"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"

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26/04/11

Receita para escrever um conto...

Escolhe a personagem que vai ser o herói da tua história:



Príncipe/princesa; top-model; soldado; arqueólogo; professor; amigo…


Imagina qual será o seu maior sonho, o que lhe falta para ser feliz:




Casar; ter um anel mágico; descobrir um tesouro; ser famoso; herdar um quadro valioso…


Pensa o que pode fazer o teu herói para alcançar o sonho:



Arranjar uma namorada; ter uma prancha de surf; viajar para uma terra distante; fazer uma operação plástica…



Que dificuldades vai encontrar pelo caminho?



Gangsters; feiticeiros; labirintos; fadas más; telemóvel avariado…



Por que situações passa o teu herói?



É ferido com gravidade; é condenado a trabalhos forçados; é vencido num concurso; é vítima de um feitiço; é vendido como escravo…



Como conseguiu ultrapassar todas as dificuldades?



Com a ajuda de uma amiga; com a ajuda de um anel mágico; com confiança nas suas capacidades; com o uso do que aprendeu na escola…



Quem é o seu adversário/rival do teu herói?



Um dinossauro; um marciano; um cientista maluco; um falso amigo; um traficante de armas…



No fim da “viagem”, em que lugar se encontra o herói?



No alto de uma montanha; num castelo; em Paris; num templo budista; num planeta desconhecido; no reino das mil e umas noites…



Como acaba a história?



De uma forma feliz; de uma forma totalmente “louca”; de forma nenhuma…



Afinal, como é que se chama esta história?

???




Ideia retirada de "O Castelo dos aprendizes"




Experimentei hoje esta receita em Estudo Acompanhado, no 6ºG e 5ºA...Aqui fica um dos "cozinhados" obtidos com esta fabulosa receita:




Em tempos que já lá vão, num castelo antigo, vivia um jovem e solitário príncipe. Seu coração apenas tinha um sonho: conhecer uma princesa, de bom íntimo, para se casar...Não precisava de ser uma top model, nada disso, apenas tinha de ser meiga e compreensiva, com um coração bondoso.


Resolveu começar a percorrer terras, em busca do seu grande amor, pois precisava de encontrar a namorada ideal com quem casar...mas eis que numa dessas viagens, encontra um terrível feiticeiro, que lhe lança um feitiço: só conseguiria encontrar o seu verdadeiro amor, se conseguisse que uma princesa se apaixonasse por ele, sem que ele pronunciasse uma só palavra! Sem saber como, o jovem príncipe perdeu a voz! Mas não desistiu, pois acreditava nas suas capacidades, afinal aprendera na escola que muito mais importante que falar, é demonstrar... E continuou a sua caminhada...De súbito, aparece-lhe um dragão! Pobre príncipe! Não bastava estar mudo, ainda tinha de lutar com um DRAGÃO?!!


Acham que ele desistiu? Claro que não! Ser corajoso e ter sempre esperança eram outras das suas virtudes. Puxou da sua espada e enfrentou o dragão...com tanta garra que...uma fada, comovida com o seu esforço, o transportou para o reino das "mil e uma noites"...


Neste reino, princesas era o que menos faltava, pois era o reino dos sonhos e desejos. O nosso jovem príncipe andou disfarçado pelo reino mágico durante alguns dias, para perceber qual das princesas era a do seu sonho e...de repente, ali estava ela, mesmo na sua frente! Como a conquistar, sem lhe poder confessar os segredos do seu coração? Começou por lhe oferecer rosas...afinal, todas as mulheres gostam de flores, certo?


No dia seguinte, vendo-a a passear, aproximou-se devagar e ofereceu-lhe o seu melhor sorriso, seguindo-a calmamente, sem a assustar. De vez em quando, fazia brincadeiras, para que ela achasse graça...e despediu-se com outro sorriso e um aceno de mãos...


Dia após dia, o príncipe foi descobrindo maneiras mil de encantar a princesa, ofereceu-lhe um coração de papel, decorado com cores...e um dia, salvou-a de ser atacada por uma serpente!


