.
O miúdo estava ainda a rir, mas logo se deparou com dois livros chateados...
-Estás a rir de quê?!
-De nada, seu ignorante!
Estás a chamar ignorante a quem?
O menino afastou-se e deixou-os em paz...Mas quando chegou a casa, viu a sua casa a dançar com a dos vizinhos!
Seriam ilusões?
Pedro Ferreira, 5ºD

O menino que não lavava os dentes!

De manhã o dente molar acordou e disse ao dente do siso:
-Olá companheiro, estás bom?
-Não! Tenho um buraco que me incomoda-respondeu o dente do siso!
-Eu também estou cheio de tártaro-disse o canino!
-Tive uma ideia, vamos todos gritar, até o menino ficar cheio de dores.
-Vamos todos gritar, ao mesmo tempo:1,2,3...Aaaaahhhhhhhh!
O menino teve mesmo que ir ao dentista, pois não suportava as dores!
Quando veio do dentista, já tinha os dentes arranjados e decidiu lavá-los todos os dias.
Temos de lavar os dentes, para não nos doerem e crescerem saudáveis.

Nuno, 5ºD, texto personificado

10/12/10

O Diabo e o Gato Invisível!

Não se assustem...Trata-se apenas de mais uma história, construída em grupo, no 5ºA, a partir de um jogo de cartas! Curiosos? Então cá vai:
Num jardim, que mais parecia um labirinto, situado numa terra longínqua, chamada terra dos pequenos diabretes, vivia um diabo chamado Alfredo.
Alfredo sofreu uma maldição e ficou mudo! assim, do dia, para a noite! Ficou inconsolável! Desesperado, partiu em busca de uma cura. Pelo caminho, encontrou um gato muito estranho, que lhe chamou a atenção, pois tinha óculos! Imagine-se, onde já se viu um gato com óculos?!
E falava, o gato! Logo disse que se chamava Charlie e queria ser amigo do Diabo Alfredo. Este decidiu voltar para casa com o gato, porque queria descobrir o mistério! Ali havia "gato de certeza"!
De noite, sorrateiramente, o diabo tirou os óculos ao gato e colocou-os...Tornou-se invisível! E ser invisível, afinal, não é nada fácil! Alfredo sentiu-se terrivelmente só! Além de mudo, agora ninguém o via!
Quando já pensava não encontrar solução alguma, sentiu a voz do gato que se aproximava:
-Eu sou o único que te consegue ver, pois os óculos pertencem-me! Eles têm poderes mágicos, mas só funcionam comigo. Eu quis ser teu amigo, mas tu resolveste enganar-me, tirando-me os meus óculos!
Alfredo pegou num pedaço de papel e escreveu: "Perdoa-me! Foi mais forte que eu! Queria descobrir o teu segredo, não resisti! Dava tudo para voltar a falar e ser visível!"
O gato aproveitou e disse:
-Se parares de fazer diabruras e deixares de incomodar as pessoas, eu posso realizar esses desejos! Ah...e claro...os meus óculos, por favor!
Assim se fez, o diabo devolveu os óculos e tornou-se bonzinho. O gato cumpriu a promessa. Agora o Diabo "falava pelos cotovelos" e tinha um grande amigo: o gato!
Tomás, Ivo e Francisco

29/11/10

O Mundo do alfabeto: parte II

(...) E cá vai a 2ªparte do texto da Alice...Esperemos que gostem...
-O que vamos fazer agora?-perguntou a letra C
-Eu não sei, mas temos que encontrar o A, pois assim não podemos compor canções, fazer textos, inventar jogos, nem palavras novas!-exclamou aflito o D.
As letras estavam muito preocupadas e choravam, porque imaginavam perdido o seu querido A...Talvez para sempre!
Foi então que a letra E decidiu ir à procura de pistas a casa do amigo A. Todos concordaram e puseram-se a caminho. Mal lá chegaram e abriram a porta...que grande surpresa! Lá estava o A, rodeado dos números! As letras saltaram e abraçaram-se com muita alegria!
-Que fazes aqui, com os números?-quis saber a letra T.
-Nós raptamos a letra A, porque vocês estão sempre a fazer canções famosas, inventam palavras novas, inventam jogos...e nós, bem, nós ficámos com inveja!-explicou o número 1.
-Que loucura! Tu ensinas números novos às crianças...Ajudas a fazer contas e tantas outras coisas! Não percebo porque é que raptaste a letra A!
-Nós vivemos numa terra muito, muito triste e a vossa é alegre...ou melhor...era, pois agora também parece triste. Que aconteceu?
-Nós tínhamos perdido a letra A e, quando uma letra desaparece, tudo fica cinzento.
-A vossa terra é brilhante e espectacular! A nossa não faz isso!-lamentou-se o número 2.
-Faz, sim, se os números quiserem. Basta que sejam unidos e o vosso mundo será feliz.
-Obrigada, pelo conselho. Vamos embora para o nosso mundo. Vamos malta, vamos fazer o nosso mundo mais feliz.
-Sim!!! Exclamaram os números todos ao mesmo tempo.
E partiram todos de mãos dadas.
As letras gritaram:
-Até breve, amigos.
Os números sorriram e, ao chegar à terra dos números, viram um céu lindo e brilhante.
As letras, essas continuaram felizes e fizeram uma grande festa.
Alice, 5ºD

