"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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03/03/21

 

O Diário muito secreto…

 

Era uma vez uma menina chamada Teodora. A menina tinha 11 anos, era sonhadora e inteligente. Passava a vida no mundo dos livros, imaginando muitas aventuras. Nos seus sonhos conseguia sempre resolver as várias situações de modo inteligente.

Certo dia, num domingo à tarde chuvoso e super aborrecido, Teodora é surpreendida pelos pais dela que disseram que tinham de ir a uma reunião e que ela tinha de ir a casa dos avós.

Quando ela chegou a casa da avó, abraçou a sua avó e correu logo para o seu sítio preferido da casa, o sótão. Entrou no sótão e foi para o cadeirão confortável e tapou-se com o cobertor. A chuva caía cada vez com mais força e começou a trovejar. Cada trovão iluminava a enorme estante de livros antigos, uma coleção enorme de livros… até que um relâmpago enorme …fez rebrilhar a lombada de um livro grosso arrumado na última prateleira da estante, junto ao teto. Por um instante, as letras que o identificavam pareceram saltar da lombada e rodopiar, saltar, até terminarem reduzidas a partículas luminosas.

Teodora foi à estante ver o que tinha brilhado com a luz do relâmpago. Era um diário antigo. Como era sonhadora, abriu-o. Começou a lê-lo e foi sugada para dentro do livro.

Ainda meio atordoada, percebeu que acordou no mundo dos anões. Ao longe viu uma figura a aproximar-se dela e foi então que conheceu a anã Pimpona. Teodora ficou a saber que o livro grosso da estante da avó era o diário de um anão feiticeiro, que vivia nos dois mundos. A anã Pimpona explicou-lhe que para voltar ao seu mundo tinha de rodar os ponteiros do relógio da torre.

-Acrescenta uma volta no sentido dos ponteiros do relógio…

-Não, não, o livro diz contrário aos ponteiros do relógio- refutou ela.

-Faz assim como eu te digo, o anão feiticeiro gosta de enganar quem lê o seu diário- disse a Ana.

A missão da Teodora era muito simples: apenas tinha de encontrar a torre com o relógio. Começou então a percorrer aquele mundo novo e encontrou a torre facilmente pois a torre era gigante.  Entrou na torre e subiu os 40 andares da torre numa escada em caracol.

Por fim, chegou ao relógio. Agora vinha a parte arriscada. Saltou para o ponteiro das horas e com o seu peso fez o ponteiro rodar uma volta.

Teodora acordou no sótão, com o diário no colo. Na página aberta dizia: “Se não conseguir ver, feche os olhos. No espelho da imaginação tudo acontece como nós queremos…”

Teodora pensou…será que foi mesmo um sonho?

 

Daniel, 5ºB

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