Nesse momento, o jovem recuperou a voz, sinal que a princesa estava apaixonada!


Declararam o seu amor eterno e voaram para o reino do príncipe, outrora solitário.


09/12/10

A Princesa e o espelho Mágico!

Para lá das montanhas, existia um Reino, onde a rainha deu à luz uma linda menina.
Os anos foram passando, sempre em paz, mas a princesa gostava muito de aventuras e achava a vida nesse Reino muito aborrecida! Quando fez quinze anos, desceu à aldeia e ouviu a conversa de duas vizinhas:
-Sabias que no alto das montanhas existe um tesouro? Tenho pena de não ter coragem de ir procurá-lo!
A princesa ficou maravilhada, porque já tinha alguma coisa para fazer...Sentiu logo a tentação de ir procurar esse tesouro.
Foi ao castelo procurar as coisas que precisava de levar consigo e partiu.
Começou, então, a escalar a montanha, mas quando chegou ao cimo viu que um touro estava a guardar a entrada da montanha!
Ficou assustadíssima, mas reparou que o touro tinha um pico na pata. Com calma, a princesa retirou-lhe o pico da pata e o touro ficou agradecido, deixando-a passar.
A princesa tentou abrir a porta, mas não conseguiu, mas descobriu uma chave mágica, que lhe deu passagem.
Lá dentro havia um espelho e, mal a princesa olhou para a sua imagem reflectida no espelho, viu um brilho muito intenso, era o brilho do tesouro!
Mas a surpresa não ficou por aqui, deu um beijo no espelho, por estar louca de felicidade e...eis que o espelho se transformou num belo e formoso príncipe!
Regressaram ao castelo e casaram-se...a princesa descobriu que o Amor era melhor que o tesouro!
Mariana e Nuno, 5ºA, a partir da "Arca dos Contos"
PS: As palavras destacadas foram a base de construção de texto

20/02/10


"Era uma vez uma história que se sentia muito só na vida. Não tinha ninguém com quem conversar, não conhecia nem príncipes nem princesas, nunca tinha ido passear pela floresta, não sabia nada de mágicas nem de maravilhas, e, por muito que custe a acreditar, nunca tinha viajado de foguetão ou de sonho."
Certo dia a história estava sentada no parapeito da janela, olhando as nuvens suspensas no céu azul e que faziam lembrar personagens do mundo da fantasia: príncipes, princesas, anões, bruxas e fadas...De súbito, as nuvens começaram a cair sobre a terra, como um foguetão voando para a lua e todas elas se transformaram em personagens do mundo da fantasia, cheias de magia e cor, que vieram ao encontro da história.
-Quem são vocês? E o que fazem aqui?-perguntou intrigada a história.
-Somos personagens do mundo da fantasia, mas temos um problema: não temos lugar algum para viver! Devíamos fazer parte de um conto para encantar crianças, mas não conhecíamos nenhuma história para viver, até que te encontrámos e pensámos que nos poderias dar uma ajudinha!- disse aflita uma das princesas.
-É claro que posso! Sabem, eu também tenho um problema: não conhecia nem uma criatura do mundo da fantasia, estava sozinha, os humanos não me conhecem...Normalmente, estou pousada numa cadeira perto de uma lareira apagada há séculos e, além disso, já tinha perdido a esperança de encontrar alguém que me quisesse escrever! Mas agora, conheci-vos, penso que finalmente vou ser feliz e encantar as crianças!
Então ao ouvirem isto, todas as criaturas entraram dentro da história, criando um conto, que mais tarde foi lido por toda a gente, principalmente por todas as crianças.
Rita Sofia, 6ºE

A História Só!