25/11/10

O B.I das reticiências!

Nome: Reticências
Idade: Mais de mil anos...
Ocupação Principal: Andar na boca dos indecisos...dos misteriosos...Na caneta dos que não gostam de escrever...
Forma de ser: três irmãos muito indecisos, muito redondinhos...
João Caeiro, 5ºD

As letras zangadas!

No mundo das letras estavam as vogais e as consoantes em Reunião, quando uma letra diz:
- Eu sou a letra A e todas sabem que eu sou a primeira, a principal e a mais importante! As vogais são as principais! Toda a gente sabe disso!
-Eu não sabia!-sussurrou a letra e.
-Pois eu acho que são todas importantes!-esclareceu a letra H.
-Pois...e se pensam assim, vão ter uma rica surpresa! -afirmou o i.
Durante a noite, as consoantes dormiam, mas as vogais continuavam reunidas...
-Vamos iniciar o nosso plano de fuga-anunciou a letra A.
No dia seguinte, as consoantes acordaram e não viram nenhuma vogal. Ficaram preocupadas:
-Onde estão?Precisamos delas!
-Aquelas vogais são mesmo presunçosas!
-Os escritores e toda a gente no mundo precisa delas, pois sem elas, ninguém consegue escrever!
-Não podemos perder mais tempo, temos de continuar o nosso trabalho!-disse o B.
E assim, começaram a escrever sem vogais:grf, tlvs, lmfd..., mas ninguém conseguia falar bem, nem escrever e nem sequer ouvir!
Um dia as letras encontraram uma criança e, embora não se compreendessem muito bem, resolveram procurar as vogais.
Mas foi tudo em vão, pois elas não se encontravam em lado nenhum! Exaustas, as letras foram descansar para casa do menino.
Entretanto, as vogais sentiam-se muito sós, porque sentiam falta das consoantes e não conseguiam trabalhar sem elas.
-Temos de voltar!
-Concordo.
-E eu também!
-Contem, comigo.
-Não se esqueçam de mim!
Mal as letras pousaram na Terra, toda a gente ficou mais alerta e as consoantes perguntaram:
-Onde é que estavam?
-Fomos fazer uma visita à Lua!
-Oh!
-Mas nós percebemos que precisamos de vocês.
-Pois...Todas somos importantes!
Assim, as vogais aprenderam uma boa lição e as letras tornaram-se inseparáveis! Ah...e sabem que mais? Tornaram-se amigas do menino, que cresceu e agora é um grande escritor.
Rita Nunes, 5ºA

15/11/10

Mistério das vogais desaparecidas!

