O professor de português
Empolgou-se na lição,
Tropeçou caíu ao chão.
Quase partiu o pescoço
Como aquele sábio grego
Que de tanto olhar o céu
Caíu dentro dum poço.
O professor de português
Falava de natação,
Dos poemas de Camões.
Eu vi toda a epopeia.
Senti o cheiro ao Mostrengo
Cheirava a sal e a trovões
E a desgostos de sereia.
Mas eu quero-lhe dizer
Um segredo verdadeiro
Até o Stör caír
Os livros não tinham cheiro.
E eu que não tinha atenção,
Era uma nota sofrível,
Senti vivo o predicado
Dentro do meu coração
Saltei, subi de nível
Fiz-me sujeito acordado
No centro da oração.
Ó meu caro professor
Eu quero-lhe agradecer
Ter ganho o meu nariz
Nele vou a toda a parte
É uma força motriz
Vou a Roma e a Paris
Vou à Lua e vou a Marte
Ó meu caro professor...
"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"
13/06/09
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