"Era uma vez uma história que se sentia muito só na vida. Não tinha ninguém com quem conversar, não conhecia nem príncipes nem princesas, nunca tinha ido passear pela floresta, não sabia nada de mágicas nem de maravilhas, e, por muito que custe a acreditar, nunca tinha viajado de foguetão ou de sonho."
Um belo dia de Verão, enquanto os passarinhos chilreavam em cima das árvores e davam carinho aos seus filhinhos, as flores dançavam e o sol estava radiante, a nossa história continuava sentada, perto da lareira apagada, numa cadeirinha pequena, castanha, de baloiçar...
Ela sonhava que um dia poderia sair da imensa escuridão e dormir sob as estrelas, caminhar pelo jardim, mas ela chegava sempre à conclusão que era tudo uma ilusão! Mas também pensava que isso um dia teria de acabar, pois não há mal, que sempre dure!
Certo dia, quando a janela da cozinha estava aberta, uma gatinha persa muito bonita entrou dentro de casa e foi aninhar-se ao colo da história.
Tornaram-se grandes amigos e a gata, que a história passou a chamar Niki, convenceu-a a sair de casa. Pularam pela janela e foram passear no jardim.
Fizeram amizade com os passarinhos, com as flores, os pintainhos, as borboletas, joaninhas, caracóis, aves e todos os animais que foram encontrando. Ficaram a conversar toda a noite e ficaram deslumbrados com o brilho das estrelas e com o luar!
Ficaram maravilhados com o nascer do sol.
As flores contaram-lhes que o belo e imenso jardim pertenciam a um príncipe, que teve um desgosto de amor e se encontrava a viajar há vários meses, para tentar esquecer o grande amor da sua vida, que não quis casar com ele e preferiu casar-se com outro...
Depois de muito passearem, pelo imenso jardim, a história e Niki estavam cansados e resolveram voltar para casa, mas todos os dias saíam e iam conhecer sítios novos.
Sara Alidina, 6ºE

15/10/09

Mais histórias com imagens!



Um Banho diferente!


- Max! Max! Vem cá, seu cão maroto! É a hora de tomar banho!-gritava Joel, para o seu cão Max, tentando apanhá-lo.-Joel, traz já para aqui o Max! Há três semanas que ele não se lava!-dizia o pai do Joel.Depois de muito esforço, o Joel conseguiu apanhar Max.

-Agora, põe-me já esse rafeiro na bacia. ele não pode ficar assim tão sujo!-reclamava o pai.

-Ó pai, dar banho é tão difícil com este cão teimoso! Podes ajudar-me?-perguntava o Joel.

-Eu ajudo!-disse confiante o pai.

E nisso, o pai despiu-se e entrou para dentro da bacia, onde Max iria tomar banho.

-Olha, Max, tão quentinha e tão boa que está a água! Não queres experimentar?

- Pai, mãe, não sei se isso resulta! Como o Max não consegue entrar para a água porque tem medo, em vez de pô-lo lá dentro, tu é que estás lá dentro, para o Max pensar que tu é que tomas banho e ele não precisa!-reclamou Joel.

-Pelo menos, tentei!-disse o pai.

-Ainda há mais coisas, para tentar!-resmungou Joel- Mas o que é que o Max está a fazer a ir em direcção ao aquário?

-Não sei por que é que ele vai em direcção ao aquário, mas não parece coisa boa!-alarmou-se o pai.

Depois o Max, todo alegre, saltou para dentro do aquário, fazendo jorrar água por todos os lados e fazendo os peixes caírem para o chão!

De seguida, dona Idalina, a mãe de Joel, juntamente com a irmã mais nova, exclamou:

-Valha-me Deus! O que é que se passa com este cão? Será que tenho de o levar ao psiquiatra de cães? Ai...e vou ter de comprar peixes novos, meu Deus!

-Eu é que não sei o que se passa-disse pálido o pai do Joel, olhando tristemente para o aquário...

-O importante é que ele tomou banho!-diziam Joel e sua irmã, a rir-se com fortes gargalhadas.


Igor

05/06/09

Uma história com bolo dentro!



Acordei e a primeira lembrança que me veio à cabeça foi a aula do 6ºD ontem. A alegria do Diogo, por ser o herói do dia! A turma ansiando por receber um pedaço de bolo...as fotos, no final...realmente, há momentos que vivemos com os nossos alunos inesquecíveis!
Hansel e Gretel jamais teve um sabor tão doce...ouvir uma história, vendo a casinha de chocolate fez renascer no momento uma criança, pois fiquei tão criança como eles!
O Diogo ainda trouxe chupa-chupas...foi maravilhoso distribui-los! É tão fácil vê-los felizes! E na maioria das vezes, é tão fácil ser professor. Basta gostar.