Era de manhã! João ainda estava a dormir, de repente o despertador toca e João dá um salto da cama, para se ir preparar para a escola. A primeira aula do dia era a de Língua Portuguesa.
João já está pronto e pede à mãe que o leve à escola.
-Mãe, Mãe...Já está na hora de eu ir para a escola.
A mãe veste-se e saem de casa, mas esqueceram-se do cão, que se chama Astérix.
Quando João chega à escola, a campainha da entrada está quase a tocar e João corre para a sala, para não chegar atrasado.
Mas...João não estava à espera que tivesse acontecido uma desgraça!
Mal a professora abre a porta, todos ficaram desiludidos, as vogais tinham desaparecido do alfabeto. Já ninguém conseguia nem dizer nem escrever a, e, i, o, u!
João teve uma ideia e tentou dizer que estava farto de não conseguir falar, mas ninguém o entendia! Mas por gestos e desenhos, lá conseguiu fazer-se entender: deviam ir procurar as vogais, pois a situação estava insustentável!
Saíram da escola, sem autorização dos pais nem nada, já que a situação era grave e iam acompanhados pela professora de Português.
Meteram-se numa camioneta e percorreram várias cidades do País, em busca das vogais, mas só encontraram a letra i, após passarem por três distritos!
Anoiteceu e todos estavam exaustos de andar em viagem. Pararam para dormir.
João começou a ouvir uma voz:"As cenas passadas nesta história não devem ser repetidas na vida real! Nenhuma vogal ou criança ficou ferida, após esta grande aventura..." O despertador tocou e a Mãe disse:
-Depressa, João, são horas de ir para a escola!
Afinal, tudo não passara de um sonho! Ao chegar à escola, João ficou satisfeito ao abrir o livro de Português e verificar que afinal as letras estavam todas lá.


Pedro Vinhas, 5ºD

As Letras sem rasto!

As letras do alfabeto estão em tantos lados que, às vezes, nem lhes ligamos e não se lhes dá a devida importância.
Mas se alguém roubar algumas letras do alfabeto, como reagirão as pessoas?
Tudo começou com um postal de aniversário...por mais vezes que a caneta passasse no papel, as letras não ficavam escritas.
As pessoas entraram em pânico, porque não podiam mandar cartas, nem mensagens pelo telemóvel e pelo computador e as "sopas de letras" tinham menos letras!
Rapidamente acusaram os escritores de livros de gastar muitas letras sem necessidade!
Mas quem levara as letras, foram os extraterrestres! Eles não fizeram por mal, porque em Marte, não existiam letras e queriam fazer um jornal com as notícias da via Láctea!
Quando as pessoas descobriram, disseram aos extraterrestres para lhes devolverem as letras, porque se precisassem, os humanos podiam dar-lhes fotocópias de todo o alfabeto.
Os extraterrestres aceitaram e assim todos puderam escrever.
André, 5ºD

14/11/10


Os dias da cidade de ABSOPÓLIS são sempre muito divertidos, as criancinhas brincam no parque das letras, onde os escorregas são em forma de A; os baloiços em forma de B, os bancos parecem a letra C...Nesta cidade, tudo são letras!
Mas um dia aconteceu uma desgraça! O ladrão mais perigoso de ABSOPÓLIS roubou as letras do alfabeto! As autoridades accionaram logo o alarme e o detective Letritas ficou à espreita...
Passadas umas horas, o ladrão de letras voltou a atacar, mas logo reparou no detective e recuou.
O detective Letritas, porém, seguiu-o até ao seu covil secreto!
O ladrão já lá estava, quando o Letritas chegou, mas não foi por isso que o detective desistiu. Ele reparou numa janela que dava acesso directo à masmorra, onde estavam as letras M E J.
Ele entrou pela janela e salvou as letras, mas o ladrão apareceu!
O detective usou a sua teia feita com letras, para o apanhar. Depois Letritas levou as letras de volta à cidade e o ladrão foi para a prisão. A alegria voltou a reinar na cidade de ABSOPÓLIS.
João Caeiro, 5ºD

09/11/10

City of letters, by Fábio Fouto!

Estava eu num sítio quase impossível, onde tudo era feito de letras: as árvores a dizer árvo no tronco e re nas folhas, as casas a mesma coisa e tudo assim.
Acho que já perceberam mais ou menos como é este lugar.
Eu fui continuando a caminhar pelo passeio feito de letras, até que vi uma mercearia também ela feita de letras.
Entrei e perguntei:
- Sabe dizer que País é este?
- Já todas as pessoas sabem o nome deste País. Este país tem o nome de “city of letters”.
- Obrigado e um bom dia.
Eu fui-me embora da mercearia e fui para um hotel também ele feito de letras.
Fiquei lá uns tempos, para poder ir procurar uma pequena casa e baratucha, afinal não é só cá que há crise, na “city of letters” também!
Procurei tanto que acabei por encontrar e fui para lá morar.
E a minha casa foi feita com o meu nome todo:
Fábio Alexandre de Almeida Fouto, eu gostei imenso.
Até que um dia começaram a desaparecer letras na “city of letters”, soube a notícia quando passei pelo hotel , onde eu tinha estado... tinha caído, porque desapareceu a letra H.
A mesma coisa aconteceu com a mercearia , mas aí desapareceu o M.
Fiquei em choque, mas depois passou.
É por este motivo que o alfabeto tem que existir e por outros também!

