"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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27/02/21

Escrita de uma narrativa a partir de um guião

 

O Diário muito secreto da Teodora

 

Era uma vez uma menina que se chamava Teodora, tinha 11 anos, sonhava muito e era inteligente.

Num domingo à tarde chovia e a Teodora decidiu subir ao sótão dos avós para ir brincar com as roupas antigas que a sua avó mantinha guardadas numa caixa.

Enquanto sonhava ser uma princesa, com o seu lindo vestido, presa na torre do castelo, pela janela entrou a luz de um relâmpago que fez brilhar a lombada de um grosso livro que estava arrumado na última prateleira da estante, junto ao teto.

Por um instante, as letras que o identificavam pareceram saltar da lombada e rodopiar, saltar, até terminarem reduzidas a partículas luminosas.

A Teodora foi à estante ver o que tinha brilhado com a luz do relâmpago. Era um diário antigo.

Sonhadora como era, abriu-o. Começou a lê-lo e foi sugada para dentro do livro.

Acordou no mundo dos anões, com as suas pequeninas casas cheias de cores como um arco-íris, muitos campos de pequenas flores e árvores. Um mundo cheio de cor como ela nunca tinha visto, nem sonhava que pudesse existir.

Enquanto passeava pelos campos deslumbrada, conheceu a anã Pimpona.

 O diário que tinha encontrado no sótão pertencia a um anão feiticeiro que vivia nos dois mundos.

 Teodora continuou a passear com a Pimpona e perguntou-lhe várias curiosidades sobre este seu mundo e também como voltaria para a sua casa?

  Pimpona explicou-lhe:

- Para voltares ao teu mundo tens de ir àquela torre que vês no centro da vila, subir ao relógio e rodar os ponteiros. Terás de acrescentar uma volta no sentido dos ponteiros do relógio, para voltares para casa – disse a Pimpona.

- Não, não, o livro diz contrário aos ponteiros do relógio – refutou Teodora.

Então despediram-se e Teodora caminhou até à torre, subiu até ao relógio e rodou os ponteiros, quando uma luz muito forte a cegou por momentos e caiu.

Teodora acordou no sótão, com o diário no colo. Na página aberta dizia: “Se não conseguir ver, feche os olhos. No espelho da imaginação tudo acontece como nós queremos…” 

A partir desse dia, Teodora passou a ir sempre ao sótão viver mágicas aventuras no mundo dos anões.


- Fim –

 

Guilherme  5º C

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