22/05/09

Nasredin!


A minha melhor amiga tem ideias fantásticas! Há algum tempo deu-me um PowerPoint sobre um livro do Plano Nacional de Leitura: Nasredin, uma história fabulosa, muito parecida com a história tradicional: "O velho, o rapaz e o burro"...Nasredin tem um problema: faça o que fizer, as pessoas riem-se dele. A quem deve dar ouvidos? Ao grão-vizir? Às lavandeiras? Ao grupo de anciãos? Às crianças da aldeia? A menos que seja ao seu pai, o sábio Mustafá...
Ainda sem lhes ler a história, mostrei as imagens e pedi para inventarem uma história, que "encaixasse com as imagens". Gostei dos resultados! Alguns, conhecem a história do "velho, do rapaz e do burro", por isso aproximaram-se da verdadeira história; outros fizeram textos bem diferentes, mas lindos!
Deixo-vos com o texto do Bernardo Ribeiro e do João Pinheiro (6ºD):
Nasredin
"Era uma vez um rapaz chamado Nasredin, que vivia com seu pai Mustafá, numa pequena aldeia chamada Odile.
Todos os dias, um grupo de lavadeiras se levantava muito cedo, para ir lavar roupa no rio da aldeia, enquanto Nasredin acordava e levava o seu burrito Nerd à cidade, vender ráfia, que levava num saco castanho. A ráfia era para fazer cestos...Se a vendesse toda, teriam dinheiro por algum tempo.
Ao passar junto das lavadeiras, estas gozaram com ele por ir a pé...
No segundo dia, Mustafá tosquiou as ovelhas. Carregaram a lã no burrito e foram vendê-la à feira. Resolveram montar ambos no burro e, mais uma vez, foram gozados e criticados, por sobrecarregar o burrito! Apearam-se ambos, pois todos criticavam sempre, fizessem o que fizessem!
No terceiro dia, o burro cansadíssimo levou Mustafá e vinte melancias.
Voltando a casa, como tivessem vendido as melancias todas, semearam mais, muito mais que nos anos anteriores. Eram pobres, mas com esperança de melhorar de vida.
Um dia foram ver as melancias, que já estavam enormes e com bom aspecto!
Estavam tão apetitosas que Nasredin quis provar uma. Quando a abriu, em vez de sementes, encontrou moedas de ouro.
Abriram todas as melancias e cada uma vinha recheada de moedas!
Compraram a aldeia, mas os vizinhos eram invejosos e plantaram também cem sementes, mas quando abriram as melancias, passado algum tempo, apenas encontraram um bilhete que dizia:
Parem de ser gananciosos!

23/03/09

Uma História de Pasmar!



Vou contar-vos uma história
Uma história de pasmar
Sobre um coelho que encanta
E uma bruxa que espanta!