07/11/10

Onde estão as letras?

Era terça-feira, dia 20 de Novembro, o dia estava chuvoso, cheguei à escola e soube logo que as letras do alfabeto tinham desaparecido!
Pensei:"Como íamos escrever, como íamos conseguir ler os textos, como é que aprendíamos?" As páginas de todos os livros estavam em branco!
Pus-me a investigar, no dia anterior estava tudo normal e hoje desapareceram todas as letras do mundo! Estranho!
Havia duas opções: primeira, ou foi um aluno que não gosta das letras ou então as letras desapareceram mesmo...
Mas um aluno não conseguia fazer desaparecer as letras de todo o mundo numa noite! Seriam vários alunos, espalhados pelo mundo?
Fui procurar todos os professores e pedi-lhes que me dissessem quais os alunos que não gostavam das letras e obtive as seguintes informações:
Alunos que não gostam das letras do alfabeto:
João
Pedro
Tiago
Daniel
Jorge
Margarida
Miguel
Nuno
André
Francisco(...)
Era esta a lista, mas sei que a Margarida não o tinha feito, afinal conheço-a muito bem, até demasiado.
Perguntei a todos eles e só ficaram calados o Tiago, o Jorge, o Miguel e o Francisco, portanto os outros não eram culpados!
Pensei, só os mais espertos é que conseguiam apagar a memória de todos os computadores, retirar todos os programas, onde se consegue escrever e esconder todas as letras dos livros...
Quem sabe disso é o Jorge e o Francisco; os outros são demasiado tímidos para uma aventura destas! Pelo menos, na minha escola, eu iria resolver o mistério ou quem sabe, até no resto do mundo?
Vi nos seus documentos e não é que o Jorge tem amigos em todos os Países do mundo?!
Ora as pistas começavam a apontar para o Jorge...
Conversei com ele e fiquei a saber tudo o que eu queria, menos onde e como escondera as letras!
Expliquei-lhe a importância das letras, mas ele não se convenceu!
Fui ver um livro e reparei que estava manchado de tinta azul! Era a tinta da caneta, tapada por outra coisa qualquer! Só podia ser tinta invisível!
Levei o livro para casa e desmascarei a tinta invisível e então as letras voltaram a aparecer nos livros. Afinal, estiveram sempre lá, apenas camufladas!
E como fizera com os computadores? Fui a casa do Jorge e entrei às escondidas no seu quarto. Foi então que descobri o maior computador do mundo! Dali tinha acesso a todos os computadores do mundo!
Decidi restaurar todos os programas que ele apagara.
Aos poucos, tudo voltou ao normal.
Os professores de Língua Portuguesa agradeceram-me e ainda me deram a medalha de "Descobridor das Letras!"
O Jorge ficou de castigo e os seus cumplices também!
Todos me agradeceram e o dia acabou.
No meu diário ficou:
Terça-Feira
20 de Novembro
Dia chuvoso
Melhor dia de sempre
E Medalha de mérito!
Pedro Ferreira, 5ºD

Onde páram as vogais?

Certo dia, um dia normalíssimo igual a todos os outros, pensava eu, aconteceu uma coisa estranhíssima. Algo estava errado, só não sabia se era comigo ou com toda a gente.
As letras estavam a desaparecer!!! Estaria eu a precisar de óculos? O recado que a minha mãe me deixara no frigorífico dizia o seguinte:
"flh st hmbrgrs n frgrfc pr lmç".
- Que coisa tão estranha, será isto algum jogo de pistas ou a minha mãe enlouqueceu ?
Ignorei o recado e fui tomar o pequeno-almoço. Dentro do frigorífico havia: grt de mrng, de bnn e de cc, se não fossem as imagens dos frutos não saberia qual escolher. Estava tão baralhado que resolvi sair para a rua, precisava de falar com alguém e perceber o que estava a acontecer. Na rua as pessoas estavam revoltadas e diziam :
- Já nos tiraram os abonos, não nos podem tirar as vogais!!!
Outros diziam :
-Como é que nos vamos entender?!!! As letras são muito importantes para podermos comunicar!!!
Fiquei intrigado com a situação e fui investigar.
Este assunto teria que ser tratado pessoalmente pois por escrito, ninguém iria entender uma palavra que fosse. Pensei que alguém pudesse estar associado às letras. Fui ter com a Ministra da Educação, mas esta estava desesperada à procura das vogais. Resolvi então ir ter com a Ministra da Cultura e qual não foi o meu espanto ao encontrar o A e o I à porta do Ministério.
Perguntei-lhes o que faziam ali e porque é que tinham desaparecido ? As vogais responderam :
- Estamos de greve!!!
- De greve?- perguntei eu - Porquê?
- Nós, o abecedário, reunimos e decidimos fazer greve,porque estamos contra o acordo ortográfico!
Foi então que eu lhes disse :
-Vocês até podem ter razão, mas assim estão a prejudicar muita gente que precisa de vocês, o Mundo está "virado de pernas para o ar". Ninguém se entende pois a leitura e a escrita é uma das formas mais importantes da comunicação.
- Mas não temos outra forma de nos fazermos ouvir - disseram elas.
De repente tive uma ideia.
Talvez se fossemos nós, os humanos, a protestar por elas,elas voltassem. Expus a minha ideia e elas concordaram.
Organizei uma manifestação onde toda a gente e desta vez as vogais também estiveram presentes.
Os cartazes diziam :
"Não queremos o acordo!!!!!!!!!!

Gonçalo Cavaco, 6ºG


Há alunos fantásticos, que nos surpreendem, não há? Basta ler, este texto! Parabéns, mais uma vez, meu querido Gonçalo.

30/10/10

Se eu fosse...

Se eu fosse "stôr" do 6ºG
Era o vosso pior pesadelo
Ao "mínimo"... era castigo!
Sem piedade, iria fazê-lo!

Se eu fosse médico
Tratava da saúde de toda a gente
Cada doença era curada
E punha toda a gente contente!

Existem mil profissões
Mas há uma profissão especial
Ser aluno é tão fixe
Pois ler e escrever não tem nenhum mal!

Rúben, 6ºG

Uma cena de arrasar!

O Outono é
Uma cena de arrasar,
Caiem as folhas das árvores
E as castanhas estão a assar!

A temperatura está a baixar
Temos de nos agasalhar
Pois está...
Um frio de rachar!

As folhas caiem uma a uma
E castanhas boas e saborosas...
Mas há outras comidas e bebidas
Que também são gostosas!

É o Outono
De que estou a falar...
Esta estação,
Acabou de começar!
Rúben, 6ºG

29/10/10

Um menino surpreendente...

O Claudino chegou há pouco de Cabo Verde e já todos o conhecem na escola, pela sua simpatia e delicadeza.
Ainda ontem a dona Edite me disse:
-"Oh, professora Isabel, este menino é seu? É um doce! Que educadinho!"
E...como sou Directora de Turma dele, fico toda derretida, porque é bom ouvir falar bem dos alunos da nossa Direcção de Turma.
Hoje trouxe-me um texto, que mostra o quanto se esforça por escrever. Tinha alguns erros, mas fiquei tão satisfeita com ele!

" No meu primeiro dia, entrei na escola e senti-me estranho, mas depois conheci a minha Directora de Turma e vi que era boa pessoa e senti-me melhor.
Mais tarde conheci o Nico e ele ajudou-me a conhecer os cantos todos da nossa escola e ficámos amigos. Quando entrei na sala de aula, já me sentia bem, embora com algum medo.
Jogo com o Nico, vamos ao GAAF, à Biblioteca. Depois apareceu o Roberto e arranjei um novo amigo. Era bom se nos ajudassemos uns aos outros.
Gosto da minha escola, dos meus amigos, dos professores, mas não gosto daqueles colegas que se destacam dos outros, pelo mau comportamento."

Publicação em destaque

Dia Mundial da Leitura em Voz Alta

 Eder Cardoso, 6.ºA



Bons Sonhos!

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"Alfabeto das Coisas Boas"

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A imaginação não tem limites!

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"O meu amigo, o sono"

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"Poema em P"

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Criar e imaginar

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Momentos...

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Uma Escola para todos- Samara 6.ºC

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" A Menina do Mar"

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"A viúva e o papagaio"

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Trabalhos dos meus alunos...

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Pequenos/grandes artistas

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