Era uma vez um coelho que não tinha medo de nada. Nunca se assustava!
Um dia um bruxa muito desastrada e ainda mais maléfica, aprisionou o pobre coelho, apenas por se tratar de um coelho sem medo!
Preso numa caverna, pensava que não havia saída, o coelho começou a sentir algo diferente e pouco habitual nele: o desespero...mas eis que surge a bruxa:
-Ai, ai coelho palerma! Não sabes que há uma saída?
-Não!- respondeu o coelho com firmeza.
-E então, diz-me lá, tens medo de alguma coisa?
-Não! Eu sou o mais destemido de toda a floresta!
-Então, para ganhares medo e saíres da minha prisão...
-Alto!- interrompeu o coelho-Eu não quero ter medo!
-Mas o problema, meu querido, é que para te libertares, tens de sentir medo-exclamou a bruxa malvada, argumentando com prazer...E a única maneira de ganhares medo é se encontrares a chave mágica, que abre o poço misterioso, que contém o medo!- disse rindo.
-E onde é que eu encontro essa tal chave?
-Tens de procurar a chave na floresta do terror, lá a minha irmã, a bruxa Claudina irá ajudar-te.
Com um passe de mágica, a bruxa enviou o coelho para a floresta do terror, não sem antes lembrar:
- Se me desobedeceres, irei matar-te! Irei comer-te acompanhado com batatas fritas!
Na floresta, nada espantava ou assustava o coelho: nem os sustos que as árvores lhe pregavam!
Começou à procura da bruxa Claudina, mas o problema é que não vislumbrava nem sombra de vida humana!
Para o coelho passara uma eternidade, mas na verdade haviam passado apenas quinze minutos!
Começava a perder a esperança, até que viu ao longe uma pequena torre com três caveiras na porta e muitas, muitas mais coisas assustadoras! Porém, o nosso herói não se assustou!
Aproximou-se da torre da velha Claudina e ao bater à porta, logo uma voz horrível indagou:
-Quem ousa bater na minha porta?
-Sou o coelho Alfredo, também conhecido por coelho destemido. Venho da parte da sua irmã e procuro a chave mágica que abre o poço do medo...
-Ah! Estava à tua espera há um século! Finalmente!
Logo que proferiu estas palavras, ouviu-se um click e o coelho caiu no que parecia ser um buraco negro, que nunca mais acabava!
Aterrou numa almofada vermelha e reparou que a torre por dentro era mais calma e muito menos assustadora, do que por fora. Mal viu a bruxa, perguntou:
-É mesmo verdade que me esperavas há tanto tempo? que idade tens tu afinal?
-Isso não vem ao caso, tu não irias acreditar que eu tenho dois mil anos...Nós bruxas somos imortais!
-E sabes onde está a tal chave? E porquê eu?
-A minha irmã foi acusada de vários crimes, perdendo a imortalidade...Vai morrer, daqui a dois dias, a menos que tu a salves! Para isso, é absolutamente necessário que sintas medo! Vou acompanhar-te até à chave mágica!
-Olha lá...ela é inocente ou culpada? Eu cá não ajudo monstros!
-Claro que está inocente, foi uma outra bruxa que cometeu todos esses crimes!
Fez um pequeno movimento com as mãos e, de repente, os dois foram parar a uma floresta de espinhos...Um pouco mais à frente, ali estava a chave. Ora além da chave, havia um gigante, que dizia:
-Para por mim passar
Vais ter de me fazer chorar
Mas só três tentativas vais ter
Ou muito vais sofrer!
- Já sei, gigante! É só para isso, que serves? Pareces um miserável! Que versos parvos! Vai mas é para casa!
-Pensas que me incomodas? Vais ter de fazer melhor!
-Pois então fica a saber que os teus pais têm vergonha de ti! Não serves para nada! Passas os dias aí especado, sem serventia nenhuma! Não prestas!
O gigante sentiu dor e entregou a chave ao coelho...
-Todos sentem vergonha de mim... Anda duzentos metros e encontrarás o poço!
O coelho agradeceu e segui a sua viagem...mal introduziu a chave na fechadura...ouviu-se uma explosão de poderes obscuros, que entraram no corpo do coelho Alfredo! Nesse instante, o coelho tornou-se medroso.
A bruxa percebeu que a sua missão estava terminada, fez o coelho regressar para junto da sua irmã.
Esta abraçou o coelho e disse:
-Obrigada por me salvares. Eu não sou má, apenas desastrada!
-De nada...acho eu...gaguejou o coelho com medo do comité de bruxas, que ali estava!
O Presidente ou rei, como quiserem chamar-lhe, afirmou:
-Bem coelho, obrigada por devolveres a imortalidade á nossa bruxa Amélia...Não vejo razão para continuares medroso. A partir de agora, serás ainda mais corajoso que antes!
Assim regressou o coelho, como por magia, a sua casa...Aprendeu que as bruxas não são malvadas...a maldade do coração é apenas uma ilusão...Ou talvez não!
Texto de: Inês, Jéssica, Bruna e Brenda...Ilustrado pelo Paulo 6ºC

21/03/09

A Fonte Misteriosa!


Era uma vez um velho chamado Miguel, que vivia sozinho. Como era muito curioso, resolveu viajar para África...
Quando chegou a uma aldeia africana, parou para repousar e descansar um pouco e também para comer.
Foi passear na selva e encontrou uma serpente. Ficou tão assustado, que desatou a correr, mas ouviu a serpente gritar:
-Espera! Não te vou fazer mal! Só quero contar-te um segredo...
Mau...Que era aquilo? Em África, as serpentes falam? Devia estar a sonhar, mas como não queria mostrar medo, fingiu-se de corajoso e ... lá se aproximou da serpente.
-Que mistério é esse, que me queres contar?
-No fundo da selva há uma fonte e, nessa fonte, há um objecto mágico...
De repente, o bicho desapareceu! Então o velho curioso foi procurar a fonte, que estava protegida por animais ferozes! Estes exclamaram:
-Se queres passar por nós, um enigma vais decifrar!
Miguel já não estranhava nada naquela terra...por isso, viu-se a responder:
-Digam lá esse enigma. Eu sei tudo!
-Qual é a coisa
Qual é ela
Que simboliza união e se mete no dedo?
O velho pensou, pensou, pensou..até que descobriu que era um anel, mais concretamente uma aliança de casamento!
Foi tirar o anel da fonte e ao experimentá-lo viu uma pedra muito preciosa e...mágica!
A pedra começou a brilhar e disse:
-Finalmente, tenho um dono!
Bem...animais que falam...já vira, mas até anéis?!
Decidiu não se admirar com mais nada! Devia estar a viver um sonho qualquer!
Voltou para o seu País muito contente, graças ao anel mágico podia obter o que quisesse! Assim, nunca mais houve pobres na sua terra e vivia rodeado de gente que queria ouvir a sua estranha aventura...
Vitória, Vitória
O anel contou a história.
Autores: Gracelina, Luana, Vanessa, Miriam e Miguel 6ºC

17/03/09

O Filipe torcido!

Eles lembram-se de títulos, que não lembram a mais ninguém, como fizeram o André, o Bernardo e o Gonçalo da turma C...Curiosos para descobrir este Filipe Torcido? Eu cá, fiquei!
"Há muito , muito tempo, talvez nem haja tanto assim, para lá dos montes e montanhas, talvez nem tão longe assim...havia um Reino chamado Gigantolândia!´
Lá vivia um gigante muito estranho, chamado Filipe Torcido, que adorava a natureza e os animais.
Ele tinha um segredo, que nunca contara a ninguém, mas que nós descobrimos! De noite, vestia uma capa e umas botas mágicas e ía brincar com os seus amigos animais. O amigo mais especial era um peixe veloz e ágil, chamado Faísca, que adorava relaxar nas águas cor de prata do rio deste Reino...Não há um número capaz de contar as vezes em que estes amigos se encontraram!
O peixe tibha um dom especial...com um simples toque de barbatana, fazia com que a pessoa em que tocasse, pudesse respirar dentro de água.
Certo dia brilhante de sol, abrasado pelo calor, o nosso gigante decidiu ir ao encontro do peixe, seu amigo. Lá pelo menos poderia refrescar-se nas águas cristalinas. Porém avistou um barco de pescadores, que levavam nas redes o seu melhor amigo!
Desesperado, mergulhou nas águas e, como por magia, transformou-se em peixe...nadou, nadou, nadou...até que alcançou o barco e salvou o seu amigo peixe. Estava tão feliz que escolheu ficar peixe para sempre...Ali seria muito, muito feliz...estava farto de ser gigante, ainda por cima torcido!

Publicação em destaque

Dia Mundial da Leitura em Voz Alta

 Eder Cardoso, 6.ºA



Bons Sonhos!

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"Alfabeto das Coisas Boas"

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A imaginação não tem limites!

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"O meu amigo, o sono"

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"Poema em P"

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Criar e imaginar

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Momentos...

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Uma Escola para todos- Samara 6.ºC

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